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quarta-feira, agosto 21, 2019

Este é um museu a não perder:

www.museudapaisagem.pt  e o livro "Ler a Paisagem: Território Tejo”. !!!! 
Uma viagem muito bem documentada ao longo da bacia hidrográfica do rio e arredores.
 uma manual, com uma análise concisa das paisagens, descobrindo por vezes elementos novos e dados da maior relevância, além de outros enquadradores da leitura das paisagens.
Um  livro para o bolso.
Só lamento não ter mapas de qualidade, dos passeios, rotas que propõe, bem assim como o tipo de letra, que certamente não passou por um editor qualificado. Também a má qualidade das fotos e insuficiente legendagem assim como a edição é de lamentar.
Foram esses dados supridos e seria certamente uma autêntica paisagem!

terça-feira, abril 17, 2018

O autor, também esteve connosco na formação do Movimento Alfacinha e no início do MPT, que rápidamente degenerou, levando ao afastamento de todos, quase todos os fundadores e todos os históricos.
Este livro Intervindo na Paisagem é também sobre Lisboa e o resto...
Embora com algumas repetições tem lições de enorme qualidade e sapiência, além de fortes e contundentes críticas políticas.
Um mestre e amigo, ainda tenho presente, (além claro deste lançamento no Salão Nobre de Agronomia a semana passada e o carinho deste), o desfile, que com os seus jovens 80 anos  ele protagonizou carregando uma faixa do MIA, além de todas as boas e tantas memórias que nos unem.
Obrigado por tudo Fernando.

domingo, julho 23, 2017

O resto não é só paisagem...
também há burros e gaitas de foles, e pauzinhos a bater.

quinta-feira, março 09, 2017

Fui à UTAD falar de clima, de energia, de petróleo e de nuclear, de renováveis de política e sociedade.
Hoje vai-se de Lisboa a Vila Real em 3/4 horas, sem acelerar demasiado e encontrei uma Universidade viva e com muita gente para lá ida de Lisboa e instalada.
Noutro blog coloco algumas notas sobre a excelência do campus.
Percorri no regresso alguns pontos do nosso melhor românico, além de ter ficado no excelente local que é a Casa da Calçada, que recomendo a todos os que passem por Amarante.
Lamento que nos restaurantes locais e vi a lista de inúmeros, os pratos, os soberbos pratos de gastronomia regional pura e simplesmente tenham sido abolidos e trocados seja pelo bacalhau, que ainda vale e por hamburguers e picanhas ou pratos de outras zonas.
Acabei por comer uns rojões medíocres no único local que oferecia... um prato local.
Valha-nos S. Gonçalo...

Percorri a rota do românico, que de facto está espectacular e passei pelo convento, onde me dizem que Alvaro Siza está a intervir, Mosteiro de Santo André de Ancede. Lindo.
Aqui, para conhecer: http://www.rotadoromanico.com/vPT/Paginas/Homepage.aspx
Um excelente argumento para descobrir estas terras...
Acabei na igreja de Tarouquela, e aqui vinguei-me com uma fantástica lampreia ofertada em excelente restaurante, regional, pelos meus amigo da Rádio Montemuro.

terça-feira, dezembro 06, 2016

Nada como um viajante, pelas paisagens...

sábado, março 14, 2015

Temos pelo país, e em muitos casos a saque, um património invulgar.
Aqui e ali em locais abandonados encontramos isto:

que aqui deixo para memória futura, esperando que possa resistir ao vandalismo, do "tempo".

Resistirá certamente, mas esta é memória passada, escrita e registada é este excelente livro, onde tem honras 3 grandes livrarias portugesas (escrito antes de Obidos se formatar como vila dos livros!), a Lello do Porto e a Bertrand em Lisboa e claro a Ler Devagar.

Todas elas merecem várias e justas menções, num livro imprescindível para quem vive nos livros, dos livros e para o livro.
Sou coleccionador de miniaturas de mochos e de paisagens, Que excelentes paisagens são as livrarias...:


“ (...) 
A cidade penetra nas livrarias que a povoam através dos seus escaparates e os passos dos seus clientes, espaço centáurico, nem todo privado nem todo público. A cidade entra e saí da livraria, não se entende uma sem a outra... (...) ”

terça-feira, dezembro 09, 2014

Gostava que alguma alma caridosa, que las hay, hay!,
 me pusesse no:
que eu faria como Ste Exupéry:
brincava “à felicidade, em Lisboa, para que Deus quisesse mesmo acreditar nela.”, 
me pusesse  nesse, este livro, que aqui dou em versão digital:
em cópia em papel.
Estórias fantásticas, todas em torno a Lisboa e no seu entorno.
Sou, todavia, do papel, para trás e para a frente, riscar e sublinhar, e etc.
Bom se alguém souber de edição em forma de poder amachucar diga-me, ou faça de Santa.