Aqui, a notícia sobre o Congresso, de fazer inveja!
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quinta-feira, março 21, 2019
sexta-feira, agosto 31, 2018
Hoje, um número para registo e memória futura, mas que também é sobre o presente!
https://gazetacaldas.com/suplementos/pela-vida-1978-40-anos-do-festival-pela-vida-e-contra-o-nuclear/
E continuamos!
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E continuamos!
quarta-feira, junho 27, 2018
Aqui a Lagoa de Obidos
O artigo irá ser publicado na Gazeta das Caldas, mas desde já:
O artigo irá ser publicado na Gazeta das Caldas, mas desde já:
# Um Orçamento errático!
O Orçamento Participativo de Portugal é uma
ideia brilhante, não original de cá, mas mal, muito mal executada.
Se o procedimento de candidatura e as regras
são transparentes, logo alguém mete a foice em seara alheia, desde alteração
dos títulos dos projectos a manuseamento dos mesmos. ERRADO!
Depois se a votação digital tem lógica o
processo a seguir à mesma raia o absurdo. O titular (individual, mesmo que
articulado como foi o caso com o Conselho da Cidade com um colectivo!)
desaparece,
No caso do Centro de Interpretação da Lagoa, o
Centro Ciência Viva contactou a anterior direcção da Liga, e segundo
informações que tenho o “concurso” publico não teve mais concorrentes! Então
ninguém avisou a PATO ou o GEOTA?
Bom adiante, depois de uma gestão da Liga que
a lançou para o pior, o pior mesmo do seu já longo passado, o meu querido amigo
Eugénio Sequeira à frente de um grupo de
magníficos e de jovens voltou a colocar a LPN entre os grupos que contam e não
mero gestor de projectos e dinheiros.
Mas este que a Liga apresenta ainda vem do
outro tempo.
Não adianta, agora o Conselho da Cidade dizer
que está, pois então não?, envolvido. O projecto, já feito e não susceptível de
alteração, como foi insinuado nesta reunião, a não ser com contributos no seu
âmbito, é globalmente mauzinho.
Uma barraca com uns cartazes e uns donativos
do povo, e mais de um terço para pagar as técnicas, as viagens, refeições e
estadias das mesmas, quase 40%, dos cerca de 100.000 do projecto.
Não vai ser um Centro de Interpretação que
interprete, como foi manifesto na reunião, o estado comatoso da Lagoa, que
exerça, no âmbito informativo a função de espinho nos poderes vários que a tem
deixado morrer, esgotos mal ou não tratados, dragagens mal feitas e bem pagas,
florestação absurda, empreendimentos turísticos deslocados, delapidação do
património por construções ilegais, etc, etc.
Não irá ser um centro com recurso a novas
tecnologias, seja no procedimento da construção, que deveria ser ele próprio
inovador e usando tecnologias passivas e alternativas e ter, e não me digam que
é caro, quais 30.000 euros chegavam e pagava os custos do trabalho, para ter dois
ou três écrans interactivos para usufruto dos visitantes e poderia, esse sim
ser um ex-líbris para a Lagoa.
Vamos ver se com a nova direcção da Liga, e
irei informar pessoalmente o seu Presidente, com mais empenho do Conselho da
Cidade que não pode remeter-se à passividade, e com as energias que encheram a
Biblioteca numa noite muito chuvosa, isto vai para a frente.
E como me dizia o meu velho amigo José Carlos
Faria o que é preciso é salvar a Lagoa ou não haverá nada para interpretar! A
velha contradição entre as forças produtivas e as relações de produção!#
E não esqueçam, há outro Orçamento em vista:
e o vosso voto é fundamental!
Depois, depois se verá!
domingo, janeiro 21, 2018
Realizou-se este fim de semana em Caldas e Ferrel a comemoração da passagem dos 40 anos do Festival Pela Vida e contra a Nuclear:
acima opinião publicada ontem no Expresso e abaixo a placa comemorativa!
Na véspera organizámos um colóquio sensacional:
este foi o 1º painel e abaixo o 2º
hoje tivemos animação cultura, com o Pé de Areia, notável grupo local...
a luta contra as nucleares e por alternativas sustentáveis deu um passo na concretação do pensamento e na organização social.
Vamos continuar!
acima opinião publicada ontem no Expresso e abaixo a placa comemorativa!
Na véspera organizámos um colóquio sensacional:
este foi o 1º painel e abaixo o 2º
hoje tivemos animação cultura, com o Pé de Areia, notável grupo local...
a luta contra as nucleares e por alternativas sustentáveis deu um passo na concretação do pensamento e na organização social.
Vamos continuar!
quinta-feira, janeiro 11, 2018
Dias 20 e 21 Caldas da Rainha e Ferrel.
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Há 40 anos, a Gazeta das Caldas, com a colaboração de incipientes grupos ecologistas de todo o país, com o apoio de meia dúzia de jornalistas, professores universitários, políticos, e com todos os cantores de intervenção, organizámos em Caldas da Rainha e Ferrel uma importante acção pública, contra a então, já periclitante, e perto de uma falha sísmica que não estava a ser considerada, central nuclear de Ferrel.
Foi um grito do Ipiranga e julgo, a primeira vez que se avançou
claramente com a hipótese das renováveis (então pensávamos na energia do Sol)
como alternativa, para a VIDA.
O Festival Pela Vida e contra a Nuclear foi um acontecimento. A ele
assistiram muitos futuros ministros e altas individualidades da Ibéria, sejam
escritores, artistas, políticos, ou expoentes da sociedade.
Vamos este ano lembrar o que era o nosso país há 40 anos, das lutas que
neste tempo até chegarmos ao actual exemplo que somos nas renováveis, mas
também falar dos novos desafios, da nuclear em Espanha e da organização para a
enfrentarmos, não esquecendo as alterações climáticas que estão associadas ao
dispilfário energético e à falta de desenvolvimento de energias suaves e
sustentáveis.
O cartaz do colóquio e os eventos em Ferrel seguem em anexo, para o que
chamamos a vossa atenção e solicitamos a máxima divulgação.
Hoje, como ontem, é em nome da Vida e contra a Nuclear que estamos!
Por ventos e marés e com o sol a guiar-nos!
Caminhantes contra a central de Ferrel e a nuclear ainda estão,
felizmente, vivos e nomeá-los seria arriscar um esquecimento ou algum lapso.A.E.
Mas não quero deixar de mencionar três dos nossos companheiros que desapareceram
Delgado Domingues e Humberto da Cruz, assim como Zeca Afonso, neles
simbolizando o conhecimento, a militância e o empenho que também na altura
foram chaves na nossa luta.
domingo, julho 09, 2017
É um dos nossos maiores génios, um artista de enorme envergadura, e sem dúvida o nosso maior caricaturista, Rafael Bordalo Pinheiro, que se divide em vários locais, tem um Museu em Lisboa, que podia ter melhor dinâmica, e em Caldas ( onde se mantêm o seu empreendimento, as faianças!) é honrado:
hoje li este simpático livrinho, levantamento de estórias, publicadas e divertidas.
Já as lutas contra a poluição aqui aparecem, assim como a grandeza e a pequenez. Num livro na linha do que Isabel Castanheira (grande Rafaelista!) nos term dado.
Rafael é uma fonte inesgotável de prazer e pensamento sobre esse,,,
hoje li este simpático livrinho, levantamento de estórias, publicadas e divertidas.
Já as lutas contra a poluição aqui aparecem, assim como a grandeza e a pequenez. Num livro na linha do que Isabel Castanheira (grande Rafaelista!) nos term dado.
Rafael é uma fonte inesgotável de prazer e pensamento sobre esse,,,
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Rafael Bordalo Pinheiro
quarta-feira, setembro 30, 2015
Muitas estórias, a história todo do movimento ecologista português passou durante treze anos pelas páginas do Suplemento, como familiarmente chamávamos ao Pela Vida.
Depois, semanalmente durante 5 anos publiquei uma coluna de ambiente no jornal.
Mas amanhã, no aniversário dos 90 anos da Gazeta das Caldas, vale a pena deslocar-se lá, e durante a manhã assistir a um desfile de "homens-sanduíche" com capas das ditas pela cidade ou depois vê-las espalhadas pela mesma, será, todavia, disto que reza a leitura:
http://signos.blogspot.pt/search/label/Pela%20Vida
Depois, semanalmente durante 5 anos publiquei uma coluna de ambiente no jornal.
Mas amanhã, no aniversário dos 90 anos da Gazeta das Caldas, vale a pena deslocar-se lá, e durante a manhã assistir a um desfile de "homens-sanduíche" com capas das ditas pela cidade ou depois vê-las espalhadas pela mesma, será, todavia, disto que reza a leitura:
http://signos.blogspot.pt/search/label/Pela%20Vida
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Ecologia política,
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Gazeta das Caldas
quarta-feira, junho 04, 2014
De Lisboa a Caldas são 45 minutos, sem acelerar, e lá podemos desfrutar da espectacular Lagoa de Obidos, do excelente Parque, de restaurantes únicos, de uma cidade que não fora a gestão municipal catastrófica, nos diversos mandatos de um tal Costa, poderia ser um verdadeiro ex-líbris.
Até lá vive o A.J.Seguro....
Ao lado Obidos (onde vou estar hoje à noite a falar dos meus livros no Mercado /Ler Devagar) soube valorizar-se adequadamente, ninguém diria que é do mesmo partido (que nas autarquias são irrelevantes!) e seja na cultura, seja no património e organização social tem um invejável posto de referência.
Nas Caldas da Rainha também existe, a caminho dos 90 anos, um dos hoje jornais regionais de referência ( tenho interesses no mesmo, aqui fica a declaração!) a Gazeta das Caldas.
Que tem tido um papel de crítica, propostas e oposição ao que está mal no local (não existiu nunca uma verdadeira oposição local, o P.S. local sendo uma espécie de anenia!), e tendo tido um papel da maior relevância na oposição local e nacional ao empreendimento nuclear em Ferrel.
Durante anos, seja no suplemento ecológico Pela Vida, seja em crónicas deste, teve um papel importante na formatação do pensamento e acção ecologista.
Hoje continua atenta ao ambiente e valoriza as energias renováveis.
Bom, esta conversa todo para vos convidar a estarem hoje no Mercado em Óbidos e amanhã aqui:
que irá ser, a exemplo do que foi a excelente apresentação do livro do Adelino Gomes, "Os Rapazes dos Tanques" outro momento de convívio e produção de pensamento, de memórias e pontes para o futuro.
Ao ex-padre de Vidais, e o meu estimado camarada Avelino Rodrigues, quero deixar aqui especialmente um abraço fraterno.
Ao outros todos... 25 de Abril Sempre!
Até lá vive o A.J.Seguro....
Ao lado Obidos (onde vou estar hoje à noite a falar dos meus livros no Mercado /Ler Devagar) soube valorizar-se adequadamente, ninguém diria que é do mesmo partido (que nas autarquias são irrelevantes!) e seja na cultura, seja no património e organização social tem um invejável posto de referência.
Nas Caldas da Rainha também existe, a caminho dos 90 anos, um dos hoje jornais regionais de referência ( tenho interesses no mesmo, aqui fica a declaração!) a Gazeta das Caldas.
Que tem tido um papel de crítica, propostas e oposição ao que está mal no local (não existiu nunca uma verdadeira oposição local, o P.S. local sendo uma espécie de anenia!), e tendo tido um papel da maior relevância na oposição local e nacional ao empreendimento nuclear em Ferrel.
Durante anos, seja no suplemento ecológico Pela Vida, seja em crónicas deste, teve um papel importante na formatação do pensamento e acção ecologista.
Hoje continua atenta ao ambiente e valoriza as energias renováveis.
Bom, esta conversa todo para vos convidar a estarem hoje no Mercado em Óbidos e amanhã aqui:
que irá ser, a exemplo do que foi a excelente apresentação do livro do Adelino Gomes, "Os Rapazes dos Tanques" outro momento de convívio e produção de pensamento, de memórias e pontes para o futuro.
Ao ex-padre de Vidais, e o meu estimado camarada Avelino Rodrigues, quero deixar aqui especialmente um abraço fraterno.
Ao outros todos... 25 de Abril Sempre!
quarta-feira, março 05, 2014
Há muitas cidades na cidade.
Hoje a zona de influência de Lisboa tem um raio que abarca as Caldas. Há gente que trabalha em Lisboa e vive em Caldas. As pequenas cidades devem entrar em lógica de agregação/desagregação com as maiores. O território é só um. Demora menos chegar de Caldas que da Amadora ao centro de Lisboa e se tivessemos comboios em condições (para quando a linha do Oeste? para quando?) se o tele-trabalho ganha-se outra cidadania, se tivessemos uma visão prospectiva do futuro, nos nossos espaços de vida poderíamos ganhar o poder de viver.
Caldas tem sido um caso de má gestão, além de indicios criminais, de violação da legislação de ordenamento do território e negligência na produção do PDM (foi o último municipio com mais de 10.000 habitantes do país! a aprová-lo!), onde um personagem de operata (agora vereador de Kim Bernardino!) que perdeu em Tribunal contra quem o acusou de negligência e irresponsabilidade na condução política do concelho! onde até o património fundamental que a faz, as suas termas e o seu entorno têm sido delapidados, pesem trabalhos "concessionadas" a amigos, da onça desde logo.
Mas ao lado, curiosamente do mesmo partido (o que prova que estes autarcas e as suas "ideologias" são irrelevantes na matéria!) Óbidos tem-se alavancado como pólo de acção e estruturação sustentada do da economia e sociedade ( e esta âncora que é a cidade livreira é fabulosa) com as organizações e eventos que a trouxeram à 1ª linha.
Lisboa deve olhar para a sua gravitação.
Este evento, e desde já recomendo também o livro (deveria fazer-se noutros sítios! ) que mostra o progresso e a destruição de uma terra, os dois, as duas, e um tempo por aí!
Hoje a zona de influência de Lisboa tem um raio que abarca as Caldas. Há gente que trabalha em Lisboa e vive em Caldas. As pequenas cidades devem entrar em lógica de agregação/desagregação com as maiores. O território é só um. Demora menos chegar de Caldas que da Amadora ao centro de Lisboa e se tivessemos comboios em condições (para quando a linha do Oeste? para quando?) se o tele-trabalho ganha-se outra cidadania, se tivessemos uma visão prospectiva do futuro, nos nossos espaços de vida poderíamos ganhar o poder de viver.
Caldas tem sido um caso de má gestão, além de indicios criminais, de violação da legislação de ordenamento do território e negligência na produção do PDM (foi o último municipio com mais de 10.000 habitantes do país! a aprová-lo!), onde um personagem de operata (agora vereador de Kim Bernardino!) que perdeu em Tribunal contra quem o acusou de negligência e irresponsabilidade na condução política do concelho! onde até o património fundamental que a faz, as suas termas e o seu entorno têm sido delapidados, pesem trabalhos "concessionadas" a amigos, da onça desde logo.
Mas ao lado, curiosamente do mesmo partido (o que prova que estes autarcas e as suas "ideologias" são irrelevantes na matéria!) Óbidos tem-se alavancado como pólo de acção e estruturação sustentada do da economia e sociedade ( e esta âncora que é a cidade livreira é fabulosa) com as organizações e eventos que a trouxeram à 1ª linha.
Lisboa deve olhar para a sua gravitação.
Este evento, e desde já recomendo também o livro (deveria fazer-se noutros sítios! ) que mostra o progresso e a destruição de uma terra, os dois, as duas, e um tempo por aí!
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