Era para deixar sem comentários esta resposta:
carregar para hilariedade!
O Inspector Regional, sr. Paulo Machado, das Actividades Económicas dos Açores merece ser alertado para que alguém, que terá papado 3 ou 4 almoços na tal Maça Verde, anda a usar o carimbo com a sua assinatura para escrever inanidades.
Reclamações que configuram comentários que voltam, por duas vezes a ser reclamações, e, talvez depois de outro almoço, novamente comentários.
Como tenho aqui referido, e hoje é anunciado num jornal que são centenas (e na C.M.L. ainda noutro dia contei, e está escrito num dos meus livros, no melhor pano também caía essa nódoa... nos serviços de habitação!) algumas centenas, de funcionários que papam os tais "almocinhos", por aqui, ali e acolá.
É que para escrever estas imbecilidades, e usar o carimbo, nem vale a pena gastar papel e correio.
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segunda-feira, fevereiro 26, 2018
quinta-feira, junho 29, 2017
Fantástico!
E não se pode extinguir a ASAE!
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E não se pode extinguir a ASAE!
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11:17 (Há 2 horas)
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Acusamos a receção da denúncia apresentada por V. Exa., à qual foi atribuído o nº E/28380/17/SC.
De forma a possibilitar uma averiguação da mesma, a ASAE necessita de obter uma descrição completa
e mais detalhada dos factos denunciados, pelo que se solicita a V. Exa, o envio, no prazo de 5 dias úteis,
a contar da data da recepção desta, do(s) referido(s) elementos(s)
Para qualquer contacto com os nossos serviços, deverá sempre indicar a nossa referência.
Com os melhores cumprimentos,
Cristina Caldeira
Inspetora Diretora
Unidade Nacional de Operações
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NOTA:
Não envie mensagens de resposta a este e-mail.
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Mas para onde é que se responde?
Aqui:
1- A carne não estava, manifestamente, em condições de ser servida, nem sequer aos meus cães.
2- Para disfarçar a má qualidade da carne, que chegava a cheirar e saber a ranço, essa vinha completamente seca e esturricada.
3- Os empregados sem a mínima formação, tinham como missão não deixar os clientes em paz, apesar de clara e ostensivamente termos virado o sinal vermelho, e atulhar-nos de diversas carnes, com o objectivo de assim não percebermos a aldrabice e fraudulência servida
4- Cheguei a casa e vomitei além de ter tido várias descargas ( diarreia) intestinal, não sei se querem mais detalhes ou que vos envie algo mais.
António Eloy
quarta-feira, junho 28, 2017
Uma espelunca do piorio
1-
tenho uma longa tradição de utilização,
do por demais inútil, livro de reclamações, que aliás já reclamei várias vezes
junto de diversas autoridades a sua supressão.
2-
Das mais de 100 vezes que o
preenchi houve, todavia,algumas consequências,. Quando a SolTrópico me roubou 30 euros,
embora tenha tido que ir até ao tribunal arbitral e visto a inutilidade do tal,
untado pelas agências, Provedor do Cliente, fui ressarcido, ainda com ameaças de novas acções por essa empresa dos tais 30.
Escusado é dizer que gastei muito mais que esses que me tinham roubado. A SolTrópico
não esqueçam rouba os clientes!
3-
Vários restaurante fecharam devido
às minha queixas, embora só de um me tenha chegado a notificação que pagou 300 e
tal euros pela falta de higiene da cozinha, ainda que a principal queixa fosse das
carnes ( qualidade) e do serviço.
4-
Não refiro aqui o vigarista que
faz de juiz ( jubilado) do tribunal arbitral do consumidor de Lisboa porque em
relação a esse há um dossier de queixas volumoso, e até foi contraditado pelo
Banco de Portugal, num caso que me envolveu. Esse é outra despesa inútil, a que
não há quem ponha cobro. ( mas para ele arredonda.)
5-
Pois hoje e já chamei a atenção da
A.S.A.E. fui ao Chimarrão do Campo Grande.
Deve ser fechado com urgência.
E nem sequer é pelo serviço labrego, e sem um mínimo de qualidade. As carnes
devem ser daquelas interditadas para saírem do Brasil e que chegaram cá
clandestinas, intragáveis e ainda por cima, para disfarçar num espeto
inconcebível e absolutamente in-comestível.
É com uma diarreia colossal
que escrevo esta prosa.
Mau, mau, muito mau.
Outro estabelecimento a fechar!
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ASAE,
consumidores,
Livro reclamações. provedor cliente,
tribunal arbitral
segunda-feira, setembro 15, 2008
Chegado por email:
The following new entry was posted by ex-DGEMN ( http://ex-dgemn.blogdrive.com/ )
«O ex-Chefe de Divisão da Qualidade da Construção (e oficiosamente Director de Serviços de Higiene e Segurança no Trabalho ) ingressou na Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
Embora outras fontes assegurem que foi por concurso,...
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http://ex-dgemn.blogdrive.com/»
«O ex-Chefe de Divisão da Qualidade da Construção (e oficiosamente Director de Serviços de Higiene e Segurança no Trabalho ) ingressou na Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
Embora outras fontes assegurem que foi por concurso,...
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http://ex-dgemn.blogdrive.com/»
segunda-feira, junho 09, 2008
Metam-se com os Santos, metam ...

A propósito da anunciada investida da ASAE às sardinhadas, bifanas (courato, não, obrigado!), chouriço assado e outros petiscos do Santo António, não será essa a melhor maneira de começar o fim da dita cuja? Pago para ver se têm coragem de investir contra os moradores (e comerciantes espontâneos) de Alfama, Mouraria, Castelo, Sé, Madragoa ou Marvila, sob pena dos arraiais populares virarem arraiais de pancadaria.
terça-feira, dezembro 18, 2007
Nem tanto ao mar nem tanto à terra
Ainda a propósito da ASAE, só para apontar um exemplo onde o ridículo mata:O irmão mais novo do aclamado cozinheiro «molecular» Ferran Adrià, de seu nome Albert, abriu uma sucursal dos seus já famosos e nada «químico-físicos» chocolates, perdão, Cacaos Sampaka, em pleno Centro Comercial das Amoreiras (que nada já tem a ver com o local deprimente de até há poucos anos, aliás).
O curioso é que ali, ao contrário do que é estupidamente exigido às chocolatarias de Lisboa (e contam-se pelos dedos de uma mão...), os bombons e chocolates estão ao ar, colocados sobre bandejas, em prateleiras, sem refrigeração especial, i.e., incumprindo a lei europeia (?), tão escrupulosamente aplicada pelos nossos solícitos agentes aos chocolateiros e pasteleiros nacionais.
Mais curioso é, ainda, ver-se que na capital do bombom, Bruxelas, na casa-mãe do melhor chocolateiro do mundo, a coisa se passa da mesma maneira que no C.C.Amoreiras.
Afinal como é? Afinal, as autoridades, quando querem, conseguem separar o trigo do joio?!...
PS-O mesmo se aplica, por exemplo, às padarias nacionais (às quais se exigiu prateleiras de alumínio, envidraçadas, etc.) vs. as francesas, ou às tascas nacionais (veja-se o caso da Ginginha do Rossio - sou insuspeito pois sempre preferi a do «Eduardino», nas Portas de Santo Antão...- ou da Estrelinha da Sé, que está prestes a ter que montar balcão de alumínio, ao mesmo tempo que as bandejas de inox são perseguidas!!!) vs. as espanholas.
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separar o trigo do joio,
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segunda-feira, dezembro 03, 2007
ALIMENTAR, MEU CARO WATSON
Figura do Ano 2007? A ASAE. Admirável o seu desempenho nacional em prol de uma prole mais limpa, desodorizada e admirável. Não estou a brincar. Este ano, a Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE) já mandou fechar a tasca da Ginginha, o cinema Quarteto, a cantina da SIC, o Café Aliança em Faro, as cozinhas dos Hospitais de Santa Maria e D. Estefânia, o restaurante Galeto, o Intermarché de Águeda, o restaurante “O Barbas” na Caparica, a cozinha da Casa do Alentejo e o hipermercado Jumbo de Alfragide (a dois dias da inauguração do Centro Comercial Alegro). Eles não andam a brincar, e o caso da Ginginha teve mesmo direito a cenas de próximos capítulos: parece que a dona da Ginginha, essa velhaca, decidiu reabrir a tasca sem ter sido solicitado “pedido de reinspecção”, ou autorização da Autoridade. Ninguém lhe perguntou se ela tinha voltado à tasca apenas para lavar a loiça suja, a senhora foi logo de cana.
Ao contrário da habitual lide de intelectuais, que denuncia a actividade asséptica da Autoridade (Francisco José Viegas, no Jornal de Notícias, comentava com propriedade o facto de “um amigo romancista ter dedicado dois livros à ginja”), a mim não me apetece julgar ou questionar a autoridade que a Autoridade tem para fazer o que faz e como faz. Afinal, este país precisa mesmo de uma limpeza valente – e os agentes da Autoridade são uns valentes. Eles metem medo ao susto e os comerciantes portugueses estão aterrorizados. A Santa Casa da Misericórdia de Faro, receando uma visita da Autoridade, dedidiu abandonar a sua ementa inspirada em “dieta mediterrânica”, com o peixe fresco da Ria Formosa a ser substituído por peixe congelado. Será a ASAE a nova PIDE? Não exageremos. Eu sou a favor de umas limpezas aqui e ali: gostaria que a ginja da Ginjinha não tivesse caroços ou que o cinema Quarteto comprasse lençóis novos para utilizar como tela. Se pudesse, pedia à ASAE para fechar a boca do Scolari ou as portas a Robert Mugabe, que vem de visita a Portugal.
Claro que não me assusta a Autoridade, o que me assusta são os autoritários. Não me surpreende que os agentes da ASAE exerçam o poder que lhes foi instituído, apenas me chateia que eles tenham a tendência para abusar dos poderes extensíveis que acreditem existir como regalia profissional. Estou a imaginar o diálogo entre um agente da ASAE que queira passar-me à frente na fila para mesa na Cervejaria Ramiro e o respectivo empregado: “Tem a certeza que aquelas ostras de Setúbal são frescas?”. Responde o empregado: “Sô doutor, há quanto tempo não o víamos cá, a sua mesa está pronta!”. Isto não pode ser assim, mas é assim mesmo. Os portugueses são a favor da ASAE porque são a favor de qualquer Autoridade que ponha ordem nisto (e porque têm medo da autoridade). É também por esta ordem de ideias que os intelectuais são contra, porque a desordem dá melhores crónicas que o contrário (é a autoridade deles). Por isso, a ASAE não dá tréguas. Uma notícia recente no Correio da Manhã assinalava o facto da Autoridade ter encerrado 47 estabelecimentos de uma só vez. Comentário de uma das leitoras: “Conheço um restaurante em que o empregado de mesa anda a servir com uma unha partida e a outra do dedo mindinho é muito grande, mas ele diz que é para coçar o ouvido. A ASAE não pode intervir aqui, visto que aquilo me fere um bocado a vista?”.
Pelo sim pelo não, vou já lavar a loiça.
Miguel Somsen
Ao contrário da habitual lide de intelectuais, que denuncia a actividade asséptica da Autoridade (Francisco José Viegas, no Jornal de Notícias, comentava com propriedade o facto de “um amigo romancista ter dedicado dois livros à ginja”), a mim não me apetece julgar ou questionar a autoridade que a Autoridade tem para fazer o que faz e como faz. Afinal, este país precisa mesmo de uma limpeza valente – e os agentes da Autoridade são uns valentes. Eles metem medo ao susto e os comerciantes portugueses estão aterrorizados. A Santa Casa da Misericórdia de Faro, receando uma visita da Autoridade, dedidiu abandonar a sua ementa inspirada em “dieta mediterrânica”, com o peixe fresco da Ria Formosa a ser substituído por peixe congelado. Será a ASAE a nova PIDE? Não exageremos. Eu sou a favor de umas limpezas aqui e ali: gostaria que a ginja da Ginjinha não tivesse caroços ou que o cinema Quarteto comprasse lençóis novos para utilizar como tela. Se pudesse, pedia à ASAE para fechar a boca do Scolari ou as portas a Robert Mugabe, que vem de visita a Portugal.
Claro que não me assusta a Autoridade, o que me assusta são os autoritários. Não me surpreende que os agentes da ASAE exerçam o poder que lhes foi instituído, apenas me chateia que eles tenham a tendência para abusar dos poderes extensíveis que acreditem existir como regalia profissional. Estou a imaginar o diálogo entre um agente da ASAE que queira passar-me à frente na fila para mesa na Cervejaria Ramiro e o respectivo empregado: “Tem a certeza que aquelas ostras de Setúbal são frescas?”. Responde o empregado: “Sô doutor, há quanto tempo não o víamos cá, a sua mesa está pronta!”. Isto não pode ser assim, mas é assim mesmo. Os portugueses são a favor da ASAE porque são a favor de qualquer Autoridade que ponha ordem nisto (e porque têm medo da autoridade). É também por esta ordem de ideias que os intelectuais são contra, porque a desordem dá melhores crónicas que o contrário (é a autoridade deles). Por isso, a ASAE não dá tréguas. Uma notícia recente no Correio da Manhã assinalava o facto da Autoridade ter encerrado 47 estabelecimentos de uma só vez. Comentário de uma das leitoras: “Conheço um restaurante em que o empregado de mesa anda a servir com uma unha partida e a outra do dedo mindinho é muito grande, mas ele diz que é para coçar o ouvido. A ASAE não pode intervir aqui, visto que aquilo me fere um bocado a vista?”.
Pelo sim pelo não, vou já lavar a loiça.
Miguel Somsen
In Metro
quinta-feira, março 29, 2007
ASAE encerra Clube dos Empresários. Só agora?
A notícia da ordem de encerramento dada pela ASAE ao restaurante do Clube dos Empresários (sala principal e sala da cave) por falta de condições de higiene, mau estado dos alimentos, etc. e respectiva ordem de detenção à senhora matrona dona do respectivo, só peca por tardia. Há séculos que a comida tresanda a bafio, o pessoal nem sabe o que diz e o ambiente parece de cabaré de beira da estrada.Foto: CML
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