Com o meu regresso, voltei a interessar-me pela civitas, pela nossa civitas.
Há algo, finalmente a mexer. Vamos ver...
E no âmbito do meu interesse pela geotermia e pelas termas encontrei, depois de uma agradável e amistosa conversa com o meu amigo Paulo Ferrero, este notável documento:
http://lisboaantiga.blogspot.pt/p/banhos-da-alfama-ou-alcacarias-da.html
que sei estarem a ser, finalmente?, recuperadas...
E bem assim a cidadania....
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domingo, fevereiro 25, 2018
quarta-feira, maio 17, 2017
Termas. Sou um grande entusiasta...
E recomendo, eu estarei em Edimburgo, noutra missão...
E recomendo, eu estarei em Edimburgo, noutra missão...
Palestra "As águas termominerais de Alfama: passado, presente e futuro de um recurso autóctone"
A palestra realiza-se no dia 31 de maio de 2017, às 16:00h, no Auditório Carlos Ribeiro no LNEG - Polo de Alfragide
Orador: Rayco Marrero Diaz
Resumo:
Desde a antiguidade que no bairro de Alfama (Lisboa, Portugal) está
amplamente documentada a existência de inúmeras nascentes, algumas delas
com características termais e/ou minerais. Na atualidade, no entanto,
não resta qualquer evidência destas nascentes nem de outras com
características similares na zona. A partir de um protocolo de
cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa, a Direção Geral de
Energia e Geologia e o Laboratório Nacional de Energia e Geologia, tem
sido realizados novos estudos geológicos, hidrogeológicos e geofísicos
de detalhe na zona de Alfama, numa tentativa de obter um modelo
hidrogeológico conceptual e avaliar o seu potencial quer como recursos
hidrominerais, quer como recursos geotérmicos. A partir destes
resultados é possível perspetivar um enquadramento favorável para o seu
aproveitamento quer como recursos hidrominerais quer como recursos
geotérmicos de baixa entalpia.
sábado, março 26, 2016
Termas.
Hoje voltei a encontrar referências, curiosas às Termas de Lisboa, a que quando na vereação procurei dar memória e vida, sem continuidade.
E leio um livrinho comprado num alfarrábio,
muito interessante, reflectindo a época e a sua prosápia, mas com, aqui e ali, utilidades e novidades, neste sobre o Gerês.
Irei animar uma conversa sobre termalismo, o aproveitamento do calor geotérmico, mas também sobre o funcionamento dos neurónios nesse, por esse (calor).
Se alguém souber de alguns textos, ou mesmo livro sobre as nossas termas olisiponenses.... desde já grato por alguma informação.
Hoje voltei a encontrar referências, curiosas às Termas de Lisboa, a que quando na vereação procurei dar memória e vida, sem continuidade.
E leio um livrinho comprado num alfarrábio,
muito interessante, reflectindo a época e a sua prosápia, mas com, aqui e ali, utilidades e novidades, neste sobre o Gerês.
Irei animar uma conversa sobre termalismo, o aproveitamento do calor geotérmico, mas também sobre o funcionamento dos neurónios nesse, por esse (calor).
Se alguém souber de alguns textos, ou mesmo livro sobre as nossas termas olisiponenses.... desde já grato por alguma informação.
terça-feira, setembro 18, 2012
Quem sabe se as alcaçarias de Alfama...
sexta-feira, abril 15, 2011
sexta-feira, maio 08, 2009
A "guerra" não terminou

Sobre as notícias que por aí circulam acerca dos caixotes mais conhecidos de Lisboa, e de que a Margarida deu há pouco conta, aqui fica a nota de imprensa do Fórum Cidadania Lx, desde ali mesmo ao lado.
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quarta-feira, outubro 03, 2007
Ainda o defundo terminal de cruzeiros
Lisboa parece estar no bom caminho. Mas, não acho que haja necessidade de um novo terminal de cruzeiros, muito menos entre o Terreiro do Paço e Santa Apolónia, não só porque a haver um novo, nada melhor que o construir a montante de Santa Apolónia, como pelo facto de já existirem em Lisboa duas gares marítimas (Alcântara e Rocha de Conde d'Óbidos - pretende-se que Alcântara-Mar se transforme num mega-armazém de contentores a céu aberto? ), bonitas, bem localizadas e passíveis de serem adaptadas aos paquetes de grande dimensão. Porquê e para quê um novo terminal?Por outro lado, convém não esquecer a «lição do modelo Expo», ou seja, é bom para a cidade que a CML passe a deter jurisdição da frente rio, mas não pode ceder à urbanização desenfreada. A frente rio é para estar livre, permitindo o seu acesso e fruição pelas pessoas, e não para ser objecto de construções que atentem contra esse acesso, interfiram com o sistema de vistas da cidade e do rio, ou desvirtuem a malha urbana daquela zona da cidade.
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terça-feira, junho 05, 2007
Arq. Bruno Soares, Eng. Fonseca Ferreira e Arq. Manuel Salgado

O projecto do terminal de cruzeiros patrocinado pela Administração do Porto de Lisboa para a zona entre a Alfândega e Santa Apolónia, que compreenderá ainda a construção de um hotel e um edifício para escritórios, e um muro de 600m de comprimento por 8m de altura, fazendo tampão entre o rio e a marginal; e que nos está a ser impingido como um facto consumado, está intimamente ligado a algum destes nomes? A nenhum? A todos?
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