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sexta-feira, maio 04, 2018

Assino por baixo. Não é que não hajam muitos e bons jornalistas, mas a imprensa, e televisão nem falar, escapam entre os pingos da chuvas algumas rádios e  alguns jornais regionais, está nas mãos dos grandes grupos e tem editores ao serviço de nada, e coisa nenhuma, ou melhor do entretêm e vende publicidade, do maior balofismo e colecção de mentiras.
Sem perceberem que as vendas de jornais e audiências vão diminuindo, por isso...
e aqui:https://elpais.com/especiales/mayo-del-68/

quarta-feira, maio 02, 2018

Maio, 68. Tempo incontornável. Para o pensamento, para a acção social e política, que ainda hoje avantesma as ditaduras de todo o lado, e o politicamente correcto, o populismo e fanatismos.


Esta foto de Praga é icónica, segundos depois os tanques soviéticos, desorientados é certo, começavam a destruir a chamada Primavera, mas como sabemos estas não se podem aprisionar....
As revoltas de 68 foram momentos únicos na história, do México, aos Estados Unidos, de França à Checoslováquia, de Berlim a Manathan...
https://www.youtube.com/watch?v=JTTC_fD598A&list=RDJTTC_fD598A

Em Lisboa o nosso 68 seria o velho ditador a cair de uma cadeira pobre, e um regime iníquo a entrar em estertor, que ainda provocaria muitos, muitos mortos.
O meu 68 foi mais em 78, mas esse é outra estória, outro relato.
Hoje no Guardian um excelente artigo:
https://www.theguardian.com/culture/2018/apr/30/time-for-a-riot-how-the-art-of-1968-caught-a-world-in-turmoil, de onde piquei a foto em ilustração.