Uma excelente "feira" sobre o canhamo,
organizada num local emblemático do Porto, onde há também uma exposição notável:
http://stevemccurryworld.com/
(um pouco cara para Portugal).
Bons expositores e boas sessões/conferências, embora não tenha podido deixar de chamar a atenção contra o uso de certas linguagens que entram em contradição ( ou não conforme uma das oradoras referiu...) com o objectivo da legalização das plantas para usufruto dos cidadãos.
Não há usos conflitivos, o que pode haver é pessoas que tem problemas com esse, como tem com o alcóol, o cafém a comida, o sexo, e o açucar.
As plantas não são conflitivas no seu uso!
Bom mas foram dois dias excelentes, com qualidade e qualificação. Esta é uma área de negócio cheia de oportunidades. Em Portugal vamos ter a maior plantação de marijuana, com fins medicinais da península, por uma empresa canadiana (100 postos de trabalho!).
Temos que ter mais e outras...
domingo, novembro 19, 2017
quinta-feira, novembro 16, 2017
Bem sei que é em cima da hora. Eu estou com os finalmentes do livro #Almaraz e outras coisas más# e não poderei aparecer, o que muito me pesa.
Costumo indicar nos meus três livros de sempre o "Don Quixote", aqui no passeio...
Costumo indicar nos meus três livros de sempre o "Don Quixote", aqui no passeio...
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quarta-feira, novembro 15, 2017
É já no próximo fim de semana,
que na Alfândega do Porto se vai realizar http://cannadouro.pt/
Aí se voltarão a reunir os adeptos dessa fantástica planta, que tanto contribuiu para o que somos hoje.
A todos os níveis!
que na Alfândega do Porto se vai realizar http://cannadouro.pt/
Aí se voltarão a reunir os adeptos dessa fantástica planta, que tanto contribuiu para o que somos hoje.
A todos os níveis!
domingo, novembro 12, 2017
Tenho, aqui também, referido por várias vezes, com apreço a Lisboa E-nova.
Mas hoje tenho que lamentar o descalabro organizativo em que está, espero que momentâneamente mergulhada.
Factos:
Há cerca de um mês anunciaram uma visita à ETAR da Guia. Por curiosidade com os novos sistemas inscrevi-me (e mais uma dezena de pessoas). Foi-me exigido logo um pagamento (que fiz na hora), além de ter modificado a minha agenda para tal evento.
Há 10 dias anunciaram-me com uma desculpa esfarrapada que a visita tinha sido cancelada.
Inquiri sobre a devolução do pagamento. Tiveram a lata, quando bastava devolver ao emissor, de me pedir dados para tal.
Há 10 dias... e segue.
A Lisboa E-nova anda por maus momentos...
Mas hoje tenho que lamentar o descalabro organizativo em que está, espero que momentâneamente mergulhada.
Factos:
Há cerca de um mês anunciaram uma visita à ETAR da Guia. Por curiosidade com os novos sistemas inscrevi-me (e mais uma dezena de pessoas). Foi-me exigido logo um pagamento (que fiz na hora), além de ter modificado a minha agenda para tal evento.
Há 10 dias anunciaram-me com uma desculpa esfarrapada que a visita tinha sido cancelada.
Inquiri sobre a devolução do pagamento. Tiveram a lata, quando bastava devolver ao emissor, de me pedir dados para tal.
Há 10 dias... e segue.
A Lisboa E-nova anda por maus momentos...
Miguel Poveda Real - "Triana, puente y aparte" ( Tangos de Triana )
Não foi este espectáculo, mas foi uma noite de luxo, ontem na Fundação Gulbenkian., com sala à cunha. Uma grande sessão!
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quinta-feira, novembro 09, 2017
Está na Fundação Gulbenkian uma curiosa exposição # Do Outro Lado do Espelho#, que recomendo.
Os apreciadores desse e dos truques da linguagem que esse possibilita ficarão fascinados.
Algumas das delícias:
este é um dos assombros ( ou esquisito em castellano!)
este, o entortar é da minha responsabilidade, é uma tontura...
e este é um clássico.
Os apreciadores desse e dos truques da linguagem que esse possibilita ficarão fascinados.
Algumas das delícias:
este é um dos assombros ( ou esquisito em castellano!)
este, o entortar é da minha responsabilidade, é uma tontura...
e este é um clássico.
terça-feira, novembro 07, 2017
O El Roto, que conheci Ops, no El Hermano Lobo, aliás Andrés Rábago é um dos maiores filósofos dos nossos tempos.
Todos os dias, no El Pais, dá-nos luz para pensarmos o nosso tempo, algo desse.
Neste excelente livro, recolha de algumas centenas de desenhos
deixa-nos algumas pérolas:
Fronteira: chama-se ao local onde uma loucura termina para começar outra.
Os atuns tem uma tal quantidade de metais pesados que a sua pesca será em breve considerada como extracção mineira. ( e as sardinhas, senhor?)
O poder vem do povo, ou melhor da sua submissão.
O meu trabalho de economista consiste em tornar o intolerável necessário.
Estas e as suas ilustrações são cada uma e as outras cento e tal, matéria para uma conferência e muito pensamento
Todos os dias, no El Pais, dá-nos luz para pensarmos o nosso tempo, algo desse.
Neste excelente livro, recolha de algumas centenas de desenhos
deixa-nos algumas pérolas:
Fronteira: chama-se ao local onde uma loucura termina para começar outra.
Os atuns tem uma tal quantidade de metais pesados que a sua pesca será em breve considerada como extracção mineira. ( e as sardinhas, senhor?)
O poder vem do povo, ou melhor da sua submissão.
O meu trabalho de economista consiste em tornar o intolerável necessário.
Estas e as suas ilustrações são cada uma e as outras cento e tal, matéria para uma conferência e muito pensamento
" Só as palavras contam. Tudo o resto é ruído" de Ionesco.
Neste livrinho de Umberto Eco, que tanta falta faz quando os populismos, a novi-língua, o nacionalismo, o trumpismo tomam o espaço e até o tempo.
Este livrinho, lido enquanto o diabo esfrega um olho é um diagnóstico fundamental.
ver o ex-presidente do governo catalão urdir a trama, o complot para manipular a opinião desinfoirmada, é aqui completamente desmascarado. Não há qualquer contemplação para os métodos, são os mesmos de sempre!
Neste livrinho de Umberto Eco, que tanta falta faz quando os populismos, a novi-língua, o nacionalismo, o trumpismo tomam o espaço e até o tempo.
Este livrinho, lido enquanto o diabo esfrega um olho é um diagnóstico fundamental.
ver o ex-presidente do governo catalão urdir a trama, o complot para manipular a opinião desinfoirmada, é aqui completamente desmascarado. Não há qualquer contemplação para os métodos, são os mesmos de sempre!
segunda-feira, novembro 06, 2017
Só falta um carneiro...
http://interact.com.pt/26/hortas-e-ambiencias-holisticas/
este:
para ser memória e futuro!
http://interact.com.pt/26/hortas-e-ambiencias-holisticas/
este:
para ser memória e futuro!
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domingo, novembro 05, 2017
Este ano as sardinhas não prestaram para nada. E a continuarem assim iremos deixar de as comer.
É preciso respeitar os pareceres científicos e dar uma moratória à pesca desta, para poderem deixar de ser só memória.
As organizações ecologistas não hesitaram e fizeram muito bem.
Os nossos governos não podem agir como salteadores de caminhos. Os nossos pescadores têm que ser adequadamente compensados.... e deixar de pescar sardinha por alguns anos!
carregar para ler!
É preciso respeitar os pareceres científicos e dar uma moratória à pesca desta, para poderem deixar de ser só memória.
As organizações ecologistas não hesitaram e fizeram muito bem.
Os nossos governos não podem agir como salteadores de caminhos. Os nossos pescadores têm que ser adequadamente compensados.... e deixar de pescar sardinha por alguns anos!
carregar para ler!
Enquanto em Paris ( allô Dr. Fernandes!)
ovelhas pastam ao pé do Invalides,e todas as semanas se assiste a centenas de "patinistas" a ocupar as ruas...
por cá, parece que paramos no tempo...
Felizmente chove um pouco e as renováveis continuam vivas...
este mês
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 428,3 kWh o que permitiu abastecer todos consumos familiares , o frigorífico e a iluminação do vizinho .
Mas é preciso muito mais. Para quando o regresso de ovelhas à cidade?
Para quando se incentivam os patins para uso em transporte urbano!???
terça-feira, outubro 31, 2017
Estarei em Paris e logo nas finalizações do livro # Almaraz e outras coisas más#, mas tentarei uma aberta para dar um salto... até à Golegã.
Onde como habitualmente se realiza:
mais uma vez com um magnífico programa e um excelente cartaz!
*por distracção havia colocado o cartaz do ano passado. Vários leitores me chamaram a atenção. Aí está o de 2017!
Onde como habitualmente se realiza:
*por distracção havia colocado o cartaz do ano passado. Vários leitores me chamaram a atenção. Aí está o de 2017!
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Feira Nacional do Cavalo. São Martinho,
Golegã
segunda-feira, outubro 30, 2017
Para articular com a posta anterior, este excelente reportagem sobre o roubo do Tejo, e o seu desaguar em... Murcia!
http://mvod.lvlt.rtve.es/resources/TE_NGVA/mp4/9/7/1509092476379.mp4
Fantástico!
http://mvod.lvlt.rtve.es/resources/TE_NGVA/mp4/9/7/1509092476379.mp4
Fantástico!
quarta-feira, outubro 25, 2017
Ainda não a tenho em mãos, mas será certamente de meu deleite e do maior interesse.
o Jardim de Água do saudoso mestre Ferreira da Silva, hoje num inacreditável estado de abandono e delapidação, mas também outros títulos em caixa alta, levar-me-ão a procurá-la.
Nota:
Estava distraído. Esta revista só existe "online". Aqui:
http://www.gecorpa.pt/Upload/Revistas/Rev62_Revista_Completa.pdf
o Jardim de Água do saudoso mestre Ferreira da Silva, hoje num inacreditável estado de abandono e delapidação, mas também outros títulos em caixa alta, levar-me-ão a procurá-la.
Nota:
Estava distraído. Esta revista só existe "online". Aqui:
http://www.gecorpa.pt/Upload/Revistas/Rev62_Revista_Completa.pdf
terça-feira, outubro 24, 2017
A Charia chegou ( voltou!) a Portugal:
https://www.theguardian.com/world/2017/oct/24/portugal-protest-judges-adultery-mitigated-woman-attack
isto é absolutamente inqualificável.
E que as mais altas autoridades do Estado, e suas senhorias, não se tenham ruidosamente pronunciado, é a mostra que também aqui, na áreada justiça o nosso Estado claudicou, está de cocoras perante um agente do Daesch e da Al Quaeda.
Só comparado com a Charia, talvez apedrejar as adulteras? seja a posição deste juiz...
https://www.theguardian.com/world/2017/oct/24/portugal-protest-judges-adultery-mitigated-woman-attack
isto é absolutamente inqualificável.
E que as mais altas autoridades do Estado, e suas senhorias, não se tenham ruidosamente pronunciado, é a mostra que também aqui, na áreada justiça o nosso Estado claudicou, está de cocoras perante um agente do Daesch e da Al Quaeda.
Só comparado com a Charia, talvez apedrejar as adulteras? seja a posição deste juiz...
segunda-feira, outubro 23, 2017
Hoje estive numa espécie de loja do chinês. Na FNAC, empresa que já teve qualidade e ultimamente, talvez para tentar sobreviver da insolvência já declarada deu o passo em frente, em direcção ao abismo.
Quinquilharia, produtos que nem na loja do chinês e uma enorme, mas enorme falta de qualidade e desprezo pelo cliente, sobretudo aquele que quer comprar algum (imagine-se!) livro.
Muito havera para contar sobre as grandes superficies ou empresas de concentração livreiras ( o caso da Leya é exemplar!!! Está à beira da bancarrota! e a Porto Editora só se salva com o balão dos livros escolares e, talvez, cuma gestão mais profissional).
Hoje passei-me nesta...
Estive dez, 10 minutos à espera que a única funcionária disponível no 2º piso tivesse a bondade e ir buscar a minha encomenda...
lamentável.
Quinquilharia, produtos que nem na loja do chinês e uma enorme, mas enorme falta de qualidade e desprezo pelo cliente, sobretudo aquele que quer comprar algum (imagine-se!) livro.
Muito havera para contar sobre as grandes superficies ou empresas de concentração livreiras ( o caso da Leya é exemplar!!! Está à beira da bancarrota! e a Porto Editora só se salva com o balão dos livros escolares e, talvez, cuma gestão mais profissional).
Hoje passei-me nesta...
Estive dez, 10 minutos à espera que a única funcionária disponível no 2º piso tivesse a bondade e ir buscar a minha encomenda...
lamentável.
domingo, outubro 22, 2017
Com um interessante 1º capítulo passado em Lisboa este novo de Arturo Pérez-Reverte é uma densa aventura político-policial passada nos anos da guerra civil espanhola.
No 1º capítulo Lisboa de outras eras, mas também a Lisboa de sempre....
e hoje uma visita à FOLIO. Vale a pena, Óbidos é uma terra de excelência e o Festival já um marco.
No 1º capítulo Lisboa de outras eras, mas também a Lisboa de sempre....
e hoje uma visita à FOLIO. Vale a pena, Óbidos é uma terra de excelência e o Festival já um marco.
sábado, outubro 21, 2017
Óbidos, devido ao dinamismo e visão de José Pinho e da sua equipa da Ler Devagar, que encontrou desde logo autoridades municipais receptivas e empreendedoras é, sem sombra de dúvida a nossa vila dos livros.
Livrarias do outro mundo, em Igrejas, Mercados, Vãos de escada, Museus, e agora com o FOLIO por todo o lado.
É um prazer passear, parar, folhear, cheirar os livros e o que eles, deles inspira.
Óbidos acompanhou este novo passo, paço, e tem outros, muitos outros motivos para passar.
Aí estarei!
Livrarias do outro mundo, em Igrejas, Mercados, Vãos de escada, Museus, e agora com o FOLIO por todo o lado.
É um prazer passear, parar, folhear, cheirar os livros e o que eles, deles inspira.
Óbidos acompanhou este novo passo, paço, e tem outros, muitos outros motivos para passar.
Aí estarei!
sexta-feira, outubro 20, 2017
Arrancou hoje, com sala cheia e um excelente filme de Manuel Mozos "Ramiro", o Doc Lisboa:
http://www.doclisboa.org/2017/
mais um ano a não perder.
http://www.doclisboa.org/2017/
mais um ano a não perder.
quarta-feira, outubro 18, 2017
Bastou o sr. Presidente da Republica (bem haja!) falar para a inqualificável ministra se demitir, como estava escrito nas estrelas só que ela só pensava nas férias...quando olhava o céu cheio de chamas...
Hoje aqui pico uma parte de um artigo de Manuel Alegre, com que não posso estar mais de acordo:
" Não se ouviu como se devia ter ouvido o arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles. É certo que por vezes protestei, mesmo contra o meu próprio partido. Mas não foi suficiente. Não consigo calar-me e sinto-me culpado. Já disse que não sou um especialista. Mas acho que os meios de combate aos incêndios devem passar para o Estado. Os meios aéreos para a Força Aérea Portuguesa. E é óbvio que se torna urgente a criação de um corpo nacional de bombeiros profissionais organizado segundo normas e regras de tipo militar, como de certo modo já acontece em Espanha. "
Sublinhados meus!
Hoje aqui pico uma parte de um artigo de Manuel Alegre, com que não posso estar mais de acordo:
" Não se ouviu como se devia ter ouvido o arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles. É certo que por vezes protestei, mesmo contra o meu próprio partido. Mas não foi suficiente. Não consigo calar-me e sinto-me culpado. Já disse que não sou um especialista. Mas acho que os meios de combate aos incêndios devem passar para o Estado. Os meios aéreos para a Força Aérea Portuguesa. E é óbvio que se torna urgente a criação de um corpo nacional de bombeiros profissionais organizado segundo normas e regras de tipo militar, como de certo modo já acontece em Espanha. "
Sublinhados meus!
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segunda-feira, outubro 16, 2017
Na Galiza uma enorme produção de quadros, boneco, desenhos domina o espaço mediático.Entre nós temos os palhaços habituais, os políticos de pacotilha e os jornalistas que não sabem fazer perguntas, e salvo um ou outro comentador ilustrado vemos o bolsar em abundância.
O mito do incendiário continua a dominar à trela de uma comunicação social confusa que só pensa nos "shares" e nas audiências.
As verdadeiras causas (e não descarto, como ouvi o meu estimado amigo Eugénio Sequeira, que haja negligência e despautério social, como foguetes no sábado? só contado por você) o continuado desordenamento florestal, a forma como se destrata o território e claro, mas falar de tal provoca ... vento... as alterações climáticas, onde o papel do homem é absoluto.
E é absolutamente evidente que a sra ministra já deveria estar de férias há muito, muito tempo.
Só lhe falta é um bocadinho, um bocadinho de nada, de vergonha.
Temos, ou melhor não temos qualquer, qualquer mesmo protecção civil, o que se vê é voluntarismo e diligência de bem intencionados e mal formados bombeiros e total incapacidade das estruturas locais da dita funcionar a sério.
Imaginem no caso de um acidente nuclear, em Almaraz , onde já esteve mais longe...
Ou, e a brincadeira recente mostra que o ridículo não mata, um tremor de terra...
Hoje choramos, os nossos mortos, mas também os nossos olhos choram a incapacidade (assumida!) da dita autoridade do Estado proteger a cidadania.
sexta-feira, outubro 13, 2017
Não posso de deixar de trazer aqui, sabendo que é tema de controvérsia, embora o orçamento participativo nacional tenha sido claro ao aprovar a proposta de incluir as corridas no património imaterial nacional, mas não posso deixar sem uma referência à espectacular, excepcional mesmo, corrida de ontem, com o Campo Pequeno lotado, completamente, e talvez com imagens na RTP.
6 cavaleiros de uma nova geração, sem rodriguinhos e com corridas todas limpas deram uma lição de toureio, e os forcados estiveram a alto nível. E os toiros eram de qualidade.
Uma noite memorável!
Uma noite memorável!
quinta-feira, outubro 12, 2017
Nunca esquecerei o ar dos colegas da vereação da CML quando lhe fiz saber da inexistência de exercícios de sismicidade e, também, do facto da nossa cidade estar perto de uma falha que pode provocar outro "big one".
Certo que o Manuel Brito ainda tentou dar umas mas facto é que estamos, completamente, indefesos, e ( ao que me dizem...) com uma sumidade na Protecção Civil Municipal, que é o mesmo que nada.
Amanhã, consta, que vai haver uma simulação.
Não é assim que se faz, mas melhor que nada...
E, talvez para aquecer os motores, e chamar a atenção também para isto, que será base para mais uma intervenção no sábado...
http://elperiodicodelaenergia.com/panico-en-los-mercados-electricos-europeos-edf-anuncia-que-existe-riesgo-sismico-significativo-en-29-reactores-nucleares/
é que Almaraz está... aqui mesmo ao lado e ao contrário do que técnicos da nuclear disseram depois do acidente de Fukushima ( que já ultrapassa as centenas de mortos e muitos milhares de contaminados, claro não reconhecidos...) não é pondo boa cara e sorrindo que se evitam as radiações, como também deve pensar o nosso ministro do Ambiente.
Certo que o Manuel Brito ainda tentou dar umas mas facto é que estamos, completamente, indefesos, e ( ao que me dizem...) com uma sumidade na Protecção Civil Municipal, que é o mesmo que nada.
Amanhã, consta, que vai haver uma simulação.
Não é assim que se faz, mas melhor que nada...
E, talvez para aquecer os motores, e chamar a atenção também para isto, que será base para mais uma intervenção no sábado...
http://elperiodicodelaenergia.com/panico-en-los-mercados-electricos-europeos-edf-anuncia-que-existe-riesgo-sismico-significativo-en-29-reactores-nucleares/
é que Almaraz está... aqui mesmo ao lado e ao contrário do que técnicos da nuclear disseram depois do acidente de Fukushima ( que já ultrapassa as centenas de mortos e muitos milhares de contaminados, claro não reconhecidos...) não é pondo boa cara e sorrindo que se evitam as radiações, como também deve pensar o nosso ministro do Ambiente.
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terça-feira, outubro 10, 2017
Ainda a apreciar ( e a rir não fosse a tragédia que lhe vai por trás) a Republica mais rápida, a nascer e a morrer, do mundo, termino uma excelente leitura, que devia ser obrigatória para a nossa Protecção Civil (assim com as pastilhas de iodo):
o descrédito total da OMS, nas mãos das agências atómicas, e o questionar dos limites das radiações (quem decide?) e o ridículo de responsáveis virem, a rir-se na nossa cara, dizer que a boa disposição impede os raios ionizantes de nos atingir, como o número fantasmagórico, quando já passam as muitas dezenas de milhar de mortos, que a tal OMS atribui a Chernobyl (34!).
Esta comédia, onde temos estórias esquecidas como o bombardeamento nuclear de barcos de pesca, no quadro dos ensaios nucleares nos anos 50, e onde faltam os trabalhadores de Andujar ou os da Urgeiriça.
Lisboa continua desprotegida. Almaraz não está longe. Este Sábado vamos manifestar-nos, também contra isso:
o descrédito total da OMS, nas mãos das agências atómicas, e o questionar dos limites das radiações (quem decide?) e o ridículo de responsáveis virem, a rir-se na nossa cara, dizer que a boa disposição impede os raios ionizantes de nos atingir, como o número fantasmagórico, quando já passam as muitas dezenas de milhar de mortos, que a tal OMS atribui a Chernobyl (34!).
Esta comédia, onde temos estórias esquecidas como o bombardeamento nuclear de barcos de pesca, no quadro dos ensaios nucleares nos anos 50, e onde faltam os trabalhadores de Andujar ou os da Urgeiriça.
Lisboa continua desprotegida. Almaraz não está longe. Este Sábado vamos manifestar-nos, também contra isso:
segunda-feira, outubro 09, 2017
Sou sócio do IPP que estimo ser um grupo de
especialistas categorizados na área da economia, na qual tem realizado e
divulgado estudos e propostas de elevada qualidade.
Mas no melhor pano caí a nódoa.
E tenho que dizer que apesar de pensar que se
começava pelo telhado, dado que para reformar o nosso sistema político e eleitoral
se tem que começar pela base, o sistema das autarquia, por exemplo temos mais
de 40.000 eleitos, que é sensivelmente o mesmo que Espanha (incluindo a Catalunha)
tem, Temos 5 órgãos autárquicos, no mínimo se a autarquia só tiver uma
freguesia... enquanto que aqui ao lado.... basta 1.
Apesar disso fui ao seminário que hoje com a colaboração do ICS organizámos.
Enfim ia-se discutir o sistema político e eleitoral
geral. Pensei que se iria ter em conta o excelente ensaio, como base, de Manuel
Braga da Cruz, por exemplo.
Pois não, baseado nuns estudos académicos,
generosamente pagos, penso eu com o meu dinheiro, foi apresentado pelos
iminentes especialistas uma inutilidade, que em Itália elegeu a Cicciolina, e
que por cá só serve para discussões académicas e evitar ou impedir que se
discuta a verdadeira reforma do sistema. É que francamente estar a discutir o
voto preferente numa folha do tamanho de 3 A4 só para perder o nosso tempo.
O IPP tem que arranjar melhor companhia nesta
área, não estando em causa a qualidade dos académicos que versaram sobre o seu
húmus.
domingo, outubro 08, 2017
Uma vergonha, que sendo Oeiras um dos concelhos com maior índice de educação, nos deve fazer pensar, nos conselhos de que o voto deveria ser só para aqueles com algum nível dessa ou de conhecimentos...
Aqui:
http://visao.sapo.pt/atualidade/entrevistas-visao/2017-10-08-Do-mesmo-modo-que-nao-queremos-os-bebados-a-conduzir-tambem-nao-queremos-os-ignorantes--a-votar
e aqui:
https://elpais.com/internacional/2017/10/06/mundo_global/1507303973_316697.html
é que o esgoto não faz selecção.
Aqui:
http://visao.sapo.pt/atualidade/entrevistas-visao/2017-10-08-Do-mesmo-modo-que-nao-queremos-os-bebados-a-conduzir-tambem-nao-queremos-os-ignorantes--a-votar
e aqui:
https://elpais.com/internacional/2017/10/06/mundo_global/1507303973_316697.html
é que o esgoto não faz selecção.
sexta-feira, outubro 06, 2017
Tenho andado cheio de agitação, por Lisboa pouco.
Hoje leio o que penso há muito: "As redes sociais substituiram o buraco da fechadura da casa de banho", a promiscuidade, a bandalheira, o arrivismo, a vaidade boçal, o exibicionismo, estão por aí.
Com total indigência. Dos dois lados.
E ainda, basta darem uma vista de olhos pelos comentários( dos jornais sobretudo) para verem que o nível intelectual deve rondar os 20 ou 30 Q.I. ou até menos, muito menos.
A seguir este drama aqui:http://signos.blogspot.pt/
onde há cultura, livros, e política, sobretudo contra o fanatismo, que também domina as redes.
O livro o Homem Nú explica tudo (até o poder do Putin/Trump e Assange por trás), está no blog acima mencionado.
E enviam-me hoje dum artigo de António Barreto, sobre as televisões ( outro buraco dos tais)
"
É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática.A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno.
"
Hoje leio o que penso há muito: "As redes sociais substituiram o buraco da fechadura da casa de banho", a promiscuidade, a bandalheira, o arrivismo, a vaidade boçal, o exibicionismo, estão por aí.
Com total indigência. Dos dois lados.
E ainda, basta darem uma vista de olhos pelos comentários( dos jornais sobretudo) para verem que o nível intelectual deve rondar os 20 ou 30 Q.I. ou até menos, muito menos.
A seguir este drama aqui:http://signos.blogspot.pt/
onde há cultura, livros, e política, sobretudo contra o fanatismo, que também domina as redes.
O livro o Homem Nú explica tudo (até o poder do Putin/Trump e Assange por trás), está no blog acima mencionado.
E enviam-me hoje dum artigo de António Barreto, sobre as televisões ( outro buraco dos tais)
"
É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática.A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno.
"
segunda-feira, outubro 02, 2017
Li no fim de semana, interrompido só por uma ida ás urnas, viagem e um velório do pai de um querido amigo, este magnífico livro, entre o ensaio sociológico e a análise da paisagem e da sua ocupação.
as razões de opções, nefastas para o ambiente, as razões do abandono do território, articuladas com discursos ou falsos (o caso de Las Hurdes de Buñuel é fantástico), e também uma análise sobre as razões da nuclear, em Almaraz ou da mineração em Andujar, tudo isso e muito mais está presente neste livro culto.
Que lembra também o problema energético, seja pela conversa que tive ontem à tarde e que mostra o disparate e leviandade de todo este nacionalismo catalão ( o que vão fazer, como vão gerir e fiscalizar, às 3 centrais nucleares? ) seja pela crítica ponderada aos mitos que estão por trás desta praga.
Mas hoje trago aqui dados, habituais, e não passíveis de outra classificação. Dados são dados, resultados são resultados!!!
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 522,3 kWh , o que permitiu abastecer todos os seus consumos, os electrodomésticos da cozinha, a iluminação e os equipamentos de climatização do vizinho.
as razões de opções, nefastas para o ambiente, as razões do abandono do território, articuladas com discursos ou falsos (o caso de Las Hurdes de Buñuel é fantástico), e também uma análise sobre as razões da nuclear, em Almaraz ou da mineração em Andujar, tudo isso e muito mais está presente neste livro culto.
Que lembra também o problema energético, seja pela conversa que tive ontem à tarde e que mostra o disparate e leviandade de todo este nacionalismo catalão ( o que vão fazer, como vão gerir e fiscalizar, às 3 centrais nucleares? ) seja pela crítica ponderada aos mitos que estão por trás desta praga.
Mas hoje trago aqui dados, habituais, e não passíveis de outra classificação. Dados são dados, resultados são resultados!!!
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 522,3 kWh , o que permitiu abastecer todos os seus consumos, os electrodomésticos da cozinha, a iluminação e os equipamentos de climatização do vizinho.
E a produção de
electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 18 % das
habitações de Lisboa.
O aquecimento de
águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família
poupar, por exemplo, 14,84 m3 de gás natural, durante o último mês.
Estes os dados explicativos.
Não é possível transformar o que é no que não é. Para bom entendedor...
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sábado, setembro 30, 2017
Para ajudar a meditação uma fabulosa morcilla de lustre...
que ontem marchou em Zafra, e aqui na receita andaluza, de Encinasola:
que ontem marchou em Zafra, e aqui na receita andaluza, de Encinasola:
Ingredientes
- Clavo,
- pimienta negra,
- morcilla lustre,
- Patas,
- rebortillos y carnes de chivo,
- ajo.
- Laurel,
- pimiento,
- cebolla,
- tomate,
- aceite,
- sal
- Patatas,
- vino blanco
- perejil.
Preparación
Se sofríen todos los ingredientes junto con La carne, los rebortillos y patas, se le añade El vino blanco, las especias el laurel y el Perejil, después se le añade el agua y la morcilla Se deja cocer y se le añaden las patatas.
No Clientelismo apontámos uma série de constrangimentos democráticos
nas nossas autarquias e desde logo no processo de eleições destas, além
dos poderes e competências abstrusos dos vários orgãos destas.
Não abordámos mas a minha posição é claro, devia-se limitar a campanha eleitoral a uma semana, tornar mais expeditos os processos e reformar os tempos destes desde a apresentação das candidaturas ao voto.
Deveria também acabar-se os subsídios aos partidos, com base no número de eleitos, a não ser que se diminuissem drásticamente esses e também o número de eleitos. Era bom que em vez de alguns virem com ideias tolas sobre cortes abstrusos do orçamento autárquicos, com isto e aquilo, fizessem o que fazia parte de ADN de um Partido de que fiz parte no estrangeiro, o dinheiro a que tinha direito ia direito para organizações sociais e ambientais, o Partito Radicale.
E também suprimir o absurdo dia de "reflexão". Mas o que é que vamos reflectir?
Esta campanha, por todo o lado, não discutiu nada, ou muito pouco que tivesse a ver com as autarquias, nalguns concelhos há partidos que nem apresentam programa e outros que se copiam em 90% da lista de compras e iniciativas que irão realizar (e não se pense que estou a falar de concelhos abstractos, hoje passei, e demorei-me, por três e é exactamente isso que acontece). Programas nulos ou reduzidos a listas de supermercado. Ideias para a autarquia e para a política nada, ou mesmo nada.
Nas eleições anteriores, fora em Lisboa, fora em Barrancos apesar de tudo, e nalguns momentos tive ocasião de participar, e substancialmente nos programas, sabia em quem votar.
Não tinha, é certo desenvolvido e articulado pensamento sobre a lógica, função e competência das autarquias.
Hoje defendo a inutilidade da Assembleia de Freguesia e a eleição directa do executivo da Junta, na lógica e consoante o número de eleitores ( de 3 a 9) na lógica da eleição dos executivos camarários.
Simples, directo e funcional e milhares de candidatos menos, milhares de eleitos menos e milhares de senhas de presenças e prebendas menos.
Não irei votar para a Assembleia de Freguesia. Sou também contra a representação desta com voto na Assembleia Municipal. Votarei nulo.
No caso dos outros dois orgãos, também sou contra. Sou a favor de uma Assembleia Municipal mais pequena, consoante o munícipio (7 a 65) e a ser dessa que saia, em lógica de Assembleia, o Executivo, sendo o presidente sempre o 1º da lista mais votada, executivo de 3 a 11 elementos.
Mas, embora tenha havido propostas neste sentido os chamados partidos/dinossaurios não querem que se toque nos seus poderzinhos, que assim ficavam muito mais sujeitos a escrutínio, dado que estas Assembleias deveriam ter poderes e capacidades de fiscalização que hoje não existem nas A.M., que chegam a durar 10 mn em muitos locais, dez minutos para os galifões receberem as suas senhas, cheguei a assistir a algumas em que ainda alguns estavam a assinar e já tinha a mesma... acabado.
Hesito em votar só para o Executivo ou votar cruzado para permitir alguma fiscalização entre os orgãos, mas em qualquer circunstância contrariado.
Este sistema não é o meu sistema.
Nota
E acho esdrúxula a alteração legislativa que permite, sem avaliar as tenebrosas consequências, que funcionários autárquicos sejam candidatos e eleitos, esquecendo que continuarão sempre dependentes da hierarquia, ou agora ou no futuro....
Não abordámos mas a minha posição é claro, devia-se limitar a campanha eleitoral a uma semana, tornar mais expeditos os processos e reformar os tempos destes desde a apresentação das candidaturas ao voto.
Deveria também acabar-se os subsídios aos partidos, com base no número de eleitos, a não ser que se diminuissem drásticamente esses e também o número de eleitos. Era bom que em vez de alguns virem com ideias tolas sobre cortes abstrusos do orçamento autárquicos, com isto e aquilo, fizessem o que fazia parte de ADN de um Partido de que fiz parte no estrangeiro, o dinheiro a que tinha direito ia direito para organizações sociais e ambientais, o Partito Radicale.
E também suprimir o absurdo dia de "reflexão". Mas o que é que vamos reflectir?
Esta campanha, por todo o lado, não discutiu nada, ou muito pouco que tivesse a ver com as autarquias, nalguns concelhos há partidos que nem apresentam programa e outros que se copiam em 90% da lista de compras e iniciativas que irão realizar (e não se pense que estou a falar de concelhos abstractos, hoje passei, e demorei-me, por três e é exactamente isso que acontece). Programas nulos ou reduzidos a listas de supermercado. Ideias para a autarquia e para a política nada, ou mesmo nada.
Nas eleições anteriores, fora em Lisboa, fora em Barrancos apesar de tudo, e nalguns momentos tive ocasião de participar, e substancialmente nos programas, sabia em quem votar.
Não tinha, é certo desenvolvido e articulado pensamento sobre a lógica, função e competência das autarquias.
Hoje defendo a inutilidade da Assembleia de Freguesia e a eleição directa do executivo da Junta, na lógica e consoante o número de eleitores ( de 3 a 9) na lógica da eleição dos executivos camarários.
Simples, directo e funcional e milhares de candidatos menos, milhares de eleitos menos e milhares de senhas de presenças e prebendas menos.
Não irei votar para a Assembleia de Freguesia. Sou também contra a representação desta com voto na Assembleia Municipal. Votarei nulo.
No caso dos outros dois orgãos, também sou contra. Sou a favor de uma Assembleia Municipal mais pequena, consoante o munícipio (7 a 65) e a ser dessa que saia, em lógica de Assembleia, o Executivo, sendo o presidente sempre o 1º da lista mais votada, executivo de 3 a 11 elementos.
Mas, embora tenha havido propostas neste sentido os chamados partidos/dinossaurios não querem que se toque nos seus poderzinhos, que assim ficavam muito mais sujeitos a escrutínio, dado que estas Assembleias deveriam ter poderes e capacidades de fiscalização que hoje não existem nas A.M., que chegam a durar 10 mn em muitos locais, dez minutos para os galifões receberem as suas senhas, cheguei a assistir a algumas em que ainda alguns estavam a assinar e já tinha a mesma... acabado.
Hesito em votar só para o Executivo ou votar cruzado para permitir alguma fiscalização entre os orgãos, mas em qualquer circunstância contrariado.
Este sistema não é o meu sistema.
Nota
E acho esdrúxula a alteração legislativa que permite, sem avaliar as tenebrosas consequências, que funcionários autárquicos sejam candidatos e eleitos, esquecendo que continuarão sempre dependentes da hierarquia, ou agora ou no futuro....
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O Clientelismo
sexta-feira, setembro 29, 2017
Tenho uma edição dos anos 70 em português, mas julgo que é um livro de alfarrabista.
É genial!
na desmontagem do discurso e em tornar evidente os objectivos ideológicos por detrás da "inocência".
Recordo por exemplo a quase inexistência de sexo (mulheres) e que todos são sobrinhos de alguém, mas não há relações lineares. O discurso dominante é o da acumulação e o trabalho é sempre achincalhado. O livro é uma delícia, agora que só se vê lixo nas livrarias que tal uma re-edição?
Hoje voltei a pensar nele ao ler este fantástico artigo:
https://elpais.com/cultura/2017/09/27/babelia/1506512874_380893.html?por=mosaico
de um dos autores do mesmo.
É genial!
na desmontagem do discurso e em tornar evidente os objectivos ideológicos por detrás da "inocência".
Recordo por exemplo a quase inexistência de sexo (mulheres) e que todos são sobrinhos de alguém, mas não há relações lineares. O discurso dominante é o da acumulação e o trabalho é sempre achincalhado. O livro é uma delícia, agora que só se vê lixo nas livrarias que tal uma re-edição?
Hoje voltei a pensar nele ao ler este fantástico artigo:
https://elpais.com/cultura/2017/09/27/babelia/1506512874_380893.html?por=mosaico
de um dos autores do mesmo.
quinta-feira, setembro 28, 2017
Hoje pediram-me um comentário sobre Hugh Hefner.
Era um liberal e revolucionou a nossa relação com o corpo.
Ainda conservo, terei que buscá-la é certo entre os milhares de documentos e livros que se acumulam... esta:
penso que numa edição fac-smile.
A Marylin é um dos desejos mitológicos, seja pela sua estética, seja pela sua inteligência e cultura.
A Playboy, proibida em Portugal na minha juventude ( como é possível que um bando de velhos, com ou sem botas, depravados, pedófilos e beatos proibissem tudo ?) era um raio de luz, não só pelas fotografias mas também por muito do contéudo.
Foi perdendo terreno na medida em que a vulgarização da concorrência lhe foi retirando cultura e também espaço.
Não quero deixar de registar aqui um pensamento oposto, embora no fundo menos do que parece, a este:https://www.theguardian.com/commentisfree/2017/sep/28/hugh-hefner-pimp-sue-playboy-mansion
é claro que é necessário perceber o tempo (quando a Playboy saiu as mulheres andavam de lenço na cabeça e saia três dedos abaixo do joelho, em Portugal!) e olhar para o lado do Islão....
Era um liberal e revolucionou a nossa relação com o corpo.
Ainda conservo, terei que buscá-la é certo entre os milhares de documentos e livros que se acumulam... esta:
penso que numa edição fac-smile.
A Marylin é um dos desejos mitológicos, seja pela sua estética, seja pela sua inteligência e cultura.
A Playboy, proibida em Portugal na minha juventude ( como é possível que um bando de velhos, com ou sem botas, depravados, pedófilos e beatos proibissem tudo ?) era um raio de luz, não só pelas fotografias mas também por muito do contéudo.
Foi perdendo terreno na medida em que a vulgarização da concorrência lhe foi retirando cultura e também espaço.
Não quero deixar de registar aqui um pensamento oposto, embora no fundo menos do que parece, a este:https://www.theguardian.com/commentisfree/2017/sep/28/hugh-hefner-pimp-sue-playboy-mansion
é claro que é necessário perceber o tempo (quando a Playboy saiu as mulheres andavam de lenço na cabeça e saia três dedos abaixo do joelho, em Portugal!) e olhar para o lado do Islão....
quarta-feira, setembro 27, 2017
Face aos riscos que enfrentamos deveriam os dirigentes europeus ser audazes para contrariar a derriva nazionalista e populista, vulgo nazi-fascismo, temperada por algum pumunismo ( Putin+comunismo). mas infelizmente como acontece com os liberais alemães (e outros, também por cá!) o domínio da finança sobre a política, em detrimento dos valores humanistas e solidários ainda tem muita força.
Mais política, melhores instituições ( e ver o estado lamentável e imutável do nosso sistema autárquico ...) um sistema de controle adequado, e a proposta de eleição de metade do Parlamento Europeu por listas transnacionais merece o meu entusiasmo e apoio total!, que tenha em conta que uma moeda única tem que ir de par com uma organização do sistema de impostos que lhe dê sentido e coerência, e além disso uma Europa que vá buscar o seu sentido aos determinantes culturais desta, é um novo discurso, que desde há muito, desde sempre defendo.
O discurso de Macron esta semana, marca, definitivamente um novo quadro!
Oxalá seja seguido e apoiado!
https://euobserver.com/institutional/139164
Mais política, melhores instituições ( e ver o estado lamentável e imutável do nosso sistema autárquico ...) um sistema de controle adequado, e a proposta de eleição de metade do Parlamento Europeu por listas transnacionais merece o meu entusiasmo e apoio total!, que tenha em conta que uma moeda única tem que ir de par com uma organização do sistema de impostos que lhe dê sentido e coerência, e além disso uma Europa que vá buscar o seu sentido aos determinantes culturais desta, é um novo discurso, que desde há muito, desde sempre defendo.
O discurso de Macron esta semana, marca, definitivamente um novo quadro!
Oxalá seja seguido e apoiado!
https://euobserver.com/institutional/139164
segunda-feira, setembro 25, 2017
Tirando a degradação da paisagem provocada por cartazes medonhos e tirando que tenho que usar mais o zapping quando vejo o telejornal, assim que aparece um dos medonhos, e tirando que evito ajuntamentos e deito fora muito lixo da caixa de correio e do carro ( para quando legislação que puna os panfletos que nos colocam no para-brisas?), tirando esses epifenómenos nem tenho dado conta da campanha em curso.
Já decidi dois dos meus votos, na linha da reforma do poder autárquico que defendo e ainda tenho uma ligeira hesitação em relação ao terceiro, e isto porque, apesar de tudo não posso deixar de considerar a ruralidade um dado a ter em conta no poder local (voto actualmente em Barrancos).
As eleições autárquicos, já o defendo há muito deviam ser despartidarizadas, simplificadas, acabar com vários dos actuais orgãos autárquicos, onde continuamos a eleger mais de 100.000 comilões. além das cerca de 500.000 dispensas eleitorais para fins de campanha. Acabar com as Assembleias de freguesia e as eleições directas da a Câmara ( eleição directa da Junta de Freguesia e do Executivo municipal na Assembleia), reduzir em mais de 80.000 as senhas de presença e outras prebendas das mesmas e simplificar o sistema eleitoral, introduzindo também, obrigatórios outros instrumentos de participação autárquicos ( Agenda XXI, Orçamentos participativos, desecentralização do orgão, o exemplo do Intendente foi genial!, referenduns locais sobre tema específicos, e sobretudo plano de ordenamento participado e respeitado).
Em Lisboa, hoje ganhei mais um voto para o Presidente, temos muitos candidatos a brincar, e talvez dois a sério, embora um não vá chegar lá, ainda o karma do Zé a fazer das suas.
Mas continuamos a ter um sistema balofo, embora aqui há que reconhecer um trabalho válida na fusão de freguesias...
Bom. última semana de campanha, e continuarei a escapar por entre as gotas da água da chuva...
Já decidi dois dos meus votos, na linha da reforma do poder autárquico que defendo e ainda tenho uma ligeira hesitação em relação ao terceiro, e isto porque, apesar de tudo não posso deixar de considerar a ruralidade um dado a ter em conta no poder local (voto actualmente em Barrancos).
As eleições autárquicos, já o defendo há muito deviam ser despartidarizadas, simplificadas, acabar com vários dos actuais orgãos autárquicos, onde continuamos a eleger mais de 100.000 comilões. além das cerca de 500.000 dispensas eleitorais para fins de campanha. Acabar com as Assembleias de freguesia e as eleições directas da a Câmara ( eleição directa da Junta de Freguesia e do Executivo municipal na Assembleia), reduzir em mais de 80.000 as senhas de presença e outras prebendas das mesmas e simplificar o sistema eleitoral, introduzindo também, obrigatórios outros instrumentos de participação autárquicos ( Agenda XXI, Orçamentos participativos, desecentralização do orgão, o exemplo do Intendente foi genial!, referenduns locais sobre tema específicos, e sobretudo plano de ordenamento participado e respeitado).
Em Lisboa, hoje ganhei mais um voto para o Presidente, temos muitos candidatos a brincar, e talvez dois a sério, embora um não vá chegar lá, ainda o karma do Zé a fazer das suas.
Mas continuamos a ter um sistema balofo, embora aqui há que reconhecer um trabalho válida na fusão de freguesias...
Bom. última semana de campanha, e continuarei a escapar por entre as gotas da água da chuva...
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Terapias para as Autarquias
sábado, setembro 23, 2017
Sou geralmente contra estas coisas, mas assino-as em grande maioria.
Esta é do meu agrado, embora, como as restantes duvide da sua eficácia. Mas vale a pena!!!
Aqui:
https://www.change.org/p/guillermo-fern%C3%A1ndez-vara-cerrar-almaraz?recruiter=17423187&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink&utm_campaign=share_petition&utm_term=autopublish
para fechar Almaraz nunca a alma é pequena.
Esta é do meu agrado, embora, como as restantes duvide da sua eficácia. Mas vale a pena!!!
Aqui:
https://www.change.org/p/guillermo-fern%C3%A1ndez-vara-cerrar-almaraz?recruiter=17423187&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink&utm_campaign=share_petition&utm_term=autopublish
para fechar Almaraz nunca a alma é pequena.
quarta-feira, setembro 20, 2017
Bem sei que o tempo eleitoral estraga todas as inciativas durante esse.
Nesse dia (28) tenho um convite para falar de jazz em Caldas da Rainha ( no âmbito de um excelente festival anual de Jazz, o Nice nesta cidade), mas se não se confirmar (aparentemente foi julgado dia não conveniente!) certamente estarei neste colóquio com imagem e som de grande interesse.
Aqui:
http://www.cinemateca.pt/CinematecaSite/media/Documentos/Programa_Coloquio_web.pdf
Nesse dia (28) tenho um convite para falar de jazz em Caldas da Rainha ( no âmbito de um excelente festival anual de Jazz, o Nice nesta cidade), mas se não se confirmar (aparentemente foi julgado dia não conveniente!) certamente estarei neste colóquio com imagem e som de grande interesse.
Aqui:
http://www.cinemateca.pt/CinematecaSite/media/Documentos/Programa_Coloquio_web.pdf
Tenho que referir que no início achei graça, não havia nada, mas ou por os canais informativos e os sinais de fumo terem melhorado ou por esta revista como quase todas as outras se ter aviltado aos interesses mercantis mais paconços, a Time Out perdeu todo e qualquer interesse.
Devia em vez de continuar mergulhado no Cais Sodré e com articulistas obcecados com quem lhes dá borlas ( ou não!) fazer o levantamente das colectividades e do que se faz a sério em Lisboa e arredores e sair do politicamente certinho ( e até a página Gay é de uma pobreza franciscana!).
É raro, muito raro comprá-la, mas sempre lhe passo os olhos, por gentileza do meu ardina.
Este número comprei-o:
embora a miséria que referi seja a habitual, tem Monsanto e algumas indicações interessantes.
Estava na vereação quando com o Paulo Ferrero, que na altura nos assessorava, visitei este actual"mono", mas uma obra excepcional convertida num detrito:
https://www.timeout.pt/lisboa/pt/blog/panoramico-de-monsanto-reabre-como-miradouro-091817
na altura falava-se em deslocar para lá os bombeiros sapadores.
Visitei detalhadamente essa obra e cheguei a iniciar a elaboração de um projecto de ocupação e obviamente a recuperação possível desse.
Hoje, talvez com esta notícia, talvez com novos tempos que a cidade vive se possa recuperar esta referência da cidade, para um uso que a dignifique.
Por este o Time Out valeu!
Devia em vez de continuar mergulhado no Cais Sodré e com articulistas obcecados com quem lhes dá borlas ( ou não!) fazer o levantamente das colectividades e do que se faz a sério em Lisboa e arredores e sair do politicamente certinho ( e até a página Gay é de uma pobreza franciscana!).
É raro, muito raro comprá-la, mas sempre lhe passo os olhos, por gentileza do meu ardina.
Este número comprei-o:
embora a miséria que referi seja a habitual, tem Monsanto e algumas indicações interessantes.
Estava na vereação quando com o Paulo Ferrero, que na altura nos assessorava, visitei este actual"mono", mas uma obra excepcional convertida num detrito:
https://www.timeout.pt/lisboa/pt/blog/panoramico-de-monsanto-reabre-como-miradouro-091817
na altura falava-se em deslocar para lá os bombeiros sapadores.
Visitei detalhadamente essa obra e cheguei a iniciar a elaboração de um projecto de ocupação e obviamente a recuperação possível desse.
Hoje, talvez com esta notícia, talvez com novos tempos que a cidade vive se possa recuperar esta referência da cidade, para um uso que a dignifique.
Por este o Time Out valeu!
terça-feira, setembro 19, 2017
domingo, setembro 17, 2017
A religião, o nacionalismo, a intolerância e o fanatismo. Com o populismo e o racismo e xenofobia com eles articulados, e todos os outros processos de exclusão, o sexismo e a homofobia, articulados com as religiões, e a mistificação e invenção das pátrias ligadas ao nacionalismo, são com a ameaça nuclear, também com esses articuladas, a destruição do património e as alterações climáticas que também é base de migrações e guerras, mas podemos continuar mas sempre tombamos, não como os brasileiros tombam, no pensamento único e todo o totalitarismo que a partir desse se gera.
Hoje o talibã catalã:
de um dos mais notáveis cartoonistas do nosso tempo! El Roto!
E aqui:
https://elpais.com/elpais/2017/09/15/opinion/1505471886_748298.html
um artigo notável!
Hoje o talibã catalã:
de um dos mais notáveis cartoonistas do nosso tempo! El Roto!
E aqui:
https://elpais.com/elpais/2017/09/15/opinion/1505471886_748298.html
um artigo notável!
Tenho que dizer que esta pré-campanha está ao nível do pior circo, dos piores palhaços.
Tenho visto de tudo, do piorio. Estive num debate em Óbidos onde só manifestamente um dos cinco candidatos está, minimamente, preparado para exercer o mandato. Um dos candidatos nem deu uma para a caixa, outro disse uma boçalidades a defender a sua dama, outro era a cassete habitual e o que deveria ser a alternativa só sabia dizer que tinha Óbidos no coração.
Há muita coisa mal, há muitas coisas a emendar, há que encontrar novas formas para que as coisas sigam uma lógica de sustentabilidade, também em Óbidos. Só o actual presidente tem capacidade para prosseguir, também aí.
E hoje fiquei siderado com uma senhora, a senhora Lisboa que disse que queria ... mais um milhão de habitantes para Lisboa. O ridículo não matará estes pseudo candidatos? Ninguém saberá encontrar os verdadeiros problemas e verdadeiras soluções?
E por Oeiras a situação raia a calamidade local. Ex-presidiários, outros que deveriam à conta do que fizeram no exercício tê-lo sido, outros que querem subir do chinelo ou continuar a avistar ilusões.
E por todo o país, por todo o lado, neste, naquele e naqueloutro só se vê incapacidades, incompetências e ignorância. Há alguns aqui e ali que se safam, mas têm a cangalhada toda às costas.
Que tristeza, a abstenção só pode subir, subir muito, muito....
Tenho visto de tudo, do piorio. Estive num debate em Óbidos onde só manifestamente um dos cinco candidatos está, minimamente, preparado para exercer o mandato. Um dos candidatos nem deu uma para a caixa, outro disse uma boçalidades a defender a sua dama, outro era a cassete habitual e o que deveria ser a alternativa só sabia dizer que tinha Óbidos no coração.
Há muita coisa mal, há muitas coisas a emendar, há que encontrar novas formas para que as coisas sigam uma lógica de sustentabilidade, também em Óbidos. Só o actual presidente tem capacidade para prosseguir, também aí.
E hoje fiquei siderado com uma senhora, a senhora Lisboa que disse que queria ... mais um milhão de habitantes para Lisboa. O ridículo não matará estes pseudo candidatos? Ninguém saberá encontrar os verdadeiros problemas e verdadeiras soluções?
E por Oeiras a situação raia a calamidade local. Ex-presidiários, outros que deveriam à conta do que fizeram no exercício tê-lo sido, outros que querem subir do chinelo ou continuar a avistar ilusões.
E por todo o país, por todo o lado, neste, naquele e naqueloutro só se vê incapacidades, incompetências e ignorância. Há alguns aqui e ali que se safam, mas têm a cangalhada toda às costas.
Que tristeza, a abstenção só pode subir, subir muito, muito....
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Abstenção activa!,
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Terapias para as Autarquias
sexta-feira, setembro 15, 2017
Á vista desarmada uma das maiores insanidades deste governo, que hoje foi humilhado com um,a massiva manifestação ( mais de 5000 enfermeiros trajando de negro encheram a D. Carlos, o largo da Assembleia da Rebublica e ruas em redor)
gente jovem e alegre que merece outra atenção de quem nisto manda. É inconcebível o que se está a passar.
Uma manifestação que teve carinho dos populares.
gente jovem e alegre que merece outra atenção de quem nisto manda. É inconcebível o que se está a passar.
Uma manifestação que teve carinho dos populares.
GENIN
Um filme sobre o genial, GRANDE!, GENIN.
Meu ilustrador e amigo.
Um artista completo, que faz lembrar o grande, também genial Rafael Bordalo Pinheiro.
Para quando um convite para uma presença e exibição em Lisboa?
Para ele um forte abraço.
quarta-feira, setembro 13, 2017
É um dos mistérios da distribuição. Temos as nossas "tabacarias" atulhadas de excreta, revistas de caras e do outro lado, revistas de aventuras de supostos famosos, revistas de treta e de treta.
Por aqui e por ali nalgumas ainda vemos revistas de qualidade (todas, obviamente, estrangeiras), além dos jornais (sabiam que está nos 3 primeiros em venda em Portugal El Pais!?) sendo que a soma de estrangeiros em venda fica destacada em 2º a seguir ao correio da manha.
Mas para mim é um mistério a ausência de uma das melhores revistas de pensamento, política, sociologia e literatura, fundado por um homem de elevadíssima craveira autor de uma das melhores denúncias da "Corrupcion y Politica, Javier Pradera e hoje dirigida por um intelectual de referência e desassombro Fernando Savater, a CLAVES.
Que neste número traz um dossier interessante e com excertos notáveis de Marcel Mauss sobre a revolução capitalista * de 1917, na Rússia, e um fundamental artigo sobre a eutanásia, além de outros textos referentes.
* ver o meu livro #Clientelismo#
Por aqui e por ali nalgumas ainda vemos revistas de qualidade (todas, obviamente, estrangeiras), além dos jornais (sabiam que está nos 3 primeiros em venda em Portugal El Pais!?) sendo que a soma de estrangeiros em venda fica destacada em 2º a seguir ao correio da manha.
Mas para mim é um mistério a ausência de uma das melhores revistas de pensamento, política, sociologia e literatura, fundado por um homem de elevadíssima craveira autor de uma das melhores denúncias da "Corrupcion y Politica, Javier Pradera e hoje dirigida por um intelectual de referência e desassombro Fernando Savater, a CLAVES.
Que neste número traz um dossier interessante e com excertos notáveis de Marcel Mauss sobre a revolução capitalista * de 1917, na Rússia, e um fundamental artigo sobre a eutanásia, além de outros textos referentes.
* ver o meu livro #Clientelismo#
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domingo, setembro 10, 2017
A Unesco a destruir o património
Os
casos do Cante e do Fado, mas que pode ser aplicado às línguas e dialectos.
Estive à pouco nas estruturas criadas em Serpa para apoiar o Cante e
comprei alguns CDs de grupos do concelho.
Desde há muito que penso escrever sobre a má sorte que com a
classificação da UNESCO recaiu sobre as expressões de cultura popular e também
pode recair sobre línguas ou falas.
Vejamos o património é resultado das contradições entre as relações de
produção e as forças produtivas no quadro de um ambiente determinado, mas que
não é estático, e da espiritualidade que a partir desse se estrutura. Com as
pedras e com os registos imperecíveis assim como com outros
elementos difusos, a língua, a gastronomia, a música, a expressão plástica e
outros.
As pedras vão-se degradando e o papel da classificação e o trabalho de
descoberta de espólios e inventariação, seja dessas seja de elementos que lhe
dão sentido é da maior valia.
Em relação a isso também se poderia falar de muitos erros dos burocratas
da UNESCO, mas passemos adiante porque é mais difícil, salvo se formos taliban,
dar cabo das pedras vivas e do passado dessas, embora, como sabemos também com
o apoio da UNESCO deu-se cabo do Vale do Nilo, entre tantos outros, e não
esqueçamos o Tua...
Mas embora o tema me tenha sido suscitado pela disparatada ideia de
criptografar em lógica de ensino e construir uma gramática a partir desse
absurdo, de certas falas que reflectem momentos sócio-eco-culturais, que
existem num tempo e são reflexo desse, ao visitar estes espaços em Serpa (de
onde virá o guito? Seremos nós a pagar?) tenho que dizer que entornei as águas.
Os CDs, e tudo o que os reflecte, e também com o fado é o mesmo, não têm
nada, nada a ver com a memória o elemento que se procura preservar. É uma
invenção, uma completa invenção para o turista e para o ignorante que hoje é a
grande maioria dos consumidores das produções que passam na televisão ou que
entram na grande teta do mercado de massas.
Não sei se era essa a intenção dos promotores das candidaturas, dos
seus diversos autores, dos seus putativos beneficiários, mas o facto, a
realidade é que com a classificação da UNESCO (haverá alguém preocupado com
isso!?) o fado, o verdadeiro fado, de génese popular, vadio ou letrado, das
tabernas e salões, de andarilhos e vadios/as, de improvisos e quadras
elaboradas e cantadas por verdadeiros fadistas, que tinha andado de chinela ou
a vender jornais, ou eram aristocratas, burgueses e escumalha, esse fado que
ainda rompia de uma casa de meninas no Bairro Alto, ou do Café Luso, que se
ouvia da janela de um palacete no Beato, ou num 2º andar para o Conde Barão, se
ouvia quando um grão na asa se arrastava pelas escadarias de Coimbra, mas
também numa tasca em Grândola, esse fado, o verdadeiro fado desapareceu,
mercantilizado até pelos seus émulos, e hoje a entrar no Passeio dos Alegres e
outras tretas dessas ou a fazer as delícias de excursões de japoneses que nem
sabem o que estão a beber ( e pagar).
O Fado hoje é uma música banal cantada por vagos fadistas sem
enquadramento sociocultural nem falhas no dizer ou na nota. Monotonia para
inglês ver, na sua maioria.
Em relação ao Cante a situação é parecida. Tal como o Fado o Cante
ainda mais estava ás portas da morte. O fascismo reprimiu-lhe a verve e procurou
integrar nele canções gregorianas de igreja além de letras apologéticas de
Estado Novo. E o que é grave é que, talvez reforçadas pela apologética idêntica
do comunismo ( o Alentejo a alimentar o país, vejam lá!) , que lhe procurou
integrar modas a louvar a reforma agrária e até o Vasco Gonçalves, o cante, o
verdadeiro cante só sobrevivia escondido em tabernas (e nunca aí ouvi louvar o
tal menino) e algures no campo pelas mulheres e tenho que confessar que eram do
mais brejeiro (e claro divertidíssimo!).
Pois agora, talvez para alimentar toda a pandilha que foi criada com
estes processos, brotam grupos profissionais de Cante, sem nunca terem ido à
taberna e sem saberem a metade do que as “ceifeiras” , as verdadeiras sabiam.
Todo muito perfeito, tudo muito pronto para as salas de espectáculo e
os filmes que promovem algo que não tem nada que ver com o Cante, com essa
forma de resistência ao politicamente correcto e de luta contra a tirania do
espírito.
A UNESCO não sabe, não deve saber que consagrou a polícia do espírito,
consagrou um gosto e uma estética (e também uma gastronomia que só existe no
fetiche do mediterrâneo) e com isso contribui para a machada final no que
queria defender.
A UNESCO destruiu os Budas, como os taliban.
quinta-feira, setembro 07, 2017
Antes que caía o Carmo e a Trindade aqui algumas considerações enviadas hoje à Comissão Europeia que reflectem em linhas gerais o que penso deveria ser a Europa e os passos para a construir.
Mas continuamos na brincadeira....
#
To frame a sustainable energy path, meaning a global pricing policy, to overcome the Iberian blocks and to stop granting nuclear and coal as it has been done for decades. Implement policies to develop micro-generation as well as local alternatives, geothermal, solar, wind as well as the recovery of wastes.
To create an energy tax that overcomes the other taxes, and discriminate the fossil with a CO2 tax additionally.
Integrate in the global agreements the environmental cost as well as create discrimination toward products being made with slave or child work and as well when coming from countries with gender discrimination.
Rise Europe as intolerant with the break of human rights and including gender and sexual discrimination and promote trade with values.
Promote a reform of the european framework, namely electing the European Parliament with real powers, be it on the budget be it on social matters and the rule of the law. End with the power of the Council and let the new E.P. have constitucional power to buildup a new Europe, be it necessary to restart with less members ( countries). Having an european government issued and responding to the European Parliament being the goal to achieve.
Empowering the people, the petition rights and a new chamber ( only) with consultive powers integrating the main social and civil organization and as well elected members from the national parliaments.
Reduce the European bureaucracy and namely the number of languages in use at european level, keeping them only for a small number of items Suggestion english, spanish, french and german.
Reinforce the international/ european tribunals, namely on civil rigths and the access to them.
#
É claro que não são senão tópicos, cada um dos quais podia, devia merecer três ou quatro páginas numa primeira abordagem.Mas este foi no limite de palavras....
Mas nada disto serve senão para auto-gratificação (as palavras que vamos encontrar) dado que nada disto serve sequer para leitura e menos para discussão...
Mas continuamos na brincadeira....
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To frame a sustainable energy path, meaning a global pricing policy, to overcome the Iberian blocks and to stop granting nuclear and coal as it has been done for decades. Implement policies to develop micro-generation as well as local alternatives, geothermal, solar, wind as well as the recovery of wastes.
To create an energy tax that overcomes the other taxes, and discriminate the fossil with a CO2 tax additionally.
Integrate in the global agreements the environmental cost as well as create discrimination toward products being made with slave or child work and as well when coming from countries with gender discrimination.
Rise Europe as intolerant with the break of human rights and including gender and sexual discrimination and promote trade with values.
Promote a reform of the european framework, namely electing the European Parliament with real powers, be it on the budget be it on social matters and the rule of the law. End with the power of the Council and let the new E.P. have constitucional power to buildup a new Europe, be it necessary to restart with less members ( countries). Having an european government issued and responding to the European Parliament being the goal to achieve.
Empowering the people, the petition rights and a new chamber ( only) with consultive powers integrating the main social and civil organization and as well elected members from the national parliaments.
Reduce the European bureaucracy and namely the number of languages in use at european level, keeping them only for a small number of items Suggestion english, spanish, french and german.
Reinforce the international/ european tribunals, namely on civil rigths and the access to them.
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É claro que não são senão tópicos, cada um dos quais podia, devia merecer três ou quatro páginas numa primeira abordagem.Mas este foi no limite de palavras....
Mas nada disto serve senão para auto-gratificação (as palavras que vamos encontrar) dado que nada disto serve sequer para leitura e menos para discussão...
terça-feira, setembro 05, 2017
Está em curso um, mais um genocídio. Que não pode ser ignorado. Sobre o qual não podemos dizer que não ouvimos, não vimos, não soubemos.
A hipocrisia não pode ser base da política e os direitos humanos são, talvez, o único absoluto.
Aqui, um artigo exemplar:
https://www.theguardian.com/commentisfree/2017/sep/05/rohingya-aung-san-suu-kyi-nobel-peace-prize-rohingya-myanmar
é que não basta só levantarmos a nossa voz, temos que apontar o dedo e agir!
A hipocrisia não pode ser base da política e os direitos humanos são, talvez, o único absoluto.
Aqui, um artigo exemplar:
https://www.theguardian.com/commentisfree/2017/sep/05/rohingya-aung-san-suu-kyi-nobel-peace-prize-rohingya-myanmar
é que não basta só levantarmos a nossa voz, temos que apontar o dedo e agir!
Temos que definir
uma estratégia, isto não pode ser. E não se pode discutir estas
questões como se Saramago tivesse razão. A Ibéria não é uma ilha e é
composta de muitas partes. O sistema energético é global.
Podemos
fechar as centrais nucleares no quadro da calendarização que propomos
sem qualquer problema de subministro eléctrico e podemos reduzir as
térmicas a percentagens insignificantes no quadro de uma estratégia de
médio prazo, que passa por novos paradigmas na produção/consumo,
micro-geração e eficiência. E descentralização e autonomia dos
produtores. As instâncias judiciais em Espanha tem vindo a dar razão a
estes.segunda-feira, setembro 04, 2017
A fissão do atomo e a loucura dos homens, sobretudo do Kim e do Trump, deixa-nos à beira da guerra nuclear. A próxima será com pauzinhos, e não para comer sushi.
Entretanto temos os desastres climáticos, que nem esses entram na cabeçorra do tal louco, que colocam o ponteiro a um minuto do Armagedão.
Temos que continuar, além de dar a palavra e a energia dessa a agir e intervir. A reciclagem (onde está essa nos discursos autárquicos?), as micro-gerações (idem, idem), as hortas sociais e os contínuos destas e do verde urbano ( idem, idem), uma gestão social do urbanismo na linha do que se faz noutros países(idem, idem), a articulação entre municípios ( nem vê-la!!!), uma gestão de transportes equilibrada e introduzindo novos meios de locomoção ( nada, nada), comércio de proximidade a beneficiar de taxas diferenciadas ( népia, népia), um projecto cultural que envolva a sociedade e a economia( é preciso binóculos, embora a sociedade civil não pare!).
Bom e novas energias para os espaços municipais, desenvolvimento de eficiência energética na poder local, que é certo vai havendo por aqui e por ali, não é tão mobilizador, como os slogans disparatados e fora de contexto e dos poderes municipais, e ainda por cima a ilusão de transformar estas eleições, locais e específicas num barómetro para o país.
Cada local, cada eleição, e está clara a minha discordância total com a incapacidade dos presuntivos legisladores de alterar um sistema absurdo e estruturalmente anti-democrático como são as eleições autárquicas, mas é cada local os programas são os mesmos, as iniciativas semelhantes, os vazios de ideias e projectos similares.
Aposto, pessoalmente, no máximo de renovação possível. O tempo corrói a gestão, cria lógicas de compadrio, a não ser que os personagens mudem e se altere o sentido e a estratégia.
Bom, mas estamos no início do mês eleitoral, da campanha, que só, só começa (mas o país já está há muito cheio de carantonhas e painéis, alguns a atrapalhar o trânsito, a tapar paisagens e monumentos, para quando pormos fim a isto!???? proibir estes mamarrachos!) e não esquecemos a boa energia, de que a APREN gentilmente nos informa.
O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo,
16,43 m3 de gás natural, durante o último mês.
Entretanto temos os desastres climáticos, que nem esses entram na cabeçorra do tal louco, que colocam o ponteiro a um minuto do Armagedão.
Temos que continuar, além de dar a palavra e a energia dessa a agir e intervir. A reciclagem (onde está essa nos discursos autárquicos?), as micro-gerações (idem, idem), as hortas sociais e os contínuos destas e do verde urbano ( idem, idem), uma gestão social do urbanismo na linha do que se faz noutros países(idem, idem), a articulação entre municípios ( nem vê-la!!!), uma gestão de transportes equilibrada e introduzindo novos meios de locomoção ( nada, nada), comércio de proximidade a beneficiar de taxas diferenciadas ( népia, népia), um projecto cultural que envolva a sociedade e a economia( é preciso binóculos, embora a sociedade civil não pare!).
Bom e novas energias para os espaços municipais, desenvolvimento de eficiência energética na poder local, que é certo vai havendo por aqui e por ali, não é tão mobilizador, como os slogans disparatados e fora de contexto e dos poderes municipais, e ainda por cima a ilusão de transformar estas eleições, locais e específicas num barómetro para o país.
Cada local, cada eleição, e está clara a minha discordância total com a incapacidade dos presuntivos legisladores de alterar um sistema absurdo e estruturalmente anti-democrático como são as eleições autárquicas, mas é cada local os programas são os mesmos, as iniciativas semelhantes, os vazios de ideias e projectos similares.
Aposto, pessoalmente, no máximo de renovação possível. O tempo corrói a gestão, cria lógicas de compadrio, a não ser que os personagens mudem e se altere o sentido e a estratégia.
Bom, mas estamos no início do mês eleitoral, da campanha, que só, só começa (mas o país já está há muito cheio de carantonhas e painéis, alguns a atrapalhar o trânsito, a tapar paisagens e monumentos, para quando pormos fim a isto!???? proibir estes mamarrachos!) e não esquecemos a boa energia, de que a APREN gentilmente nos informa.
Nota:
Energia Fotovoltaica
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a
597,4 kWh, o que permitiu abastecer
todos os seus consumos, os electrodomésticos da cozinha, os pequenos electrodomésticos e a iluminação do vizinho.
Energia Solar Térmica
Energia Eólica
A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer
18 % das habitações de Lisboa.
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