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quarta-feira, setembro 23, 2009

Uma atençãozinha aos alunos da Escola 29 (Torel)



Continuando na Germânia, parece que vem aí a festa da cerveja alemã, a decorrer no Campo Santana. Pois, seria pedir muito, Sr. Presidente da CML que depois de "inaugurar" o Torel, voltasse a dare licença aos meninos e meninas da escola primária que está a Sul do jardim, de poderem voltar a atravessar o mesmo para chegarem aos portões da escola? Obrigado.



Explico: desde que as obras começaram, e o jardim fechou, e já lá vai quase um ano, os alunos da Escola 29 deixaram de poder entrar nela pelo 2º patamar do jardim (2ª foto acima), e passaram a ter que ir pelo Moínho de Vento e Rua do Telhal para acederem à escola, ruas essas íngremes e perigosas (foto imediatamente acima). É simples.


Foto: MEH

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Professora falta, meninos contra a parede?!


Pois na minha escola primária do Bairro de São Miguel, quando um(a) professor(a) falta (e como falta!), os meninos da turma respectiva ficam sem aulas e, vai daí, são incluídas noutra turma com professora mas, pasme-se, em vez de se sentarem e seguirem a aula como os outros colegas, são colocados virados para a parede, entretendo-se com desenhos e coisas à margem da aula que está a ser dada aos outros colegas. Este ensino está de pantanas! Ninguém chuta com a ministra 'the rock'?

segunda-feira, março 19, 2007

5 fotos, 5 recordações da Primária (1969/70-1973/74)


A Escola do Bairro de S. Miguel, inaugurada em 1956, é da autoria do Arqº Ruy Jervis Athouguia (1949-1953), e esta era a ala dos rapazes.


Este é o alpendre, onde nos abrigávamos do mau tempo, durante o recreio, e onde fazíamos fila, também. Saudades dos berlindes, do bibe e das joelheiras nas calças.


A minha sala de aula, no rés-do-chão, onde tive um grande professor, o Professor Sá, que me deu a 1ª, 2ª, 3ª e parte da 4ª classe, sendo substituído depois do Natal, quando assumiu funções na inspecção-geral. As 2 filas de trás eram reservadas aos repetentes (lembro-me do Machado, do Esteves e do Rui, filho do dono da Dázinha). Saudades da sebenta, dos mapas na parede, daquelas carteiras, de alguns colegas (do Lúcio, do Demoni, do Cayatte, do Renato e do Freitas) e até das ponteiradas na orelha. Palmatória? Só uma vez.


Lá em cima era o 1º andar, com mais quatro salas iguais às do meu piso. Raramente subia aquela escada, mas a barulheira era mais que muita.


Estas eram as casas-de-banho, e embora não pareçam eram bastante asseadas; tomara que ainda o sejam.


Nota: Há um blogue dedicado à Escola.

Fotos: Arquivo Fotográfico da CML