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segunda-feira, novembro 06, 2017

e também isto é uma cidade com gente smart!

Só falta um carneiro...
http://interact.com.pt/26/hortas-e-ambiencias-holisticas/
este:
para ser memória e futuro!

quarta-feira, agosto 31, 2016

Ontem, no semanal Espaço Verde, na Rádio Montemuro voltei a falar, a propósito de S.Paulo (Brasil) de jardins verticais.
Tentei na vereação da C.M.L. implementar estes projectos, que infelizmente no nosso país e em Lisboa, ao contrário do Brasil onde pululam, não tem tido senão escasso, escassíssimo sucesso.
Recordei, novamente, o papel pioneiro de Gonçalo Ribeiro Teles no articular e desenvolver linhas verdes e hortas sociais, também em Lisboa, e dei mais um ponto na necessidade, também pelo clima que modelam, pela poluição que combatem, pelas espécies que trazem ( e as borboletas!), pelo prazer e sanidade psicológica que proporcionam, de desenvolver mais esrta rede, este croché de espaços e nele incluir os jardins verticais.
Haverá hoje alguém na vereação que dê seguimento aos projectos que já tem longas raízes?
Ou....

segunda-feira, agosto 08, 2016

Um livro recomendado, embora lamente que seja omisso da história e das lutas pelo "regresso" do campo à cidade, este Raízes de Ana Sofia Fonseca.
Mas tem estórias deliciosas.
Delicioso, e contra alguns esteriótipos arreigados, é também "Uma Pastelaria em Tóquio" de Naomi Kawase, em exibição no Monumental


sexta-feira, agosto 05, 2016

Notável, a não perder este excelente filme, sobre os movimentos que podem alterar o futuro, previsível... cidades em transição, permacultura, hortas urbanas, educação para a sustentabilidade, energias renováveis.
Tão bom que já encomendei vários DVDs.
em Lisboa está no Monumental. Mas a sala estava pouco ocupada...

quarta-feira, setembro 17, 2014

Hoje o usufruto dos jardins deve ser radicalmente alterado.
Em Londres, recentemente, e em Washington há mais tempo, e aí pela primeira vez, mas sei que é prática usual por todo o mundo, os jardins são espaços, também de agro-cultura, de produção de verdes e têm grupos deles zeladores, deles responsáveis, escolas ou grupos de moradores.
Os jardins podem e devem ser espaços de produção de alimento e de ervas aromáticas, e nesses ser recuperada alguma ruralidade que da cidade se distancia.
Ainda tentei e cheguei a ter reuniões de trabalho ( na C.M.L.) com uma entidade que trabalha hortas horizontais e que incentiva plantações em espaços públicos, mas também dá apoio a produções de varanda ou terraço.
Na C.M.L. infelizmente há quem em palavras seja admirador de Gonçalo Ribeiro Telles mas na prática renegue ou ignore os seus contributos e os da sua escola.
Aqui dessa onde Gonçalo deixou marca e seguidores um encontro que se anuncia de muito interesse...
os jardins são espaços sociais e culturais!

terça-feira, abril 01, 2014

Quando mencionei a agricultura nos telhados e as hortas verticais olharam-me como se fosse maluco ( o mesmo olhar que me deitaram quando falei dos veiculos aéreos a hidrogéneo...no futuro do passado!).
Mas:http://www.publico.pt/sociedade/noticia/vamos-ao-telhado-buscar-a-salada-1629689
a utopia já se concretiza em muitas, muitas cidades da Europa e dos States.
Por cá continua tudo remetido para os cantos...
esta é num telhado, por aqui...

quinta-feira, junho 27, 2013

Graça.Não sei se vai ficar assim:
mas seja o que for só pode melhorar o que estava lá. Lixo, mas lixo mesmo, e outras actividades improdutivas, geradoras de muitas queixas cidadãs, e alguma conflitualidade (e marginalidade).
Há muito, ainda na qualidade de vereador, tinha contactado o grupo responsável pela Horta do Monte e tinha-lhes dito que deveriam procurar um estatuto de legalidade... coisa impossível para eles...
Sendo muito crítico da gestão do vereador Fernandes, neste caso só posso elogiá-lo, e embora lamentando alguns excessos da autoridade policial presente no local para com algumas pessoas, a recuperação para a cidade e um quadro de legalidade e integração daquele espaço e do seu usufruto, só me merecem felicitações.

domingo, março 31, 2013

O Arq. Paisagista Henrique Pereira dos Santos é uma das pessoas que conheço com as quais é mais díficil, mas claro muito entusiasmante porque requer uma boa argumentação e também rétorica para a defender, discordar.
E com quem é mais simpático e produtivo concordar, mesmo que com diferenças na execução.
Recordo que quando o conheci, era ele vice do então ICN (ou seria ainda o antecessor SNPRCN?) o achei argumentativo,,, mas estruturado, e saí de uma reunião, que não era dos meus temas, a perceber a vacuidade de muitos discursos sobre conservação da natureza...
O HPS defende algumas ideias para Lisboa, que defendo há muito (nelas confluímos, acidentalmente, em muitos casos)
Esta que exprime aqui:
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/as-marmitas-a-rainha-de-inglaterra-e-os-quatro-mil-milhoes-1589279
já há muito a defendo, no meu blog http://www.signos.blogspot.pt/ ou em todas as campanhas em que me tenho envolvido.
E embora dê outros exemplos, além destes excelentes que o Henrique apresenta (como os jardins da zona de museus de Washington, ou certas zonas de Roma) aqui vai novamente,
De borla, Zé!
Já lá vai o tempo do romantismo.