Como de costume todos, todos irão empurrar com a barriga, mais uma tragédia que atinge o nosso país, o gravíssimo acidente no Monte:
mas, felizmente há registos, há informação de há muito tempo sobre o estado miserável das árvores do planalto do Monte, e sobretudo das ornamentais que ladeiam a zona de devoção.
Mas, como de costume, a culpa irá morrer solteira. Uns porque estiveram lá e não fizeram nada, outros porque estiveram, estão a seguir e fizeram iguais ouvidos de mercador. Mas há 12 mortos, há mais de meia centena de feridos, alguns em estado muito grave.
Não é preciso ser Hercule Poirot para saber que continuamos com a pato-bavaria a dominar a ilha, e a pensarem que ainda vivemos os tempos da colonia, ou que somos saloios.
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terça-feira, agosto 15, 2017
domingo, setembro 18, 2016
Da revista Jardins de Setembro ( muito útil!) retenho este livrinho, que espero alguém me oferte, que me parece muito interessante:
e já agora gostaria que alguém desse conta do estrago do Parque Eduardo VII por mais uma alienação a privados de seu espaço, para uma pandega consumista.
Com este número da Jardins um encarte da:
www.aajba.com
com informações sobre os meritórios emuito abrangentes cursos que esta nóvel entidade realiza.
e já agora gostaria que alguém desse conta do estrago do Parque Eduardo VII por mais uma alienação a privados de seu espaço, para uma pandega consumista.
Com este número da Jardins um encarte da:
www.aajba.com
com informações sobre os meritórios emuito abrangentes cursos que esta nóvel entidade realiza.
sexta-feira, julho 29, 2016
terça-feira, maio 17, 2016
segunda-feira, março 21, 2016
A Primavera está aí, pareça ou não...
Por isso, e porque hoje é dia da árvore:
http://www.icnf.pt/portal/florestas/gf/prdflo/resource/doc/ICNF_EspeciesIndgenas_Edicao2016.1.pdf
Este é um poderoso dragoeiro, em Tenerife:
Por isso, e porque hoje é dia da árvore:
http://www.icnf.pt/portal/florestas/gf/prdflo/resource/doc/ICNF_EspeciesIndgenas_Edicao2016.1.pdf
Este é um poderoso dragoeiro, em Tenerife:
domingo, agosto 23, 2015
Há, ou havia?, alguns no Jardim tropical, em Belém.
É uma das árvores que faz parte do meu imaginário e que colecciono, tenho viajado em busca dela, sobretudo pela Macaronésia toda de onde é originária. Em Algés há um exemplar fabuloso. Este faz parte da minha visita anual. Em Tavira:
Li vários livros, espessos, que se acumulavam ( e também uma edição de algumas obras primas e muita mediocridade editada pela CML de cerca de 30 livrinhos Edição, original, da Casa dos Estudantes do Império, numa edição cuidada, é certo).
Um muito interessante # Le Club des Incorrigibles Optimistes# de Jean-Michel Guenassia, que nos descreve (estória real!) a vida de um, num, café em Denfert-Rochereau, no 14eme.
Hoje os café transformaram-se, ou fecharam como este, ou um que publicarei em próximo post, em Madrid. Vão, por aqui e por ali surgindo locais de tertúlias e troca de ideias e sensibilidades. O mundo muda.
É uma das árvores que faz parte do meu imaginário e que colecciono, tenho viajado em busca dela, sobretudo pela Macaronésia toda de onde é originária. Em Algés há um exemplar fabuloso. Este faz parte da minha visita anual. Em Tavira:
Um muito interessante # Le Club des Incorrigibles Optimistes# de Jean-Michel Guenassia, que nos descreve (estória real!) a vida de um, num, café em Denfert-Rochereau, no 14eme.
Hoje os café transformaram-se, ou fecharam como este, ou um que publicarei em próximo post, em Madrid. Vão, por aqui e por ali surgindo locais de tertúlias e troca de ideias e sensibilidades. O mundo muda.
quarta-feira, maio 27, 2015
Merece o meu total apoio e assinatura!
"
Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. Fernando Medina
Face à onda de intervenções radicais e devastadoras que as árvores de Lisboa têm sofrido nas últimas semanas - empreitadas de poda, abate e substituição de árvores de alinhamento e de jardim um pouco por toda a cidade, de Alvalade à Estrela, das Avenidas Novas a Arroios, da Graça à Ajuda, com menor ou maior grau de intensidade e número de árvores objecto das mesmas, com mais ou menos gravidade e grau de irreversibilidade, sob esta ou aquela justificação, não poucas vezes caricata, e outras tantas por razões que a razão desconhece - considera esta Plataforma recém-constituída ser seu imperativo dirigir-se ao novo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, uma vez que nos parece ser tempo de se virar de página e da cidade partir para outro paradigma.
Porque entendemos que quando estão em causa valores tão nobres e elementares como a preservação de um património que temos a obrigação de legar às gerações vindouras, o direito à informação, os afectos, o respeito por todas as formas de vida, a qualidade de vida e o bem-estar da população; ficar-se calado não serve!
É verdade que esta insensibilidade e este menosprezo pelo indispensável contributo dado pela árvore à cidade e por aqueles que as defendem não são de agora. Todos nos lembramos da destruição massiva de jacarandás nas transversais à Avenida da República e dos 153 plátanos abatidos nem há 10 anos no Campo Pequeno porque havia que implementar determinado projecto de paisagismo. Ou do “vendaval” no Vale do Silêncio, as “desmatações” de Monsanto e a “requalificação” do Príncipe Real, só para enumerarmos algumas reconhecidas más práticas. Mas é neste preciso momento que o flagelo assume proporções inauditas, com o confluir de uma série de constatações e de procedimentos menos claros (por exemplo, ajustes directos através dos quais é diagnosticado o estado do arvoredo - que compete aos serviços municipais e após parecer do Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida – e se procede aos abates e às podas, e posteriormente ainda dentro do mesmo ajuste, se vendem os espécimes de substituição - cuja determinação a competência continua na esfera do Município e não das Juntas), a que importa obviar de uma vez por todas, Senhor Presidente, a saber:
As árvores não são podadas nem conservadas nem tratadas, quando doentes. Antes se mutilam, agridem, abatem e substituem como se fossem objectos de decoração descartáveis e sujeitos à ditadura da última moda, nem sequer respeitando a época mais propícia para as árvores e para a bio-diversidade que albergam. Há árvores de primeira (as estruturantes) e de segunda (as de alinhamento).
Não existem jardineiros, mas abundam os curiosos e os madeireiros de serra em punho, cujas intervenções deveriam ser adjudicadas com transparência, critério e sem conflitos de interesse, tantas vezes ao arrepio dos pareceres fitossanitários de entidade idónea e, ultimamente, ao abrigo do não exercício da prorrogativa de declarar esta temática como estruturante, delegando nas Juntas de Freguesia de forma a nosso ver errada e contraproducente, transferindo direitos a nível da gestão do arvoredo, mas esquecendo-se de transferir as boas práticas já regulamentadas, logo agora que aquelas ainda estão numa fase de auto-afirmação e de delimitação de território.
Continuam a não ser aplicados e cumpridos o Regulamento aprovado pela AML (51/AM/2012), que resultou da deliberação 102/CM/2009, nem o Despacho do 60/P/2012 do Senhor Presidente de CML de então, mas quando há um parecer sério que indica a necessidade de abater determinada árvore, logo esse mesmo parecer serve para uma dúzia de outras sãs.
Perdeu-se a boa-prática de consulta preferencial ao LPVVA, preferindo-se o parecer de empresas que depois procedem elas próprias à poda e ao abate no que se configura como procedimento a carecer de sindicância.
Cultiva-se a ignorância, acenando com pragas e alergias, velhice excessiva das árvores (quando árvores com 60 anos devem ser consideradas jovens), cataclismas inevitáveis e a corrosão da chapa. Alimenta-se o ódio instalado ao choupo, cipreste, plátano, freixo e, quiçá a breve trecho, à tília, à tipuana e ao jacarandá! Não se percebe de onde vêm os novos espécimenes que se plantam, mirrados e sem copa frondosa previsível que não por várias décadas, nem para onde vai a lenha que resulta de tudo isto. De uma assentada, como no caso recente da Av. Guerra Junqueiro, destrói-se a imagem até agora inalterável de um arruamento histórico com 60 anos.
Por isso esta nossa carta dirigida a V. Exa., Senhor Presidente, porque temos esperança que a sua juventude signifique irreverência, sensibilidade e vontade indómita em querer mudar o status quo que muitos presidentes antes não conseguiram mudar, pelas razões que cada qual saberá.
Os regulamentos existem e bastará cumpri-los, pois têm matéria suficiente para que os procedimentos de poda, abate e substituição de arvoredo se traduzam em boas práticas de arboricultura, motivo de orgulho para esta cidade, em contraponto com tantas outras onde continuam a aceitar práticas retrógradas, baseadas em mitos e inverdades. Não aceitamos que Lisboa possa ser referida como um dos piores exemplos de gestão do arvoredo do país, quando tem todas as condições para ser exactamente o oposto, desde que corrija o que é preciso corrigir.
Estamos, como sempre estivemos, disponíveis e empenhados em colaborar com a CML e com o seu Presidente e os seus Serviços para que consigamos esse desiderato.
Conte connosco!
Lisboa, 26 de Maio de 2015
A recém-formada "Plataforma em Defesa das Árvores":
Associação Árvores de Portugal
Associação Lisboa Verde
Fórum Cidadania Lx
GEOTA-Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente
Grupo de Amigos do Príncipe Real
Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades
Grupo Ecológico de Cascais
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Plataforma por Monsanto
Quercus
"
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Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. Fernando Medina
Face à onda de intervenções radicais e devastadoras que as árvores de Lisboa têm sofrido nas últimas semanas - empreitadas de poda, abate e substituição de árvores de alinhamento e de jardim um pouco por toda a cidade, de Alvalade à Estrela, das Avenidas Novas a Arroios, da Graça à Ajuda, com menor ou maior grau de intensidade e número de árvores objecto das mesmas, com mais ou menos gravidade e grau de irreversibilidade, sob esta ou aquela justificação, não poucas vezes caricata, e outras tantas por razões que a razão desconhece - considera esta Plataforma recém-constituída ser seu imperativo dirigir-se ao novo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, uma vez que nos parece ser tempo de se virar de página e da cidade partir para outro paradigma.
Porque entendemos que quando estão em causa valores tão nobres e elementares como a preservação de um património que temos a obrigação de legar às gerações vindouras, o direito à informação, os afectos, o respeito por todas as formas de vida, a qualidade de vida e o bem-estar da população; ficar-se calado não serve!
É verdade que esta insensibilidade e este menosprezo pelo indispensável contributo dado pela árvore à cidade e por aqueles que as defendem não são de agora. Todos nos lembramos da destruição massiva de jacarandás nas transversais à Avenida da República e dos 153 plátanos abatidos nem há 10 anos no Campo Pequeno porque havia que implementar determinado projecto de paisagismo. Ou do “vendaval” no Vale do Silêncio, as “desmatações” de Monsanto e a “requalificação” do Príncipe Real, só para enumerarmos algumas reconhecidas más práticas. Mas é neste preciso momento que o flagelo assume proporções inauditas, com o confluir de uma série de constatações e de procedimentos menos claros (por exemplo, ajustes directos através dos quais é diagnosticado o estado do arvoredo - que compete aos serviços municipais e após parecer do Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida – e se procede aos abates e às podas, e posteriormente ainda dentro do mesmo ajuste, se vendem os espécimes de substituição - cuja determinação a competência continua na esfera do Município e não das Juntas), a que importa obviar de uma vez por todas, Senhor Presidente, a saber:
As árvores não são podadas nem conservadas nem tratadas, quando doentes. Antes se mutilam, agridem, abatem e substituem como se fossem objectos de decoração descartáveis e sujeitos à ditadura da última moda, nem sequer respeitando a época mais propícia para as árvores e para a bio-diversidade que albergam. Há árvores de primeira (as estruturantes) e de segunda (as de alinhamento).
Não existem jardineiros, mas abundam os curiosos e os madeireiros de serra em punho, cujas intervenções deveriam ser adjudicadas com transparência, critério e sem conflitos de interesse, tantas vezes ao arrepio dos pareceres fitossanitários de entidade idónea e, ultimamente, ao abrigo do não exercício da prorrogativa de declarar esta temática como estruturante, delegando nas Juntas de Freguesia de forma a nosso ver errada e contraproducente, transferindo direitos a nível da gestão do arvoredo, mas esquecendo-se de transferir as boas práticas já regulamentadas, logo agora que aquelas ainda estão numa fase de auto-afirmação e de delimitação de território.
Continuam a não ser aplicados e cumpridos o Regulamento aprovado pela AML (51/AM/2012), que resultou da deliberação 102/CM/2009, nem o Despacho do 60/P/2012 do Senhor Presidente de CML de então, mas quando há um parecer sério que indica a necessidade de abater determinada árvore, logo esse mesmo parecer serve para uma dúzia de outras sãs.
Perdeu-se a boa-prática de consulta preferencial ao LPVVA, preferindo-se o parecer de empresas que depois procedem elas próprias à poda e ao abate no que se configura como procedimento a carecer de sindicância.
Cultiva-se a ignorância, acenando com pragas e alergias, velhice excessiva das árvores (quando árvores com 60 anos devem ser consideradas jovens), cataclismas inevitáveis e a corrosão da chapa. Alimenta-se o ódio instalado ao choupo, cipreste, plátano, freixo e, quiçá a breve trecho, à tília, à tipuana e ao jacarandá! Não se percebe de onde vêm os novos espécimenes que se plantam, mirrados e sem copa frondosa previsível que não por várias décadas, nem para onde vai a lenha que resulta de tudo isto. De uma assentada, como no caso recente da Av. Guerra Junqueiro, destrói-se a imagem até agora inalterável de um arruamento histórico com 60 anos.
Por isso esta nossa carta dirigida a V. Exa., Senhor Presidente, porque temos esperança que a sua juventude signifique irreverência, sensibilidade e vontade indómita em querer mudar o status quo que muitos presidentes antes não conseguiram mudar, pelas razões que cada qual saberá.
Os regulamentos existem e bastará cumpri-los, pois têm matéria suficiente para que os procedimentos de poda, abate e substituição de arvoredo se traduzam em boas práticas de arboricultura, motivo de orgulho para esta cidade, em contraponto com tantas outras onde continuam a aceitar práticas retrógradas, baseadas em mitos e inverdades. Não aceitamos que Lisboa possa ser referida como um dos piores exemplos de gestão do arvoredo do país, quando tem todas as condições para ser exactamente o oposto, desde que corrija o que é preciso corrigir.
Estamos, como sempre estivemos, disponíveis e empenhados em colaborar com a CML e com o seu Presidente e os seus Serviços para que consigamos esse desiderato.
Conte connosco!
Lisboa, 26 de Maio de 2015
A recém-formada "Plataforma em Defesa das Árvores":
Associação Árvores de Portugal
Associação Lisboa Verde
Fórum Cidadania Lx
GEOTA-Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente
Grupo de Amigos do Príncipe Real
Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades
Grupo Ecológico de Cascais
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Plataforma por Monsanto
Quercus
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quarta-feira, abril 24, 2013
quinta-feira, abril 30, 2009
quarta-feira, abril 09, 2008
Passo palavra:
Ajude a evitar a destruição de árvores, plantas e morte de pássaros
*** MUITO URGENTE - PROTESTE / COLABORE ***
Ajude a evitar a destruição de espaços verdes, corte de árvores e a morte de dezenas de pássaros bebés e em nidificação
Precisa-se de mais voluntários, ornitólogos e especialistas em transplantes de árvores. É muito importante a ajuda de cidadãos, advogados e associações para impedir esta tragédia. Leia mais abaixo para saber o que pode fazer para ajudar. Poderá igualmente ir ao local para buscar plantas para sua casa/terreno.
Fotografias: http://web-album.eco-gaia.net/thumbnails.php?album=33
Vídeo do local: http://www.youtube.com/watch?v=ry-g0LKQIBg
Durante a próxima semana, mais espaços verdes serão devastados e mais árvores e pássaros serão mortos.
SAIBA MAIS NOVIDADES SOBRE A SITUAÇÃO EM:
http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php/topic,795.0.html
(Logo que possível apresentaremos mais fotografias e vídeos)
ÚLTIMAS NOVIDADES:
A InfoNature.Org ( www.portugal.infonature.org ) vem por este meio anunciar algumas das novidades sobre o que tem acontecido nestes últimos dias, numa zona de Benfica onde alguns espaços verdes, hortas e árvores de grande porte que estão a ser destruídas, para se fazer uma grande estrada que é desnecessária que só favorece os interesses económicos.
Estivemos nos últimos dias no local, a monitorizar os trabalhos das máquinas, tentar conseguir provas de algumas ilegalidades, como o caso dos ninhos de pássaros e do abate de grandes árvores, para além de assinalar árvores e outras plantas que se podem tentar transplantar para novos terrenos. Há provas claras que algumas das árvores têm ninhos de pássaros que ainda estão em ovo ou são pássaros bebés, o que tudo indica que a obra será uma ilegalidade só neste aspecto, embora existam ainda outros a verificar.
Neste momento, e com a ajuda de outras ONGs como o GAIA e a Verdes Anos, conseguimos salvar um número bastante grande de pequenas árvores e outras plantas, a maioria que já foi levada para vários locais em Lisboa. Existem algumas ONGs e entidades que foram já fazer um levantamento dos ninhos e da questão das árvores de grande porte, para se verificar em pormenor a legalidade da situação.
Estranhamente, os operários que estão a trabalhar nas obras, apesar de não quererem parar de forma alguma, foram muito cooperativos no sentido de terem ajudado a transplantar e transportar algumas das árvores mais pequenas, e terem tido o cuidado de não destruir outras plantas que estavam assinaladas. Suspeita-se que isto se deve à questão de a empresa "Estradas de Portugal" ter dado ordens para os mesmos para cooperarem, o que leva à suspeita que a empresa quer tentar evitar uma maior contestação à obra, para que não antagonizar as associações que estão a tentar proteger as plantas e os pássaros, de forma a evitar que se investigue mais fundo e se descubra possíveis ilegalidades na obra (para além das que já temos conhecimento), evitando assim atrair maior atenção dos média e uma possível paragem da obra devido a essas mesmas possíveis ilegalidades.
Neste momento grande parte das hortas já foi destruída, muitas árvores mais pequenas foram arrasadas, e nos próximos dias as máquinas irão avançar para outras zonas daquele espaço, onde existem mais hortas e várias dezenas de árvores de grande porte que serão abatidas e nos quais muitos pássaros irão igualmente morrer, apesar de haver fortes suspeitas de a obra não ter tido um estudo de impacto ambiental sério, e mais uma vez, aqui apresentar outra possível ilegalidade. Para além das questões ambientais, muitas pessoas locais foram e serão igualmente afectadas com toda esta situação, e de formas variadas.
Ainda falta fazer bastantes coisas e é preciso a ajuda de todas as pessoas que queiram contribuir para ajudar a minimizar os problemas ambientais e sociais que esta obra traz.
Daremos mais novidades nos próximos dias.
Contamos com a sua ajuda para ajudar a salvar o mais possível as plantas, árvores e pássaros da zona.
IMPORTANTE - O QUE PODE FAZER PARA AJUDAR:
PRECISAMOS DA SUA AJUDA: Gostávamos de saber se têm interesse em apoiar-nos nesta acção. Precisamos de mais voluntários para vários trabalhos. Procurámos pessoas conhecedoras dos trâmites desta obra (para as questões legais e sociais) e especialistas no transplante de árvores em particular e de zonas verdes em geral, para além de ornitólogos. Desde já agradecidos por toda a ajuda que possam dar.
PROTESTE: Todas as pessoas poderão contactar a Câmara Municipal de Lisboa para protestar contra esta situação: Tel: 213 227 000 - Fax: 213 227 008 - E-mail: geral@cm-lisboa.pt .
Local a ser destruído: Perto das portas de Benfica, na calçada do Tojal, antes da estrada dos salgados. (O estaleiro das obras fica perto da estação de metro de Alfornelos. O engenheiro responsável por esta fase da obra, chama-se Pedro Quintas).
Contactos dos cidadãos voluntários:
Raquel Leitão - 967968992 ... Lanka Horstink - 919852781
SAIBA MAIS NOVIDADES SOBRE A SITUAÇÃO EM:
http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php/topic,795.0.html
*** MUITO URGENTE - PROTESTE / COLABORE ***
Ajude a evitar a destruição de espaços verdes, corte de árvores e a morte de dezenas de pássaros bebés e em nidificação
Precisa-se de mais voluntários, ornitólogos e especialistas em transplantes de árvores. É muito importante a ajuda de cidadãos, advogados e associações para impedir esta tragédia. Leia mais abaixo para saber o que pode fazer para ajudar. Poderá igualmente ir ao local para buscar plantas para sua casa/terreno.
Fotografias: http://web-album.eco-gaia.net/thumbnails.php?album=33
Vídeo do local: http://www.youtube.com/watch?v=ry-g0LKQIBg
Durante a próxima semana, mais espaços verdes serão devastados e mais árvores e pássaros serão mortos.
SAIBA MAIS NOVIDADES SOBRE A SITUAÇÃO EM:
http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php/topic,795.0.html
(Logo que possível apresentaremos mais fotografias e vídeos)
ÚLTIMAS NOVIDADES:
A InfoNature.Org ( www.portugal.infonature.org ) vem por este meio anunciar algumas das novidades sobre o que tem acontecido nestes últimos dias, numa zona de Benfica onde alguns espaços verdes, hortas e árvores de grande porte que estão a ser destruídas, para se fazer uma grande estrada que é desnecessária que só favorece os interesses económicos.
Estivemos nos últimos dias no local, a monitorizar os trabalhos das máquinas, tentar conseguir provas de algumas ilegalidades, como o caso dos ninhos de pássaros e do abate de grandes árvores, para além de assinalar árvores e outras plantas que se podem tentar transplantar para novos terrenos. Há provas claras que algumas das árvores têm ninhos de pássaros que ainda estão em ovo ou são pássaros bebés, o que tudo indica que a obra será uma ilegalidade só neste aspecto, embora existam ainda outros a verificar.
Neste momento, e com a ajuda de outras ONGs como o GAIA e a Verdes Anos, conseguimos salvar um número bastante grande de pequenas árvores e outras plantas, a maioria que já foi levada para vários locais em Lisboa. Existem algumas ONGs e entidades que foram já fazer um levantamento dos ninhos e da questão das árvores de grande porte, para se verificar em pormenor a legalidade da situação.
Estranhamente, os operários que estão a trabalhar nas obras, apesar de não quererem parar de forma alguma, foram muito cooperativos no sentido de terem ajudado a transplantar e transportar algumas das árvores mais pequenas, e terem tido o cuidado de não destruir outras plantas que estavam assinaladas. Suspeita-se que isto se deve à questão de a empresa "Estradas de Portugal" ter dado ordens para os mesmos para cooperarem, o que leva à suspeita que a empresa quer tentar evitar uma maior contestação à obra, para que não antagonizar as associações que estão a tentar proteger as plantas e os pássaros, de forma a evitar que se investigue mais fundo e se descubra possíveis ilegalidades na obra (para além das que já temos conhecimento), evitando assim atrair maior atenção dos média e uma possível paragem da obra devido a essas mesmas possíveis ilegalidades.
Neste momento grande parte das hortas já foi destruída, muitas árvores mais pequenas foram arrasadas, e nos próximos dias as máquinas irão avançar para outras zonas daquele espaço, onde existem mais hortas e várias dezenas de árvores de grande porte que serão abatidas e nos quais muitos pássaros irão igualmente morrer, apesar de haver fortes suspeitas de a obra não ter tido um estudo de impacto ambiental sério, e mais uma vez, aqui apresentar outra possível ilegalidade. Para além das questões ambientais, muitas pessoas locais foram e serão igualmente afectadas com toda esta situação, e de formas variadas.
Ainda falta fazer bastantes coisas e é preciso a ajuda de todas as pessoas que queiram contribuir para ajudar a minimizar os problemas ambientais e sociais que esta obra traz.
Daremos mais novidades nos próximos dias.
Contamos com a sua ajuda para ajudar a salvar o mais possível as plantas, árvores e pássaros da zona.
IMPORTANTE - O QUE PODE FAZER PARA AJUDAR:
PRECISAMOS DA SUA AJUDA: Gostávamos de saber se têm interesse em apoiar-nos nesta acção. Precisamos de mais voluntários para vários trabalhos. Procurámos pessoas conhecedoras dos trâmites desta obra (para as questões legais e sociais) e especialistas no transplante de árvores em particular e de zonas verdes em geral, para além de ornitólogos. Desde já agradecidos por toda a ajuda que possam dar.
PROTESTE: Todas as pessoas poderão contactar a Câmara Municipal de Lisboa para protestar contra esta situação: Tel: 213 227 000 - Fax: 213 227 008 - E-mail: geral@cm-lisboa.pt .
Local a ser destruído: Perto das portas de Benfica, na calçada do Tojal, antes da estrada dos salgados. (O estaleiro das obras fica perto da estação de metro de Alfornelos. O engenheiro responsável por esta fase da obra, chama-se Pedro Quintas).
Contactos dos cidadãos voluntários:
Raquel Leitão - 967968992 ... Lanka Horstink - 919852781
SAIBA MAIS NOVIDADES SOBRE A SITUAÇÃO EM:
http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php/topic,795.0.html
sexta-feira, dezembro 14, 2007
sexta-feira, dezembro 07, 2007
A «Avenida dos Cotos»

Assim como o Largo do Rato deixou de ser largo para se tornar em via rápida, assim a Avenida de Álvares Cabral deixou de ser a do «achamento» do Brasil para se transformar na da descoberta dos cotos de árvores que se sucedem uns aos outros avenida acima, avenida abaixo; uma vergonha!
Foto: Eduardo Portugal, 1943, AFM
quinta-feira, março 29, 2007
Esta não é de Lisboa, mas é de terceiro mundo:

Cerca de 1.800 eucaliptos e pinheiros em idade adulta, que ladeiam a E.N. nº 367, leiloados em hasta pública pelo eminente presidente da câmara da Chamusca, para com esta venda e abate de «materiais e outros bens que não são necessários» fazer face à crise financeira do seu burgo.
Fonte: JN e Associação Lisboa Verde
quinta-feira, março 22, 2007
O Dia da Árvore na ... Rua Rodrigues Sampaio


Podia ser numa outra rua qualquer de Lisboa, da Avenida da Liberdade a Belém, da Gago Coutinho à Marquês de Tomar, da Av.Sacadura Cabral à Calçada da Ajuda ou à Graça. Os restos de árvores decepadas ingloriamente convivem com caldeiras desertas. As árvores de copa frondosa e tronco largo que ainda restam, lá estão, lado a lado com «palitos» pindéricos, ali esquecidos por quem os colocou na terra (muitas vezes alcatroada ... como é o caso da Avenida Brasília ou da Rua João Villarett) e não os rega. Esta coisa dos «Dias» é pura fantasia.
Fotos de AAS, in FCLx
sexta-feira, janeiro 19, 2007
As árvores do Largo Hintze Ribeiro estão classificadas para quê?
"O Largo Hintze Ribeiro, à rua de São Bento e ao Rato, é um bem precioso. Para muitos, é apenas um selvático parque de estacionamento, numa zona da capital onde escasseiam lugares para deixar os veículos, e onde abundam condomínios habitacionais de luxo. O largo, porém, não é valioso por causa destes empreendimentos imobiliários de muitas centenas de milhares de euros, mas sim porque possui quatro árvores de interesse público, assim classificadas pela Direcção-Geral de Recursos Florestais (DGRF). (...)De acordo com os dados da DGRF, dos milhares de exemplares arbóreos existentes em Lisboa, apenas 87 estão protegidos. É o caso de três portentosas Ficus elastica e uma altíssima palmeira existentes no Largo Hintze Ribeiro, que se distinguiram pela sua beleza, raridade ou importância histórica. No seu tronco, em jeito de exibicionismo, está uma placa que informa o mais distraído transeunte que está perante um património de interesse público. Ninguém diria. Aos seus pés, existe entulho vário, lixo, inúmeras garrafas de cerveja, e até um gato morto, em putrefacção, já sem cabeça. Há carros por cima das suas raízes, e, para lembrança de uma requalificação do largo que ficou incompleta por falta de verbas há cerca de três anos, lá está uma barraca de zinco, mesmo por debaixo das copas frondosas das Ficus. A Câmara de Lisboa, questionada sobre esta situação, garantiu que irá proceder o mais rapidamente possível à correcção da mesma. Se não for assim, de nada vale classificar as árvores da cidade. "
Diana Ralha POL nº 6140 Quinta, 18 de Janeiro de 2007
Diana Ralha POL nº 6140 Quinta, 18 de Janeiro de 2007
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