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quarta-feira, junho 28, 2017


Uma espelunca do piorio

1-    tenho uma longa tradição de utilização, do por demais inútil, livro de reclamações, que aliás já reclamei várias vezes junto de diversas autoridades a sua supressão.
2-    Das mais de 100 vezes que o preenchi houve, todavia,algumas consequências,. Quando a SolTrópico me roubou 30 euros, embora tenha tido que ir até ao tribunal arbitral e visto a inutilidade do tal, untado pelas agências, Provedor do Cliente, fui ressarcido, ainda com  ameaças de novas acções por essa empresa dos tais 30. Escusado é dizer que gastei muito mais que esses que me tinham roubado. A SolTrópico não esqueçam rouba os clientes!
3-    Vários restaurante fecharam devido às minha queixas, embora só  de um me tenha chegado a notificação que pagou 300 e tal euros pela falta de higiene da cozinha, ainda que a principal queixa fosse das carnes ( qualidade) e do serviço.
4-    Não refiro aqui o vigarista que faz de juiz ( jubilado) do tribunal arbitral do consumidor de Lisboa porque em relação a esse há um dossier de queixas volumoso, e até foi contraditado pelo Banco de Portugal, num caso que me envolveu. Esse é outra despesa inútil, a que não há quem ponha cobro. ( mas para ele arredonda.)
5-    Pois hoje e já chamei a atenção da A.S.A.E. fui ao Chimarrão do Campo Grande.
Deve ser fechado com urgência. E nem sequer é pelo serviço labrego, e sem um mínimo de qualidade. As carnes devem ser daquelas interditadas para saírem do Brasil e que chegaram cá clandestinas, intragáveis e ainda por cima, para disfarçar num espeto inconcebível e absolutamente in-comestível.
É com uma diarreia colossal que escrevo esta prosa.
Mau, mau, muito mau.
Outro estabelecimento a fechar!

quarta-feira, outubro 14, 2015

Trago aqui uma estória que tenho divulgado em várias listas. Tem moral e propostas políticas!
O boneco é uma "charge" sobre o bom consumo, seja lá isso o que seja....
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Tenho, por experiência directa, a pior das impressões pelas arbitragens de consumo.
Em Lisboa tem técnicos capazes e um traficante a fazer justiça. Um personagem, que me disseram ser juiz reformado e que está manifestamente na mãos das empresas que chegam a julgamento. Basta referir que deu por inocente um banco por uma traficância que posteriormente até, até o Banco de Portugal condenou, mas ele foi certamente abonado e noutro caso, inenarrável deu por inocente uma empresa a 5 à Sec que tem chusmas de queixas de clientes!, pois não é que não podiam saber, segundo esse cómico, que não podiam usar lixívia num fato de linho! Inocentes e roupa lavada para o dito, certamente.
Bom isso foi no Tribunal de consumo do Centro de Arbitragem do mesmo.
Ainda tentei que a CML, quando estive de vereador, se visse livre desse incomodo, mas sem sucesso, continuamos a dar de comer ao dito.
Agora o caso, já aqui o referi, meteu o Sr. Vera Jardim, na qualidade de funcionário pago das Agências de Viagens *, com o título de provedor do cliente, ou seja fazer de conta que responde  a estes sendo pago por aquelas. Tenho estima pelo Sr. que não deve saber as inutilidades, pagas, que tem ao seu serviço, é um verbo de encher.
Pois achou que um duplo pagamento não era da sua competência, porque um profissional (não o somos todos os consumidores que não estão desempregados?) não era um cliente das mesmas (quando a viagem foi particular e paga do meu bolso!).
Faça boas viagens, pagas, pelas agencias que o empregam.

Pois hoje estive na comissão arbitral do Instituto do Turismo. É notável e assustador.
Por um duplo pagamento de 25 euros, que a Sol Trópico, finalmente reconheceu e se dispôs, finalmente é certo, a devolver, mas não só, reúne uma comissão, que já tinha perdido muito tempo tanto quanto me apercebi, antes a discutir este caso*, durante quase uma hora com este caso, não vá a indemnização aos cidadãos exportelados criar algum mau precedente!.
Paga pelo meu bolso e de todos nós a Sra. Ângela Gomes do Instituto de Turismo, outra técnica do mesmo com problemas de audição, uma funcionária do Instituto do Consumidor, uma agente da multinacional de venda de tablets DECO e a patroa do Sr. Vera Jardim (5, 5, funcionárias) perderam (ganharam as ajudas de custo!) e fizeram-me perder o mesmo, assim como ao director da Sol Trópico, para não decidirem nada 1 hora mais outras tantas com o caso (estamos a falar de 25 euros e o castigo que entenderem à Sol Trópico pelo tempo perdido, sendo que o simpático director da dita me referiu que iria investigar quem tinha borregado nessa e gerido este assunto, dos 25, com os pés e devolver os tais).

Bom já passei um bom tempo e diverti-me q.b., confirmei a ignorância brontosaúrica que nos governa e a incapacidade de resolver celeremente um caso absolutamente trivial. Já ganhei para o meu tempo perdido.

* Inacreditável que toda a correspondência trocada com o tal funcionário ( do Vera Jardim) das Agencias de Viagens era do conhecimento de todos os membros desta comissão!!



Nota
Gosto de apresentar alternativas quando discordo de situações....
1-    Acabar com estas mordomias e traficâncias de $ e interesses.
2-     Criar e simplificar uma pequena comissão, verdadeiramente independente para resolver estas situações e ou
3-    Pôr  fim a estas comissões (sem criar + um grupo de estudo) e integrar estes casos nos “tribunais” de paz (esses totalmente independentes!)
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quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Já escrevi, em diversas sedes, sobre a absoluta e completa inutilidade do Livro de Reclamações, que é só um registo para desabafarmos e que não tem a mínima, a mínima das consequências, seja em termos de sanções, seja sequer em termos de análise dos casos apresentados ( há 6 anos apresentei queixas várias ao Banco de Portugal descrevendo manigâncias do BES... e... nada...), mas seja da Vodafone, seja da Sol Trópico, seja de restaurantes ou health clubs, seja do que seja que reclamem, o destino é o mesmo, a reciclagem, se houver ...

Acabar com os livros de reclamações e criar um sistema eficaz de resposta à cidadania é um desiderato que com associações de consumidores co-optadas por empresas, provedores do cliente que dependem ... do objecto das queixas, aqui:http://signos.blogspot.pt/search/label/Vera%20Jardim, seria uma medida de economia e saneamento de um sistema corrupto a todos os níveis.

Já estive inclusivé, por duas vezes no Tribunal Arbitral de Lisboa (que é pago por nós, C.M.L.), onde num caso um jubilado a fazer de conta de juiz mostrou "dotes", (nesse  caso o Banco de Portugal até me daria razão e impôs uma coima ao BCP), esse sr. deve ter sido sugestionado...  até deixou os funcionários  desse banco admirados... com a sua desfaçatez.
No outro, o mesmo jubilado!, deve ter ficado com limpeza de fatos à borla para o resto da vida... então não é que depois de me destruirem um fato, por uso inadequado de materiais no processo de limpeza, a 5 à sec, saíu... limpinha, da Silva

Mas conforme podem ler no surrealista caso acima viajado, este país só lá vai com uma limpeza de caixão à cova.

P.S.
Recebo do serviço do Provedor (certamente pago também pelas ditas) das Agências de viagem este mimo : "o Provedor apenas poderá apreciar reclamações que sejam dirigidas por Consumidores (ou seja fora da sua actividade profissional)" , ou seja um profissional (esteja ou não no exercicio das suas funções... e não somos todos???) não é, não é consumidor!
Surreal e do melhor. Anda Vera, anda!!! não te desfaças dessa gente....