A luta dos "legionários", das vítimas, por negligência do Estado, incúria industrial, relapsamento da Protecção civil, deficiências dos serviços tidos por competentes, e ganâncias empresariais, vítimas que nalguns casos ( 14 se não estou em erro) foram mortais e noutras quase 400 terão sequelas para a vida, deveria, num Estado de Direito democrático já ter sido devidamente ressarcida, sendo que não há ressarcimento possível para a dor e o vazio.
Não basta declarar as empresas culpadas! O Estado tem que assumir responsabilidade, também.
Pois andam entre Herodes e Pilatos estes inocentes.
Agora organizados é nosso dever, de todos, apoiar esta luta.
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quarta-feira, julho 12, 2017
sexta-feira, maio 05, 2017
Já aqui tenho falado, na negligência criminosa do Estado, na incapacidade do governo, deste e dos anteriores, no empastelamento judicial, e na falha da autoridade parlamentar e na deste absolutamente incompetente ministro do Ambiente, já aqui tenho falado da legionella, dos vitimados por um caso grosseiro de negligência industrial aliado as incapacidades e incompetências acima mencionadas.
Com um arranque meu finalmente constituiu-se uma associação das vítimas desse desastre, que causou centenas de feridos que continuam a carregar a fatalidade e mais de uma dezena de mortos.
Com um arranque meu finalmente constituiu-se uma associação das vítimas desse desastre, que causou centenas de feridos que continuam a carregar a fatalidade e mais de uma dezena de mortos.
Amanhã ás 17 horas ( e não ás 10 como indicado no cartaz) a cidadania deve fazer ouvir a sua voz!
terça-feira, janeiro 03, 2017
Almaraz é fonte de mal entendido e birras ministeriais, de desinformação e até de um pouco de caos entre os seus opositores, que ainda não perceberam que independentemente do processo de construção do ATI ter assentado em bases falsas, que poderiam ter sido constestadas em sede de avaliação de impacto ambiental, de que o nosso governo avisado mas sem ter recebido quem o podia ter informado com detalhe e verdade, não fez caso, mas agora é caso arrumado e vamos seguir em frente.
E há dois caminhos ou Almaraz encerra ou tem um prolongamento de mais 10 + 10 anos, e aí é que o ministro tem agora que fazer frente aos poderes espanhóis e das empresas que o sustentam.
Mas o nosso ministro gosta de fazer peitaça e soprar para o ar...
Aqui não vamos fazer peitaça e novamente iremos zurzir forte e feio:
E há dois caminhos ou Almaraz encerra ou tem um prolongamento de mais 10 + 10 anos, e aí é que o ministro tem agora que fazer frente aos poderes espanhóis e das empresas que o sustentam.
Mas o nosso ministro gosta de fazer peitaça e soprar para o ar...
Aqui não vamos fazer peitaça e novamente iremos zurzir forte e feio:
terça-feira, novembro 29, 2016
Antes de ir a Madrid estive na Povoa de Sta Iria:
http://omirante.pt/sociedade/2016-11-24-Populacao-nao-pode-desistir-de-fazer-justica-no-caso-da-legionella
cheguei de Madrid e estive a falar numa iniciativa do: Centro Europe Direct Aveiro
Falei da União da Energia e critiquei, ferozmente a cultura da soberania, assim como a incapacidade de superar os horizontes nacionais e desenvolver uma nova cultura da Energia, inclusivé no quadro do recuado novo pacote da Energia em final de processamento.
A Europa continua a ser um sonho, mas só esse é que nos poderia afastar do pesadelo que se aproxima a passo de gigante.
O quadro de Rubens, o rapto da Europa, sobre a cultura que vale, que é universal, local e cosmopolita.
Trarei em próximas postas imagens e relatos de como vai Madrid!
http://omirante.pt/sociedade/2016-11-24-Populacao-nao-pode-desistir-de-fazer-justica-no-caso-da-legionella
cheguei de Madrid e estive a falar numa iniciativa do: Centro Europe Direct Aveiro
Falei da União da Energia e critiquei, ferozmente a cultura da soberania, assim como a incapacidade de superar os horizontes nacionais e desenvolver uma nova cultura da Energia, inclusivé no quadro do recuado novo pacote da Energia em final de processamento.
A Europa continua a ser um sonho, mas só esse é que nos poderia afastar do pesadelo que se aproxima a passo de gigante.
O quadro de Rubens, o rapto da Europa, sobre a cultura que vale, que é universal, local e cosmopolita.
Trarei em próximas postas imagens e relatos de como vai Madrid!
domingo, novembro 20, 2016
Foi aqui mesmo ao lado.
Por negligência criminosa de uma empresa de adubos, como está completamente, completamente mesmo, provado, morreram 14 pessoas e algumas centenas, mais de 4 centenas ficaram com sequelas da legionella. Foi aqui mesmo ao lado.
Ontem estive numa conversa no Grémio Dramático Povoense, e dei uma entrevista a um jornal local, a falar sobre as consequências da actividade industrial descuidada ou impossível de cuidar, como é o caso do urânio e todo o seu processo, embora aqui o enfoque fosse esta bactéria.
Quando das perguntas vários atingidos pelo crime desta empresa, e também pela incúria do Estado e das autarquias, além da incapacidade do sistema judicial e a leviandade de alguns dos seus agentes, tive ocasião de os colocar em contacto, estimular o associativismo e dar alguns conselhos da mais límpida sensatez para um maior empenho e pressão.
Conheço o choradinho desses bandidos e criminosos. Se pagarem indemnizações irão falir ( e lá irão uns postos de trabalho) a culpa foi do bêbado nesse dia (mas não foram vários, muitos?) ao serviço, foi um raio que caiu na cuba ( e então não se tomaram providências) ou não há provas ( mas como se a origem da bactéria foi completamente rastreada!).
A sessão embora pouco concorrida foi animada e julgo que ficou uma semente.
É preciso obrigar ao empenho autárquico, é preciso que o Estado e o sistema de justiça se mexam. Houve mortos, houve e há atingidos na sua vida e saúde. Todos, todos somos vítimas da legionella quando estes assuntos ficam em águas da dita.
A culpa não pode morrer solteira.
Agradeço à Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo e ao Grémio Dramático Povoense, assim como ao meu velho camarada Mota Redol o terem-me permitido falar e ouvir estas bravas gentes, que não podem ficar paradas. Vamos todos caminhar!
Por negligência criminosa de uma empresa de adubos, como está completamente, completamente mesmo, provado, morreram 14 pessoas e algumas centenas, mais de 4 centenas ficaram com sequelas da legionella. Foi aqui mesmo ao lado.
Ontem estive numa conversa no Grémio Dramático Povoense, e dei uma entrevista a um jornal local, a falar sobre as consequências da actividade industrial descuidada ou impossível de cuidar, como é o caso do urânio e todo o seu processo, embora aqui o enfoque fosse esta bactéria.
Quando das perguntas vários atingidos pelo crime desta empresa, e também pela incúria do Estado e das autarquias, além da incapacidade do sistema judicial e a leviandade de alguns dos seus agentes, tive ocasião de os colocar em contacto, estimular o associativismo e dar alguns conselhos da mais límpida sensatez para um maior empenho e pressão.
Conheço o choradinho desses bandidos e criminosos. Se pagarem indemnizações irão falir ( e lá irão uns postos de trabalho) a culpa foi do bêbado nesse dia (mas não foram vários, muitos?) ao serviço, foi um raio que caiu na cuba ( e então não se tomaram providências) ou não há provas ( mas como se a origem da bactéria foi completamente rastreada!).
A sessão embora pouco concorrida foi animada e julgo que ficou uma semente.
É preciso obrigar ao empenho autárquico, é preciso que o Estado e o sistema de justiça se mexam. Houve mortos, houve e há atingidos na sua vida e saúde. Todos, todos somos vítimas da legionella quando estes assuntos ficam em águas da dita.
A culpa não pode morrer solteira.
Agradeço à Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo e ao Grémio Dramático Povoense, assim como ao meu velho camarada Mota Redol o terem-me permitido falar e ouvir estas bravas gentes, que não podem ficar paradas. Vamos todos caminhar!
segunda-feira, novembro 07, 2016
Bem sei que ainda falta, eu irei a Edimburgo, e ao norte do país até lá, mas desde já para a agenda, serão contadas estórias da luta contra a mineração de urânio e também em torno da legionella, e outros temas....
Etiquetas:
legionella,
poluição industrial,
poluição nos edifícios,
Urânio
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