Deixei a companhia Tranquilidade quando me tentaram dar o golpe do baú, há 2 ou 3 anos.
Como agora aumentaram-me o seguro. Só que na altura enviaram-me uma informação previamente e ainda fui a tempo de mudar de companhia.
para desgraça minha a Açoreana foi agora comprada pelos chineses da Tranquilidade e agora sem qualquer aviso prévio deram outro golpe. Aumentaram-me sem qualquer motivo novamente o seguro do carro.
Depois dos meus protestos fui informado, no início de Dezembro que seria ressarcido em 8 euros e alguns cêntimos. Pois apesar de já os ter questionado até agora, já passa um mês ... népia.-Para exportelarem-me foi na hora, nem esperaram um minuto.
Venho dar conta desta situação de que informarei o Instituto Seguros de Portugal.
quinta-feira, janeiro 04, 2018
ou dos "empregos" políticos... para os quais não têm qualificações, qualidades ou qualquer mérito.
Nem um mínimo de ética. A não ser ser do partido ou cliente....
Nem um mínimo de ética. A não ser ser do partido ou cliente....
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O Clientelismo
terça-feira, janeiro 02, 2018
Aqui:
http://www.dw.com/en/nuclear-reactor-to-shut-down-amid-germanys-atomic-phase-out/a-41983056?maca=en-Facebook-sharing
boas notícias para iniciar o ano!
E
em miúdos:
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 246,0 kWh, o que permitiu abastecer os electrodomésticos da cozinha, a iluminação e os equipamentos de climatização.
O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 6,36 m3 de gás natural, durante o último mês.
A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 28 % das habitações de Lisboa.
O desenvolvimento do fotovoltaico doméstico, e volto a referir o papel das cooperativas de produção e da microgeração (além da conservação e eficiência) tem, e com as novas baterias em vertiginoso desenvolvimento, que ser a cheve para um novo paradigma de consumo/produção.
E claro que o térmico, onde o nosso país está atrás, por habitante, da Alemanha que tem muito, muito menos calor solar, tem um enorme potencial.
E a geotermia de baixa entalpia, também.
O vento, pois o vento fica com o Pessoa...
http://www.dw.com/en/nuclear-reactor-to-shut-down-amid-germanys-atomic-phase-out/a-41983056?maca=en-Facebook-sharing
boas notícias para iniciar o ano!
E
em miúdos:
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 246,0 kWh, o que permitiu abastecer os electrodomésticos da cozinha, a iluminação e os equipamentos de climatização.
O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 6,36 m3 de gás natural, durante o último mês.
A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 28 % das habitações de Lisboa.
O desenvolvimento do fotovoltaico doméstico, e volto a referir o papel das cooperativas de produção e da microgeração (além da conservação e eficiência) tem, e com as novas baterias em vertiginoso desenvolvimento, que ser a cheve para um novo paradigma de consumo/produção.
E claro que o térmico, onde o nosso país está atrás, por habitante, da Alemanha que tem muito, muito menos calor solar, tem um enorme potencial.
E a geotermia de baixa entalpia, também.
O vento, pois o vento fica com o Pessoa...
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segunda-feira, janeiro 01, 2018
Estas estão prontas a marchar, neste ano em que a guerra às drogas, também vai acabar....
https://www.theguardian.com/us-news/2018/jan/01/california-broad-legalization-marijuana
com trump ou sem...
https://www.theguardian.com/us-news/2018/jan/01/california-broad-legalization-marijuana
com trump ou sem...
quarta-feira, dezembro 27, 2017
Uma empresa em constante violação da lei, como o próprio ministro do Ambiente reconhece atreve-se a por um processo a quem a denuncia:
http://movimentoprotejo.blogspot.pt/2017/12/protejo-em-defesa-de-arlindo-consolado.html
hoje falei com o Arlindo e ofereci-me para testemunha, dado que o estatuto de co-réu não é possível.
Esta empresa, a CELTEJO, uma empresa que deve, ela sim, ser alvo de coimas, muitas e até interdição da actividade, que conspurca em total ilegalidade o nosso bem que é o Tejo, ir-se-à arrepender....!!!
Não nos calaremos!!!!
http://movimentoprotejo.blogspot.pt/2017/12/protejo-em-defesa-de-arlindo-consolado.html
hoje falei com o Arlindo e ofereci-me para testemunha, dado que o estatuto de co-réu não é possível.
Esta empresa, a CELTEJO, uma empresa que deve, ela sim, ser alvo de coimas, muitas e até interdição da actividade, que conspurca em total ilegalidade o nosso bem que é o Tejo, ir-se-à arrepender....!!!
Não nos calaremos!!!!
Imaginemos o nosso Museu de Arte Antiga a colaborar numa edição de chacota e altamente abrasiva sobre as obras em exposição... depois dos jantares no Panteão (e terão deixado alguns tremoços...?) e das noitadas nos Jerónimos cairia o Carmo e a Trindade....
mas é só o Louvre, e as piadas sobre a Gioconda são mais velhas que a própria...
mas é só o Louvre, e as piadas sobre a Gioconda são mais velhas que a própria...
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domingo, dezembro 24, 2017
COMUNICADO
Por meio desta, informamos que a partir do dia de hoje, estaremos de férias para um merecido descanso, estaremos de volta no dia 2 de janeiro de 2018.Desejamos a todos e suas famílias muitas felicidades nas festas de fim de ano e um 2018 com muita saúde!Atenciosamente,Alface, Pão Integral, Granola, Legumes e Verduras, Frutas, Linhaça, Leite desnatado, Pepino, Ricota e Iogurte 0% gordura.P.S.: Na nossa ausência, estarão à vossa disposição, para atendê-los com a mesma gentileza de sempre:Leitão assado, Peru recheado, Bacalhoada, Tender, Pernil, Farofa, Rabanadas, Torta de chocolate, Panetone, sobremesas, vinhos, aguardentes e todos os demais que integram a equipa.Desde já muito obrigado pela sua compreensão!
sábado, dezembro 23, 2017
quinta-feira, dezembro 21, 2017
Passei o dia em Évora, cidade magnífica, e onde encontrei numa simpática livraria uma editora que não conhecia, que edita livros de acordo com a norma do português europeu.
Talvez volte a comprar livros em português, aliás não sei como as editoras podem continuar nessa rampa descendente que é editarem livros cheios de inanidades.
Pois a Livros de Bordo merece a minha referência!
E este
num dia triste em que o potente anestésico que é o nacionalismo tomou conta de 47% dos catalães que votaram e deram mais uma maioria parlamentar ao que considero uns mentecaptos que destruirão a Catalunha, Espanha, a Ibéria e a Europa....
Ou talvez os Cidadãos o consigam impedir!?
Talvez volte a comprar livros em português, aliás não sei como as editoras podem continuar nessa rampa descendente que é editarem livros cheios de inanidades.
Pois a Livros de Bordo merece a minha referência!
E este
num dia triste em que o potente anestésico que é o nacionalismo tomou conta de 47% dos catalães que votaram e deram mais uma maioria parlamentar ao que considero uns mentecaptos que destruirão a Catalunha, Espanha, a Ibéria e a Europa....
Ou talvez os Cidadãos o consigam impedir!?
sábado, dezembro 16, 2017
Bem sei que o francês está a cair em desuso, sobretudo nos com menos de 40, mas por vezes há algumas revistas que merecem um esforço, sobretudo quando são simplificadoras e didácticas (mas não passam disso!).
Este número da Science&Vie, é valioso, para principiantes, seja do francês seja da ecologia.
Na capa o "douanier" Rousseau, por mim tão usado....
e excelentes ilustrações!
Este número da Science&Vie, é valioso, para principiantes, seja do francês seja da ecologia.
Na capa o "douanier" Rousseau, por mim tão usado....
e excelentes ilustrações!
quinta-feira, dezembro 14, 2017
Uma ida a Mértola, dois dedos de conversa com o Claúdio Torres dão-nos mais energia que o espinafre ao Popeye.Continuo o livro da época:
que já fez milhares de quilómetros, e se recomenda!:
Já aqui falei das perversões que abundam no Cante (e também no Fado).
Algumas são abordadas, entre linhas e muito a medo e esconças. neste livro, nem todas.
A mercantilização e comercialização de um valor património, quem estabelece o padrão e como? (e nem é abordado a actual moda esdrúxula de Cante religioso) e a articulação etnográfica que o Cante requer, seja como enquadramento.
Qualquer dia teremos cante com orquestra...já se canta Cante nas igrejas (sem que sejam as tais catedrais) e acompanhamento ao piano!.
Interessante parecer que há alguém preocupado com a usurpação do Cante por Serpa e o facto do caderno de encargos que poderá levar à exclusão deste da lista do Património UNESCO não estar a ser cumprida e mais,,, ser desconhecida.
Tudo isto após um almoço familiar com o Claúdio e mais um capítulo da procura de sentido, para a Humanidade.
terça-feira, dezembro 12, 2017
Mais renováveis,
a palavra do Eng. Sá da Costa:
http://www.apren.pt/pt/mensagem-do-presidente-dezembro-2017
e um quadro global:
a palavra do Eng. Sá da Costa:
http://www.apren.pt/pt/mensagem-do-presidente-dezembro-2017
e um quadro global:
domingo, dezembro 10, 2017
O Tejo está uma desgraça, felizmente nem todos o esquecem!
Um excelente artigo!
https://www.publico.pt/2017/12/06/sociedade/reportagem/tejo-uma-tragedia-a-vista-de-todos-1794813?page=/&b=feature_a
Um excelente artigo!
https://www.publico.pt/2017/12/06/sociedade/reportagem/tejo-uma-tragedia-a-vista-de-todos-1794813?page=/&b=feature_a
sábado, dezembro 09, 2017
Desfazendo equívocos, trago hoje aqui um artigo exemplar de Manuel Collares Pereira colaborador do #ALMARAZ E OUTRAS COISAS MÁS#, que me honra com amizade para a sua divulgação:
Esclarecimento;
a falsa questão das Energias Renováveis pesarem no preço a que pagamos a
electricidade
por
Manuel Collares
Pereira
(Cátedra
Energias Renováveis, Universidade de Évora)
Na semana da votação do Orçamento do Estado assistimos
à discussão, em todos os media, sobre a questão das Energias Renováveis e do
chumbo da iniciativa do BE nesta matéria.
Considero que é um tema de grande importância, mas que
estava a ser abordado de uma forma que não é correcta, com base numa ideia errada
que há muito vai ganhando tracção e que se resume assim: as Energias Renováveis
(ER) são mais caras e o seu custo mais
elevado é o que nos faz pagar a electricidade mais cara lá em casa!
Compreendo muito bem que o cidadão queira ver reduzido
o preço que paga pela eletricidade que consome. Mas a discussão e o caminho
para se alcançar esse objectivo terão de ser outros. Felizmente, porque
necessitamos muito das ER!
Para lá do facto de que há muitas ER e que esta
generalização está logo inquinada à partida, exponho de seguida um conjunto de
razões que permitem entender logo o que estou a afirmar.
Os factos:
- é verdade que uma parte das Energias Renováveis (ER)
têm beneficiado de tarifas bonificadas (embora também seja verdade que estas bonificações
têm vindo a ser reduzidas no tempo e até desparecido, nalguns casos)
- as ER (sobretudo a hídrica e a eólica) produzem
electricidade (entre 50 a 60% , em média,
por ano) que é colocada de imediato na rede; depois é necessário recorrer a outras fontes (fósseis) para
completar o que faz falta e que as ER ainda não fornecem
- vamos buscar primeiro, para este complemento, as
mais baratas: no nosso caso é sobretudo o carvão
- se não tivéssemos as ER teríamos de recorrer, para
além do carvão , ao gás natural (mais caro) e até a outras formas, se fosse necessário;
isto é, teríamos a mesma eletricidade, mas a um custo de produção maior![1]
- quando se calcula o custo de produção obtido com as
renováveis no mix (com todas as suas tarifas bonificadas) e o custo de produção
que teríamos sem elas, verificamos que há uma diferença que é superior à soma de
todos os ditos sobrecustos das renováveis; estes cálculos estão feitos para os
últimos anos e são inequívocos (APREN].
-isto é : as ER contribuem para um custo de produção
total mais baixo! Ou seja: são super vantajosas!
Custo de produção não
é preço de venda! Como é que esta redução de custo se reflecte no
consumidor, na tarifa a que este compra a energia? Para já contribuiu para que
a base que possa existir para uma eventual inflação posterior de preços, seja
mais baixa...
Mas, na realidade, o que faz certamente subir o preço
ao consumidor são todas as coisas que a “política energética” foi metendo na
tarifa. E é por aí que se poderá procurar reduzir aquele valor.
O consumidor não pode é ser enganado com explicações
erradas que o levem a achar que a culpa está nas ER, quando teremos ainda que
depender mais delas e daí retirar benefícios ainda maiores de custos no futuro,
incluindo os das alterações climáticas.
Faltou explicar porque temos/tivemos de bonificar as
Renováveis. A questão foi a de incentivar a sua adopção , ajudando a criar um mercado que de inicio não têm. Por outro
lado, as ER têm de competir num mercado com custos iniciais de investimento,
quando os fósseis que já lá estão têm custos muito menores, pois só têm hoje os
custos (de operação) do combustível para a produção. Se fizéssemos, hoje, novas
centrais a gás ou a carvão, já a maioria das ER seriam competitivas, hoje, sem
mais ajudas!
As tarifas bonificadas não são rendas! Constituem um
valor adicional, sobre o da tarifa do
mercado da produção, que é pago por cada kWh efetivamente colocado na rede, nos
termos de um contracto com uma duração típica de 15 anos, celebrado para tornar minimamente rentável, aos valores ao tempo da sua assinatura, o investimento na nova forma de energia. Este
contracto não pode ser denunciado antes do seu termo ou prejudicado nas suas
premissas, seja sob que forma for. Como expliquei estes sobrecustos não ficaram
a pesar no nosso bolso dos consumidores.
Pelo contrario, tiveram um resultado de redução de custos de produção, muito
positivos.
[1] Chama-se a este efeito, Efeito de Ordem de Mérito
sexta-feira, dezembro 08, 2017
Ontem na Fábrica, fotos de Alex Gandum.
http://oinstalador.com/noticia/id/480/Livro-sobre-Almaraz-recorda-a-historia-dos-40-anos-do-Movimento-Iberico-Anti-Nuclear
http://oinstalador.com/noticia/id/480/Livro-sobre-Almaraz-recorda-a-historia-dos-40-anos-do-Movimento-Iberico-Anti-Nuclear
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