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segunda-feira, junho 18, 2018

No meu tempo de criança e juventude, ovelhas pastavam no Saldanha, carroças recolhiam lixos, leiteiras com burros distribuiam leite pelas Avenidas Novas e havia muitas. muitas borboletas em Lisboa.
As carroças eram comuns em Lisboa de todo o tipo de produtos e as lavadeiras enchiam, tambºem o Saldanha.
Hoje os insectos e tudo o resto arriscam ser só memórias...

https://www.theguardian.com/environment/2018/jun/17/where-have-insects-gone-climate-change-population-decline
em Inglaterra são resíduos de outro tempo e com o seu desparecimento....

segunda-feira, agosto 21, 2017

A caminho de ser só memória...
https://elpais.com/cultura/2017/08/17/actualidad/1502991798_438457.html
a calçada portuguesa!

segunda-feira, março 20, 2017

É já hoje a abertura, na Torre do Tombo, ao Campo Grande, desta exposição que não irei, certamente, perder:
muitas estórias e memórias me passam por aqui....

terça-feira, julho 05, 2016

Começo um dos capítulos de próximo livro com uma estória de cafés, e começo precisamente com este:https://www.publico.pt/portugal/noticia/cafes-cinemas-e-bifes-1711886 .
Excelente livro, o último de Eduardo Galeano # El Cazador de Histórias", fala-nos desses espaços de culto e memória, hoje em vias de desaparecimento total ( hoje vou tomar chá com uma amiga e vimo-nos reduzidos a 3 ou 4 alternativas...)
dele:

 "Nos cafés descobri que o passado pode ser presente e que a memória pode ser contada de tal forma que deixa de ser memória para converter-se no presente."
e , meu:
"Parece que foi ontem, pelas 6 da tarde que o meu avô me disse António, vamos ao café (...)" assim começa a minha ida ao Monte Carlo

sábado, junho 25, 2016

Aqui de um ex alfacinha e velho amigo (Jeremy Hespeler-Boultbee)  em andanças pela Etiopia.... dois casais de aves...
aproxima-se a estação da migração...
Tempo ainda para assistir em Caldas da Rainha a uma interessante apresentação deste livro. Em breve, assim seja publicada, aqui colocarei uma reflexão política sobre este tema...
soube que já teria sido apresentado em Lisboa, Não ouvi o "grito do povo" a anunciar....


terça-feira, março 05, 2013

A propósito de um excelente artigo no El Pais(aqui:http://signos.blogspot.pt/search/label/Holocausto)
e do Museu do Holocausto em Washington (cidade fantástica, com regras de urbanismo e ordenamento notáveis e os jardins públicos transformados em hortas sociais e espaços de fruição,,, tudo o que falta em Lisboa, até bicicletas!) e recordando também umas passeatas por Berlim (onde tudo nos remete para a história, toda a história!) fiquei a pensar que salvo um ou outro epifenómeno (como foi a exposição no Aljube) em Lisboa não temos um percurso ou um registo de memórias (como até do nosso judaísmo se vai tecendo) dos tempos cinzentos, de dor e terror, que vivemos.
Vamos ter muito folclore proximamente entre os candidatos que são, os que não sabem se são, outros aos trabolhões por aí.
Vamos falar de muitas inutilidades (até se calhar vão voltar os carrinhos electricos, paz ao seu criador!) e de megalomanias e disparates ( talvez mais uns "pivots" para uma possibilidade zero de energia eolica na cidade!).
Seria bom que alguém tivesse uma ideia de rede para o desenvolvimento da cidade nos tempos e nos espaços destes.
Hoje aqui deixo esta nota, feliz por pelo menos ( e um bocadinho do meu espírito lá está!) termos honrado uma memória no Largo S. Domingos!