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quinta-feira, maio 31, 2018

Estive hoje a assinar livros e a conversar com vários amigos na Feira do livro. 7 ou 8 amigos uma quinzena de assinaturas. Uma tarde bem passada.
Voltarei no dia 5 de Junho a estar com a Colibri ( A 28) e a conversar e dar uso a caneta, de tinta permanente!
E comprei, para me entreter, mas os tempos mortos não existiram, pelo que foi em casa que já dei uma avanço na leitura deste livro, crónica pessoal, do meu camarada Fernando Pereira Marques, com quem tive relações amistosas e que perdi de vista há talvez 25 anos.
O livro é o homem, sóbrio, reflectido, e nalguns pontos brilhante.
Memórias de luares passados, de lutas partilhadas, de discussões épicas continuarão a povoar a realidade ou a sua imaginação.
Obrigado por esta partilha Fernando.
Haverá sempre praias para descobrirmos...

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

Encontrei a edição fac-similada deste notável livro de Ramalho Ortigão.
Um livro notável e saboroso de ler, em bom, excelente português, longe das leviandades de putativos acordos.
As descrições das praias de Lisboa, Pedrouços (e Belém), assim como o capítulo de Pedrouços a Cascaes são, como os outros sobre as praias do Norte, de comer e chorar por mais.
Numa altura em que vivemos submersos por montanhas de lixo pseudo-literário, por livrarias falidas (as maiores deixaram de pagar aos pequenos editores e só vendendo o seu próprio lixo) onde a leitura se transforma à velocidade de dois dedos (e dizia Umberto Eco que quem lê vive 5.000 anos!, mas ler a sério!) encontrar estas pérolas é um prazer.