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domingo, dezembro 29, 2019

Um filme (DVD) notável.
Bem estruturado, ligação imagem real e desenhos/animação de alta qualidade, adaptação excelente de crónicas de um Grande Repórter Ryszard Kapuscinski (Ricardo) sobre o que poderia ter sido uma catástrofe maior, a tomada de Angola pelo regime do Apartheid.
Um filme que nos faz regressar....
a um tempo que não volta, nem em bonecos.

quinta-feira, dezembro 26, 2019

Há poucos estudos e informação sobre o anarquismo em Portugal. Haveria que remontar ás Conferências do Casino, no século XIX, para bebermos as primícias.
A história do anarquismo ou anarco sindicalismo entrelaça-se, queiram eles ou não, com a génese do Partido Comunista, com a qual tem muitas semelhanças, nos sacríficios, na militância, nos rachados e até nos "secretários gerais" mortos no Tarrafal, e na lógica de secretismo.
A organização "policial" do PCP foi sobrevivendo e chegou ao 25 de Abril. O anarquismo português, como forma organizativa, como o mundial (recordo de ter estado em tertúlias em Madrid durante a transição!) já tinha dado a alma ao criador.
Mas não deixou de ocorrer algum pensamento, desta filosofia, como de outras na sua margem, que seria interessante não deixar no olvido (o jornal  Combate, entre outros).
João Freire e a revista a Ideia, que foi um alfobre de bom pensamento e de ideias à temperatura, são um elemento de referência fundamental.
Recebo este muito bem informado livro, de 4 notáveis, que devem ficar registados.
Um livro de leitura envolvente, com muitas indicações bibliográficas, e muito bem informado.
 Obrigado João Freire!


domingo, novembro 10, 2019

Volto a mergulhar em leituras, por vezes em alguma desordem....
Hoje leio este, que me deixa em dificuldades. É um livro erudito e sem a mínima lógica editorial. não teve um editor que acompanha-se e enquadra-se os textos, que por vezes são uma autêntica manta de retalhas.
E quando se fazem enumerações se referem autores, se listam coisas, etc, há sempre um grande problema. Porque não está lá isto e aquilo e aqueloutro.
Meter o Rossio na Betesga é outra das razões do atabalhoamento deste livro, que como refiro só tem de recomendação a erudição do autor, que não chega.....

terça-feira, julho 23, 2019

Faz-nos falta um historiador a sério em vez das varelas e bonifácios que sem qualquer qualidade invadem o espaço público.
Em Espanha, há vários e curiosamente alguns são ingleses, este é um grande senhor:
 e neste livro oferece-nos algumas prosas notáveis, uma delas uma magnifica descrição do Museu do Prado;
onde este Tiziano inspirou a capa de um dos meus livros! Um Grão de Areia, que também é inspirado por homens da cepa de Brenan!

domingo, julho 14, 2019

De outras leituras de hoje:
esta fez-me, faz-me lembrar a idiotice do meio ambiente. O Ambiente deve ser inteiro, meio já é ambiente!
E aqui um artigo, dos meus!
https://elpais.com/elpais/2019/07/08/eps/1562596150_743183.html
já não há paciência para populismo, nem nacionalismos.
Aqui um livro essencial:
para desmascarar ideias e interpretações falsas dos factos e da História da linha da tal senhora que bolsa sobre esta em artigos racistas.
E li 4 revistas francesas, a notável Marianne em lugar de destaque.
De um artigo desta:
é que tudo começou algures....

quinta-feira, maio 23, 2019

Tenho-o dito e repetido, sobre as falsificações e invenções da história, que se convertem em estórias de embalar, sobretudo nazionalismos, racismos e medo do outro, e outras coisas que tais.
El Roto brilhate, aqui:
Um voto livre para a Europa, sendo que só há duas ou três alternativas, sendo o Livre, que tem sem dúvida o melhor programa, federalista e abordando as verdadeiras questões europeias, não o é, por razões que tem que ver com o sistema eleitoral e as dinâmicas de voto, infelizmente, não o é. Mas tem o músculo político, cultural e intelectual (além de algumas bizarrias e lógicas de velho partido).

domingo, maio 19, 2019

A História é fonte das maiores barbaridades e falsificações, a reconquista assim como antes a suposta conquista são invenções que nos impingiram e que continuam, e o Viriato então, não há volta a dar, não existiu, nunca, pesem quilos de degradação ambiental em forma de calhamaços que o glorificam, sem mencionar um, um único documento coevo que o testemunhe....
Hoje, temos um texto exemplar:
https://elpais.com/elpais/2019/05/13/eps/1557742392_123340.html
é que sobre a história e as suas mitologias e invenções agiganta-se o terror e o nazionalismo....

sexta-feira, março 15, 2019

Um século, 100 anos da história da França, de todos, quase todos os escândalos e trafulhices do poder, dos poderes, de todas, quase todas as maldades contra a cidadania.
E da resistência!
Compro-o quando estou em França, mas é muito difícil encontrá-lo por cá.
Mas agora este magnifico album histórico, traz-nos muitos instantes que já são memória e que fazem o instante do presente.
Uma tarde de delícia!

quinta-feira, dezembro 27, 2018

Recomendo esta entrevista notável do meu querido mestre, António Borges Coelho!
https://www.publico.pt/2018/12/16/culturaipsilon/noticia/prisao-preocupacao-minorias-nao-ido-historia-1854781
notável e com muito para aprender.
Obrigado, amigo!

segunda-feira, dezembro 24, 2018

A História é uma criação ( ou má criação!) de quem tem o poder, mas não deixamos de tentar contrariá-la, com factos, verdades e análises, contra o estabelecido.
https://www.vortexmag.net/antes-do-cristianismo-ja-havia-natal-e-chamava-se-saturnalia/
inche Allah, que o deus Mitra estava por cá antes dele.
E para todos votos de bom 2019!

segunda-feira, novembro 26, 2018

A história, e este que a conta e neste caso a sua, é um conjunto de realidades e as suas leituras.
Neste livro espesso temos 50 anos da nossa vida, muitos conhecidos e referências do nosso pensamento, do nosso imaginário e uma análise enquadradora, pessoal é certo, mas muito incisiva e com uma estrutura de pensamento da maior qualidade.
Não era um dos meus favoritos mas tenho que reconhecer e fazer mea culpa e lamentar.
Este livro é fundamental para perceber a esquerda, as várias, o pensamento social-democrata e liberal e também para compreender a direita, e o fascismo e também o comunismo.
Ganhei um teorico mais para o registo.


quarta-feira, setembro 19, 2018

Imagino, se lá chegarmos, se houver gente que leia, se houver alguém preocupado em como o passado fez futuro, daqui a 50 anos, para não ir mais longe...
alguém que busque o que fez uma tal Cristina Ferreira(?) que ignoro quem seja, mas que vejo nas capas das revistas porno que hoje abundam (devo dizer que raro vejo televisão e que eu própio não tenho), nos livros, nos artigos com algum relevo ou ideias, na influência, na legitima influência pública, e estou a referir-me a tal senhora como podia referir inúmeros inúteis que pululam pelo espaço público e onde são referenciados...
ou alguém que busque, por verdadeiros produtores de ideias, de pensamento ou gente que contribuiu para o social, como e não os menciono por os conhecer e apreciar  Viriato Soromenho Marques, Nuno Nabais, Ribeiro Telles, Carlos Pimenta ou outros, que tem ou tiveram espaços reduzidos de expressão, uns mais outros menos,
e pensando nisto se vê as obscenidades e trafulhices em que estamos mergulhados, por uma imprensa de pacotilha e sobre as televisões nem palavra.
O passado não registará senão o que marca o tempo, sendo herdeiro de uma família também de actores sei que apesar da sua relevância ficaram nos interstícios do vento. A cultura que deixa rasto é a que faz memória e não o gás do tempo....

domingo, julho 22, 2018

Aqui, uma leitura recente, que torna a História uma excelente meia de leite.
Dados escorreitos, enquadramento correcto, texto sem ideologias a fazer de conta.
E toma-se como um bom café.
No Comendo Ambientes também conto algumas estórias.

A História é uma autêntica vaca leiteira. E os fazedores desta gente com particular propensão à efabulação. Ontem, a convite de uma velha amiga, fui a uma apresentação de um livro, que desde logo me suscitou, pelo título, as maiores reservas. E tenho que dizer que tinha a pior das opiniões da escriba, intitulada historiadora.
Pois assisti a um espectáculo do piorio. Uma amiga da mesma descreveu com pormenores o dito livro.
Invenções, interpretações falsas, ideologia em barda, fake news a dar com um pau, é isto que ganha títulos académicos e consultorias universitárias... assim vai o ensino da história, com adulterações e breves e estapafúrdias análises, disfarçadas de credibilidade e brevidade.
Meter numa centena e meia de páginas (a letra gorda faz com que chegue ás 200) a história da Europa à luz do marxismo-leninismo e com pitadas de outras ideias abstrusas da realidade dá nisto.
Papel, papel e papel.
Uma autêntica trump...
Hoje acabei as 700 páginas de um romance histórico, arqueológico. Voltei ao sério depois dessa sessão de vómito, no mau sentido do termo.