Aqui, a notícia sobre o Congresso, de fazer inveja!
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quinta-feira, março 21, 2019
segunda-feira, março 18, 2019
Gosto muito de azulejos, entre tantas outras coisas, e de burros!
e consigo, por artes mágicas, talvez inspirado nas bruxas de Ferrel (livro de culto, de Mariano Calado, que escreveu as Maldições, sobre as lutas desta terra) juntar Ferrel, terra também de burros, com a luta contra a nuclear e por alternativas e estes magníficos azulejos, no lavadoiro da terra.
e consigo, por artes mágicas, talvez inspirado nas bruxas de Ferrel (livro de culto, de Mariano Calado, que escreveu as Maldições, sobre as lutas desta terra) juntar Ferrel, terra também de burros, com a luta contra a nuclear e por alternativas e estes magníficos azulejos, no lavadoiro da terra.
domingo, março 17, 2019
Conforme o programa que aqui divulgamos
com pequenas alterações, não tendo Henri Baguenier por motivos pessoais e familiares podido estar presente e estando, (também por ter casa em Ferrel ) neste presente o nosso também amigo Manuel Collares Pereira, este abrilhantou-nos com uma valiosa intervenção e o deputado Barreiras Duarte fez-se substituir e muito bem por José Carlos Matos, do conselho estratégico do P.S.D. e director do grupo de Energia Eólica do INEGI.
esta é uma visão parcial da assistência, estiveram presentes mais de 70 pessoas.
E foi um Congresso particularmente rico de intervenções, todas elas brilhantes que deram continuidade à memória da luta do povo de Ferrel e de todos os que se têm empenhado contra a nuclear e por alternativas no quadro do desiderato de uma verdadeira transição energética e um novo paradigma nos discursos e nas práticas sociais e políticas.
Houve pouca cobertura jornalística mas posso desde já dizer-vos que a que aqui trarei em breve será de altíssima qualidade! Um dos nossos melhores jornalistas acompanhou todo o Congresso, o Isaque Vicente!
Continuaremos e para o próximo ano como foi anunciado haverá mais e ainda melhor!
Da parte da manhã em pequeno grupo de trabalho tivemos ocasião de tomar conhecimento da situação energética e política na península, as pequenas questões da vida associativa e como vamos superando maldades....
foi um excelente momento de construção de fraternidade.
com pequenas alterações, não tendo Henri Baguenier por motivos pessoais e familiares podido estar presente e estando, (também por ter casa em Ferrel ) neste presente o nosso também amigo Manuel Collares Pereira, este abrilhantou-nos com uma valiosa intervenção e o deputado Barreiras Duarte fez-se substituir e muito bem por José Carlos Matos, do conselho estratégico do P.S.D. e director do grupo de Energia Eólica do INEGI.
esta é uma visão parcial da assistência, estiveram presentes mais de 70 pessoas.
E foi um Congresso particularmente rico de intervenções, todas elas brilhantes que deram continuidade à memória da luta do povo de Ferrel e de todos os que se têm empenhado contra a nuclear e por alternativas no quadro do desiderato de uma verdadeira transição energética e um novo paradigma nos discursos e nas práticas sociais e políticas.
Houve pouca cobertura jornalística mas posso desde já dizer-vos que a que aqui trarei em breve será de altíssima qualidade! Um dos nossos melhores jornalistas acompanhou todo o Congresso, o Isaque Vicente!
Continuaremos e para o próximo ano como foi anunciado haverá mais e ainda melhor!
Da parte da manhã em pequeno grupo de trabalho tivemos ocasião de tomar conhecimento da situação energética e política na península, as pequenas questões da vida associativa e como vamos superando maldades....
foi um excelente momento de construção de fraternidade.
domingo, janeiro 21, 2018
Realizou-se este fim de semana em Caldas e Ferrel a comemoração da passagem dos 40 anos do Festival Pela Vida e contra a Nuclear:
acima opinião publicada ontem no Expresso e abaixo a placa comemorativa!
Na véspera organizámos um colóquio sensacional:
este foi o 1º painel e abaixo o 2º
hoje tivemos animação cultura, com o Pé de Areia, notável grupo local...
a luta contra as nucleares e por alternativas sustentáveis deu um passo na concretação do pensamento e na organização social.
Vamos continuar!
acima opinião publicada ontem no Expresso e abaixo a placa comemorativa!
Na véspera organizámos um colóquio sensacional:
este foi o 1º painel e abaixo o 2º
hoje tivemos animação cultura, com o Pé de Areia, notável grupo local...
a luta contra as nucleares e por alternativas sustentáveis deu um passo na concretação do pensamento e na organização social.
Vamos continuar!
quinta-feira, janeiro 11, 2018
Dias 20 e 21 Caldas da Rainha e Ferrel.
Carregar para visualizar:
Há 40 anos, a Gazeta das Caldas, com a colaboração de incipientes grupos ecologistas de todo o país, com o apoio de meia dúzia de jornalistas, professores universitários, políticos, e com todos os cantores de intervenção, organizámos em Caldas da Rainha e Ferrel uma importante acção pública, contra a então, já periclitante, e perto de uma falha sísmica que não estava a ser considerada, central nuclear de Ferrel.
Foi um grito do Ipiranga e julgo, a primeira vez que se avançou
claramente com a hipótese das renováveis (então pensávamos na energia do Sol)
como alternativa, para a VIDA.
O Festival Pela Vida e contra a Nuclear foi um acontecimento. A ele
assistiram muitos futuros ministros e altas individualidades da Ibéria, sejam
escritores, artistas, políticos, ou expoentes da sociedade.
Vamos este ano lembrar o que era o nosso país há 40 anos, das lutas que
neste tempo até chegarmos ao actual exemplo que somos nas renováveis, mas
também falar dos novos desafios, da nuclear em Espanha e da organização para a
enfrentarmos, não esquecendo as alterações climáticas que estão associadas ao
dispilfário energético e à falta de desenvolvimento de energias suaves e
sustentáveis.
O cartaz do colóquio e os eventos em Ferrel seguem em anexo, para o que
chamamos a vossa atenção e solicitamos a máxima divulgação.
Hoje, como ontem, é em nome da Vida e contra a Nuclear que estamos!
Por ventos e marés e com o sol a guiar-nos!
Caminhantes contra a central de Ferrel e a nuclear ainda estão,
felizmente, vivos e nomeá-los seria arriscar um esquecimento ou algum lapso.A.E.
Mas não quero deixar de mencionar três dos nossos companheiros que desapareceram
Delgado Domingues e Humberto da Cruz, assim como Zeca Afonso, neles
simbolizando o conhecimento, a militância e o empenho que também na altura
foram chaves na nossa luta.
quarta-feira, junho 07, 2017
domingo, março 13, 2016
Hoje, com o salão improvisado ao pé da igreja, onde há 40 anos se
ouviram os sinos tocar a rebate, completamente cheio realizou-se uma
sessão evocativa dessa luta do povo de Ferrel, que assim fez Portugal!
Foram lembrados históricos, o falecido Delgado Domingos, por todos os
intervenientes, e por mim, partilhado com outros, Afonso Cautela,
José Carlos Marques, Ribeiro Telles e Carlos Pimenta, que de um modo
ou outro são inconformáveis na luta anti-nuclear, em Portugal.
A Gazeta das Caldas e o José Luís, também foram motivo de muita evocação.
Eu, além das referências e do seu enquadramento referidas fiz um
improviso na linha do artigo do Público:
https://www.publico.pt/ecosfera/noticia/nuclear-evocacao-e-futuro-1725882
Depois das intervenções houve tempo para um breve peça de teatro
(baseada no livro de Mariano Calado, que este presente) e um grupo de
talvez duas dezenas de pessoas deslocaram-se ao local, onde a central
chegou a estar implantada (no papel!) e em frente do qual há hoje uma
unidade de produção de electricidade a partir da energia das ondas
Nota, amanha sairá no Público, além de na Gazeta das Caldas, notícia.
Foi exigido que o Governo se empenhasse em...Almaraz.
Em cima foto de um mural que esteva anos em Ferrel. Quando a casa onde estava veio abaixo foi substituido por uma cerâmica na nova.
Abaixo, não se vê, mas está debaixo da ondinha, a central Wave-roller, que produz já energia electrica a partir das ondas, em frente de onde estaria hoje o pesadelo.
sexta-feira, março 11, 2016
Domingo, ver posta aí abaixo, ou aqui:
http://www.campoaberto.pt/?p=1712491
iremos juntar velhos e novos companheiros destas andanças.
Uma das reivindicações, mais uma das exigências será que o governo português abandone a atitude timorata sobre Almaraz e siga comportamentos de outros, seja por aí pela Europa, seja de anteriores (recordo o caso do proposto cemitério nuclear para AldeaVila, em que o nosso governo se empenhou, é certo que era Carlos Pimenta secretário Estado!, de alma e coração!).
Mas volto aqui a lembrar, que o Executivo da C.M.L. já aprovou, no último mandato do Eng. Abecassis, quando substitui Ribeiro Telles, por larga maioria uma proposta por mim apresentada, no seguimento é certo do acidente de Chernobyl, uma proposta contra a nuclear em Portugal, e chamando a atenção das nossas autoridades para o perigo das centrais (só duas de facto!) sobre o Tejo e a necessidade de vigilância radiológica (que continua a ser feita de balde!) e solicitando ao governo português, e ainda que diligencia-se o encerramento dessas junto do governo Espanhol.
Pois já vão em prolongamento do seu tempo de vida, de 30 anos, Almaraz está a funcionar desde 1981, com centenas, sim centenas de precalços, incidentes e acidentes...
É tempo de encerrá-la!
Em Peniche não o esqueceremos!
http://www.campoaberto.pt/?p=1712491
iremos juntar velhos e novos companheiros destas andanças.
Uma das reivindicações, mais uma das exigências será que o governo português abandone a atitude timorata sobre Almaraz e siga comportamentos de outros, seja por aí pela Europa, seja de anteriores (recordo o caso do proposto cemitério nuclear para AldeaVila, em que o nosso governo se empenhou, é certo que era Carlos Pimenta secretário Estado!, de alma e coração!).
Mas volto aqui a lembrar, que o Executivo da C.M.L. já aprovou, no último mandato do Eng. Abecassis, quando substitui Ribeiro Telles, por larga maioria uma proposta por mim apresentada, no seguimento é certo do acidente de Chernobyl, uma proposta contra a nuclear em Portugal, e chamando a atenção das nossas autoridades para o perigo das centrais (só duas de facto!) sobre o Tejo e a necessidade de vigilância radiológica (que continua a ser feita de balde!) e solicitando ao governo português, e ainda que diligencia-se o encerramento dessas junto do governo Espanhol.
Pois já vão em prolongamento do seu tempo de vida, de 30 anos, Almaraz está a funcionar desde 1981, com centenas, sim centenas de precalços, incidentes e acidentes...
É tempo de encerrá-la!
Em Peniche não o esqueceremos!
terça-feira, março 08, 2016
Actualização, carregar para vizualizar:
Município de Peniche e Freguesia de Ferrel
Assinalam
os 40 da Marcha do Povo de Ferrel Contra a Central Nuclear
No próximo dia 13
de Março de 2016, em Ferrel a partir das 10h30m a Câmara Municipal de Peniche e
a Junta de Freguesia de Ferrel irão assinalar a primeira marcha popular contra
a instalação de uma central nuclear em Portugal, realizada há 40 anos. Para o
efeito, com a colaboração do jornal Gazeta
das Caldas e da rádio 102 FM, levarão a cabo um conjunto de actividades, que
incluem o descerramento de uma lápide evocativa dos 40 anos, a apresentação de
uma exposição evocativa, uma peça de teatro alusiva à luta antinuclear, bem
como uma ida à Antena no moinho Velho, que visa recrear o trajecto efectuado na manhã
de segunda-feira, 15 de Março de 1976, quando o povo de Ferrel disse «Não»,
levando a cabo a primeira acção expressiva contra a central nuclear que estava
projectada para aquela localidade.
A cerimónia
evocativa contará com intervenções do Presidente da Câmara Municipal de Peniche,
António José Correia, do Presidente da Junta de Freguesia de Ferrel, Silvino
João, e Jorge Silva Jorge todos participantes na marcha de há 40 anos.
Intervirão também pessoas que contribuíram na época para a divulgação da causa
antinuclear, nomeadamente, José Luiz Almeida e Silva da Gazeta das Caldas e
António Eloy.
A exposição
evocativa integra a apresentação do “Wave Roller” , estrutura de aproveitamento
da energia das ondas em desenvolvimento na zona prevista para a construção da
central nuclear.
P.S.
Numa altura em que timoratamente o nosso governo se limita a inquirir o que se passa em Almaraz, outros:"Les pays frontaliers, Suisse, Allemagne et Luxembourg, s’alarment et dénoncent le danger que présentent les réacteurs nucléaires français et lancent des démarches pour leur fermeture."
P.S.
Numa altura em que timoratamente o nosso governo se limita a inquirir o que se passa em Almaraz, outros:"Les pays frontaliers, Suisse, Allemagne et Luxembourg, s’alarment et dénoncent le danger que présentent les réacteurs nucléaires français et lancent des démarches pour leur fermeture."
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