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quarta-feira, setembro 08, 2010

Barómetro ACA-M da Mobilidade em Lisboa-SETEMBRO


Barómetro ACA-M da Mobilidade em Lisboa

POSITIVO
Menos Poluição
O vereador da Mobilidade da Câmara de Lisboa, citado pelo Dn, informou que serão introduzidas na Baixa medidas para reduzir os níveis de poluição do ar e do ruído, nomeadamente, novos autocarros menos poluidores, pavimentação que absorve o ruído e um sistema de semaforização que permita uma condução mais ecológica, impondo uma velocidade constante até aos 40 qulómetros/hora.
Enquanto aguarda a concretização das medidas anunciadas, o Barómetro da Mobilidade aplaude a boa nova.
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NEGATIVO
Esplanadas sem regulamentação
A falta de fiscalização e de regulamentos adequados obre esplanadas tem vindo a criar mais dificuldades aos peões. A acrescentar aos buracos na calçada, à publicidade desnorteada, às viaturas nos passeios e aos diversos obstáculos que vai encontrando na passagem, o caos no ordenamento das esplanadas tornou-se outro empecilho para quem anda a pé. E os mais frágeis, senhores?

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Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados)
.JORNAL DE LISBOA SETEMBRO AQUI:






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JdL#32

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Barómetro da mobilidade Fevereiro 2010



BARÓMETRO DA MOBILIDADE Fevreiro 2010

Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados) por Miguel Atanásio Carvalho

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POSITIVO:
Partilha das faixas BUS com as bicicletas

Uma das propostas vencedoras no Orçamento Participativo prevê o alargamento das faixas BUS de modo a estas serem compartilhadas com bicicletas. Estas, tal como os autocarros, não causam
congestionamento, merecendo por isso um tratamento especial. Embora seja uma medida complicada, a sua escolha mostra que a bicicleta entrou finalmente na discussão de mobilidade.
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NEGATIVO
Excesso de estacionamento à superfície

Para lá do omnipresente estacionamento ilegal, há que começar a pensar na excessiva oferta de estacionamento legal que existe nas ruas de Lisboa. Indo contra as boas práticas de mobilidade
urbana, Lisboa tem provavelmente o maior número de lugares por quilómetro quadrado na Europa. Incentiva ao uso e à posse de automóvel, causa congestionamento e rouba espaço ao peão e outros usos do espaço urbano.


JORNAL EM pdf AQUI:


Outros barómetros aqui

domingo, dezembro 06, 2009

BARÓMETRO DA MOBILIDADE DEZEMBRO 09

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Dezembro 2009.Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados)..

POSITIVO:
Ciclovias, uma boa ideia.
A construção de ciclovias em diversos locais da cidade. A intenção é positiva e não duvidamos que a vontade seja sincera
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NEGATIVO:
Mais segurança
A construção de ciclovias em diversos locais da cidade. É um perigo fazê-las sem introdução prévia de medidas de acalmia de tráfego e sem alteração prévia da semaforização do sistema Gertude. Por outro lado, é irresponsável fazê-las sem atender aos regulamentos nacionais e internacionais próprios. Ocupação de zonas pedonais (Av. Brasil), colocação de muretes de cimento (Telheiras), pintura de chevrons em arruamentos com uma única via (Benfica), são apenas alguns dos muitos erros de concepção das novas ciclovias.
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JORNAL DE LISBOA AQUI:

JdL#23
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OUTROS BARÓMETROS

sábado, novembro 07, 2009

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Novembro 09

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Outubro 2009.Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados).. (Autoria: Carlos Mendes)
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POSITIVO
Ciclovia em Benfica
A ideia de uma ciclovia em Benfica. Recentemente, apareceram nas estradas de Benfica marcações indicando faixas para circulação de bicicletas. As marcações, além de apontarem caminhos possíveis para outras zonas periféricas da cidade, sinalizavam também a aproximação de eleições autárquicas e pretendiam provar a existência de políticas de mobilidade na cidade. Com um traçado discutível e rara utilização por ciclistas, assemelham-se sobretudo a uma intervenção artística em grande escala no asfalto — arte “pública” intrigante para peões e condutores — ou a uma campanha “de sensibilização”, mais do que serem capazes de alterar hábitos de circulação.
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NEGATIVO
“À la gardére”
O estacionamento sem regra não é excepcional em Benfica,onde vivo. Na cidade, tornou-se ubíquo, um quase património transmitido por gerações de automobilistas,sentido como um direito adquirido. Lisboa podia, sem nenhuma falsidade, ser promovida como
cidade amiga do automóvel e tolerante com os condutores. De qualquer modo, a Rua Professor Santos Lucas, paralela à Avenida do Uruguai, em que a profusão de carros estacionados na via dá a sensação de eterno engarrafamento,é uma ilustração muito eloquente da imobilidade das autoridades.
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Outros barómetros aqui
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JORNAL DE LISBOA
NOVEMBRO 09

quinta-feira, outubro 08, 2009

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Outubro 09


BARÓMETRO DA MOBILIDADE Outubro 2009
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Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados)..

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POSITIVO
Bem arrumadas
O estacionamento de motociclos. Finalmente em Lisboa, os motociclos têm lugar apropriado para estacionar, devidamente resguardado por pilaretes, não vão os carros (também) servir-se desse espaço.
Espera-se igualmente que automobilistas percebam que os motociclos não têm airbag.
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NEGATIVO

Zebras negras
O atravessamento em vias rápidas junto ao Eixo Norte-Sul. Quem desce a Av. Forças Armadas para entrar no Eixo Norte-Sul direcção Telheiras, encontra regularmente pessoas que descem pelas veredas (numa curva) e atravessam a via. Se ainda não aconteceu uma desgraça foi porque Deus não quis.

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JORNAL DE LISBOA-Outubro 09

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Outros barómetros aqui

quarta-feira, setembro 02, 2009

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Setembro 09

BARÓMETRO DA MOBILIDADE

Parceria Jornal de Lisboa e e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados).. por Ana Rita Moreira

Bem-estar
Passeios largos e bem arborizados, sombra suficiente, passadeiras curtas, pouco trânsito automóvel, comércio, esplanadas. A Av. Guerra Junqueiro está nos antípodas do exemplo seguinte, mas é um caso pouco comum de convivência racional entre peão e automóvel em Lisboa.

Gincana
No passeio da Av. 24 de Julho, entre a Av. D. Carlos I e o Mercado da Ribeira, uma distribuição despropositada de canteiros de árvores - bem no centro do caminho - e candeeiros, forçam o peão a fazer uma gincana para contornar os obstáculos. A maioria dos peões desiste e usa a estrada.

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Jornal de Lisboa

Edição de Setembro 09

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Barómetros anteriores aqui

sexta-feira, julho 10, 2009

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Julho 09

BARÓMETRO DA MOBILIDADE
Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados).
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POSITIVO
Alterações trânsito na Baixa
Apesar de continuar a faltar uma estratégia coerente e continuada de redução do número de carros na cidade, já é positivo a redução do número de faixas de rodagem entre o rio Tejo e o Terreiro do Paço. Melhor ainda é que a rua do Arsenal fica reservada exclusivamente ao uso de Transportes Públicos. Seria bom que a carris começasse a usar autocarros mais pequenos, menos ruidosos fora da hora de ponta e já agora a gás natural. Diminuiu o tráfego na Baixa, mas algumas das pequenas ruas nas proximidades sofreram um aumento do número de carros. Já agora, outra boa ideia: que fossem implementadas medidas na Baixa /Rua do Arsenal e Terreiro do Paço para que as velocidades não ultrapassem os 30 km/h e os peões tenham prioridade sobre os carros.
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NEGATIVO
Lisboa, só de GPS
Lisboa é uma cidade a necessitar de boas indicações de pré-sinalização. Bem sei que o GPS ajuda, mas não é para todos. Faltam placas a indicar ruas, bairros, locais turísticos, saídas, orientações a seguir, tudo pensado para ajudar o condutor a não dar voltas à cabeça nem à cidade. Já agora, onde encontrar a rua A, a avenida B, ou a igreja C nos Olivais? O tempo que se gasta. E gasolina? É fazer as contas...
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JORNAL DE LISBOA
JULHO 09

JDLjulho09
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segunda-feira, junho 01, 2009

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Junho 09

Edição de Junho 09 do
Jornal de Lisboa


edição de Junho do Jornal de Lisboa
edição de Junho do...
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BARÓMETRO DA MOBILIDADE - por Rogério Lopes Soares
Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados).




POSITIVO
Ainda há passadeiras que sobrevivem
...e que com o passar do tempo continuam a constituir-se como zona de pedonalidade segura.
Na R. Actor Isidoro encontramos uma das que ainda subsistem em Lisboa.
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NEGATIVO
Passadeiras sem (re)pintura
Numa zona central e movimentada da cidade, os peões desconhecem o chão que pisam.
Junto ao Saldanha, nas Av. Casal Ribeiro e Praia da Vitória a sinalização horizontal não é reposta há muito, ou seja, as passadeiras de peões estão quase ou mesmo literalmente apagadas. Por ser
"dado adquirido" a grande maioria dos lisboetas que por lá passa já nem sequer se apercebe disso, o que revela um conformismo e um sentir de inferiorização para o cidadão-peão.

sábado, maio 09, 2009

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Abril 09


BARÓMETRO DA MOBILIDADE - por Isabel Goulão
Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados).

POSITIVO

Não à ocupação
A campanha "Não pense só no seu umbigo" do movimento Passeio Livre (http://passeiolivre.blogspot.com/) contra a ocupação ilegal do espaço público que pertence ao peão, constantemente invadido pelo automóvel, "cidadão" prioritário na vivência da cidade.
Esta ou outras campanhas serão sempre bem-vindas para combater o laxismo dos cidadãos e a ineficácia conivente das autoridades.
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NEGATIVO
Alameda Universitária

Canos de água rotos, lixo, mato, pó no Verão, lama no Inverno, passeios invadidos por viaturas, passadeiras mal amanhadas, sinalização horizontal ignorada, mobilidade impossível a deficientes, um sem fim de problemas que torna aquele lugar inóspito e impróprio a peões e o qual, pela sua natureza, deveria inspirar dignidade e tranquilidade.
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JORNAL DE LISBOA ABRIL 09
Aqui:

quinta-feira, abril 02, 2009

BARÓMETRO DA MOBILIDADE


BARÓMETRO DA MOBILIDADE - por Ana Isabel Afonso
Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados).

POSITIVO
Alunos da Escola Alemã de Lisboa vestem-se de sinaleiros
Todas as manhãs podemos ver os alunos mais velhos da EAL, em Telheiras, a vestirem a pele de
sinaleiros (basta um colete reflector) e a controlarem o trânsito nas passadeiras. Protegendo-se a si próprios e aos seus colegas, em muito contribuem para a acalmia do tráfego a horas de impaciência. Esta iniciativa, simples e barata, poderia ser seguida noutras escolas.

NEGATIVO
Rua sem nome nem passeio

No cruzamento de uma rua sem nome, que se toma por quem desce do Campus de Benfica do IPL e que vai cruzar com o cimo da Av. Gomes Pereira, junto à estação de Benfica, em lugar de um passeio de peões existe um muro, a escassos centímetros do edifício contíguo, um velho armazém de móveis. Quem quiser por ali passar a pé (sobretudo alunos das escolas circundantes) vê-se obrigado a tentar o equilibrismo ou então a seguir pela estrada pois, de repente, o passeio acabou…

JORNAL DE LISBOA
EDIÇÃO DE ABRIL 09


JdL#15 abril
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domingo, setembro 07, 2008

Barómetro da Mobilidade por Maria Isabel Goulão

Positivo:
Acalmar os "aceleras"
A instalação de radares fixos, em especial o do túnel do Marquês, apesar de toda a controversia gerada pelas velocidades autorizadas, problemas com a cobrança de multas ou a sua localização. Poderiam ter sido tomadas outras opções como radares móveis, zonas de acalmia de tráfego ou instalação de semáforos, mas foi dado um sinal importante de que conduzir numa cidade não é o mesmo que conduzir numa auto-estrada.
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Negativo:
Proibido permitido

O estacionamento caótico nos passeios, nas passadeiras, nas curvas, em segundas filas e em zonas de proibição devidamente assinaladas. A displicência revela, pelo menos, um muito sui generis conceito de cidadania. E simplesmente ignora quem se desloca a pé, seja por obrigação, por necessidade ou por prazer. E egoisticamente pode impedir o acesso de ambulâncias ou bombeiros a quem deles necessitar.
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Primeira edição do "Barómetro da Mobilidade", uma parceria entre a ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados) e o Jornal de Lisboa.

segunda-feira, setembro 04, 2017

A fissão do atomo e a loucura dos homens, sobretudo do Kim e do Trump, deixa-nos à beira da guerra nuclear. A próxima será com pauzinhos, e não para comer sushi.
Entretanto temos os desastres climáticos, que nem esses entram na cabeçorra do tal louco, que colocam o ponteiro a um minuto do Armagedão.
Temos que continuar, além de dar a palavra e a energia dessa a agir e intervir. A reciclagem (onde está essa nos discursos autárquicos?), as micro-gerações (idem, idem), as hortas sociais e os contínuos destas e do verde urbano ( idem, idem), uma gestão social do urbanismo na linha do que se faz noutros países(idem, idem), a articulação entre municípios ( nem vê-la!!!), uma gestão de transportes equilibrada e introduzindo novos meios de locomoção ( nada, nada), comércio de proximidade a beneficiar de taxas diferenciadas ( népia, népia), um projecto cultural que envolva a sociedade e a economia( é preciso binóculos, embora a sociedade civil não pare!).
Bom e novas energias para os espaços municipais, desenvolvimento de eficiência energética na poder local, que é certo vai havendo por aqui e por ali, não é tão mobilizador, como os slogans disparatados  e fora de contexto e dos poderes municipais, e ainda por cima a ilusão de transformar estas eleições, locais e específicas num barómetro para o país.
Cada local, cada eleição, e está clara a minha discordância total com a incapacidade dos presuntivos legisladores de alterar um sistema absurdo e estruturalmente anti-democrático como são as eleições autárquicas, mas é cada local os programas são os mesmos, as iniciativas semelhantes, os vazios de ideias e projectos similares.
Aposto, pessoalmente, no máximo de renovação possível. O tempo corrói a gestão, cria lógicas de compadrio, a não ser que os personagens mudem e se altere o sentido e a estratégia.
Bom, mas estamos  no início do mês eleitoral, da campanha, que só, só começa (mas o país já está há muito cheio de carantonhas e painéis, alguns a atrapalhar o trânsito, a tapar paisagens e monumentos, para quando pormos fim a isto!???? proibir estes mamarrachos!) e não esquecemos a boa energia, de que a APREN gentilmente nos informa.
Nota:

Energia Fotovoltaica
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 597,4 kWh, o que permitiu abastecer todos os seus consumos, os electrodomésticos da cozinha, os pequenos electrodomésticos e a iluminação do vizinho.

Energia Solar Térmica

O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 16,43 m3 de gás natural, durante o último mês.

Energia Eólica
A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 18 % das habitações de Lisboa.  

quarta-feira, novembro 02, 2011

Mercados Municipais- Ases ou Trunfos?

Por JOÃO BARRETA

«A existir um baralho de cartas em que o motivo fosse o Comércio - em vez de Ouros e Espadas tínhamos Lojas Tradicionais e Mercados/Feiras, e no lugar de Copas e Paus, estariam Grandes Superfícies e Centros Comerciais, o Mercado Municipal, quando não fosse trunfo, seria com toda a certeza um dos quatro ases do espectro Comercial das Cidades.

Um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!


É certo que, mercê também da sua localização privilegiada, no miolo da Cidade, o Mercado é um equipamento comercial que deve ser encarado para além de um meio que visa garantir o abastecimento público das populações locais ao nível dos frescos e outros perecíveis. Tal abordagem, quiçá demasiado ingénua, rapidamente foi sendo complementada por visões mais comerciais, no sentido lato da “coisa”, ou seja, um negócio potencial para a Cidade, para a sua oferta de Comércio e Serviços, e até para a própria requalificação urbana e gestão urbanística.

Olhando à nossa volta, vemos (…) a Ribeira (Lisboa), o Bolhão (Porto), o 1º de Maio (Barreiro), o Manuel Firmino (Aveiro), o D. Pedro V (Coimbra), o 1º de Maio (Évora) e o Livramento (Setúbal). Se bem que em distintas fases do processo, temos a prova de que se está a fazer algo em prol dos Comércios (como diria Fernando Pessoa), neste caso dos Mercados Municipais.

A discussão acerca do presente e futuro de um Mercado, acaba sempre por se quedar, numa primeira aproximação, por aspectos que não fugirão muito a problemas de acessibilidade, estacionamento, condições hígio-sanitárias exigidas e a inevitável concorrência das médias/grandes superfícies.

A um outro nível, já se aborda a adequação dos horários de funcionamento, a redefinição do mix comercial, a fidelização da clientela, os serviços complementares a prestar (prévios, durante e/ou pós-venda), o marketing (interno, externo e/ou interactivo), etc… .

Noutro patamar da dita discussão, cuja abordagem implica maior poder e responsabilidade e capacidade de decisão por parte dos actores (entenda-se, Autarquias e Operadores/Comerciantes), já se fala de novos modelos de gestão (directa, indirecta ou mista), parcerias público-privadas, (re)engenharia financeira (financiamento público, privado, etc…), negociação (concessão/exploração, …), etc… .

Numa revista espanhola da especialidade (e em Espanha, o Comércio até merece honras de “especialidade” !), é feita referência ao sector (é a expressão utilizada) dos Mercados Municipais, identificando três classes de Mercados – aqueles que fazem com que as coisas ocorram, os que esperam que as coisas ocorram e os que se surpreendem com o ocorrido.

Obviamente que quem age, quem espera e/ou quem é surpreendido não são os Mercados, mas sim os tais actores que poderiam e deveriam contribuir para a reestruturação funcional e revitalização comercial de tal equipamento (formato) comercial.

O Mercado é uma boa parte da vida e da vivência da Cidade, constituindo um óptimo barómetro, não só do nível e da qualidade de vida das populações, mas também um fiel indicador do momento actual da actividade económica local.

Nas cartas, um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!»

segunda-feira, dezembro 06, 2010

O meu "barómetro da mobilidade" - a "cultura" da impunidade

Hoje de manhã, numa paragem da Carris.
'Ministério da Cultura' - diz ele...

Barómetro ACA-M da Mobilidade em Lisboa-DEZEMBRO

POSITIVO
Celeridade
Em caso de atropelamento em frente à PJ, fica a certeza de que as autoridades não demorarão a tomar conta da ocorrência.
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NEGATIVO
Passeios ocupados
Na Av. Gomes Freire, a Polícia Judiciária goza de um exclusivo no estacionamento de viaturas. Mas este exclusivo alarga-se aos passeios, forçando os peões a caminhar pela estrada: uma troca de posições que não só é ilegal como é da inteira responsabilidade da PJ.
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JORNAL DE LISBOA
DEZEMBRO 2010
JdL#35
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Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados)

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quinta-feira, novembro 11, 2010

Barómetro ACA-M da Mobilidade em Lisboa-NOVEMBRO

POSITIVO
Mobilidade auscultada
No âmbito do Plano de Acessibilidade Pedonal a CML ouviu 120 idosos sobre as dificuldades de andar a pé na cidade. Durante uma tarde técnicos do Município inquiriram idosos com mais de 55 anos e a maioria queixou-se do estado das calçadas, dos carros estacionados em cima do passeio, e do pouco tempo dos semáforos na travessia dos peões. Ficamos agora aguardar os efeitos práticos desta auscultação e a implementação de medidas para melhorar o conforto e segurança dos peões em Lisboa.

NEGATIVO
Adiamento
40% dos agregados familiares do concelho de Lisboa não tem automóvel. 27% dos habitantes de Lisboa tem mais de 55 anos de idade. E no entanto só agora a CML se lembrara de auscultar 120 dos 143.100 idosos da cidade sobre as suas dificuldades de andar a pé. Suspeitamos que os autarcas lisboetas irão aguardar até chegarem à idade em que vão ter de deixar de conduzir para perceberem que se deveriam
ter preocupado a tempo com o estado das calçadas, com os carros estacionados em cima do passeio, e com o pouco tempo dos semáforos na travessia dos peões.
 
JORNAL DE LISBOA EM PDF
JdL_34-----------
JdL_34-----------....
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POR MANUEL JOÃO RAMOS http://www.aca-m.org/
Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados)
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segunda-feira, outubro 18, 2010

Barómetro ACA-M da Mobilidade em Lisboa-OUTUBRO

POSITIVO
Parking Day
A Abraço celebrou este ano o Park(ing) Day na cidade.
Anualmente, cidadãos de mais de uma centena de cidades mundiais ocupam lugares de estacionamento, transformando-os em pequenos parques por um dia. Acontece que a Abraço e a Câmara Municipal de Lisboa – que apoiou a iniciativa – celebraram sozinhas, porque os lisboetas faltaram. E, na verdade, porque haviam de prestar-se a serem figurantes numa acção em que a “cidadania” abraça o poder político, com o resultado paradoxal de a CML se pôr a reclamar de si própria “a necessidade premente de ter mais espaços alusivos à natureza numa cidade de betão”? Uma versão portuguesa do Park(ing) Day é uma boa ideia a que já só faltam as qualidades.

NEGATIVO
Death Race 2010
O Automóvel Clube de Portugal, que existe para “facilitar o automobilismo”, promoveu, em colaboração com os municípios do Porto e de Lisboa, uma campanha chamada “Atenção, todos somos peões”. O seu presidente, Carlos Barbosa, naturalmente obrigado a cumprir os estatutos do ACP, censura os peões porque estes “atiram-se para as passadeiras como se fosse um direito adquirido”, dificultando de forma intolerável o “automobilismo” nas cidades. Como a campanha integrou o programa de actividades da SemanaEuropeia da Mobilidade em Lisboa, valeria a pena saber-se se a CML cauciona esta declaração – publicitada pela generalidade da imprensa como aspecto fundamental da pedagogia da campanha – ou se foi o bom-senso que se atirou para cima da passadeira quando os parceiros passavam com pressa de salvar peões.



JORNAL DE LISBOA SETEMBRO AQUI:
JdL#33
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quinta-feira, setembro 23, 2010

O meu "Barómetro da Mobilidade"

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O CENTRO
de Tratamentos existente na Av. dos EUA (junto à REN), tem um espaço reservado para estacionamento de ambulâncias que está sistematicamente ocupado por carros particulares, como já aqui se referiu por mais do que uma vez. A quem as conduz, resta entrar pelo passeio adentro ou estacionar numa faixa de rodagem.


Como passo no local com frequência, tenho falado com quem lá vai levar e buscar doentes, e o que me dizem é o que já se sabe: de nada adianta queixarem-se.

À esquerda, vê-se um fiscal da EMEL em acção (?).

Passei por lá uns 40 minutos depois de ter tirado as fotos de cima (e, novamente, 2 horas mais tarde), e tive curiosidade de ver se quem ocupava indevidamente o lugar da ambulância tinha sido multado.
Veja-se.

Já agora: do lado de baixo, a situação era esta (com outra ambulância).

domingo, setembro 12, 2010

O meu "barómetro da mobilidade"

DEPOIS de gastos uns tostões para recuperar a Praça de Touros do Campo Pequeno (incluindo a construção de um simpático Centro Comercial, no subsolo, e todo o arranjo em volta), a zona pedonal à superfície continua a exibir chagas como esta.

POR iniciativa de um colaborador deste blogue, este assunto chegou a ser referido - já lá vai um par de anos... - no programa «Nós por cá», da Sic. Alguém se lembra do que estava em causa e de como o problema foi inteligentemente "resolvido"?

terça-feira, agosto 31, 2010

O meu "barómetro da mobilidade"

«É justo: quem estava habituado a não pagar nada, passará a pagar o dobro!»
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SENDO verdade que, como em tempos ouvi Fernando Gomes defender (*), uma multa é uma espécie de uma taxa para poder cometer uma infracção, veja-se como, em Lisboa, a medida que em cima se vê anunciada já começou a ser posta em prática:

Na foto de cima, vê-se um carro estacionado numa paragem da Carris, na Av. de Roma, e que foi multado pela EMEL... duas vezes!


Na de baixo, vêem-se dois carros (de uma escola de condução - mas isso é um pormenor...) estacionados 'gratuitamente' numa paragem da mesma empresa, na Praça da Figueira.

Mais 3 fotos
[aqui]
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(*) Em entrevista televisiva, quando era MAI, e a propósito das touradas de morte de Barrancos que, ao contrário do que tinha anunciado, não conseguiu impedir. «Ah, mas vão pagar a multa!» - argumentou ele, perante a perplexidade do jornalista.