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quarta-feira, junho 27, 2018

                                                   Aqui a Lagoa de Obidos

O artigo irá ser publicado na Gazeta das Caldas, mas desde já:

# Um Orçamento errático!

O Orçamento Participativo de Portugal é uma ideia brilhante, não original de cá, mas mal, muito mal executada.
Se o procedimento de candidatura e as regras são transparentes, logo alguém mete a foice em seara alheia, desde alteração dos títulos dos projectos a manuseamento dos mesmos. ERRADO!
Depois se a votação digital tem lógica o processo a seguir à mesma raia o absurdo. O titular (individual, mesmo que articulado como foi o caso com o Conselho da Cidade com um colectivo!) desaparece,
No caso do Centro de Interpretação da Lagoa, o Centro Ciência Viva contactou a anterior direcção da Liga, e segundo informações que tenho o “concurso” publico não teve mais concorrentes! Então ninguém avisou a PATO ou o GEOTA?
Bom adiante, depois de uma gestão da Liga que a lançou para o pior, o pior mesmo do seu já longo passado, o meu querido amigo Eugénio Sequeira à  frente de um grupo de magníficos e de jovens voltou a colocar a LPN entre os grupos que contam e não mero gestor de projectos e dinheiros.
Mas este que a Liga apresenta ainda vem do outro tempo.
Não adianta, agora o Conselho da Cidade dizer que está, pois então não?, envolvido. O projecto, já feito e não susceptível de alteração, como foi insinuado nesta reunião, a não ser com contributos no seu âmbito, é globalmente mauzinho.
Uma barraca com uns cartazes e uns donativos do povo, e mais de um terço para pagar as técnicas, as viagens, refeições e estadias das mesmas, quase 40%, dos cerca de 100.000 do projecto.
Não vai ser um Centro de Interpretação que interprete, como foi manifesto na reunião, o estado comatoso da Lagoa, que exerça, no âmbito informativo a função de espinho nos poderes vários que a tem deixado morrer, esgotos mal ou não tratados, dragagens mal feitas e bem pagas, florestação absurda, empreendimentos turísticos deslocados, delapidação do património por construções ilegais, etc, etc.
Não irá ser um centro com recurso a novas tecnologias, seja no procedimento da construção, que deveria ser ele próprio inovador e usando tecnologias passivas e alternativas e ter, e não me digam que é caro, quais 30.000 euros chegavam e pagava os custos do trabalho, para ter dois ou três écrans interactivos para usufruto dos visitantes e poderia, esse sim ser um ex-líbris para a Lagoa.
Vamos ver se com a nova direcção da Liga, e irei informar pessoalmente o seu Presidente, com mais empenho do Conselho da Cidade que não pode remeter-se à passividade, e com as energias que encheram a Biblioteca numa noite muito chuvosa, isto vai para a frente.
E como me dizia o meu velho amigo José Carlos Faria o que é preciso é salvar a Lagoa ou não haverá nada para interpretar! A velha contradição entre as forças produtivas e as relações de produção!#

E não esqueçam, há outro Orçamento em vista:
e o vosso voto é fundamental! 
Depois, depois se verá!

quinta-feira, junho 07, 2018

Leio que um abrandamento de 1% da velocidade automóvel reduz em 4,6% o número de fatalidades.
Espero para ver se projecto para fazer essa ( a redução da velocidade e o papel dos burros para essa dita) que apresentei ao Orçamento Participativo de Portugal e sobre o qual tive que apresentar reclamação volta aos eixos ou terei que o retirar.
Neste número do Magazine Littéraire, também além de uma série de assuntos de grande interesse, um artigo que me leva, de volta a um livro de excepção,
e na importância deste para tratar as feridas de um Paris em choque.
Ontem ao ver na RTP um programa sobre o livro #Lisboa, triste e alegre# e a excelente exposição no Museu da Cidade, também pensei nisto, tudo.

sexta-feira, julho 21, 2017

Está a decorrer, com informação e publicidade quase nula, ou seja estão a matar o que pode ser uma excelente forma de desenvolver cidadania o orçamento participativo nacional.
Não tenho dúvidas que é, talvez, mais importante que muito ruído e poluição visual que já enche o nosso espaço público com umas carantonhas que dispensaríamos de voltar a ver ( só julgamento ou novamente no caminho do xilindró!), mas vivemos tempos complicados.
Participar neste processo é de grande importância.
Votei no Jardim de Borboletas a nível nacional, sou um devoto desse precioso e útil insecto e, como não podia deixar de ser num excelente projecto de valorização ambiental de um espaço único, onde infelizmente se continua a enterrar dinheiros públicos numas dragagens sem fim (apoiadas até por pessoas e entidades que se deveriam preocupar com a sustentabilidade e o ambiente, como esta semana os Verdes), quando se deveria equacional outros processos para manter a ligação da Lagoa ao mar, fosse com investimentos em ID&D e concursos internacionais para projectos.
É um  projecto apoiado pelo Conselho da Cidade de Caldas da Rainha, de que faço parte, e pode-se apoiar/votar aqui:
https://opp.gov.pt/projetos/todos/268-centro-de-interpretacao-para-a-lagoa-de-obidos 
claro que por este link pode chegar a outros projectos e ao das borboletas.
Votem. Votem!!!