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quinta-feira, março 15, 2018

Não é de
que venho falar.
Isto:
https://ionline.sapo.pt/artigo/603985/livrarias-independentes-a-brecha-que-persiste-e-a-urg-ncia-de-um-leitor-ativista-?seccao=Mais_i
é uma notícia trágica, que será ainda mais grave se se concretizar o que sei pode acontecer a algumas das mais reputadas livrarias independentes do nosso país e da nossa cidade.
Espero que tenha sido só boato, embora tenha sido de um dos editores independentes do nosso mundo.
De facto chorar sobre leite derramado é uma das nossas características. Eu confesso que deixei de comprar livros em português, com o novo acordo, e que só sou cliente de livraria francesa e em Espanha, onde vou duas vezes ao mês.
Inglês ás vezes encomendo.
Acabei com a Amazon, depois de ter sido roubado por essa, dois livros pagos e nem recebidos nem ressarcidos, acabei com a FNAC, hoje uma loja que parece a do chinês e só entro naquelas em risco, que não nomeio, mas são outras que não supermercados de porcaria editada, como a Bulhosa e cia.
Livrarias onde nos possamos instalar a tomar um copo e a conversar, onde possamos folhear antes de comprar, onde possamos realizar tertúlias e apresentações, e onde haja livreiros que conhecem os livros e não só de os palpar, essas vão sendo raras.
Vamos dar-lhes uma olhada e carinho.
 esta a excelente Livraria de Viagens, a S.Bento. Onde o corpo e o espírito não param...

segunda-feira, setembro 15, 2014

Força de hábito pedi um pastel, aliás 2, de nata.
O simpático empregado corrigiu. aqui não há, só pasteis de belém.
Únicos:
num tempo chuvoso, entre duas cargas de água, o passar da tarde, um chá e dois pastéis (de belém), para a mesa do canto.

sábado, agosto 16, 2014

Ia hoje visitar o  Museu de Arte Popular, em Belém.
Estava lá uma muito simpática funcionária e um securitas...
o Museu,
apesar de ter directora ( paga segundo a função, como é obvio!), apesar de ter espaço (ocupado por uma instalação ridícula! uma cadeira de baloiço que até... virei...), apesar de ter uma loja (com alguns produtos interessantes), o Museu, que já foi uma referência e onde nos breves momentos que lá estive entraram cerca de 10 vistantes!....
não existe, está totalmente, totalmente... vazio!
É um espaço todo, todo vazio, expurgado de todo o seu património, à espera de camartelo???, ou de Godot????
Ao pé está, ou melhor continua, a definhar o jardim das cerejeiras, oferta do Japão à C.M.L., que chegou a motivar intervenção minha em reunião da vereação... e que apesar das promessas do sr. Fernandes... continua a definhar, a definhar...
Este é o país que temos!
Valeu, ao pé, também, a simpatia do empregado dos pastéis de Belém, e é claro a meia dúzia deles!