É uma invenção do caraças, que entrou no
imaginário de muitas religiões, o diabo, ou como é conhecido, também por algumas centenas de nomes diferentes,
rivalizando com os ditos de deus, de que é a outra face da moeda.
Cada vez mais populares, diabos e diabinhos,
rondando o anátema, e desde logo não temendo o inferno, que é deles, desde
logo, invadem, pela mão do estimado amigo Santos Silva, o Museu Municipal da
Figueira da Foz, valendo uma visita, com ou sem enxofre no bornal.
Esta exposição, de cerâmicas, é um prazer com
imagens cândidas e outras iconoclastas, como a última ceia dos diabos, ou
outras nessa linha.
Calha esta exposição com um informado livro sobre
as bruxas que estou a ler, que me fez pensar na falta destas a montar o
marsápio do dito, em forma de vassoura, como era “tradição” medieval.
Voltarei, talvez a falar desta exposição (a
que faz falta um catálogo e algumas notas explicativas!) pelo 13 de Setembro,
sexta feira, ia de bruxedos, em que haverá uma debate com alguns especialistas,
no Museu.
Mas para ser sincero não há diabo que nos
valha 6666.















