quarta-feira, novembro 25, 2009

A anedota do dia

O Smart foi multado pela EMEL; à carrinha não sucedeu nada
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Fiscal da EMEL multa um carro que não tem o pagamento regularizado; em seguida, vai-se embora, ignorando a carrinha que está a bloquear uma saída de um pátio com estacionamento (Art. 50), uma camioneta em 2ª fila, etc.
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Fiscais da EMEL multam um carro que não tem o pagamento regularizado; em seguida, vão-se embora, ignorando a camioneta que está mesmo ali ao lado
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TODAS estas fotografias (escolhidas ao acaso nos gigantescos arquivos intitulados No Reino do Absurdo e No Reino das Leis da Treta) mostram um bem conhecido padrão de comportamento por parte dos fiscais da EMEL - uma empresa que parece mais apostada em fazer parte do problema do estacionamento em Lisboa do que da sua solução.

É, por isso, digno de homérica gargalhada a notícia de que os respectivos funcionários fazem hoje greve!

Alinhar ao centro

domingo, novembro 22, 2009

ATÉ SEMPRE, JORGE!

Amigo do seu amigo, honesto, frontal e lutador até ao fim.

Nunca desistiu de lutar contra a terrível doença que o minava, tendo sempre fé, que se manteve até ao último dia, de que haveria de recuperar.

Cada vez sinto mais a tua falta, AMIGO!

sábado, novembro 21, 2009

Jorge

Até já.

Um adeus a Jorge Ferreira


Um bom amigo, de quem gostava de ter sido mais amigo ainda e há mais tempo. Co-fundador deste blogue, criado muito por força do fecho voluntário do seu sempre memorável Olissipo. Desaparece nesta época horrível chamada Outono. Adeus amigo, são e frontal.

O Carmo e a Trindade

Morreu o Jorge Ferreira, um dos fundadores deste blog.

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.Deixo um texto do Pedro Correia, que para a morte já me vão faltando as palavras.

sexta-feira, novembro 20, 2009

Nosferatu na Portela

Reino Unido (imagem daqui)
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Portugal (imagem daqui)

quinta-feira, novembro 19, 2009

Irritações solenes (14)

Fazerem-me passar um entrecôte por um bife da vazia que de tão martelado até tinha as marcas do martelinho. Também, quem se lembra de pedir tal coisa num restaurante onde todos são engenheiros e o próprio local foi irreversivelmente adulterado?

Reguladoras

É suposto certas actividades e respectivos agentes públicos e privados serem regulados/fiscalizados por entidades comummente designadas por reguladoras.

Ora, as entidades reguladoras querem--se independentes do poder político, cuja administração também regulam e fiscalizam. Daí que os seus membros gozem de um conjunto de prerrogativas que supostamente visam garantir a sua total independência.

Recentemente, um membro do gabinete do primeiro-ministro foi nomeado para uma entidade reguladora. Independentemente das qualidades pessoais e profissionais das pessoas que transitam dos gabinetes ministeriais para ‘entidades independentes’, a verdade é que não é a melhor forma de garantir a natureza e características que deveriam ter. É quase impossível ser-se independente do que se foi.

A nomeação de agentes políticos directamente dos gabinetes ministeriais – pelo menos no imediato – para entidades reguladoras é uma má prática e veicula a ideia de colocação das clientelas políticas e partidárias de que as Instituições estão enxameadas.

As reguladoras têm de ser absolutamente independentes de partidos políticos, empresas ou Governo: de outra forma as respectivas actuações estarão sempre sob suspeita. Essa suspeita que, a mais variados títulos, larva hoje pela nossa Sociedade sem dó nem piedade, aliada a uma falta de clareza de procedimentos, que tudo coloca em crise, mesmo quando nada ou quase nada se passa. O desencanto já é tanto, a desconfiança tal, que se criou um juízo prévio negativo sobre as Instituições, valha a verdade que públicas ou privadas. Do meu ponto de vista, apesar de tudo, hoje as perversões conhecem-se, o que não sendo muito, já é um pequeno passo. Pena é que, em Portugal, mesmo quando se importam Instituições de outros países onde até funcionam bem, há logo forma de dar cabo delas.

Em geral, entre nós, as entidades reguladoras estão transformadas em meras extensões da Administração Pública, funcionando mal e de forma lenta. Muito longe do figurino das suas congéneres anglo--saxónicas. Verdade que muitas vezes lhes faltam os meios. Mas essa, como se vê, não é a génese do problema. A génese do problema é a cultura dominante.

Ah, e se a cultura dominante tende a pressionar quem revela e aponta as perversões do sistema, também há muito quem não seja impressionável e muito menos pressionável.





In Correio da Manhã

quarta-feira, novembro 18, 2009

segunda-feira, novembro 16, 2009

Tribunal de Contas chumba obras na Cordoaria

Tribunal de Contas
Não transitado em julgado

ACÓRDÃO Nº 151 /09 –
Proc. nº 1249/09
1.
O Gabinete do Ministro da Cultura remeteu para fiscalização prévia o contrato de prestação de serviços, celebrado entre o Estado Português e a Parque EXPO 98, S.A.1, para a "gestão e coordenação da empreitada de remodelação parcial do interior do edifício da antiga Fábrica Nacional de Cordoaria, para relocalização dos serviços do Ministério da Cultura", no valor de € 415.000,00, acrescido de IVA.


6. DECISÃO
Pelos fundamentos indicados, e por força do disposto na alínea a) do n.º 3 do artigo 44.º da Lei n.º 98/97, acordam os Juízes do Tribunal de Contas, em Subsecção da 1.ª Secção, em recusar o visto ao contrato acima identificado.




Fonte: TG

domingo, novembro 15, 2009

Ontem à tarde, na "finíssima" Praça de Londres

Com a gestão do estacionamento, ali na zona, entregue aos arrumadores, os carros já estacionam em fila!
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Uma cidade desmazelada, caótica e de gente desenraizada
e de onde - quantas vezes! - só apetece FUGIR!

sexta-feira, novembro 13, 2009

Outro mistério...

12 Nov 09 - Esquina da Av. Roma com a João Villaret
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TENDO esta zona sido completamente vedada com pilaretes (e sendo a Rua João Villaret de sentido único - da esquerda para a direita), alguém sabe como é que esta carrinha chegou ao sítio onde foi fotografada?

Actualização: a resposta pode ser vista [aqui].

Terei cara de polícia?

COM ESTA, foi a 5ª vez, em pouco tempo, que sucedeu comigo uma cena curiosa:

Quando começo a tirar fotografias a carros em estacionamento selvagem, se os condutores - que estão dentro dos carros - se apercebem disso, põem-se, quase sempre, a mexer dali para fora...

quinta-feira, novembro 12, 2009

Critérios e descritérios...


ONTEM à tardinha, em hora de grande movimento, o reboque da Polícia Municipal de Lisboa que se vê na imagem de baixo esteve tempos infinitos a ocupar uma das duas únicas faixas existentes nesta zona da Av. de Roma - provocando a perturbação no trânsito que se imagina.

A ideia - decerto muito louvável! - era rebocar um carro que estava estacionado em local destinado a cargas e descargas (o que acabou por não ser feito, porque o condutor apareceu entretanto).

É bem feito! O automobilista tinha obrigação de saber que, nesta avenida, se tivesse colocado o carro em cima do passeio, ou numa paragem de autocarros, ou numa placa central ou num lugar para deficientes ou mesmo à porta da Assembleia Municipal de Lisboa... talvez tivesse mais sorte.

quarta-feira, novembro 11, 2009


À semelhança de anos anteriores, a ESTRADA VIVA – Liga contra o Trauma irá promover, no próximo Domingo, dia 15 de Novembro, a celebração do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada, em várias localidades do país.
A cerimónia central, onde as várias organizações-membros da ESTRADA VIVA se encontrarão reunidas, terá lugar este ano em Sintra, em colaboração com a autarquia local.
Mais informações: site ACA-M
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Materiais de Campanha
spot rádio
spot televisivo
MUPI

Os responsáveis por isto são pessoas bem concretas. Não têm vergonha na cara?!


Hoje (ou há 4 anos?) na Av. Almirante Reis, junto ao n.º 248
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COMO decerto terão notado os mais atentos, a cena passa-se no mesmo local já referido [aqui] e [aqui] - nada que tire o sono a quem "faz" nem a quem "deixa fazer".

É por estas e por outras que, para mim, é absolutamente igual ao litro que a autarquia alfacinha seja gerida pela esquerda ou pela direita.

segunda-feira, novembro 09, 2009

Os que "fazem" e os que "deixam fazer" estão bem uns para os outros, não estão?


Lisboa, Av. Almirante Reis, junto ao n.º 248

ESTAS FOTOS
vêm na sequência de outras semelhantes publicadas [aqui], e foram tiradas, há poucos minutos, exactamente no mesmo local
. O que é espantoso, em todos estes casos, é o misto de naturalidade e resignação com que estas pessoas enfrentam estas situações!

(Pelo que percebi, o senhor da foto da direita, depois de hesitar um pouco, desistiu de ir em frente - preferindo atravessar, mesmo fora da passadeira, para o outro lado da avenida).

domingo, novembro 08, 2009

Como basta uma pessoa para bloquear uma das entradas da capital de um país europeu

Ainda havia um 3.º autocarro, à frente destes, e que não ficou na foto
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Av. de Roma - 5 e 7 Nov 09
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AMBAS AS FOTOS se referem à mesma paragem da Carris, e documentam um problema já muito antigo. A de cima não está muito boa, mas para o que se pretende serve perfeitamente:

O desafio que se coloca aos leitores consiste em dar uma explicação para o facto de haver tantos carros que, neste local, estacionam exactamente onde causam maior transtorno (a meio da paragem), quando o poderiam fazer (vá lá, com um pouco de tolerância...) num extremo - onde, pelo menos, não provocariam os engarrafamentos que se sabe.
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NOTA: pelo que também tenho podido observar ao longo dos anos (!!), julgo que a resposta certa (que será aqui apresentada - juntamente com uma 3ª foto) foi a que me deram dois agentes da Polícia Municipal com quem, precisamente num destes dias e perto deste local, discuti o assunto. O prémio, para o 1.º leitor que acertar na resposta, será um exemplar de Cidade Escaldante (de Chester Himes).
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Actualização (20h44m): a resposta certa foi dada às 20h19m, como se pode confirmar [aqui]. Pede-se ao leitor que a deu que, nas próximas 24h, escreva para premiosdepassatempos@iol.pt indicando morada para envio do livro.

sábado, novembro 07, 2009

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Novembro 09

BARÓMETRO DA MOBILIDADE Outubro 2009.Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados).. (Autoria: Carlos Mendes)
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POSITIVO
Ciclovia em Benfica
A ideia de uma ciclovia em Benfica. Recentemente, apareceram nas estradas de Benfica marcações indicando faixas para circulação de bicicletas. As marcações, além de apontarem caminhos possíveis para outras zonas periféricas da cidade, sinalizavam também a aproximação de eleições autárquicas e pretendiam provar a existência de políticas de mobilidade na cidade. Com um traçado discutível e rara utilização por ciclistas, assemelham-se sobretudo a uma intervenção artística em grande escala no asfalto — arte “pública” intrigante para peões e condutores — ou a uma campanha “de sensibilização”, mais do que serem capazes de alterar hábitos de circulação.
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NEGATIVO
“À la gardére”
O estacionamento sem regra não é excepcional em Benfica,onde vivo. Na cidade, tornou-se ubíquo, um quase património transmitido por gerações de automobilistas,sentido como um direito adquirido. Lisboa podia, sem nenhuma falsidade, ser promovida como
cidade amiga do automóvel e tolerante com os condutores. De qualquer modo, a Rua Professor Santos Lucas, paralela à Avenida do Uruguai, em que a profusão de carros estacionados na via dá a sensação de eterno engarrafamento,é uma ilustração muito eloquente da imobilidade das autoridades.
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Outros barómetros aqui
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JORNAL DE LISBOA
NOVEMBRO 09

sexta-feira, novembro 06, 2009

Ritz Clube. Att. da CML:






Hoje está à venda, como se atesta aqui, descrito como "oportunidade a não perder".

Em 2005 eram só esperanças, houve protestos e mobilização mas a CML, nicles, chutou para o lado, apesar do imóvel ter estado para ser classificado, até que há pouco tempo o IGESPAR decidiu encerrar o processo de classificação em curso.

É uma pena que estando o Plano de Pormenor do Parque Mayer não tenha em consideração esta sala carismática da "noite lisboeta" quando ela até está a pouquíssimos metros da zona abrangida pelo PP, i.e, na Rua da Alegria. Que diabo, não há forma de salvar aquilo?


Fotos: antigas e recentes

Casa da Rua de Alcolena / É preciso não desmobilizar (1)





No Reino do Absurdo



Lisboa, Av. Almirante Reis, junto ao n.º 248
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QUANDO ontem, ao fim da manhã, estas fotos foram tiradas, a Polícia Municipal estava tão perto que quase aparecia nas imagens. Há, no entanto, uma explicação lógica para não ter actuado. Qual é?

Actualização: a resposta pode ser vista [aqui].

quinta-feira, novembro 05, 2009

Outono

As más notícias de pedidos de insolvência, de aumento do desemprego e do aumento do deficit continuam.

Sucedem-se igualmente as notícias de tráfico de influências, corrupção, estranhas participações em negócios e do muito deslumbramento que caracteriza um certo arrivismo. O País está muito pouco frequentável, convenhamos. Tudo parece enredar-se em todos, como se a normalidade podre fosse o estado normal da coisa e ante ela fosse possível apenas encolher os ombros, onde já nada espanta. Somos demasiado fatalistas.

Permito-me apenas uma pergunta (aparentemente ingénua): para quê? Alguém pensa no que restará deste País, sem rumo, empobrecido e cheio de vícios? E não são ‘apenas’ os que aqui se deixaram descritos, são também os vícios dos jogos políticos e das tácticas políticas, que não só nos impacientam – já não divertem nem têm qualquer aspecto lúdico – antes entristecem profundamente.

Além disso, são perceptíveis à primeira, o que significa que também não têm propriamente a qualidade que os seus fautores desejam e com que se parecem divertir.

Vivemos um duríssimo Outono político, económico e social, muito perto de se tornar um ‘Inverno Siberiano’.

Não por muito tempo, as poucas receitas da pouca produtividade e o endividamento estrangeiro vão permitir manter prestações sociais. E isso, numa sociedade desestruturada e sem iniciativa como a nossa (pouco empreendedora como agora se gosta de dizer), pode trazer, seguramente, convulsões sociais de uma dimensão próxima da, aqui sim, ‘tempestade perfeita’.

Ainda se tivéssemos um Governo que pudesse ser exemplo, com projectos de referência... mas não, salvo as honrosas excepções, que apesar de tudo existem, mas que provavelmente sofrerão na carne a recusa dos sonhos e daquilo em que acreditam.

É certo que ainda há ilhas de seriedade, de competência e até de excelência, mas são ilhas e não mais do que ilhas. De resto nem sempre bem-vistas, quando não castigadas.

Começa a ser muito estreita a porta da viabilização do País. O maior Partido da Oposição pode, por isso, vir a ser uma esperança ou mais do mesmo.

Esperamos que uma esperança, mas não uma esperança vazia e que se esgote nisso, antes uma esperança com soluções, muito para lá da busca e da conquista da mera titularidade do Poder.



In Correio da Manhã

«Pilaretes, sim ou não?» Uma falsa questão

NO SEGUIMENTO de outros exemplos, que já se mostraram [aqui], esta foto, tirada na Av. João XXI, documenta bem como é possível obter o mesmo efeito dos pilaretes sem recorrer a eles.
Além disso, o passeio (à semelhança da placa central) é sobreelevado, uma solução que, só por si, seria suficiente (além de desencorajar os peões a atravessarem fora das passadeiras).

quarta-feira, novembro 04, 2009

A saga de um herói solitário

Situação habitual
Repare-se no lugar vago do lado esquerdo da foto
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16 Out 09
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31 Out 09 - situação "normalizada"
Logo atrás da camioneta, vê-se (em 2.º plano, junto ao semáforo) o herói da história, já colocado fora de combate
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NOTA: este caso já aqui foi referido (e algumas fotos já aqui afixadas), mas como os pilaretes são tema do programa «Nós por cá» de ontem e de hoje, aqui fica a sequência completa de fotos que enviei para lá.
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A de cima mostra a situação habitual na esquina da Av. Roma com a R. Frei Amador Arrais. A 2ª mostra como deveria ser sempre - o que só foi conseguido graças ao pilarete-pirata que se vê na foto do meio, e que alguém ali colocou de noite (cravado com um prego...).
Ao fim de duas semanas, "outro alguém" se encarregou de o arrancar, pelo que a "normalidade foi reposta" - tendo-se voltado à situação da 1ª foto...
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NOTA: para aqueles (como os responsáveis do «Nós por cá») que se horrorizam com os pilaretes, [aqui] fica uma colecção de fotos em que se mostra como há inúmeras alternativas (passeios sobreelevados, vasos, árvores, canteiros, bancos, mupis, candeeiros, estátuas, etc).

Mesmo a propósito

Chegado por e-mail:

Relatório de Auditoria nº 30/2009 - 2ª Secção
AUDITORIA À CARRIS, SA
Transportes Públicos Urbanos na Cidade de Lisboa.

Disponibilizado em 2009/11/02

terça-feira, novembro 03, 2009

Faixa em-BUS-te?


Faixa BUS da Rua do Ouro, esta tarde
(Clicar na foto de baixo, para a ampliar)

domingo, novembro 01, 2009

Entretanto, lá pelo Porto...

"Suspenso engenheiro da Câmara do Porto suspeito de corrupção- PUBLICO

PJ apanhou funcionário a pedir mais de 300 mil euros a responsáveis de empresa que prometia beneficiarUm engenheiro da Câmara Municipal do Porto foi ontem suspenso de funções pelo Tribunal de Instrução Criminal do Porto, depois de anteontem ter sido detido pela Polícia Judiciária (PJ) em flagrante delito, a pedir mais de 300 mil euros a responsáveis de uma empresa que prometia beneficiar num concurso público para a manutenção e instalação de semáforos da cidade. O funcionário é chefe da divisão de intervenção na via pública e, segundo um comunicado da autarquia, teria entrado nos quadros técnicos da câmara através de concurso público, há dois anos.

A operação da PJ decorreu de uma queixa da empresa ao presidente da câmara, Rui Rio, que, por sua vez, denunciou a situação ao director nacional desta força policial. "No mesmo dia em que tomou conhecimento da alegada tentativa do funcionário para obter dinheiro em benefício próprio, o presidente contactou o director nacional da PJ, que de imediato destacou uma equipa de inspectores para averiguar os factos", lê-se numa nota do município. Tal terá acontecido na segunda-feira seguinte às eleições autárquicas, 12 de Outubro. "Em praticamente duas semanas os investigadores desenvolveram uma operação que levou à confirmação das referidas suspeitas, e consequente detenção do denunciado", vinca a autarquia. O concurso público internacional em causa teria um valor superior a três milhões de euros. Mariana Oliveira "