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segunda-feira, agosto 16, 2010

25,5 M€ para os cruzeiros em Santa Apolónia?




Estas são algumas das imagens vindas a público do projecto de Carrilho da Graça para aquilo que se designou chamar novo terminal de cruzeiros de Santa Apolónia. Os "bonecos" desta vez são bem melhores do que o famigerado "boneco" defendido pelo anterior APL para o local, e que foi travado pelos cidadãos em boa hora. As imagens trasmitem a habitual frescura de verde que, como se sabe, raramente, vê a realidade para lá do monitor de CAD/CAM. Os edifícios são tipicamente CG.

Põem-se duas questões:

1. A revogação da prorrogação da exploração do TCA, aprovada recentemente pela AR não inviabiliza, à partida, tudo quanto decorra dessa mesma actividade e, portanto, a desafectação dos terminais de cruzeiros de Alcântara e Rocha Conde d'Óbidos, o que indirectamente ilegaliza os procedimentos para o futuro terminal de cruzeiros em apreço?

2. Este projecto do Arq. Carrilho da Graça, independentemente de tudo o resto, irá a debate público,
right?

terça-feira, março 16, 2010

Et-voilà

sexta-feira, maio 08, 2009

A "guerra" não terminou


Sobre as notícias que por aí circulam acerca dos caixotes mais conhecidos de Lisboa, e de que a Margarida deu há pouco conta, aqui fica a nota de imprensa do Fórum Cidadania Lx, desde ali mesmo ao lado.

sexta-feira, novembro 21, 2008

Mais contentores


Nesta coisa da triplicação do terminal de contentores de Alcântara, a coisa mais curiosa, caricata, mesmo, é que toda a gente reconhece (pró e contra) que aquela é apenas a solução mais baratinha e mais fácil e rápida de resolver o problema da APL. Ou seja, que daqui a 30 anos, se esta prorrogação for avante, os que ainda estiverem (e Deus queira que sejam muitos) e os que hão-de vir ('há-dem') terão o mesmo problema pela frente, só que agravado de três realidades inquestionáveis:

1. O esgotamento completo e de facto (que aliás será uma realidade bem antes) do TCA, entretanto triplicado.

2. A necessidade em construir de raiz noutro sítio (Lisnave?) um novo terminal de contentores.

3. O aumento exponencial dos custos de tal investimento que dos mil milhões previstos hoje, passarão a biliões nessa altura.

Seja como for: não há direito que se perca uma oportunidade como a presente para se fazer um investimento de fundo, com cabeça, tronco e membros, e se enxote para as gerações futuras esse encargo. Mais uma vez, é uma solução à portuguesa, 'provisória'. Quem paga?

quinta-feira, janeiro 10, 2008

APL vai ser osso duro de roer...

Essa é a conclusão do que ouvi ontem na conferência que a Sociedade de Geografia de Lisboa organizou em torno do presente e futuro do Porto de Lisboa, leia-se APL, que é disso que se trata. Pelo seu representante máximo, ouviram-se coisas curiosas como:

'É fantástico como de um boneco se fez tanta manobra política'.
'O terminal em Alfama é para ir avante'.
'Tenho vergonha quando os passageiros de cruzeiros deluxo chegam a Lisboa e ficam horas no SEF dos terminais de Alcântara e Cde. Óbidos'.
'Os contentores são a nossa maior preocupação'.
'Faço mea culpa do estado calamitoso dos ancoradouros de barcos tradicionais, em Alcochete, etc.'.
'A APL gere uma ínfima parte da frente ribeirinha, descontado o território de pura actividade portuária'

e, na assistência, ainda houve tempo para ouvir um ex-funcionário da APL dizer que 'ninguém espera que nos locais de actividade portuária haja pessoas a passear o seu cãozinho'.

Muito mais interessante foi, isso sim, ouvir um senhor de idade avançada comentar que 'a hora era de low cost e que também o era para os navios de cruzeiro' pelo que não percebia como era possível que se quisesse inflaccionar em muitos milhares de contos a presença de navios de cruzeiro em Alfama, onde será gasta mais de 1h em manobras de atracagem; quando o que os turistas o que visitam em Lisboa é a zona a ocidente - Museu Arte Antiga-Coches-Belém-etc. e ... além do mais, havia o perigo iminente de acidentes entre cacilheiros e cruzeiros ... recordou, até, que o único acidente que ocorreu até hoje foi exactamente com um cacilheiro, por causa das constantes idas e vindas de cacilheiros.

Enfim... até ao fim do ano haverá mais batalhas, pois já se percebeu que não só vai haver mais episódios da novela 'terminal de cruzeiros', como se prepara já uma novela para o terminal fluvial Sul Sudeste.

Não cheguei a perceber foi porque tem direito a APL a arrendar terrenos para a construção dos edifícios da AESM ou o OET, no Cais do Sodré; ou porque patrocina a construção de hotéis e centros comerciais. A APL tem que se metida nos eixos, e isso vai custar MUITO, pois está mal habituada ... está habituada a legislação do séc.XIX.

quarta-feira, outubro 03, 2007

Ainda o defundo terminal de cruzeiros

Lisboa parece estar no bom caminho. Mas, não acho que haja necessidade de um novo terminal de cruzeiros, muito menos entre o Terreiro do Paço e Santa Apolónia, não só porque a haver um novo, nada melhor que o construir a montante de Santa Apolónia, como pelo facto de já existirem em Lisboa duas gares marítimas (Alcântara e Rocha de Conde d'Óbidos - pretende-se que Alcântara-Mar se transforme num mega-armazém de contentores a céu aberto? ), bonitas, bem localizadas e passíveis de serem adaptadas aos paquetes de grande dimensão. Porquê e para quê um novo terminal?

Por outro lado, convém não esquecer a «lição do modelo Expo», ou seja, é bom para a cidade que a CML passe a deter jurisdição da frente rio, mas não pode ceder à urbanização desenfreada. A frente rio é para estar livre, permitindo o seu acesso e fruição pelas pessoas, e não para ser objecto de construções que atentem contra esse acesso, interfiram com o sistema de vistas da cidade e do rio, ou desvirtuem a malha urbana daquela zona da cidade.

quarta-feira, setembro 26, 2007

Amanhã,


O Carmo e a Trindade ... não vai cair!

sexta-feira, abril 20, 2007

Olha o novo terminal de cruzeiros!



Vamos ter um muro de 600m de comprimento e 8m de altura, desde o terminal de Santa Apolónia até à Alfândega? Então e o sistema de vistas? E o acesso à frente ribeirinha? E a Baixa-Chiado?

Texto alterado
Fonte: Público