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quarta-feira, junho 20, 2018

Hoje leio este texto no D.N.
Não estando 100% de acordo com o António Mega Ferreira, não quero deixar de lhe deixar um tributo, nos meus primeiros tempos levava os visitantes a visitar a enorme lixeira ( 5 pneus furados!) que era aquele espaço, tendo depois colaborado no melhor que ficou da dita, o Oceanário e a educação, que está articulada com novas ideias de cidade, aqui por ele também referidadas.
Para ele o patriarca disso tudo uma homenagem e apreço.
https://www.dn.pt/portugal/interior/expo-98-mostra-transformou-lisboa-mas-sobretudo-habitos-dos-habitantes--mega-ferreira--9485016.html

domingo, junho 03, 2018

Devia estar na mesa de todos, todos os vereadores e presidentes, de todas as autarquias:
é um livro notável, cheio de ideias e projectos para tornar as nossas cidades melhores energéticamente, em termos de resíduos e transportes, com mais espaços públicos, e descrevendo  situações exemplares em inúmeros locais do mundo.
Lisboa é mencionada, sem qualquer projecto ou acção nesta, quando poderiam ter referido a lixeira que era onde é hoje o Parque das Nações e os projectos originais para este espaço que se bem que mal saneado e abusado pela "porcalhota da mega urbanização" é um espaço que merece referência.

terça-feira, janeiro 17, 2017

Ocupei vários postos na Expo 98.
que foi apesar de tudo uma excelente feira de diversões e de cultura, nos meses em que decorreu.
E ainda ontem quando percorri com um amigo castelhano a zona lhe indicava que uma das minhas funções era mostrar a "turistas" o estado calamitoso da zona, e que muito os meus carros pessoais sofreram por isso.
A zona era, globalmente uma enorme de lixeira, de sucatas diversas, deresiduos industriais, e de processos também.
O processo de recuperação, e isso foi denunciado por um grupo técnico do qual fiz parte, deixou muito a desejar. O grupo foi dissolvido e eu transitei para a educação ambiental...
Onde ainda hoje recordo um empenho que um fulano que viria a ser depois director daquilo, um tal Martins me meteu para aprovar um projecto de um seu amiguinho que borregou aí.
Fui novamente transferido e acabei a fazer o ainda hoje maior e julgo que melhor programa de educação ambiental da história e a sua maleta pedagógica, feita em colaboração com a fantástica equipa do FAPAS, com a Cristina Kirkby.
Trago aqui hoje esta conversa, porque só me admira é que o "poltergeist" que é, que ficou, aquela, naquela zona, para classes médias remediadas, só agora:
http://expresso.sapo.pt/politica/2017-01-16-PSD-pede-esclarecimentos-a-Camara-de-Lisboa-sobre-contaminacao-de-solos-no-Parque-das-Nacoes
... é que estava na cara.
Os terrenos não foram devidamente descontaminados e a pressão da reboleirização, de prédios em grande densidade e altura criou um peso excessivo que irá com o tempo acentuar o movimento de gases acumulados.Não há, hoje nada a fazer...
Para bom entendedor...
E não me digam que não disse... está escrito! Desde 1994/5!