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sábado, julho 01, 2017

Aumentar a taxa? sobre o turismo, penso que é o caminho para uma solução para o principal, o que se arrisca a ser o problema principal de Lisboa, como já o é de Barcelona e está expresso neste artigo de hoje do El Pais:
http://elpais.com/elpais/2017/06/28/opinion/1498657850_871205.html
o turismo é, converteu-se numa praga, e não é só em Albufeira.
Temos que o limitar, um rastreamento adequado dos "hostéis" que polulam, uma limitação do arrendamento local, e a taxa, a tal taxa que deveria X por 3, pelo menos.
Só assim começaremos a diminuir esta praga, que dará cabo da tal galinha.

quarta-feira, novembro 12, 2014


Em inúmeros países/cidades há taxas sobre as dormidas, nalguns há taxas para entrada, portagens para circular nas mesmas. Dessas taxas, como é obvio, estão isentos os munícipes das mesmas.
As taxas devem ter uma visão de cidade por detrás. 
Num caso é dissuadir a entrada de carros e cobrar-lhes o custo dos desgaste na rede viária municipal da sua utilização, o que se insere no quadro de um sistema de transportes global, que ainda não temos é certo.
Sou de há muito favorável a portagens para entrar em Lisboa e a uma Autoridade de Transportes Intermunicipal que possa gerir todo o sistema.
E sou favorável a esta taxa, agora proposta, que peca por ser escassa. As grandes cidades já cobram uma ( fui à pouco a Berlim e essa foi logo cobrada à partida!)  e essa também tem uma função de sustentabilidade ambiental. Forasteiros tem um custo sobre as utilidades sociais e ambientais e esses custos devem ser suportados pelos utilizadores, os turistas.
Julgo que não é boa ideia não alocar esses fundos a sectores como o ambiente e resíduos e investi-los na criação de maior procura. Isso é que é dar o ouro ao bandido.
Mas, e isso não tem sido dito, taxas e taxinhas há ao pontapé, por aí e todas, todas são da responsabilidade do governo.
Este governo pretende-se liberal, mas é de um conservadorismo bizantino e de um estatismo mal disfarçado.