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quarta-feira, abril 18, 2018

Não percebo a razão, e a história vai longa, Relvas, Socrates, Feliciano, e também em Espanha, Cifuentes e outros, mas por todo o mundo, falsificações de cursos e de teses, fraudes com vista a ter um dr. ou eng. sem qualquer justificação e com enorme despautério.
Passei por situações similares, e inversas, quando li e tenho-o comigo, um livro tese de mestrado de uma senhora que é cópia ipsis verbis de um velho livro meu, ou a estórias que passei na Lusófona, ainda antes do tal Relvas, e que já contei algumas.
Costumo passar por entre as gotas, com o meu mestrado, de facto só pós graduação embora além do acima referido tenha publicado dois livros de teses, em sociologia e economia de energia, não defendidas desde logo, e nem uso o título...
Mas esta gentalha é uma vergonheira...

sexta-feira, setembro 09, 2016

Um país à margem da lei e do direito!
Num país que respeitasse e lei e o direito secretários de Estado que não cumpriram a ética da decência (incorrendo em clara ilegalidade) e  ainda por cima,  tendo infringido a lei que o seu próprio governo estabeleceu como quadro... (embora à posteriori) já estariam fora do nosso horizonte
Num país que honrasse a decência um ministro responsável por mortes no quadro da áreas por si tuteladas, das quais deve ser responsabilizado, só teria uma opção.
Num país onde a lei e o direito fossem respeitados não haveria um juiz qualquer que faria na televisão declarações sobre uma enorme ilegalidade (por provar, mas a ideia ficou) e ... nada.
Num país e numa cidade que se respeitassem não seriam anulados concursos sem que houvessem responsáveis e cabeças a rolar (figuradamente).
Mas vivemos num país de faz de conta onde a lei e o direito ou não contam ou se arrastam, arrastam e dão com os burrinhos na água ou na inconsciência do acima mencionado ou dos seus amigos (e como é possível esse senhor vir pronunciar-se sobre processos que tem em mãos( para bom entendedor..., sem que seja devidamente colocado no seu lugar?!).