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domingo, agosto 18, 2019

É uma invenção do caraças, que entrou no imaginário de muitas religiões, o diabo, ou como é conhecido, também  por algumas centenas de nomes diferentes, rivalizando com os ditos de deus, de que é a outra face da moeda.
Cada vez mais populares, diabos e diabinhos, rondando o anátema, e desde logo não temendo o inferno, que é deles, desde logo, invadem, pela mão do estimado amigo Santos Silva, o Museu Municipal da Figueira da Foz, valendo uma visita, com ou sem enxofre no bornal.
Esta exposição, de cerâmicas, é um prazer com imagens cândidas e outras iconoclastas, como a última ceia dos diabos, ou outras nessa linha.

Calha esta exposição com um informado livro sobre as bruxas que estou a ler, que me fez pensar na falta destas a montar o marsápio do dito, em forma de vassoura, como era “tradição” medieval.

Voltarei, talvez a falar desta exposição (a que faz falta um catálogo e algumas notas explicativas!) pelo 13 de Setembro, sexta feira, ia de bruxedos, em que haverá uma debate com alguns especialistas, no Museu.
Mas para ser sincero não há diabo que nos valha 6666.


segunda-feira, abril 09, 2018

Espero, talvez com a reintrodução de charettes em Lisboa possamos em breve falar destes espectaculares animais:
entretanto apoiem a https://www.aepga.pt
Numa visita ao norte, estive nas termas de Longroiva e do Vimioso, e espero em breve ter novidades das Alcaçarias...
e visitei um espaço de que me orgulho...
e aqui, um excelente museu, onde podia estar....

 por terras onde cruzamos...
ou aqui...
umas fantásticas mirandesas...


quinta-feira, março 29, 2018

Este é um livro imprescindível para quem trabalhou, trabalha ou aspira a trabalhar nalgum museu, para quem gosta de museus ou de colecções, normalmente nestes.
é uma narrativa, logo invenção, logo realidade, que nos conta o passado, nos reflecte o presente e nos aspira o futuro. "Do passado só sobram pó e pedras. As recordações não são senão resíduos, quanto mais preciosos mais falsos" diz-nos o autor.

quarta-feira, janeiro 31, 2018


Hoje visitei em Guadalupe um simpático Museu, feito a partir de uma mercearia.
Uma zeladora, a Maria José, imparável...
e depois de captar dois burricos, um em trabalho e outro no descanso, os famosos burro da Graciosa...
e de uma agradável conversa, que será prosseguida com Franco Ceraolo, o cuidador da Quinta dos burros ( 16!)
visitei, sugestão do Presidente da Câmara, o reservatório de água da capital:
não lembra...
e ainda andei por zonas vulcânicas, conversei com pescadores e caminheiros, e subi a miradouros.
Falei também com um trabalhador rural, sobre a praga das vacas, que desenvolvo no outro blog!


segunda-feira, dezembro 05, 2016

A não perder.
Ainda não fui ver, mas conheço o rigor e qualidade destas exposições:
http://lazer.publico.pt/exposicoes/367287_clima-expo-360
e deste Museu.
O Clima é, como diz a sabedoria popular, incontornável, assim como as maldades com que o estamos a perturbar.
Para todos uma exposição muito didáctica.

sábado, maio 14, 2016

Podia ter comido estes belos ovos, do campo, com o fruto da azinheira, o presunto a acompanhar, mexido com cogumelos, também silvestres....
mas hoje almocei em Portel, uma magnífica açorda de beldroegas, com ovinho e bacalhau... antes de visitar um simpático museu. O Museu do Medronho, na estrada de Portel para Moura, onde além de uns excelentes paineis explicativos e enquadradores, observamos, com visita guiada e exclusiva o processo de fabrico da aguardente do mesmo, que no final provamos, e carregamos, também com uma compota do mesmo.
Um excelente tónico para mais uma semana cheia de conversas...

sábado, abril 30, 2016

Amanhã é um dia fruto da agitação e propaganda, o 1º de Maio já era um data mitológica, de povos antigos, as maias, ainda hoje comemoradas em muitos locais, também do nosso país. A dita agit/prop consolidou-o como dia dos trabalhadores, que são, também. uma espécie de "maias" criando com o seu trabalho e investimento novas formas e vidas.
Esta semana temos alguns eventos interessantes, noticiados por aqui e por ali...
mas será este um dos da minha curiosidade.
Hoje a publicidade e a promoção da marca, dita marketing, são uma da mais rentáveis áreas da economia...

quarta-feira, junho 27, 2007

Aproveitando a onda «comendada»

Proponho à fundação-museu a aquisição imediata daquela magnífica peça de arte mais do que contemporânea (a bem dizer, tem apenas 2,5 meses), que jaz no relvado defronte ao cinema Quarteto, e cuja autoria remete para a parceria estratégica, tão em voga ultimamente naquela zona por força da conhecida conduta: CML+Plantagri+Elesa.

A peça em causa é um tubo de um candeeiro (daqueles horrorosos, verdes, em chapa galvanizada) que se encontra no chão, retorcido por culpa do bulldozer que o deitou abaixo, por alturas da celebérrima obra na conduta.

O tubo em apreço apresenta alguma terra no seu interior, e terá erva seca e esmagada colada à sua barriga, bem como ferrugem, pois nos últimos meses ninguém dali o tirou, e ainda teve que levar com a água da mangueira ... que teima em ser a fonte de rega do relvado, uma vez que o eminente sistema automático de rega - motivo de várias e saborosas peripécias ao longo dos últimos meses - ainda não funciona.

Que me diz, senhor comendador, será que algum desses mecenas quererá adquirir tão valioso espólio?