Julgo que só o lobby dos fabricantes destes e interesses congéneres, além dos putativos e inconsequentes discursos sobre a liberdade ( mas onde está essa?) de conspurcar as paisagens sem rei nem roque é que impedem que se ponho cobro a esta sem vergonhice que é encherem o país, e a cidade, por todo, todo o lado, criando muitas vezes problemas ao trânsito e desde logo destruindo as paisagens urbanas ou rurais.
Recordo quando tive que enfrentar o P.C.P. na vereação, na altura era 5 os vereadores desse O Rui Godinho o chefe!, e apoiar Nuno Abecassis ( e não é que o Rui foi fazer queixa ao Gonçalo Ribeiro Telles, que o mandou passear!) quando me opûs a que Lisboa continuasse a ser vandalizada por cartazes por todas as paredes.
Acabou, então!
Agora isto, não há quem nos livre?
é que além de mais, vê-se a nulidade das mensagens, as caras de uns cromos do piorio, além de que muito feios e mal encarados, e umas bestialidades, como aquela que diz que a ecologia é uma ideologia.
Todos, todos contra o ambiente, a dignidade da cidade (e dos campos) e a racionalidade de debate e confronto político.
Já não há vida para aguentar isto.
quinta-feira, abril 11, 2019
quarta-feira, abril 10, 2019
Vale a pena, apesar de tudo
ir à Cordoaria ver a exposição da National Geographic.
Mas não posso deixar de lamentar as péssimas legendas das fotos, incompletas, mal traduzidas, deploráveis e absolutamente dispensáveis no estado em que estão!!!!
Esta exposição, que não é barata, merecia um pouco mais.
Há alguém a dormir à nossa custa!
ir à Cordoaria ver a exposição da National Geographic.
Mas não posso deixar de lamentar as péssimas legendas das fotos, incompletas, mal traduzidas, deploráveis e absolutamente dispensáveis no estado em que estão!!!!
Esta exposição, que não é barata, merecia um pouco mais.
Há alguém a dormir à nossa custa!
terça-feira, abril 09, 2019
E nem de propósito...
https://www.publico.pt/2019/04/09/local/noticia/cervejaria-solmar-ja-monumento-interesse-publico-1868589
como lamento que esse espaço onde bebi tantas, esteja hoje fechado...
Mas ao menos....
https://www.publico.pt/2019/04/09/local/noticia/cervejaria-solmar-ja-monumento-interesse-publico-1868589
como lamento que esse espaço onde bebi tantas, esteja hoje fechado...
Mas ao menos....
Nunca comi hachis, que deve, segundo este livro, ser uma experiência exponencial. Talvez como os cogumelos mágicos, que esses sim provei, ou as linhas de coca que snifei.
Hoje sou um simples usurário, ocasional, da Maria e tenho que dizer essa não provoca, talvez pelo ranço que já vai por aqui, qualquer efeito significativo...
Este livrinho do grande filosofo e critico social Walter Benjamin é, também, aconcelhável a todos os puritanos e conservadores que não ousam libertar o espírito, as experiências com o haxe (que invocam de facto o ópio) são descritas e analisadas com enorme rigor. Outros houve que com outras drogas o fizeram, também. Aqui deixo algumas das pérolas deste livrinho, de sonho e realidades..
“Os acontecimentos produziam-se de tal maneira
que o fenómeno me sensibilizava como uma varinha mágica e me mergulhava num
sonho.”
“ o que dizes e um telhado de Magburgo é o
mesmo”
“ como uma imagem assim é a língua”
“ Para os mexicanos ir ao bosque significa
morrer. Por isso o bosque atraí.”
“O conhecimento do doce não é o doce.”
“Quando alguém fez algo de bom isso converter-se-á
no olho de um pássaro”
“Todos os ruídos incham até se transformarem
em paisagem”
“ As cortinas são as interpretes da linguagem
do vento.”
e
“ Cada imagem em si mesma é um sonho.”
Como as Flores do Mal, de Baudelaire, os textos Rubáiyát de Khayyam, Confissões de um comedor de ópio de De Quincey ou As portas da percepção de Huxley, e tantos outros, este livro abre uma porta do conhecimento ou do desejo desse.
E porque não, este
E porque não, este
“
Vendo o tumulto inconsciente em que anda
A humanidade de uma a outra banda,
Não te nasce a vontade de dormir?
Não te nasce o desprezo de quem manda?
“
segunda-feira, abril 08, 2019
Novo
risco à nossa porta! Urânio à espreita do/no Altentejo!
O que
faz o ministério?
Uranio,
No a la mina.
É o cartaz que se vê por todo o lado, na
região fronteira a Portugal, do município de Vila Nueva de Fresno, a Jerez de
los Caballeros, Zahinos, Oliva de la Frontera, e noutros munícipios.
Os Alcaldes, presidentes de Câmara, estão
todos unidos contra.
A mina
de Cabra Alta, a céu aberto a cerca de 20 Kms da nossa fronteira é mais um
golpe intolerável no ambiente, na saúde das populações, na sustentabilidade
destes territórios extremos e no seu sentir.
E é
mais um, mais um golpe das autoridades espanholas nas costas do nosso país.
Ou será
que o nosso governo já foi informada desta perigosíssima situação, e sabe (sabe
até muito bem!) das suas consequências do lado de cá de uma fronteira que hoje
une os povos?
E se sabe porque razão nunca ouvimos nada? E
porque razão do lado de cá (ao contrário de que acontece com a mina de
Retortillo, Salamanca) os municípios não se estão a mobilizar, as comunidades e
associações ainda não despertaram? Aparentemente não passa nada...
Embora os procedimentos judiciais pelos
oponentes já se tenham desencadeado e já tenhamos estado no terreno e começado
a contactar os municípios, e a Comissão Parlamentar do Ambiente, e agora a
nossa comunicação social, temos que exigir do governo mais, muito mais
informação.
Foi informado?
Se foi porque razão não se sabe a resposta?
Se não foi para quando um, mais um, protesto
diplomático?
E se pelo contrário foi informado, para quando
uma tomada de posição?
E acção! Queremos acção, o interior, já tão
massacrado, continua debaixo destes cutelos....
Dar um murro na mesa e dizer NÃO, NO a la Mina
de Uranio, como os povos exigem!
As mineração de urânio, e esta a céu aberto
emite muito mais gases radioactivos (entre eles o radão) que têm grandes áreas
de dispersão! A mineração de urânio emite múltiplos compostos radioactivos que
contaminam as águas, e as águas de Espanha... E a mineração de urânio, além dos
problemas locais e para os trabalhadores (condenados em vida, mesmo com os
novos procedimentos) opõe-se à sustentabilidade da dehesa, do montado, do seu
usufruto sócio-económico e turístico (quem vai visitar a natureza, fazer
caminhadas, usufruir do tempo e do espaço, se o ar pode estar contaminado e a
água imprestável).
quarta-feira, abril 03, 2019
Talvez já aqui tenha falado deste livro
quase 500 páginas, letra miudinha, que hoje acabei, vale a leitura, que é um murro no estômago nos casos relatados, mas também nas
ilusões da geo-engenharia salvadora (e sobre a nuclear nem falar!) e apresenta
como um dos exemplos de sucesso:
um projecto de uns vigaristas, completamente
megalómano, lançado em 2010 (ou 09) e que que só serviu para desalienar mais
uns bocados da REN, como sabemos a desculpa do tal PIN serviu para muito.... de
Grândola a Paredes, passando por Vila Nova de Mil Fontes e até Alcoutim (onde o
meu amigo Fernando P. parece que conseguiu algo!).
Não há geo-engenharia nenhuma que apague o passado!
Etiquetas:
Antropoceno,
R.E.N.,
Reserva Ecologica Nacional
terça-feira, abril 02, 2019
A Inquisição continua activa, hoje na Polónia (onde já exterminaram os judeus todos!)
A Koszalin alcuni sacerdoti cattolici hanno dato alle fiamme oggetti considerati sacrileghi, compresi i romanzi dell’autrice britannica J.K Rowling
do Corriere della Sera, de hoje!
A Koszalin alcuni sacerdoti cattolici hanno dato alle fiamme oggetti considerati sacrileghi, compresi i romanzi dell’autrice britannica J.K Rowling
do Corriere della Sera, de hoje!
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