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sexta-feira, abril 27, 2018

Recordo-me de miúdo ver abelhas pelos nossos jardins, em Lisboa.
Como as borboletas foram sendo da cidade afastadas, extintas.
E pelos campos borboletas é um desafio vê-las e abelhas, só em zonas de colmeias, cada vez menos.
O mundo rural e a qualidade do ar tem- se vindo a afastar, de nós, cada vez mais.
Falo quase sempre nas conferências que faço, mesmo sobre temas mais etéreos de insectos...
De vez em quando dou uns cobres para umas campanhas internacionais de defesa das abelhas.
Tenho cada vez mais dúvidas sobre a sua utilidade ( das campanhas!).
Hoje, embora seja ainda extemporâneo o festejo, vejo que talvez sirvam para alguma coisa, contra o poderio destas empresas que vêm ou acompanharam o pior, o nazismo...
sabem de quem estou a falar....

terça-feira, março 20, 2018

Logo, ás 16.15 cumpre-se um ritual, já desprovido de qualquer significado, num quadro de alterações significativas dos padrões meteorológicos devido ás actividades predatórias da humanidade.
Já não há estações, já não há padrões climáticos, ainda ontem tivemos mais um alarme sobre as consequências para o nosso país destas mudanças, na ocorrência da pluviosidade, dos calores e frios, da seca e humidade tropical, di impacto na costa, e em Lisboa...
Mas ás 16.15, no Borda de Água ( outro que já foi) somos informados chega a Prima Vera.
Para dar vida a essa aqui deixo, de Raimundo Quintal esta:
                                                                 Amarilis Borboleta