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terça-feira, maio 22, 2012
quarta-feira, setembro 14, 2011
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
E «A Napolitana»?
É tido e achado: o nosso património industrial, i.e., o que nos resta das unidades industriais do início do séc. XX, é entendido como mera curiosidade e não passa disso, salvo raras excepções (ex. a antiga Central Tejo, hoje Museu da Electricidade). Não poucas vezes, até, a arquitectura industrial é vista como um empecilho a projectos imobiliários os mais variados. São disso exemplo: os gasómetros da Matinha; o rico património já extinto na Boavista e em Alcântara, “bombardeado” por ordem expressa de edil pouco interessado em manter “barracões”, obstáculos, no seu entendimento, ao “progresso” da cidade.
E falo dos esqueletos, que do seu recheio é melhor nem falar. Costuma desaparecer no limbo em que as velhas unidades fabris caem mal são desmanteladas, mudam de dono e vêem projectos de alterações a desenvolver-se. Há os que seguem direitinhos para a casa deste e daquele, outros para a sucata, uns chegam a ser inventariados mas depois alguém lhes dá sumiço. Tristes exemplos: a antiga engomadoria “Ramiro & Leão” (à Pena) e a maquinaria a vapor do Elevador do Lavra, ambos desapareceram por ignorância e desmazelo de CML, IPPAR e Carris.
Vem esta ladainha a propósito d’ A Napolitana (e que bem lhe assentaria uma «tarantella»), a antiga fábrica de moagem e massas de Alcântara, projecto de 1908-9 de invulgar qualidade, de Veillard & Touzet, a partir de planos técnicos da casa alemã Anme, Gisecke & Konegen - ver o excelente artigo de Deolinda Folgado, no Nº 6 da Revista Estudos Património do IPPAR, de 2004 - e, mais concretamente, a propósito da caducidade em Dez. de 2010 do processo de classificação aberto pelo IPPAR em 2004, e do envio do mesmo à CML “para ponderação da classificação como de Imóvel de Interesse Municipal”.
Ora, se há património industrial em Lisboa, razoavelmente bem conservado e uno, que deva ser classificado como de Interesse Público, ele é «A Napolitana». Da mesma autora, pode ler-se no “site” da ex-DGEMN: “Os vários edifícios construídos - fabrico das massas, moagem, silos, casa das máquinas, mesmo as ampliações ocorridas, logo a partir de 1912-13, mantiveram uma unidade construtiva e uma homogeneidade estética conferida pela valorização atribuída a elementos estruturais, como os pilares, aos vãos de iluminação e à articulação do tijolo silíco-calcário branco e cinzento”.
Mas tão importante quanto a classificação (urgente), é assegurar que uma futura utilização, uma vez saídos os escritórios que por lá estão, resulte uma feliz combinação entre bom uso e fidelidade ao património. A sua adaptação a apartamentos em “loft”, à semelhança de Manhattan e das docas londrinas, e de que já há bons exemplos em Lisboa (ex. a antiga fábrica de lâmpadas Osram, na Av. 24 de Julho), seria uma excelente notícia.
E falo dos esqueletos, que do seu recheio é melhor nem falar. Costuma desaparecer no limbo em que as velhas unidades fabris caem mal são desmanteladas, mudam de dono e vêem projectos de alterações a desenvolver-se. Há os que seguem direitinhos para a casa deste e daquele, outros para a sucata, uns chegam a ser inventariados mas depois alguém lhes dá sumiço. Tristes exemplos: a antiga engomadoria “Ramiro & Leão” (à Pena) e a maquinaria a vapor do Elevador do Lavra, ambos desapareceram por ignorância e desmazelo de CML, IPPAR e Carris.
Vem esta ladainha a propósito d’ A Napolitana (e que bem lhe assentaria uma «tarantella»), a antiga fábrica de moagem e massas de Alcântara, projecto de 1908-9 de invulgar qualidade, de Veillard & Touzet, a partir de planos técnicos da casa alemã Anme, Gisecke & Konegen - ver o excelente artigo de Deolinda Folgado, no Nº 6 da Revista Estudos Património do IPPAR, de 2004 - e, mais concretamente, a propósito da caducidade em Dez. de 2010 do processo de classificação aberto pelo IPPAR em 2004, e do envio do mesmo à CML “para ponderação da classificação como de Imóvel de Interesse Municipal”.
Ora, se há património industrial em Lisboa, razoavelmente bem conservado e uno, que deva ser classificado como de Interesse Público, ele é «A Napolitana». Da mesma autora, pode ler-se no “site” da ex-DGEMN: “Os vários edifícios construídos - fabrico das massas, moagem, silos, casa das máquinas, mesmo as ampliações ocorridas, logo a partir de 1912-13, mantiveram uma unidade construtiva e uma homogeneidade estética conferida pela valorização atribuída a elementos estruturais, como os pilares, aos vãos de iluminação e à articulação do tijolo silíco-calcário branco e cinzento”.
Mas tão importante quanto a classificação (urgente), é assegurar que uma futura utilização, uma vez saídos os escritórios que por lá estão, resulte uma feliz combinação entre bom uso e fidelidade ao património. A sua adaptação a apartamentos em “loft”, à semelhança de Manhattan e das docas londrinas, e de que já há bons exemplos em Lisboa (ex. a antiga fábrica de lâmpadas Osram, na Av. 24 de Julho), seria uma excelente notícia.
In Jornal de Notícias (10.2.2011)
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sexta-feira, maio 08, 2009
A "guerra" não terminou

Sobre as notícias que por aí circulam acerca dos caixotes mais conhecidos de Lisboa, e de que a Margarida deu há pouco conta, aqui fica a nota de imprensa do Fórum Cidadania Lx, desde ali mesmo ao lado.
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terça-feira, dezembro 09, 2008
Publicidade enganosa, paga a preço de ouro:
sexta-feira, novembro 21, 2008
Mais contentores

Nesta coisa da triplicação do terminal de contentores de Alcântara, a coisa mais curiosa, caricata, mesmo, é que toda a gente reconhece (pró e contra) que aquela é apenas a solução mais baratinha e mais fácil e rápida de resolver o problema da APL. Ou seja, que daqui a 30 anos, se esta prorrogação for avante, os que ainda estiverem (e Deus queira que sejam muitos) e os que hão-de vir ('há-dem') terão o mesmo problema pela frente, só que agravado de três realidades inquestionáveis:
1. O esgotamento completo e de facto (que aliás será uma realidade bem antes) do TCA, entretanto triplicado.
2. A necessidade em construir de raiz noutro sítio (Lisnave?) um novo terminal de contentores.
3. O aumento exponencial dos custos de tal investimento que dos mil milhões previstos hoje, passarão a biliões nessa altura.
Seja como for: não há direito que se perca uma oportunidade como a presente para se fazer um investimento de fundo, com cabeça, tronco e membros, e se enxote para as gerações futuras esse encargo. Mais uma vez, é uma solução à portuguesa, 'provisória'. Quem paga?
segunda-feira, novembro 17, 2008
«O vale de Alcântara e o interesse público»

In Público (16/11/2008)
José Sá Fernandes
«Devia ter havido concurso público para a concessão do porto, após 2015, mas temos tempo para discutir sem medalhas nem louvores antecipados
1. Traços históricos
Durante mais de 120 anos, foram sucessivamente executados diversos projectos de grande dimensão na zona, sem contudo ter havido qualquer articulação com o sistema ecológico do vale de Alcântara. No último século, ao sabor de cada iniciativa, foi-se escalavrando o sítio e desenvolvendo bairros isolados (Serafina, Liberdade, Cabrinha e Loureiro), desde as linhas de comboio de Cascais e de Sintra (ambas do fim do séc. XIX), passando pelo Caneiro de Alcântara (1943-67), Avenida de Ceuta (anos 60), a Ponte sobre o Tejo (anos 60), extensão do cais (anos 80), Eixo Norte-Sul (anos 90), até ao recente alargamento da ETAR de Alcântara. E o erro, independentemente da valia de cada uma das obras por si, foi sempre o de não se perceber que ao mesmo tempo tinha que se fazer cidade e respeitar a natureza do local, daí as inundações, o caos urbanístico, o trânsito, o afastamento da cidade do rio.
2. As novas obras
Fazer a ligação ferroviária da Linha de Cascais à Linha de Cintura seria, em termos de ambiente e de mobilidade dos cidadãos da Área Metropolitana de Lisboa, um avanço extraordinário, que deve ser ponderado, qualquer que seja o destino do cais de Alcântara. Proporcionar ligações no mesmo transporte entre Cascais e a Expo significará certamente melhor conforto, mais rapidez, melhor mobilidade, mas, sobretudo, menos trânsito na cidade. Pela dimensão e impacto da obra, o seu projecto tem que ser profundamente estudado, mas quanto a isso o LNEC já está a trabalhar, tendo caracterizado toda a zona, como nunca foi feito antes, conhecendo-se agora os terrenos e comportamento das águas.
Quanto ao projecto de alargamento do cais de Alcântara e respectivo aumento de capacidade, sou defensor que continue a existir um porto forte e competitivo em Lisboa e que haja a possibilidade de cargas e descargas de contentores. Para isso existem dois sítios: Alcântara e Santa Apolónia. Ora, porque não há outros nesta margem do Tejo, julgo, salvo melhor opinião, que ambos devem continuar. Mas deve exigir-se ordenamento, limite de altura e eficácia no escoamento. São exigências da própria cidade, não podendo continuar a existir enormes paredes de contentores, como hoje acontece.
Aqui, diga-se que a hipótese de demolição de imediato de duas construções existentes no porto, à frente do cais do Espanhol, merece desde já aplauso, considerando-se que é um ganho que não se deve desperdiçar.
É evidente que qualquer daquelas obras, a poder ser feita, aliás como qualquer outra, como as que estabelecerão o desenho urbano em Alcântara, têm de ser analisadas em conjunto. E por isso mesmo tem de se exigir desde já, ao Governo, que o LNEC faça esse acompanhamento. Até porque, face ao trabalho que agora está a desenvolver, é a única entidade que poderá prever os impactos em cadeia das sucessivas intervenções.
No âmbito destes projectos, há ainda dois aspectos fundamentais a ter em conta: a sua viabilidade económica e a sua discussão com os cidadãos, mas também isto está assegurado no âmbito do processo de avaliação de impacto ambiental em curso.
3. A vereação do Ambiente
Entretanto, após diversas reuniões com as entidades e empresas envolvidas nos referidos projectos - Refer, APL, Liscont, concessionários das Docas e LNEC - conseguiu-se um entendimento que há anos se ambicionava para Lisboa: a necessidade de um estudo articulado e integrado do sistema ecológico do vale de Alcântara.
Aconteceu, pois, um passo de gigante na maneira de pensar e projectar a zona: garantiu-se que pelo menos desde Campolide até ao cais de Alcântara seja estudado um corredor verde contínuo que cosa os locais, que tenha escala humana e que respeite a estrutura hidrológica existente, aqui através da formação de bacias de retenção e de uma linha de água paralela ao caneiro para apanhamento de águas pluviais, isto de acordo com o conceito continuum naturale defendido pelos mestres Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Telles. Não se trata apenas de emendar os erros do passado, mas sobretudo de preservar esta estrutura ecológica fundamental.
No âmbito das referidas reuniões, garantiu-se também que esse corredor possa terminar num amplo largo de utilização pública, junto da gare marítima de Alcântara, e abriu--se a porta para que uma praça seja feita atrás da mesma, colada ao rio Tejo, sítio hoje em parte ocupado por contentores. Permite-se assim que o corredor pretendido termine num espaço, também ele, para as pessoas e das pessoas.
Ponto que também ficou assente, aliás, como não podia deixar de ser, é que não se mexia na zona, enquanto a avaliação de impacto ambiental conjunta não estivesse concluída. Importava, pois, analisar a questão na sua real dimensão, envolvendo todo o vale de Alcântara, e não reduzir o assunto a um problema de avaliações estratégicas sobre transportes, como pretende a sra. vereadora Helena Roseta.
4. Última nota
Estas actuações inserem-se no âmbito de duas vitórias conseguidas por este executivo: o acordo para que vastos territórios da frente ribeirinha, actualmente sob a jurisdição da APL, passem para a gestão da CML e a aprovação das medidas cautelares do Plano Verde.
Defendo que devia ter havido concurso público para a concessão do porto, em Alcântara, após 2015, mas uma coisa é certa, temos tempo para todos discutirmos as matérias atrás referidas, sem medalhas nem louvores antecipados, mas apenas com o intuito de prosseguir o interesse público.
Vereador do Ambiente, Plano Verde e Espaços Verdes na CML»
Ainda estou na dúvida sobre quem assina este texto: se um homónimo do vereador eleito pelo BE, se um heterónimo do 'ministo jamé'; já do título tenho a certeza que devia ter sido antes: foi você que pediu um prato de lentilhas?
quinta-feira, outubro 30, 2008
Enquanto isso, ontem, em Lisboa:

Revivia-se, junto à CML, Jimmy Hoffa, não em realização de Norman Jewison, muito menos de Kazan mas com actores, produtores e realizadores de trazer por casa.
quarta-feira, outubro 29, 2008
Sobre esta publicidade
Ficam aqui os comentários dos comerciantes das Docas:«Caros amigos,
Se quiserem ver o link da apresentação do Governo e a partir dai fazerem uma impressão da apresentação; é uma verdadeira caixa de surpresas em termos de dados e contradições!
Comentários:
1. Pretende embrulhar transporte de pessoas da linha de Cascais com transporte de mercadorias, numa manobra que já conhecemos e não deveremos alimentar. Em todo o caso como referência cabe destacar a incongruência do slide 9 em que se vê que em 8 anos (de 2000 a 2007) o número de passageiros do comboio de cascais desce cerca de 20% e agora, por artes mágicas prevêem que nos próximos 10 anos suba 39%!
2. Em termos de transporte de contentores ensaiam a cartada da redução do trafego rodoviario. No entanto basta fazer contas com base nos dados de slide 11 para ver que o TRANSPORTE RODOVIARIO AUMENTA 62% (actual: 78% x 340.000 TEU/ano=265.000 TEU ano por rodovia. Futura: 43% x 1.000.000 TEU/ano = 430.000 TEU ano por rodovia), TUDO A SAIR DE ALCÂNTARA!!!!
Para nós este ponto é crucial e digno de artigos em imprensa por si só.
3. Em termos de investimento só nesta apresentação fica logo claro que só relativamente a parte de Contentores o encargo do Estado/APL/Refer é de €121,7 milhões Slide 10: investimento total 348,4 milhões Slide 12: investimento concessionario 226,7 milhões
4. No comunicado de Liscont refere que não pagarão taxas de actividade portuaria nas zonas onde haje intervenção. Segundo o slide 10 parece haver intervenção em pelo menos 50% da area. Quer isto dizer que metade da movimentação estará isenta de taxas???
5. Fica também claro desta apresentação que o objectivo principal logístico não a cidade de Lisboa (beneficiando assim dum encurtamento das distâncias como refere comunicado Liscont) mas sim a ligação às plataformas logísticas de Poceirão (margem SUL!!!), Bobadela e Castanheira do Ribatejo. Vamos descarregar contentores no centro de Lisboa, para os transportar para a periferia!!!
Mais uma incongruência com comunicado Liscont.
Outras notas:
A)Comunicado Liscont refere no ponto 1 que actividade portuaria é responsável por 140.000 empregos. No slide 2 "só" são 38.000. Mesmo assim um exagero que seria necessario fundamentar sobretudo à luz da pregunta: se não se fizer alargamento quantos desses 38.000 empregos se perderão ou quantos novos serão criados?
B) Assim de repente esta apresentação refere investimentos de 420 milhões para além dos do terminal!!! (slides 4+9) ...»
segunda-feira, outubro 27, 2008
Petição «LISBOA É DAS PESSOAS. MAIS CONTENTORES NÃO!»

Caro(a) Amigo(a)
Na sequência do anúncio do Governo em querer alargar a concessão do terminal de contentores em Alcântara por mais 27 anos à Liscont e da vontade de triplicar a actual actividade portuária de 350.000 contentores/ano para 1milhão, e o que isso significará em termos de impacto visual e físico na frente ribeirinha, é lançada hoje, às 19h30, na 'Doca de Santo', em Alcântara, a petição «LISBOA É DAS PESSOAS. MAIS CONTENTORES NÃO! ».
Esta petição é uma iniciativa de um grupo de cidadãos liderados por Miguel Sousa Tavares, à qual o Fórum Cidadania Lx tem todo o orgulho em associar-se, por entender que o que está em causa é um grave atentado à cidade de Lisboa.
Por favor, subscreva e divulgue a petição «LISBOA É DAS PESSOAS. MAIS CONTENTORES NÃO! », em:
http://www.gopetition.com/online/22835.html
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Júlio Amorim e Virgílio Marques
quarta-feira, maio 21, 2008
Apresentação do Plano de Urbanização de Alcântara e do Plano de Pormenor da Baixa Pombalina
Apresentação dos Termos de Referência do Plano de Urbanização de Alcântara
26 de Maio - às 18h30 - Auditório da Junta de Freguesia de Alcântara
Rua dos Lusíadas, 13 – 1º
Tel. 213 615 200
Apresentação dos Termos de Referência do Plano de Pormenor da Baixa Pombalina
dia 29 de Maio - às 18h30 – Salão Nobre do Ministério das Finanças
Entrada pelo Átrio de Acesso ao Ministério das Finanças
Ala Oriental da Praça do Comércio
Tel. 218 846 687
Pode consultar os Termos de Referência Planos em http://ulisses.cm-lisboa.pt
26 de Maio - às 18h30 - Auditório da Junta de Freguesia de Alcântara
Rua dos Lusíadas, 13 – 1º
Tel. 213 615 200
Apresentação dos Termos de Referência do Plano de Pormenor da Baixa Pombalina
dia 29 de Maio - às 18h30 – Salão Nobre do Ministério das Finanças
Entrada pelo Átrio de Acesso ao Ministério das Finanças
Ala Oriental da Praça do Comércio
Tel. 218 846 687
Pode consultar os Termos de Referência Planos em http://ulisses.cm-lisboa.pt
Fonte: Site da CML
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