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sábado, junho 16, 2018

Ainda em Zamora....
um fantástico relógio de Sol.
E
O Merlú, estátua das pares de congregantes que tocam a reunir a Confraria de Jesus Nazareno na Semana Santa, para o desfile.
Em Zamora há inúmeras estátuas dos seus personagens. Estes são fantásticos.
Zamora tem um turismo notável, bem apresentados os monumentos e a história...
e não tentando construir museus artificiais...
aqui os três moinhos bem recuperados, que deram vida a diversas funções...

sábado, agosto 12, 2017

Tenho a maior simpatia, e mesmo amizade com alguns dos seus membros, pelo Fórum Cidadania Lx. Deles recebo hoje um comunicado sobre Turismo, que me permito transcrever as recomendações:
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Fórum Cidadania Lx apela à Câmara Municipal de Lisboa e ao Governo que se inicie, de imediato, uma acção de diagnóstico tendente ao desenho de um plano e calendarização de acções concretas que permita, por um lado, salvaguardar e promover a qualidade de vida dos seus habitantes, conciliando-a com a promoção das actividades económicas ligadas ao turismo e reabilitação urbana, procurando que potenciar os efeitos positivos e mitigar os efeitos negativos que ambos os interesses possam provocar um no outro.

Permitimo-nos desde já
 sugerir:
À Câmara Municipal de Lisboa, o uso dos seus poderes legais na gestão do espaço público, no sentido de limitar (não elimina​r) ou reforçar a exigência nos impactos (não eliminar) da implementação ou desenvolvimento de determinadas actividades económicas, nas zonas mais sensíveis da cidade, como sejam as zonas históricas ou classificadas, potenciando outras zonas da cidade, como sejam na definição de usos em planeamento urbano, condicionamento ou reorganização da circulação e cumprimento de níveis de ruído, e, obviamente, a necessidade de se preservar o edificado, uma vez que a cidade de Lisboa foi classificada pela própria CML como sendo toda histórica;
Ao Governo, a título de exemplo, uma política de arrendamento e reabilitação urbana, que permite a coexistência e disponibilidade de arrendamento de longa e curta duração, bem como a preservação do edificado e dos conjuntos urbanos;
Ao Governo e à Câmara Municipal de Lisboa, a promoção de transportes públicos, que permita a circulação de locais e visitantes na cidade, sustentando e economia mas não prejudicando a preservação da cidade, e diminuindo a pressão do transporte turístico.
O futuro de Lisboa, enquanto cidade para os lisboetas e para os seus visitantes depende do que agora for preparado e decidido. 

Se nada for feito, será tarde de mais para salvaguardar, adequadamente, a economia da cidade e os seus habitantes.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Nuno Caiado, Miguel de Sepúlveda Velloso, Beatriz Empis, Maria do Rosário Reiche, Rui Martins, Virgílio Marques, Carlos Moura-Carvalho, Luís Mascarenhas Gaivão, Fernando Silva Grade, Jean Teixeira, Júlio Amorim, Nuno Castelo-Branco, João Oliveira Leonardo, Guilherme Pereira, Fátima Castanheira
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Os bold são meus e é para assinalar onde, do meu ponto de vista, o Fórum erra.
Nas vésperas da campanha autárquica deveria o Fórum ser mais incisivo e ter amadurecido mais esta posição e nem sequer refiro, porque é matéria de outra discussão o preâmbulo que considero de enorme optimismo, na linha de algumas posições dominantes na C.M.L.
Fazer uma proposta introduzindo a sua negação é um nonsense, assim como introduzir nesta um exemplo, que ainda por cima não tem um mínimo de realidade e prática. Já falar sobre a praga que é um chamado transporte turístico, sem equacionar a sua reformulação e mesmo supressão em certas zonas, parece na linha do tal apoio subliminar ( e esperem para ver se não está, com igual vacuidade, nalguns programas eleitorais!) Há que cortar pela rama ou volta a crescer igual.
Finalmente este depende, remete para o pensamento do divino, que me parece desajustado da prática política.
O Fórum que tem sido o defensor e ouso mesmo dizer deveria empenhar-se em constituir-se em Lisboa como Conselho da Cidade desta vez deveria ter amadurecido mais a sua posição.
O turismo desregrado, e aqui tenho apresentado algumas propostas, dá cabo da cidadania, do espaço e da vida neste. Em Lisboa e não só em Dubrovnik !!!!!

sábado, julho 01, 2017

Aumentar a taxa? sobre o turismo, penso que é o caminho para uma solução para o principal, o que se arrisca a ser o problema principal de Lisboa, como já o é de Barcelona e está expresso neste artigo de hoje do El Pais:
http://elpais.com/elpais/2017/06/28/opinion/1498657850_871205.html
o turismo é, converteu-se numa praga, e não é só em Albufeira.
Temos que o limitar, um rastreamento adequado dos "hostéis" que polulam, uma limitação do arrendamento local, e a taxa, a tal taxa que deveria X por 3, pelo menos.
Só assim começaremos a diminuir esta praga, que dará cabo da tal galinha.

sexta-feira, outubro 30, 2015

Deviam pintar a cara de preto, mas devem ser inocentes, as senhoras:
Angela Gomes do Turismo e Portugal
Patricia Rocha da APAVT
Isabel Costa da DGC
Ana Martins da DECO e ainda
a sra
Teresa Soares do Turismo,
depois de 10 dias de deliberações, certamente sempre a facturar, decidiram que o pagamento que fiz em duplicado me deve ser devolvido. Hurrah, hurrah. 25 euros!!!
Num acordão em 6, seis, repito seis páginas!
UM processo que em contas por alto deve ter ficado em cerca de 5 mil euros, cinco mil!, foi decidido uma coisa tão simples, em que até o agente de viagens Nuno Anjos, acordou!, que devia ser ressarcido de um pagamento em duplicado. da responsabilidade da Sol Trópico.
Depois de um tal Vera Jardim, avençado das agências de viagens, se ter declarado incompetente, sim incompetente, para analisar esta situação.
Isto é notável. E mais notável ainda é que esta decisão tenha tido o voto contra da APAVT e... pasme-se da DGC.
Dá vontade de usar aquela palavra divertida tão usada pelo Arnaldo de Matos, mas sou bem educado.


quarta-feira, outubro 14, 2015

Trago aqui uma estória que tenho divulgado em várias listas. Tem moral e propostas políticas!
O boneco é uma "charge" sobre o bom consumo, seja lá isso o que seja....
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Tenho, por experiência directa, a pior das impressões pelas arbitragens de consumo.
Em Lisboa tem técnicos capazes e um traficante a fazer justiça. Um personagem, que me disseram ser juiz reformado e que está manifestamente na mãos das empresas que chegam a julgamento. Basta referir que deu por inocente um banco por uma traficância que posteriormente até, até o Banco de Portugal condenou, mas ele foi certamente abonado e noutro caso, inenarrável deu por inocente uma empresa a 5 à Sec que tem chusmas de queixas de clientes!, pois não é que não podiam saber, segundo esse cómico, que não podiam usar lixívia num fato de linho! Inocentes e roupa lavada para o dito, certamente.
Bom isso foi no Tribunal de consumo do Centro de Arbitragem do mesmo.
Ainda tentei que a CML, quando estive de vereador, se visse livre desse incomodo, mas sem sucesso, continuamos a dar de comer ao dito.
Agora o caso, já aqui o referi, meteu o Sr. Vera Jardim, na qualidade de funcionário pago das Agências de Viagens *, com o título de provedor do cliente, ou seja fazer de conta que responde  a estes sendo pago por aquelas. Tenho estima pelo Sr. que não deve saber as inutilidades, pagas, que tem ao seu serviço, é um verbo de encher.
Pois achou que um duplo pagamento não era da sua competência, porque um profissional (não o somos todos os consumidores que não estão desempregados?) não era um cliente das mesmas (quando a viagem foi particular e paga do meu bolso!).
Faça boas viagens, pagas, pelas agencias que o empregam.

Pois hoje estive na comissão arbitral do Instituto do Turismo. É notável e assustador.
Por um duplo pagamento de 25 euros, que a Sol Trópico, finalmente reconheceu e se dispôs, finalmente é certo, a devolver, mas não só, reúne uma comissão, que já tinha perdido muito tempo tanto quanto me apercebi, antes a discutir este caso*, durante quase uma hora com este caso, não vá a indemnização aos cidadãos exportelados criar algum mau precedente!.
Paga pelo meu bolso e de todos nós a Sra. Ângela Gomes do Instituto de Turismo, outra técnica do mesmo com problemas de audição, uma funcionária do Instituto do Consumidor, uma agente da multinacional de venda de tablets DECO e a patroa do Sr. Vera Jardim (5, 5, funcionárias) perderam (ganharam as ajudas de custo!) e fizeram-me perder o mesmo, assim como ao director da Sol Trópico, para não decidirem nada 1 hora mais outras tantas com o caso (estamos a falar de 25 euros e o castigo que entenderem à Sol Trópico pelo tempo perdido, sendo que o simpático director da dita me referiu que iria investigar quem tinha borregado nessa e gerido este assunto, dos 25, com os pés e devolver os tais).

Bom já passei um bom tempo e diverti-me q.b., confirmei a ignorância brontosaúrica que nos governa e a incapacidade de resolver celeremente um caso absolutamente trivial. Já ganhei para o meu tempo perdido.

* Inacreditável que toda a correspondência trocada com o tal funcionário ( do Vera Jardim) das Agencias de Viagens era do conhecimento de todos os membros desta comissão!!



Nota
Gosto de apresentar alternativas quando discordo de situações....
1-    Acabar com estas mordomias e traficâncias de $ e interesses.
2-     Criar e simplificar uma pequena comissão, verdadeiramente independente para resolver estas situações e ou
3-    Pôr  fim a estas comissões (sem criar + um grupo de estudo) e integrar estes casos nos “tribunais” de paz (esses totalmente independentes!)
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quinta-feira, maio 31, 2012

Centenário do Turismo em Portugal

Sei que já passaram uns dias sobre o fim das comemorações do Centenário do Turismo em Portugal, mas não queria aqui deixar de dar os parabéns ao programa de eventos e festividades que percorreu o país de lés a lés, e a Jorge Mangorrinha, pois, então, que o conduziu. Eu, se mandasse, poria um enfoque especial em duas coisas: na oferta romântico-revivalista e nos azulejos, e fundindo os dois, na oferta termal de há cerca de 100 anos, tão espectacular quanto olvidada (veja-se o estado deplorável do Hotel Salus, por ex., em Vidago). Lisboa e o C&T estão-lhe gratos pelo memorável congresso do centenário realizado na Sociedade de Geografia de Lisboa e pelas iniciativas, quantas vezes infrutíferas, em defesa do Azulejo.

quinta-feira, setembro 24, 2009

Jóia jornalística saída numa revista brasileira de turismo, sobre Lisboa:


Revista Turismo & Negócios - Maceió, Brasil





Fonte: VM

quinta-feira, setembro 03, 2009

Haja uma coisa bem feita!





Um desdobrável em papel reciclado, que faz mais por Lisboa do que muitos departamentos juntos. Espero que a este folheto se sigam muitos mais, e que se edite as respectivas versões em inglês. De parabéns, estão os responsáveis pela edição, quem escreveu os textos e, sobretudo, quem teve a ideia.

terça-feira, outubro 02, 2007

Lisboa, capital de turismo?

Sábado passado, às 14h30, enquanto turistas e alfacinhas saboreavam a comidinha boa de conhecida pizzaria na respectiva esplanada da Rua do Jardim do Regedor (aos Restauradores), um carro do lixo recolhia o dito cujo como se o fizesse de madrugada (que devia fazer!), ou seja:

Enquanto um homem pegava nos caixotes deixados na rua e os rebocava, deixando cair aparas de lixo, aqui e ali, o carrão do lixo aguardava-o, estacionado na boca da rua, junto àquele edifício da CGD que une o Rossio aos Restauradores (e que irá ser transformado em hotel...), com o motor ligado e respectivos escapes voltados para ... a esplanada. Como se isso não bastasse, o motorista do carro e um outro homem da CML discutiam, alegremente e em voz alta, a antecipação da jornada futebolística desse dia. Lisboa, capital de turismo? LOL.