sexta-feira, abril 14, 2017

Terminou hoje, em Lisboa a
ilustrada com este fantástico cartaz do Milo Manara.
Com o domínio quase total dos nossos cinemas pela chicória dos States, são os festivais de cinema que nos indicam ou nos trazem o melhor cinema que vemos nas nossas salas.
Assim com a Judaica este do cinema italiano tem alta qualidade e um alcance maior que o dos "movies", embora ainda possa melhorar, nomeadamente na área da literatura e outras que essas sim já integra, como a música, a gastronomia ou marginais como a pintura ou os comics.
Hoje, aqui, em Lisboa que ainda há extensões, tivemos um excelente filme, que comentarei em próxima crónica e que desde já registo como uma óptima base para discutir a infecta corrupção, que sai por todos os poros na Sicilia, mas da qual estamos longe, muito longe de estar impolutos.
Amanhã falamos.

terça-feira, abril 11, 2017

Na Rádio Montemuro hoje falei da revista (espanhola) Quercus, a melhor revista de natureza da península onde de vez em quando temos novidades sobre este recanto da dita,
também falei, claro, do último acidente, mais um, em Almaraz e expliquei o que aconteceu e se repete e o enorme risco deste problema (quebra do sistema eléctrico que faz funcionar o sistema de refrigeração).
Enquanto vou começando a fazer telefonemas para encontrar ocupação li um livro interessante de um iberista:
uma o outra questão duvidosa num livro memória de registo.

segunda-feira, abril 10, 2017

Este é o futuro:
esta central está perto do centro de Lisboa...

hoje passei por lá, perto está a exposição sobre a nossa vivência judia, na Torre do Tombo....
e uma nota pessoal, estou, novamente no mercado. Se alguém que leia isto souber de algum tema de interesse....

domingo, abril 09, 2017

A honra de capa é importante, embora os artigos sejam na generalidade medianos e sem qualquer
informação nova ou útil para os que privamos com a cidade, mas tem sumo para turistas e isso é importante e saí da lógica de massas.
Aqui:

quinta-feira, abril 06, 2017

Na excelente revista
sou informada de uma exposição que me escapou, e que irei, certamente, ver em breve:
http://www.museus.ulisboa.pt/pt-pt/node/1589
conheço as exposições do Museu e valem sempre a pena!

quarta-feira, abril 05, 2017

Até lá muita água passará, ou não fora o mês de Abril o das águas mil.
E antes teremos mais uma efeméride, para sempre, inesquecível.
Mas, desde já para a agenda:
para que o futuro não nos saía num furo há que lutar por ele!

terça-feira, abril 04, 2017

Mais e melhores é o que é preciso....

segunda-feira, abril 03, 2017

Este é de Piet Mondrian, que tem uma série de moinhos de estarrecer. Mas trago-o aqui para alertar os que forem a Madrid, para a excepcional ( desde logo posso dizé-lo sem a ter visto!) exposição sobre Picasso e a Guernica, no Rainha Sofia, até inicio de Setembro.
E também outra, para mim do tutano, de Escher no Palácio Gaviria, até Junho.
Por cá temos por aqui algumas recomendadas....

Está a entrar nos últimos dias o simulacro de consulta pública sobre os documentos, velhos e sem nenhuma consideração pelas questões que nós e até o Estado português temos levantado, sobre o ATI de Almaraz:
http://participa.pt/consulta.jsp?loadP=1818
Se bem que conscientes da inutilidade desta operação temos, em inúmeras conversas e conferências tentado estimular a participação e até disponibilizado um rascunho de declaração.
Tenho desde já que referir que o processo de participação disponibilizado pela A.P.A. é redutor e cerceia essa, ao limitar-se aos usurários de internet e ás entidades... com número de contribuinte (o que dificultou o parecer do M.I.A.!) e esta ( A.P.A.) não tem feito a mínima, a menor divulgação desta consulta, que também tem sido ignorado pela generalidade da comunicação social ( fizemos 3, três comunicados durante este período, desde que a consulta abriu, com escassa repercussão).
Embora esta operação tenha sido só um subterfúgio para o governo retirar a queixa em Bruxelas era de esperar mais do que as escassas participações.
Bom mas como sabemos temos renováveis e de vento em popa em Portugal e na zona de Lisboa porque não temos nucleares.
O fotovoltaico está a entrar no seu período áureo (a Cooperativa Coopérnico está também a ter grande balanço, aqui encontra referências!www.coopernico.org), mas não estamos mal de vento ( e com novas tecnologias e desenvolvimentos este ( não o dito mas o seu aproveitamento) pode incrementar muita produção.
O térmico associado ao calor solar entra também na sua melhor fase.
Detalhemos os dados:
Durante o último mês, 104% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
E uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 63% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior.
Mas durante a último mês o vento permitiu gerar, em média, electricidade suficiente para abastecer 297 000 habitações, graças à produção de todos os parques eólicos em funcionamento na região de Lisboa. 
A estes temos que acrescentar as poupanças e a crescente eficiência eléctrica...
A nuclear, pode parar toda!, na Península que nem uma luz é prejudicada!

domingo, abril 02, 2017

Só hoje consegui ir a um filme da judaica:
https://www.judaica-cinema.org/
que também só agora que acaba em Lisboa venho aqui acolher e aconselhar.
Cascais, aqui ao pé, e as nossas fantásticas terras  "judaicas" também de Belmonte e Castelo de Vide terão extensões que poderão consultar no sítio acima.
Hoje vi um filme notável ( pena que só 2 ou 3 destes filmes irão entrar em circuito comercial, circuito esse dominado por americanadas sem pés nem cabeça)
aqui Mel Brooks numa pantomina de Hitler.
O filme # O Último a Rir# de Ferne Pearlstein oferece um grande espaço para discussão.
Quais os limites da crítica e da piada? Quando em Espanha se condena um blogueiro por ter feito uma piada sobre o salto de Carrero Blanco ( o Arriba Franco más alto que Carrero Blanco, ainda me soa) o ridículo dos limites é obvio, passados mais de 40 anos do dito.
Quando num blog de uma seita um idiota chapado defende os atentados islamitas de Paris, Bruxelas, Londres, Karachi e etc como luta (sic) contra o imperialismo (o quê?) e, ao contrário do que se faz noutros países ditos liberais, ninguém liga nenhuma a não ser os devotos da dita, podemos estabelecer a diferença e o quadro da expressão.
O Holocausto pode ser matéria de gozo? e Jesus ou Mafoma? e O Buda? e Deus ou a ideia de Deus?
E a putativa Virgem, em qualquer das suas inúmeras versões?
Pois eu sou defensor que tudo o que não ultrapassa os limites do direito e da não violência ( e não há palavras violentas, em si) pode e deve ser aceite no quadro das nossas democracias liberais ( sempre fui contra as proibições de partidos ou expressões fascistóides ou religiosas, e até a não verdade deve ser aceite, e combatida!!!)
Mas é um tema para boa discussões. Não esqueçamos que o liberal Popper era a favor da censura televisiva....hoje estaria maduro....

quinta-feira, março 30, 2017

Vamos andando, por aqui e por ali...
aproveitarei para comer um torricado de bacalhau...

sábado, março 25, 2017

carregar para leitura.


Vivemos nos discursos como o peixe vive na água.
Construímos e articulamos palavras e damos sentido à realidade, aos sentimentos e à fantasia com esses.
Mas estamos a chegar ao fim, novas lógicas de poder, que também passam pela ignorância dos discursos e da sua construção com a ciência e o conhecimento começam a introduzir-se em todos os sectores da sociedade. A simplificação gerada por novos sistemas de comunicação, governar por 200 digitos, dar a mesma valia à religião e à ciência, ignorar a ciência quando essa se opõe a lógicas económicas, ignorar o peso da palavra quando a imagem, forjada pelo ecrán faz de espelho  da realidade.
Vivemos tempos em que os discursos se vão esvaziando, como os mares aumentando e alterando as suas correntes e temperatura e o degelo vão perturbando os ciclos atmosféricos e os peixes vão tendo cada vez mais dificuldades em viver, também porque as palavras em que se baseia a sua vida está poluída, degradada alterada por padrões de desenvolvimento que não tem consideração pelos discursos.
Vivemos nos e dos discursos mas cada vez mais enfrentamos muros na nossa interligação, na construção da sociabilidade e da suficiência.
Temos que resistir inventando novas formas de comunicar, dando a nossa voz e empenho sempre que podemos e não calando a palavra que vai, por razões diversas sendo cada vez mais, estando cada vez mais isolada.
Tenho, ultimamente, falado sobre alterações climáticas, energias renováveis, nuclear, petróleo, abelhas, biodiversidade, sobre o que comemos e como, sobre cultura e como manter esta é importante, porque ela é o discurso estruturado em formas diversas e vivas.
Vivemos nos discursos como o peixe vive na água.
Mas estamos como esses a sufocar.
Porque os modelos de crescimento conduzem-nos a becos sem saída de silêncio e incompreensão. Porque a organização das nossas sociedades e a sua concentração reduz os espaços de cidadania. Porque o domínio de novas tecnologias em vez de nos ter dado mais capacidade e alargado o espaço da civilização tem vindo a reduzir a humanidade ao manipular digital onde a comunicação se dispersa sem sentido.
Temos que lutar para manter os discursos vivos, temos que dar ar, dar mais ar aos nossos pulmões e romper os bloqueios, por onde os rios das nossas palavras possam encontrar continuidade e criar.
Plantar uma couve, caminhar por uma várzea ou ao longo de um rio, participar numa tertúlia, assinar e envolver a nossa palavra num acto, acarinhar o vivo e reconhecer o seu papel na formação social, são momentos onde o discurso pode romper. Por aqui e por ali.
Hoje vivemos tempos difíceis para os discursos, vivemos tempos difíceis para a espécie que os constrói e com esses a realidade, que a partir desses emergiu.
Não deixemos os discursos acabar, mantenhamos o olhar atento, o ouvido à escuta, continuemos a cheirar as flores e a sentir o vento e saboreemos a realidade, com a língua que a faz, ou pelo menos a faz para nós.
É esse, é também esse o papel dos educadores, que somos todos os que não deixamos morrer o discurso!

quinta-feira, março 23, 2017

Novamente de viagem, como sempre a perseguir o clima, Almaraz, e outras maldades e enquanto marina um texto sobre a Europa, aqui algumas fotos de uma das nossas centralidades, europeias...

Tudo isto é Europa. Talvez seja a que não é do gosto de apreciadores de piadas grossas e de vexames baratos, e de ordinarices de carroça. Mas é a que foi berço de cultura e civilização, que infelizmente não chegou a alguns bárbaros.

quarta-feira, março 22, 2017


terça-feira, março 21, 2017

Sou um europeista, radical, e também um iberista de todos os costados.
Vejo a península como uma comunidade de diversas culturas integrada numa grande e forte União ou mesmo Federação Europeia.
Detesto todos os nacionalismos e fanatismos.
Por isso venho aqui hoje denunciar mais um e apelar ao envolvimento cidadão para dar força aos que o procuram contrariar.
O fanatismo dos que pensam que o lucro da oligopolia energética vale mais que a vida e saúde da terra e dos homens, dos que desafiam as leis da física e julgam que não haverá consequências.
Os que contra as evidências querem continuar o caminho do abismo.
Aqui:
http://signos.blogspot.pt/search/label/Contesta%C3%A7%C3%A3o%20ao%20ATI%20de%20Almaraz
está o documento que todos e cada um deve direccionar à A.P.A. com as alegações porque razão o A.T.I. e a continuação de Almaraz não devem ir para a frente.
Por Portugal, por Espanha, pela continuidade da vida e da nossa tranquilidade.

segunda-feira, março 20, 2017

É já hoje a abertura, na Torre do Tombo, ao Campo Grande, desta exposição que não irei, certamente, perder:
muitas estórias e memórias me passam por aqui....

sexta-feira, março 17, 2017

Não poderei ir à inauguração, mas não deixarei de ir ver ou revisitar.
Já conheço a obra, e a autora, as fotos são mais que fotos...

Hoje é sobre paisagem que aqui venho.
E de um velho conhecido que sobre ela, sobre uma escreve.
Conheci o Zé Navarro ou na política, ele era maoísta, o que nunca foi da minha quinta, ou no cinema, ele era a secção de cinema da F.L.L. e eu que era um dos da ecologia e cheguei a organizar um ciclo de cinema ambiental, para ele, e a iniciar aí a minha actividade de crítico de cinema, que exerci durante alguns anos em 3 jornais.
Leio agora um simpático e muito bem escrito livrinho, que conta estórias mas também é um registo de memórias da terra e dos que a fazem.
Neste também apreendi algumas coisas, eu que sou também filho do Alentejo.

terça-feira, março 14, 2017



Sessão Pública Central Nuclear de Almaraz

"Que consequências para Portugal | Que riscos para o Rio Tejo e Populações"

17 Março (sexta) | 21h | Salão da Junta do Forte da Casa

Com: José Faria (Eurodeputado | Partido Terra)
António Eloy (Escritor e especialista nuclear)
António Redol (Especialista em economia de centrais nucleares e de energia nuclear)

segunda-feira, março 13, 2017

Lisboa deveria seguir os bons exemplos e a nossa comunicação social em vez de dar voz a discursos obsoletos e cheios de mentiras devia falar com quem sabe e tem informações sobre a alteração deste paradigma, que se está a tornar dominante nos EUA e por todo o mundo, agora chegando também à folha de coca.
Legalize IT!
A legalização de todas as drogas é inevitável, globalmente, mas temos que caminhar localmente.
Em Espanha há muitos bons exemplos e por cá, apesar desses aventesmas que falsificam estatísticas e anunciam desgraças e aos quais só podemos, assim como aos jornais que os acolhem aconselhar uma boa ganza e uma ida a Barcelona:
http://www.huffingtonpost.es/2017/03/12/barcelona-la-nueva-meca-del-cannabis_a_21880334/?utm_hp_ref=es-homepage

quinta-feira, março 09, 2017

Fui à UTAD falar de clima, de energia, de petróleo e de nuclear, de renováveis de política e sociedade.
Hoje vai-se de Lisboa a Vila Real em 3/4 horas, sem acelerar demasiado e encontrei uma Universidade viva e com muita gente para lá ida de Lisboa e instalada.
Noutro blog coloco algumas notas sobre a excelência do campus.
Percorri no regresso alguns pontos do nosso melhor românico, além de ter ficado no excelente local que é a Casa da Calçada, que recomendo a todos os que passem por Amarante.
Lamento que nos restaurantes locais e vi a lista de inúmeros, os pratos, os soberbos pratos de gastronomia regional pura e simplesmente tenham sido abolidos e trocados seja pelo bacalhau, que ainda vale e por hamburguers e picanhas ou pratos de outras zonas.
Acabei por comer uns rojões medíocres no único local que oferecia... um prato local.
Valha-nos S. Gonçalo...

Percorri a rota do românico, que de facto está espectacular e passei pelo convento, onde me dizem que Alvaro Siza está a intervir, Mosteiro de Santo André de Ancede. Lindo.
Aqui, para conhecer: http://www.rotadoromanico.com/vPT/Paginas/Homepage.aspx
Um excelente argumento para descobrir estas terras...
Acabei na igreja de Tarouquela, e aqui vinguei-me com uma fantástica lampreia ofertada em excelente restaurante, regional, pelos meus amigo da Rádio Montemuro.

domingo, março 05, 2017

Lá estarei....
temos que ser como... um machado firme a cair sobre a especulação, a agiotagem, a sacanagem, a corrupção, a bandalheira e hipocrisia que vai essa sim alastrando.

sábado, março 04, 2017

O Tejo desagua no Mediterrâneo, que é para onde lhe são roubados milhões de hectolitros, para campos de golfe, culturas intensivas ou usos deletérios.
O Tejo está a ser degradado por empresas como a CELTEJO ou A Centroliva, e ao longo da sua passagem por Portugal com a criminosa complacência das nossas autoridades "vamos" deixando que a cloaca se espalhe, além das actividades de areeiros e suiniculturas...ou empresas farmaceuticas...
e ainda temos as centrais de Trllo e as duas de Almaraz....

Hoje em Vila Velha de Ródão 500/600 pessoas disseram BASTA!
BASTA JÀ!

sexta-feira, março 03, 2017

Já aqui tenho falado da Coopérnico.
E nos tempos que correm meia dúzia de cidadãos por dia telefonam-me angustiados com a incapacidade do nosso governo de se manter firme pelo encerramento de Almaraz e a perguntar-me o que fazer.
Aderir aos grupos ecologistas, reforçar a corrente que exige firmeza ao nosso governo e responsabilidade ao governo do P.P. em Espanha. Agir!.
E também aderir à Coopérnico!
carregar para leitura!

quinta-feira, março 02, 2017

Em 2 minutos e 59 segundos fiquei sem palavras!
Aqui:
http://expresso.sapo.pt/multimedia/259/2017-03-02-Temos-de-fazer-escolhas-mais-acertadas-no-dia-de-amanha
e para dar vida ás escolhas ....

Energia Fotovoltaica
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 203,5 kWh, o que permitiu abastecer os electrodomésticos da cozinha e a iluminação.

Energia Solar Térmica

O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 7,10 m3 de gás natural, durante o último mês.

Energia Eólica

A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 32 % das habitações de Lisboa. 

As renováveis, são um caminho. Mas evitemos a demagogia, não há 100% renováveis no horizonte, para manter a rede funcional. O futuro assa por mudanças de comportamentos e mentalidades e também por avanços tecnológicos um re-equilibrio do mundo em que vivemos. E também pela auto e micro geração.
E o fim das lógicas a que vamos assistindo. 
Já escrevi que é intolerável o silêncio e o meter a cabeça na areia de muitos que deveriam estar na 1ª linha a aplaudir, em relação à reposição da legalidade, do Estado de Direito e da protecção ambiental, até surpresa, por aqueles que estão contra a inofensiva, em si, prospecção de petróleo. (Atenção eu estou contra, seja pela economia,  seja pelas consequências, seja a exploração, seja o desvio das prioridades, seja o risco da exploração!)  
Estou a falar, é claro, da expropriação dos clandestinos e da demolição das constuções em área de Domínio Público Marítimo!
 

quarta-feira, março 01, 2017

A Fábrica


Uma filme com a estória da Fábrica. Um local de todos os cultos, de todas as iniciativas. Um espaço fantástico que lustra a cidade de Lisboa, os seus ocupantes e a C.M.L. que soube agir no momento certo para proteger este pulmão socio-cultural da cidade.
Um dragoeiro!

terça-feira, fevereiro 28, 2017

                    A geotermia no seu apogeu, antes do aproveitamento energético! Na Islândia.

E hoje recebo um artigo notável, bem elaborado e sem dúvida um excelente diagnóstico da situação eléctrica em Portugal!
Aqui:
http://observador.pt/especiais/podemos-viver-so-com-energia-renovavel/
Felicitações à autora Ana Suspiro.

segunda-feira, fevereiro 27, 2017

Lisboa é também paisagem. E ruralidade ou relação com esta, com a ocupação da paisagem a sua produtividade, a sua história, que é a história da ocupação do território pelas gentes e o que estas com a terra moldaram, sobretudo, quase sempre para garantir a subsistência.
A história das paisagens e da ruralidade, na sua articulação com o urbano vai sendo contada, por aqui e por ali, e vai-se também perdendo.
De um especialista na paisagem e sempre ou quase sempre com opiniões fortes e bem estruturadas temos agora um livrinho, que cria apetite para a obra maior da qual resulta.
Parabéns e obrigado ao Henrique Pereira dos Santos, por este "resumo" da sua tese de doutoramento!

sexta-feira, fevereiro 24, 2017

É no outro fim de semana, mas desde já convido, quem poder e estiver interessado na defesa do nosso Tejo, a deslocar-se a Vila Velha de Ródão:
Em infracção, que não é devidamente sancionada pelas autoridades responsáveis, o Tejo continua a ser poluído e devassado.
Além dos riscos de Almaraz e do nefasto acordo de Albufeira (sobre os caudais, mínimos, muito mínimos, que nesta nos são atribuídos, sem qualquer garantia ou controle de qualidade!) o Tejo é, logo em V.V.Ródão transformado numa cloaca pela Celtejo e outras empresas do "nevrálgico" sector de celulose.
Haja papel e tudo se resolve....

quarta-feira, fevereiro 22, 2017

Está no antigo Governo Civil, ora convertido, mas a precisar de urgente adaptação e obras, em ala do Museu do Chiado, uma notável, mas mal organizada, exposição de um dos nossos maiores astros.
Amadeo de Souza-Cardoso!
Díficil a escolha entre a profusão de telas de alta qualidade.
Magotes de gente, interessada e com apreço.
A arte tem público.
Ouvi dizer que vão prolongar alguns dias esta exibição.
Saúdo!

domingo, fevereiro 19, 2017

Nem só de pão e vinho vivemos. É preciso, também, a Palavra!
 
No início foi a palavra e a palavra estava com Deus e a palavra era Deus.
Genésis 1:1.2

A palavra é Deus, o direito à palavra um absoluto, um direito fundamental, para todos e em todo o lado. A palavra, o seu enquadramento resultam do espaço social e do ambiente onde, de onde emerge. As relações sociais são a evolução dinâmica desse e da linguagem.
Proteger o ambiente é respeitar a palavra e a sua identidade.
Hoje com as alterações climáticas, as guerras dessas resultantes, os refugiados das mesmas, hoje com a destruição da economia camponesa e o seu aviltamento  e da natureza, com a concentração do capital financeiro, seja privado ou estatal e a corrupção e destruição de valores por esse estimulada, a palavra tem que emergir e afirmar-se.
E por vezes uma basta. Basta!

quinta-feira, fevereiro 16, 2017

A questão da exploração de petróleo, concretamente em off-shore, esteve em debate nas Caldas da Rainha na passada 6ª feira.
Aqui:
http://jornaldascaldas.com/Debate_sobre_Exploracao_de_Petroleo_na_costa_de_Peniche_e_Nazare_com_opinioes_divididas_
vos trago um dos artigos.
Aqui, o outro:
carregar para ter leitura.
O debate continuará?

quarta-feira, fevereiro 15, 2017

Por vezes passam-nos despercebidos eventos importantes ou até da maior relevância para a nossa formação cívica e intelectual. Leituras, obras de arte várias, cinema e teatro, ballet (o programa do teatro Camões!), música e tertúlias várias.
Já aqui, por várias vezes, tenho chamado a atenção para o Teatro da Rainha, que ás portas de Lisboa, e agora novamente em Caldas, nos presenteia com peças fantásticas  e do melhor teatro para reflectirmos sobre nós, o que somos, de onde vimos e para onde vamos.
Amanhã lá estarei, na estreia de mais uma, que antecipo notável peça e exibição do, no teatro da Rainha.

os textos, sempre actuais, e ainda mais nos dias de brasa que vamos vivendo, de Bertolt Brecht, e a adaptação e integração destes nas personagens, desde já me deixam com pele de aranha.
Até 11 de Março, vale certamente, uma visita a Caldas!

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

O Porto não se perde, nem perde energias...


sábado, fevereiro 11, 2017

quinta-feira, fevereiro 09, 2017

Os votos são do início do ano, mas só hoje a revista o Instalador que mos pediu me chegou ás mãos:


Portugal:

Que as energias renováveis possam continuar a afirmar-se, contrariando forças de bloqueio de diversas áreas e contribuindo para a nossa suficiência energética mas também social e ambiental.

Que a agricultura biológica ou pelo menos a alteração do actual paradigma de utilização de pesticidas e químicos na agricultura se vá instalando e pesticidas comprovadamente perigosos sejam proibidos.

Que nas cidades e conselhos, e aproveitando as eleições autárquicas, novos modelos de gestão, maior proximidade do cidadão e instrumentos de participação  identificados como os orçamentos participativos, as agendas XXI, as consultas populares e outras, assim como mais agricultura urbana e peri-urbana e melhor uso da energia e transportes limpos possam adquirir plenitude.

Que Portugal desempenhe um papel mais pró-activo no quadro ibérico e possa contribuir para pôr fim a tempo da nuclear aqui e nomeadamente com o fecho de Almaraz, neste momento a central mais velha de Espanha a funcionar e um autêntico desastre e risco ambiental e civil.
                                                  Lisboa, 4 de Fevereiro.

Que se estruture uma política de defesa do território, não só recuperando e articulando as zonas protegidas e muito abandonadas mas também se desenvolvam políticas antecipatórias dos eventos climáticos extremos que já estamos a enfrentar.


Mundo:

Que os desastres ambientais, políticos, sociais e a xenofobia, o racismo, as sementes da serpente e a guerra que lhe estão, historicamente associadas, tudo indícios demasiado presentes no actual xadrez mundial não se desenvolvam, seja nos Estados Unidos, na Rússia, na Grã Bretanha ou noutro país qualquer.

Que se possa continuar a lutar, seja a nível local seja através de compromissos sociais e industriais, seja no quadro de articulação regionais contra este Armagedão que também se avizinha que são as alterações climáticas, as ocorrências daí resultantes seja para a humanidade e sobretudo as populações mais pobres e em processos de migração, seja para a biodiversidade do planeta em acelerada erosão.

Que a paz  global e as condições para ela, e nomeadamente as duas acima se possa manter e sobretudo  que as inúmeras guerras que se continuam possam ser mitigadas.
Que os desenvolvimentos tecnológicos e científicos possam contribuir para alterações das economias e por tabela dos processos de desenvolvimento e ajudar a transição que é cada vez mais necessária para novos paradigmas de economia, novas formas de organização social e novas solidariedades mundiais.


quarta-feira, fevereiro 08, 2017

Por acaso encontrei esta notícia, de uma excelente iniciativa:
http://www.dn.pt/artes/interior/lisboa-guarda-escandalos-quase-em-cada-esquina-5652189.html
que esta sim, sem tuc-tucs!, devia ser mais divulgada!

terça-feira, fevereiro 07, 2017

Notícias de Energia:
1- Hoje o Movimento Ibérico Anti-nuclear foi recebido na Presidência da Republica e pode partilhar a preocupação do sr. Presidente com a central nuclear de Almaraz e o seu empenho, no âmbito das suas competências por salvaguardar a segurança e cultura nacional
2- Um interessante artigo de António Sá da Costa:
http://www.apren.pt/pt/newsletters/fevereiro-2017/
que aborda o sistema de preços e desmistifica custos pretensamente associados às renováveis
3- Nas Caldas da Rainha na próxima sexta-feira haverá um debate sobre petróleo, que para o nosso ministro da ambiente se insere na política nacional de descarbonização, vejam lá!
carregar para aumentar!

segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Foi, também, graças a isto:

a segunda etapa da nossa luta contra a nuclear e por alternativas, carreguem para aumentar!Que temos isto:
Em Portugal o ano passado 60% da electricidade que consumimos foi de renováveis. Exportámos mais para Espanha ( e França) do que os 36% de produção nuclear da Endesa em Almaraz.

sexta-feira, fevereiro 03, 2017


quinta-feira, fevereiro 02, 2017

Este devia ser de leitura obrigatória e de acção imperativa. Senão acabamos todos trumps(ados).
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