Está disponível em quiosques este excelente número:
onde além de um perfil fantástico de um dos nossos heróis temos algumas páginas de antologia:
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sexta-feira, abril 27, 2018
Recordo-me de miúdo ver abelhas pelos nossos jardins, em Lisboa.
Como as borboletas foram sendo da cidade afastadas, extintas.
E pelos campos borboletas é um desafio vê-las e abelhas, só em zonas de colmeias, cada vez menos.
O mundo rural e a qualidade do ar tem- se vindo a afastar, de nós, cada vez mais.
Falo quase sempre nas conferências que faço, mesmo sobre temas mais etéreos de insectos...
De vez em quando dou uns cobres para umas campanhas internacionais de defesa das abelhas.
Tenho cada vez mais dúvidas sobre a sua utilidade ( das campanhas!).
Hoje, embora seja ainda extemporâneo o festejo, vejo que talvez sirvam para alguma coisa, contra o poderio destas empresas que vêm ou acompanharam o pior, o nazismo...
sabem de quem estou a falar....
Como as borboletas foram sendo da cidade afastadas, extintas.
E pelos campos borboletas é um desafio vê-las e abelhas, só em zonas de colmeias, cada vez menos.
O mundo rural e a qualidade do ar tem- se vindo a afastar, de nós, cada vez mais.
Falo quase sempre nas conferências que faço, mesmo sobre temas mais etéreos de insectos...
De vez em quando dou uns cobres para umas campanhas internacionais de defesa das abelhas.
Tenho cada vez mais dúvidas sobre a sua utilidade ( das campanhas!).
Hoje, embora seja ainda extemporâneo o festejo, vejo que talvez sirvam para alguma coisa, contra o poderio destas empresas que vêm ou acompanharam o pior, o nazismo...
sabem de quem estou a falar....
quarta-feira, abril 25, 2018
Recordar e continuar o 25 de Abril, de 1974.
Não esquecer a ditadura e a nuclear em Chernobyl de 1986.
Passam, curiosamente no dia seguinte à
revolução dos cravos, dia maior da ecologia política nacional, pois no dia 26
de Abril, passam este ano 32 anos do acidente, da explosão (impossível!
diziam-nos) do reactor nuclear de Chernobyl.
Recordemos que só o facto da radiação não ter
fronteiras e de as autoridades suecas terem, dado o alarmante nível de
radioactividade atmosférica, decidido parar, parar, todas as suas centrais
nucleares, levou a que só vários dias após o acidente, quando já dezenas de
pessoas tinham morrido e finalmente a evacuação tinha sido ordenada, o
Presidente da União Soviética, Gorbachev, viesse à televisão minorizar o
trágico acontecimento.
Não havia forma de o meter debaixo do tapete,
nem de manter o segredo. Chernobyl acabou, com os mitos, da nuclear e da URSS,
fossem eles quais.
O que aconteceu já há muito era anunciado
pelos “profetas de mau agoiro” que nos assumimos. Como o era o ocorrido depois
em Fukushima, ou ao tinha sido o de Kistin ou de Harrisburgo, ou poderá ser
amanhã, amanhã mesmo, em Cofrents, ou Almaraz como já o foi em Vandellos (onde
um incêndio levou ao encerramento, permanente de um dos grupos nucleares).
A nuclear é todo o ciclo de urânio, que nos
traz novamente as sombras negras da mineração (que no nosso país deixou muitos
destroçados e terras contaminadas), agora a 4 Kms da nossa fronteira, em
Retortillo.
É o problema dos resíduos, que levou a que sem
qualquer consideração pela legislação internacional, nem pelo nosso país, o
governo espanhol tenha decidido unilateralmente avançar com um depósito
nuclear, também em Almaraz.
É que, essa é, de facto, a única alternativa
para guardar os resíduos altamente radioactivos das centrais, dado que o local
para o seu armazenamento definitivo parece não existir... O previsto para Villar
de Cañas (Cuenca) é, era manifestamente... instável...
Vamos continuar a lutar, por alternativas a
este “erro” de Einstein e por novos paradigmas energéticos. E pela maior
participação cívica na polis!
domingo, abril 22, 2018
Conhecia em Lisboa, julgo que pela mão da saudosa Helena Vaz da Silva.
Também era uma senhora de altissimo nível.
Leio mais um, são todos de certa forma, dos seus livros de viagem.
Essencialmente no, pelo Japão.
Mas também pelos que as fazem, e como as fazemos, e contamos.
O último capítulo é um documento fantástico!
Também era uma senhora de altissimo nível.
Leio mais um, são todos de certa forma, dos seus livros de viagem.
Essencialmente no, pelo Japão.
Mas também pelos que as fazem, e como as fazemos, e contamos.
O último capítulo é um documento fantástico!
"
...pelas estradas do mundo actual onde se
encontram elementos de injustiça social, a avalanche de mentiras e impostura
publicitária, as marcas irreparáveis da poluição e as cicatrizes ou ameaças
nucleares.
"
Vamos continuando o caminho.
Dia 4 de Maio, para as agendas!!!!
A viagem do espírito sobre a matéria e a sua
compreensão no e do tempo, passa por mundos de vários momentos, e muitos desta nossa Finisterra,
também.
As paisagens e Lisboa entre elas, a polis, a
civitas e as suas energias estão como não podia deixar de ser também aqui
presentes.
Para todos e todas....
sábado, abril 21, 2018
Muñoz Molina escreve hoje mais um texto lindo sobre a nossa Lisboa, triste e alegre...
https://elpais.com/cultura/2018/04/17/babelia/1523984712_473283.html
https://elpais.com/cultura/2018/04/17/babelia/1523984712_473283.html
quinta-feira, abril 19, 2018
quarta-feira, abril 18, 2018
Não percebo a razão, e a história vai longa, Relvas, Socrates, Feliciano, e também em Espanha, Cifuentes e outros, mas por todo o mundo, falsificações de cursos e de teses, fraudes com vista a ter um dr. ou eng. sem qualquer justificação e com enorme despautério.
Passei por situações similares, e inversas, quando li e tenho-o comigo, um livro tese de mestrado de uma senhora que é cópia ipsis verbis de um velho livro meu, ou a estórias que passei na Lusófona, ainda antes do tal Relvas, e que já contei algumas.
Costumo passar por entre as gotas, com o meu mestrado, de facto só pós graduação embora além do acima referido tenha publicado dois livros de teses, em sociologia e economia de energia, não defendidas desde logo, e nem uso o título...
Mas esta gentalha é uma vergonheira...
Passei por situações similares, e inversas, quando li e tenho-o comigo, um livro tese de mestrado de uma senhora que é cópia ipsis verbis de um velho livro meu, ou a estórias que passei na Lusófona, ainda antes do tal Relvas, e que já contei algumas.
Costumo passar por entre as gotas, com o meu mestrado, de facto só pós graduação embora além do acima referido tenha publicado dois livros de teses, em sociologia e economia de energia, não defendidas desde logo, e nem uso o título...
Mas esta gentalha é uma vergonheira...
terça-feira, abril 17, 2018
O autor, também esteve connosco na formação do Movimento Alfacinha e no início do MPT, que rápidamente degenerou, levando ao afastamento de todos, quase todos os fundadores e todos os históricos.
Este livro Intervindo na Paisagem é também sobre Lisboa e o resto...
Embora com algumas repetições tem lições de enorme qualidade e sapiência, além de fortes e contundentes críticas políticas.
Um mestre e amigo, ainda tenho presente, (além claro deste lançamento no Salão Nobre de Agronomia a semana passada e o carinho deste), o desfile, que com os seus jovens 80 anos ele protagonizou carregando uma faixa do MIA, além de todas as boas e tantas memórias que nos unem.
Obrigado por tudo Fernando.
Este livro Intervindo na Paisagem é também sobre Lisboa e o resto...
Embora com algumas repetições tem lições de enorme qualidade e sapiência, além de fortes e contundentes críticas políticas.
Um mestre e amigo, ainda tenho presente, (além claro deste lançamento no Salão Nobre de Agronomia a semana passada e o carinho deste), o desfile, que com os seus jovens 80 anos ele protagonizou carregando uma faixa do MIA, além de todas as boas e tantas memórias que nos unem.
Obrigado por tudo Fernando.
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segunda-feira, abril 16, 2018
Realizou-se sábado em Lisboa uma grande manifestação contra a prospecção e exploração de petróleo.
É curiosa a desinformação que o nosso miserável jornalismo, não que não tenhamos muitos e bons mas infelizmente dominados por editores ao seviço e sem cabeça ( a história do complot da cave é do mais ridiculo que já vi!) que nesse próprio dia, sem a mínima investigação ( ficou na tal cave!) deram como boa uma informação das multinacionais ( bastava perguntar, como o sabem se não fizeram ... prospecções...) sobre milhões de barris supostos nas nossas águas.
Não há e o custo da extracção será, seria tão enorme que não o justificaria ( a extracção). Estas empresas só funcionam para o mercado financeiro, bolsista, e para dar cabo do ambiente, que não lhes custa nada...
Aqui, uma boa notícia:
http://www.caneurope.org/fossil-fuel-subsidies-awards
esta, verdadeira, não passou nos tais média. Pois são propriedade das empresas poluidoras, em muitos casos....
É curiosa a desinformação que o nosso miserável jornalismo, não que não tenhamos muitos e bons mas infelizmente dominados por editores ao seviço e sem cabeça ( a história do complot da cave é do mais ridiculo que já vi!) que nesse próprio dia, sem a mínima investigação ( ficou na tal cave!) deram como boa uma informação das multinacionais ( bastava perguntar, como o sabem se não fizeram ... prospecções...) sobre milhões de barris supostos nas nossas águas.
Não há e o custo da extracção será, seria tão enorme que não o justificaria ( a extracção). Estas empresas só funcionam para o mercado financeiro, bolsista, e para dar cabo do ambiente, que não lhes custa nada...
Aqui, uma boa notícia:
http://www.caneurope.org/fossil-fuel-subsidies-awards
esta, verdadeira, não passou nos tais média. Pois são propriedade das empresas poluidoras, em muitos casos....
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quarta-feira, abril 11, 2018
Ordália: também conhecida como juízo de Deus (judicium Dei, em latim), é um tipo de prova judiciária usado para determinar a culpa ou a inocência do acusado por meio da participação de elementos da natureza e cujo resultado é interpretado como um juízo divino.
Mas continua nos nossos dias, disfarçada e com outros deuses, a intolerância, o racismo, o sexismo, o populismo, o totalitarismo, o nacionalismo.
Este livro é uma estória dessas, através destas.
Excelente!
Mas continua nos nossos dias, disfarçada e com outros deuses, a intolerância, o racismo, o sexismo, o populismo, o totalitarismo, o nacionalismo.
Este livro é uma estória dessas, através destas.
Excelente!
terça-feira, abril 10, 2018
Vivemos tempos agitados. O capital financeiro e parasiyário tomou conta da economia e estamos no tempo de investimentos virtuais, de especulação bolsista, de matreirices para tapar os buracos e fugas da bandidagem e corruptos, salgados ou não, que controlam estas estruturas de capitais.
E temos que continuar a agir em vários tabuleiros, na pressão, na agitação, no dialogo e no confronto, não desdenhando nenhuma frente e tirando o máximo proveito de todos.
Usando o poder que elegemos, municípios, parlamento e pressionando os que não elegemos (pelo menos directamente) governo, empresas, e até estruturas do Estado, com níveis de responsabilidade claros.
No próximo Sábado temos acção, de e na rua.
Mas que vai paralela a acção judicial, e pressão junto dos eleitos locais.
O petróleo, e outros fósseis fazem parte de um tempo que não pode continuar, ou não teremos tempo para gozar a vida com sustentabilidade. Nem tempo nem tempo que é uma palavra que tem duplo significado, os dois que se continuam.
Vamos dar voz, a nossa voz a este tempo, para parar as petrolíferas, para salvar o tempo, das alterações climáticas e desenvolver um novo paradigma energético.
E temos que continuar a agir em vários tabuleiros, na pressão, na agitação, no dialogo e no confronto, não desdenhando nenhuma frente e tirando o máximo proveito de todos.
Usando o poder que elegemos, municípios, parlamento e pressionando os que não elegemos (pelo menos directamente) governo, empresas, e até estruturas do Estado, com níveis de responsabilidade claros.
No próximo Sábado temos acção, de e na rua.
Mas que vai paralela a acção judicial, e pressão junto dos eleitos locais.
O petróleo, e outros fósseis fazem parte de um tempo que não pode continuar, ou não teremos tempo para gozar a vida com sustentabilidade. Nem tempo nem tempo que é uma palavra que tem duplo significado, os dois que se continuam.
Vamos dar voz, a nossa voz a este tempo, para parar as petrolíferas, para salvar o tempo, das alterações climáticas e desenvolver um novo paradigma energético.
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segunda-feira, abril 09, 2018
Espero, talvez com a reintrodução de charettes em Lisboa possamos em breve falar destes espectaculares animais:
entretanto apoiem a https://www.aepga.pt
Numa visita ao norte, estive nas termas de Longroiva e do Vimioso, e espero em breve ter novidades das Alcaçarias...
e visitei um espaço de que me orgulho...
e aqui, um excelente museu, onde podia estar....
por terras onde cruzamos...
ou aqui...
umas fantásticas mirandesas...
entretanto apoiem a https://www.aepga.pt
Numa visita ao norte, estive nas termas de Longroiva e do Vimioso, e espero em breve ter novidades das Alcaçarias...
e visitei um espaço de que me orgulho...
e aqui, um excelente museu, onde podia estar....
por terras onde cruzamos...
ou aqui...
umas fantásticas mirandesas...
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sexta-feira, abril 06, 2018
Questões de género, raça e formas erradas de as tratar.
Aqui:
são mulheres, e não ouço, nem vejo nenhuma manifestação feminista em seu apoio por tal....
O género não é sexo, assim como a raça não é cor ao contrario de que as, os defensores do feminismo radical e do black power entendem,
há mulheres homens e racistas pretos (ou chinos ou indianos, etc), e homens feministas e brancos anti-racistas.
Não são as quotas que vão alterar o paradigma das desigualdades que tem que ver com a formação, educação e também ideologia.
Não fazem sentido sem dar atenção ao que é básico, uma formação que sustente as ideias liberais e que procure dar sentido filosófico às diferenças e à igualdade de acesso e de direitos.
Ontem com muitos exemplos foi tema de um prolongado almoço...
Depois, ponham na agenda, dia 4 de Maio, na Palavra de Viajante, rua S. Bento... mais uma!
Aqui:
O género não é sexo, assim como a raça não é cor ao contrario de que as, os defensores do feminismo radical e do black power entendem,
há mulheres homens e racistas pretos (ou chinos ou indianos, etc), e homens feministas e brancos anti-racistas.
Não são as quotas que vão alterar o paradigma das desigualdades que tem que ver com a formação, educação e também ideologia.
Não fazem sentido sem dar atenção ao que é básico, uma formação que sustente as ideias liberais e que procure dar sentido filosófico às diferenças e à igualdade de acesso e de direitos.
Ontem com muitos exemplos foi tema de um prolongado almoço...
Depois, ponham na agenda, dia 4 de Maio, na Palavra de Viajante, rua S. Bento... mais uma!
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quarta-feira, abril 04, 2018
Hoje dia em que passaram 50 anos do assassínio de um dos homens mais importantes da História, Martin Luther King Jr. dei andamento a dois livros, um dos quais com lançamento para fim de Abril ou inicio de Maio. O outro lá para Julho.
Um dia activo de reuniões...
Leio um livro, também, sobre cactos, uma das minhas plantas favoritas...
este escritor holandês e um pouco ibérico escreve com agilidade e escorreitamente sobre estes e o resto, um diário.
Lembro, há muito que não os visito, os fantásticos da Tapada da Ajuda. Lembro muitos outros e os meus que convivem com 3 ou 4 plantas no meu quintal.
São resistentes os cactos!!!!
Um dia activo de reuniões...
Leio um livro, também, sobre cactos, uma das minhas plantas favoritas...
este escritor holandês e um pouco ibérico escreve com agilidade e escorreitamente sobre estes e o resto, um diário.
Lembro, há muito que não os visito, os fantásticos da Tapada da Ajuda. Lembro muitos outros e os meus que convivem com 3 ou 4 plantas no meu quintal.
São resistentes os cactos!!!!
terça-feira, abril 03, 2018
Foi um mês de Março a bombar. A produção de renováveis bateu records.
Em Lisboa (distrito)
Estamos a entrar num novo paradigma energético!!!!
- As centrais hídricas e eólicas foram responsáveis por 55% e 42% das necessidades de consumo, respectivamente;
- O consumo registou um mínimo de 86%, ocorrido no dia 7 de Março, e um máximo de 143%, no dia 11 de Março;
- Foi evitada a emissão de 1,8 milhões de toneladas de CO2, o que se reflectiu na poupança de 21 milhões de euros na aquisição de licenças de emissão;
- Esta elevada penetração renovável teve uma influência positiva no abaixamento do preço médio do mercado diário MIBEL, que foi de 39,75 €/MWh, que representa um ganho de 4,2€/MWh face ao mês homólogo de 2017 (43,94 €/MWh) quando as renováveis representaram 62 % do consumo;
Em Lisboa (distrito)
os números, também, não enganam:
Energia Fotovoltaica
A produção
doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a
358,4 kWh, o que permitiu abastecer todos os seus consumos e a iluminação do
vizinho.
Energia Solar Térmica
O aquecimento de
águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família
poupar, por exemplo, 9,66 m3 de gás natural, durante o último mês.
Energia Eólica
A produção de
electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 42 % das
habitações de Lisboa. Estamos a entrar num novo paradigma energético!!!!
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sábado, março 31, 2018
Boas e más notícias...
Foi recentemente condenada num tribunal alemão
a RWE (multinacional energética alemã) pela sua responsabilidade nos degelos
dos glaciares da cordilheira Branca, no Perú, estimada em 0,5% das emissões
globais desde o começo da industrialização.
Passou despercebida esta condenação e a
invocação que a responsabilidade de tal, por essa multinacional, foi de que não
deveriam ser eles os únicos a pagar pelos danos ao planeta.
Não invocaram mas o fazemos nós os 25% de
emissões contaminantes que, em Espanha 10 empresas, entre as quais a nossa EDP,
mas sobretudo a Endesa e a Iberdrola, que se promove em Portugal como empresa
“limpa” e produtora de renováveis, que certamente provocam estragos
consideráveis, entre eles os que ocasionam os terríficos fogos que nos
assolaram e continuarão a assolar-nos.
Agora que os nossos governantes tão
devotamente se armam em limpadores de florestas melhor seria que equacionassem
a transição energética e apontassem o dedo ás empresas responsáveis pelas
alterações climáticas.
Vimos também informar que a ERSE está a fugir,
ou infringir as responsabilidades que lhe são cometidas por lei, que é divulgar
os dados da produção das diferentes companhias que operam em Portugal.
A ERSE, neste momento em que essas empresas (a
Iberdrola tem 42% da nuclear em Espanha e várias centrais térmicas) se promovem
( duvidando nós seriamente da veracidade dessa informação o que desde logo
deveria ser alvo de um processo por publicidade mentirosa) como vendendo só, só
energia verde e renovável,
pois a ERSE informa que por opção sua, decidiu suspender a divulgação do
mix energético de cada operador ( comercializador) por tempo indeterminado.
Gato escondido com rabo de fora apetece dizer
face a esta situação.
A nuclear e as fósseis não são obviamente
renováveis e face à baixa até ao inicio deste mês da produção hídrica não é
plausível que os anúncios e a informação
pública da Iberdrola sejam verídicas e
de todo o modo, face a esta decisão arbitrária da ERSE e inexplicável, pelo
menos não são verificáveis.
Como se diz da mulher de César....
Apesar da autoria ser do Cerejo vale a pena ler e meditar sobre artigos do Público de hoje.
A Câmara está ao deus dará, ao melhor ao que o Salgado, ai.ai.ai, quiser.
Não há presidente, não há oposição, não há ninguém que levante a voz. Uns estão em Bruxelas, outros estão no bolso e outros têm ideias ainda piores e passados inventados em forma curricular.
Lisboa está a saque, não há ideias, não há projectos, não há lógicas de cidadania ou de fazer cidade.
E depois é isto. O Cerejo deveria aprofundar outros contratos, outros riscos....
Mas, vai cair tudo em saco roto.
Até que alguém dê uma varridela, ou para debaixo da mesa, ou mesmo para abrir janelas e futuro.
Vamos ver...
A Câmara está ao deus dará, ao melhor ao que o Salgado, ai.ai.ai, quiser.
Não há presidente, não há oposição, não há ninguém que levante a voz. Uns estão em Bruxelas, outros estão no bolso e outros têm ideias ainda piores e passados inventados em forma curricular.
Lisboa está a saque, não há ideias, não há projectos, não há lógicas de cidadania ou de fazer cidade.
E depois é isto. O Cerejo deveria aprofundar outros contratos, outros riscos....
Mas, vai cair tudo em saco roto.
Até que alguém dê uma varridela, ou para debaixo da mesa, ou mesmo para abrir janelas e futuro.
Vamos ver...
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sexta-feira, março 30, 2018
quinta-feira, março 29, 2018
Este é um livro imprescindível para quem trabalhou, trabalha ou aspira a trabalhar nalgum museu, para quem gosta de museus ou de colecções, normalmente nestes.
é uma narrativa, logo invenção, logo realidade, que nos conta o passado, nos reflecte o presente e nos aspira o futuro. "Do passado só sobram pó e pedras. As recordações não são senão resíduos, quanto mais preciosos mais falsos" diz-nos o autor.
é uma narrativa, logo invenção, logo realidade, que nos conta o passado, nos reflecte o presente e nos aspira o futuro. "Do passado só sobram pó e pedras. As recordações não são senão resíduos, quanto mais preciosos mais falsos" diz-nos o autor.
quarta-feira, março 28, 2018
Conheci o Walt nos anos 80, ele era consultor dos Friends Of the Earth International, nos anos em que foi membro do executivo mundial.
Era já então um baluarte na luta por novas energias e contra a nuclear, da qual, na qual era especialista, como o nosso Delgado Domingos.
Era, continuará a ser, um bom bebedor e contador de estórias que no entorno do copo sempre se inventam e re-inventam.
Este livro, disponível na internet, é um excelente manual da história da energia, entrecortado com referências ao homo e seus congéneres neardentais.
Propostas para sair deste dilema muitas, mas todas a parecerem que se continuam.
Temos que mudar de paradigma.
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Electricidade,
energia,
Energias renováveis
Um interessante blog, embora não isento de alguns erros históricos e de algum nacionalismo balofo...
https://historiasdeportugalemarrocos.com/
a hibridização é um facto de todas as culturas vizinhas (e não só) e a invasão árabe um mito, mas excelentes imagens e notas sobre a arquitectura.
https://historiasdeportugalemarrocos.com/
a hibridização é um facto de todas as culturas vizinhas (e não só) e a invasão árabe um mito, mas excelentes imagens e notas sobre a arquitectura.
terça-feira, março 27, 2018
Julgo que foi há 2 ou 3 anos que estive:
uma ilha, a mais pequena, do arquipelago Canário.
e visitei as diversas estruturas que a vão tornar auto-suficiente do ponto de vista electrico e energético, em seguida.
Fui muito bem recebido pelos técnicos da Corona del Viento, que hoje tem honras:
https://elpais.com/internacional/2018/03/26/actualidad/1522044301_177241.html
este é o caminho. Tenho pena que nos Açores haja empancamentos...
a caminho de uma conferência onde vou falar da energia dos livros....
uma ilha, a mais pequena, do arquipelago Canário.
e visitei as diversas estruturas que a vão tornar auto-suficiente do ponto de vista electrico e energético, em seguida.
Fui muito bem recebido pelos técnicos da Corona del Viento, que hoje tem honras:
https://elpais.com/internacional/2018/03/26/actualidad/1522044301_177241.html
este é o caminho. Tenho pena que nos Açores haja empancamentos...
a caminho de uma conferência onde vou falar da energia dos livros....
segunda-feira, março 26, 2018
Numa altura em que o terrorismo desmascara os independentistas catalães,
mais do que as sucessivas infracções da lei e do direito,
esses que querem transformar uma minoria numa ditadura,
e se torna evidente o seu carácter,
Lisboa ganha mais ...
https://www.theguardian.com/travel/2018/mar/26/locals-guide-to-lisbon-portugal-top-10-tips
no El Pais artigo do mesmo género...
mais do que as sucessivas infracções da lei e do direito,
esses que querem transformar uma minoria numa ditadura,
e se torna evidente o seu carácter,
Lisboa ganha mais ...
https://www.theguardian.com/travel/2018/mar/26/locals-guide-to-lisbon-portugal-top-10-tips
no El Pais artigo do mesmo género...
domingo, março 25, 2018
Por cá estas notícias não existem e todavia nada mais importante ocorreu nos últimos tempos. Sobre isto ainda ninguém pediu a opinião do Presidente....
Mas aí estão as "limpinhas" Iberdrola e Endesa, e também a EDP....
Se começarmos a pôr-lhes processos por estarem por detrás dos fogos em vez da propaganda a "limpar" as matas....
carregar por leitura!
Mas aí estão as "limpinhas" Iberdrola e Endesa, e também a EDP....
Se começarmos a pôr-lhes processos por estarem por detrás dos fogos em vez da propaganda a "limpar" as matas....
carregar por leitura!
sábado, março 24, 2018
O nosso Pessoa não podia estar mais correcto. Só uma federação (ou confederação) ibérica, numa europa unida pode dar esperança a um mundo sem ela....
https://elpais.com/cultura/2018/03/20/babelia/1521542747_382875.html
e como sempre, certeiro, El Roto:
num dia em que se vê o resultado de um passo mal dado, a mudança de hora.
Voltamos a afastar-nos da hora solar... sem qualquer argumento e com muitos prejuízos...
https://elpais.com/cultura/2018/03/20/babelia/1521542747_382875.html
e como sempre, certeiro, El Roto:
num dia em que se vê o resultado de um passo mal dado, a mudança de hora.
Voltamos a afastar-nos da hora solar... sem qualquer argumento e com muitos prejuízos...
sexta-feira, março 23, 2018
quinta-feira, março 22, 2018
Uma série de (20) pequenos (1.30 mn) filmes sobre energia e como transformar este paradigma em que vivemos mergulhados.
Muitos concelhos úteis, também lá para casa...
http://www.energivores.tv/
Muitos concelhos úteis, também lá para casa...
http://www.energivores.tv/
terça-feira, março 20, 2018
Logo, ás 16.15 cumpre-se um ritual, já desprovido de qualquer significado, num quadro de alterações significativas dos padrões meteorológicos devido ás actividades predatórias da humanidade.
Já não há estações, já não há padrões climáticos, ainda ontem tivemos mais um alarme sobre as consequências para o nosso país destas mudanças, na ocorrência da pluviosidade, dos calores e frios, da seca e humidade tropical, di impacto na costa, e em Lisboa...
Mas ás 16.15, no Borda de Água ( outro que já foi) somos informados chega a Prima Vera.
Para dar vida a essa aqui deixo, de Raimundo Quintal esta:
Amarilis Borboleta
Já não há estações, já não há padrões climáticos, ainda ontem tivemos mais um alarme sobre as consequências para o nosso país destas mudanças, na ocorrência da pluviosidade, dos calores e frios, da seca e humidade tropical, di impacto na costa, e em Lisboa...
Mas ás 16.15, no Borda de Água ( outro que já foi) somos informados chega a Prima Vera.
Para dar vida a essa aqui deixo, de Raimundo Quintal esta:
Amarilis Borboleta
segunda-feira, março 19, 2018
domingo, março 18, 2018
Um trabalho, que longe do excelente, falhas (ausência) na montagem, imagens desadequadas, um guião inexistente e avulso, enquadramentos defeituosos, mas que apesar de tudo isso é melhor, sobre o nosso país, pelo menos os concelhos por onde passa, do ponto de vista socio-antropológico que muitas pesporrências universitárias.
Alguns pequenos trechos aqui e ali são de alta qualidade e equilibram as mencionadas falhas.
Vi o primeiro dvd (200 mn) um terço do programa.
Aconcelho!
a nossa sociologia precisa disto, como pão para a boca.
Alguns pequenos trechos aqui e ali são de alta qualidade e equilibram as mencionadas falhas.
Vi o primeiro dvd (200 mn) um terço do programa.
Aconcelho!
a nossa sociologia precisa disto, como pão para a boca.
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Guia de Portugal,
Portugal profundo,
socio-antropologia
O preço é estapafúrdio e falta a esta, de resto excelente, mas pequena exposição um elemento fundamental. Um catálogo ou folheto informativo minimamente decente!
Os bonecos e os quadros estão muito bem explicados, mais uma razão para queixa, desse absurdo.
e não vi qualquer promoção para escolas. A C.M.L. anda, também aqui, salgada e improdutiva!
temos que dar-lhe a volta, sem voltar a mais do mesmo. Independentes a sério a tomar Lisboa!
Que Da Vinci nos oiça!
Os bonecos e os quadros estão muito bem explicados, mais uma razão para queixa, desse absurdo.
e não vi qualquer promoção para escolas. A C.M.L. anda, também aqui, salgada e improdutiva!
temos que dar-lhe a volta, sem voltar a mais do mesmo. Independentes a sério a tomar Lisboa!
Que Da Vinci nos oiça!
sexta-feira, março 16, 2018
É muito estranho o procedimento para creditação dos titulares universitários.
Há por ali muitos, muitos borra botas. É raro assistir a concursos limpos e onde os verdadeiros "artistas" por mérito próprio e não por alguma jogada de bastidores sejam seleccionados (parabéns João Seixas!, com mérito!).
E uma vez chegados ao poleiro o descalabro é, tantas vezes, total. Como dizia hoje uma "apresentadora" que contou algumas anedotas desenquadradas e sem qualquer sentido numa pseudo comunicação, sempre se vai fazendo umas viagens e vendo os amigos....
Pois hoje as fronteiras afastaram-se do conhecimento.
Uma primeira intervenção em Skype, ressaibiada e sem qualquer estrutura, lógica de comunicação ou colocação da voz. Inútil.
Depois a tal contadora de anedotas a que se seguiu outro, que se limitou a apresentar umas citações (de Jorge Dias, datadas e a necessitar de tratamento e integração), também sem qualquer reflexão significativa sobre elas e o contexto da inexistente fronteira do norte de Moçambique.
Fez-me lembrar quando o então reitor me telefonou para dar uma equivalência a um colega... o mesmo que deu as tais equivalências ao Miguel, mau, muito mau...esse tinha mais qualidade que este e levou uma notita, que o desgostou...
Espero que a tarde, sem fronteiras, tenha melhorado...
Mas estive depois numa sessão onde se discutiu, mas mesmo a sério a fronteira, e as ligações entre os dois lados e como vamos superar os problemas que se põe.
Retortillo esteve hoje na Assembleia da Republica, todos os partidos, todos, apresentaram propostas para colocar o nosso governo em campo para evitar este desastre social e ambiental.
Bons discursos, saliento os do B.E., P.S.D. e P.S. mas todos eles incisivos e acutilantes.
Não há mais fronteira em Retortillo, o ambiente, as gentes, a terra, a água é toda a mesma!
Há por ali muitos, muitos borra botas. É raro assistir a concursos limpos e onde os verdadeiros "artistas" por mérito próprio e não por alguma jogada de bastidores sejam seleccionados (parabéns João Seixas!, com mérito!).
E uma vez chegados ao poleiro o descalabro é, tantas vezes, total. Como dizia hoje uma "apresentadora" que contou algumas anedotas desenquadradas e sem qualquer sentido numa pseudo comunicação, sempre se vai fazendo umas viagens e vendo os amigos....
Pois hoje as fronteiras afastaram-se do conhecimento.
Uma primeira intervenção em Skype, ressaibiada e sem qualquer estrutura, lógica de comunicação ou colocação da voz. Inútil.
Depois a tal contadora de anedotas a que se seguiu outro, que se limitou a apresentar umas citações (de Jorge Dias, datadas e a necessitar de tratamento e integração), também sem qualquer reflexão significativa sobre elas e o contexto da inexistente fronteira do norte de Moçambique.
Fez-me lembrar quando o então reitor me telefonou para dar uma equivalência a um colega... o mesmo que deu as tais equivalências ao Miguel, mau, muito mau...esse tinha mais qualidade que este e levou uma notita, que o desgostou...
Espero que a tarde, sem fronteiras, tenha melhorado...
Mas estive depois numa sessão onde se discutiu, mas mesmo a sério a fronteira, e as ligações entre os dois lados e como vamos superar os problemas que se põe.
Retortillo esteve hoje na Assembleia da Republica, todos os partidos, todos, apresentaram propostas para colocar o nosso governo em campo para evitar este desastre social e ambiental.
Bons discursos, saliento os do B.E., P.S.D. e P.S. mas todos eles incisivos e acutilantes.
Não há mais fronteira em Retortillo, o ambiente, as gentes, a terra, a água é toda a mesma!
quinta-feira, março 15, 2018
Não é de
que venho falar.
Isto:
https://ionline.sapo.pt/artigo/603985/livrarias-independentes-a-brecha-que-persiste-e-a-urg-ncia-de-um-leitor-ativista-?seccao=Mais_i
é uma notícia trágica, que será ainda mais grave se se concretizar o que sei pode acontecer a algumas das mais reputadas livrarias independentes do nosso país e da nossa cidade.
Espero que tenha sido só boato, embora tenha sido de um dos editores independentes do nosso mundo.
De facto chorar sobre leite derramado é uma das nossas características. Eu confesso que deixei de comprar livros em português, com o novo acordo, e que só sou cliente de livraria francesa e em Espanha, onde vou duas vezes ao mês.
Inglês ás vezes encomendo.
Acabei com a Amazon, depois de ter sido roubado por essa, dois livros pagos e nem recebidos nem ressarcidos, acabei com a FNAC, hoje uma loja que parece a do chinês e só entro naquelas em risco, que não nomeio, mas são outras que não supermercados de porcaria editada, como a Bulhosa e cia.
Livrarias onde nos possamos instalar a tomar um copo e a conversar, onde possamos folhear antes de comprar, onde possamos realizar tertúlias e apresentações, e onde haja livreiros que conhecem os livros e não só de os palpar, essas vão sendo raras.
Vamos dar-lhes uma olhada e carinho.
esta a excelente Livraria de Viagens, a S.Bento. Onde o corpo e o espírito não param...
que venho falar.
Isto:
https://ionline.sapo.pt/artigo/603985/livrarias-independentes-a-brecha-que-persiste-e-a-urg-ncia-de-um-leitor-ativista-?seccao=Mais_i
é uma notícia trágica, que será ainda mais grave se se concretizar o que sei pode acontecer a algumas das mais reputadas livrarias independentes do nosso país e da nossa cidade.
Espero que tenha sido só boato, embora tenha sido de um dos editores independentes do nosso mundo.
De facto chorar sobre leite derramado é uma das nossas características. Eu confesso que deixei de comprar livros em português, com o novo acordo, e que só sou cliente de livraria francesa e em Espanha, onde vou duas vezes ao mês.
Inglês ás vezes encomendo.
Acabei com a Amazon, depois de ter sido roubado por essa, dois livros pagos e nem recebidos nem ressarcidos, acabei com a FNAC, hoje uma loja que parece a do chinês e só entro naquelas em risco, que não nomeio, mas são outras que não supermercados de porcaria editada, como a Bulhosa e cia.
Livrarias onde nos possamos instalar a tomar um copo e a conversar, onde possamos folhear antes de comprar, onde possamos realizar tertúlias e apresentações, e onde haja livreiros que conhecem os livros e não só de os palpar, essas vão sendo raras.
Vamos dar-lhes uma olhada e carinho.
esta a excelente Livraria de Viagens, a S.Bento. Onde o corpo e o espírito não param...
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Quem te manda a ti sapateiro aprender a tocar
rabecão...
Nada contra, mas...
Há que dizer que os investigadores, sobretudo
em ciências humanas, desde logo inexactas, falíveis, pseudo objectivas, com
objectos voláteis, métodos discutíveis, conclusões certas ou erradas, sendo,
todavia, todas de grande utilidade para o conhecimento, que é sempre relativo, esses têm esse hábito.
Mas é um erro assumir autoridade, essa, para
extrair conclusões “sócio-políticas”, quais Deus ex Machina, que estão fora do seu múnus.
Estive no interessante seminário sobre
Fronteiras aqui referido, pena a sua organização ex-catedra não permitir um
trabalho e discussão real, mas é assim...
Desde logo sobre a questão do conceito de
fronteira, e tenho que manifestar o meu desagrado com uma das comunicações
sobre essas.... As fronteiras e o Estado-Nação são do século XVIII ou XIX e
surgem ligados aos mitos históricos de construção nacional e ao sistema de
impostos do capitalismo e também à “unificação” linguística, essencial para esse.
As fronteiras são áreas de liberdade, terras
de ninguém e de refúgio, de marginalidades ( à margem) . Aí se mantêm línguas
antigas ( mirandês / leonês) ou falas de defesa, o barranquenho, o nizouco, a
algarviada, e outras mencionadas, mas não enquadradas, em Espanha e por toda a
raia.
Cada
zona, cada terra, mesmo, tem usos e falares que são defensivos e resultam de construção
no espaço e no tempo (ou de reminiscências antigas). Engraçado e, isso foi
referido en passant que haja 7 ou 8 versões e falas diferentes do catalão, que
hoje o nazionalismo procura unificar...
O estudo das línguas é uma fonte de rendimento
para os linguistas e filólogos, e muito bem, mas seria conveniente que não se fechassem em
redomas e não se pusessem a tocar rabecão.
As propostas para o barranquenho não podem
passar por um ensino escolar, e tenho sérias dúvidas em relação a uma
criptografação, embora pense que é um trabalho válido.
Deveria ser introduzido, aliás acho que em
todos os concelhos o deveria ser feito sobre a cultura local, uma cadeira sobre
cultura de Barrancos na escola e essa ser sobre histórias, hábitos,
civilidades, festas, gastronomias e claro sobre o processo de ocupação do
território e como nesse a fala surge e se desenvolve, ao contrário da matriz,
língua, a fala tem a ver com o tempo e o improviso, as relações e o espaço. Mas
os linguistas metem a sua colher, em seara alheia.
O resultado é problemático.
quarta-feira, março 14, 2018
Morreu.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_Hawking
Este seu livro
https://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_Hawking
Este seu livro
Breve História do Tempo: do Big Bang aos
Buracos Negros (edição portuguesa de A brief
history of time). Lisboa: Gradiva, 1988
que li nessa altura marcou-me e aconcelhei-o aos meus alunos durante os meus anos universitários.
É uma referência, mas não para os buracos de Lisboa, que inacreditavelmente continuam sem qualquer tratamento!, sobre as origens do universo e da vida, mas também é um exemplo, de humanidade.
segunda-feira, março 12, 2018
É já esta semana que se vai realizar este Encontro que se anuncia muito interessante:
As fronteiras são resquícios de outros tempos e limitam lógicas de poder. São permeáveis e, o caso de Africa é evidente, não correspondem a nenhuma lógica de ocupação do território pelos povos.
Que lhe dão conteudo através da língua e dos dialectos que os marcam.
De onde a invenção ou re invenção de línguas mortas ou de um tempo e uma ruralidade em extinção, que devem ser preservados mas como símbolos culturais e não em lógicas de afirmação do poder/ nação que é ilusório.
Dialectos como o barranquenho tem o seu tempo e na sua continuidade trazem mais cultura à cultura, mas só podem ser continuados na sua imersão e, ao contrário do mirandês que é o leonês antigo, são falas de invenção no tempo e no espaço e só podem ser continuadas nesse. Na escola, não obrigado!
As fronteiras são resquícios de outros tempos e limitam lógicas de poder. São permeáveis e, o caso de Africa é evidente, não correspondem a nenhuma lógica de ocupação do território pelos povos.
Que lhe dão conteudo através da língua e dos dialectos que os marcam.
De onde a invenção ou re invenção de línguas mortas ou de um tempo e uma ruralidade em extinção, que devem ser preservados mas como símbolos culturais e não em lógicas de afirmação do poder/ nação que é ilusório.
Dialectos como o barranquenho tem o seu tempo e na sua continuidade trazem mais cultura à cultura, mas só podem ser continuados na sua imersão e, ao contrário do mirandês que é o leonês antigo, são falas de invenção no tempo e no espaço e só podem ser continuadas nesse. Na escola, não obrigado!
sábado, março 10, 2018
Leio entusiasmado este livro que tem tudo a ver connosco, com Lisboa, com Pessoa, com as pequenas coisas de que somos feitos, com os tempos do tempo, com o ambiente e a sua destruição, com as relações e o amor nestas por estas, com o trivial e o importante.
Muñoz Molina, que já encalhou várias vezes entre nós, onde ocorrem partes importantes de tantos dos seus livros, neste livro monumental ( 500 páginas devoradoras!) conta- nos tudo. Escreve sobre tudo.
Deixa-nos tudo o que está lá dentro e tudo o que está fora, da escrita, com a escrita.
Um livro luminoso!
Muñoz Molina, que já encalhou várias vezes entre nós, onde ocorrem partes importantes de tantos dos seus livros, neste livro monumental ( 500 páginas devoradoras!) conta- nos tudo. Escreve sobre tudo.
Deixa-nos tudo o que está lá dentro e tudo o que está fora, da escrita, com a escrita.
Um livro luminoso!
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O CO2 a aumentar!
Em 2017 as emissões médias dos fabricantes passaram de 117,8 g/km de 2016 para 118,1.
A diminuição de vendas de dieseis ( com menos emissões e outros impactos) e o aumento do SUVs que consomem mais é a principal explicação.
O objectivo imposto pela UE de 95 g/km, para 2020, afasta-se.
Diminuir a velocidade e alterar o uso do veiculo individual tem que ser uma das soluções!
Em 2017 as emissões médias dos fabricantes passaram de 117,8 g/km de 2016 para 118,1.
A diminuição de vendas de dieseis ( com menos emissões e outros impactos) e o aumento do SUVs que consomem mais é a principal explicação.
O objectivo imposto pela UE de 95 g/km, para 2020, afasta-se.
Diminuir a velocidade e alterar o uso do veiculo individual tem que ser uma das soluções!
sexta-feira, março 09, 2018
Sou um dos, na altura julgo que éramos 20, fundadores do C.E.E.E.T.A., não sou engenheiro nem economista, mas estava a frequentar um mestrado para esses em Economia de Energia, que haveria de concluir.
Mas hoje trago aqui a mensagem de António Sá da Costa que me enche de júbilo.
Penso que quem não conhece o passado não pode abrir caminho para o futuro.
http://www.apren.pt/pt/mensagem-do-presidente-marco-2018
Para o António que tem sido um incansável agitador e defensor das Energias Renováveis e da Sustentabilidade um forte abraço e amizade
Mas hoje trago aqui a mensagem de António Sá da Costa que me enche de júbilo.
Penso que quem não conhece o passado não pode abrir caminho para o futuro.
http://www.apren.pt/pt/mensagem-do-presidente-marco-2018
Para o António que tem sido um incansável agitador e defensor das Energias Renováveis e da Sustentabilidade um forte abraço e amizade
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quinta-feira, março 08, 2018
Numa altura em que todos estamos cada vez mais conscientes dos riscos naturais e do seu impacto nas nossas vidas, bem como da necessidade de mudarmos alguns comportamentos, é importante ouvir o que os especialistas, como o Prof. Dr. José Luís Zêzere, têm a dizer sobre esta matéria.
A Foz do Jamor e, em termos mais gerais, a AML estão sujeitas a importantes riscos naturais, em que têm particular relevo o risco sísmico, o risco de galgamento costeiro e o risco de cheias/inundações rápidas em meios urbanos. É por isso da maior importância saber os perigos que enfrentamos, para que nos possamos proteger melhor. Convidamos portanto a que venham ouvir um dos nossos maiores especialistas nesta matéria!
do programa!
mas, acrescento, como sabemos estamos nas mãos de uns políticos da maior incompetência, que deixam a Protecção Civil sem meios adequados, não preparam planos nem têm programas preventivos, o descalabro urbanístico e a ocupação dos leitos de cheia, com as suas prebendas € continua, os recursos hídricos vão sendo desprezados, veja-se o Tejo e a sua Cel.
Tudo com as conivências habituais.
Depois lá estaremos a estender a mão à UE, dinheiro que irá ( veja-se os casos dos fogos!) encher os do costume.E o povo nem sequer rede para protestar!!!! Incrível!
Temos que pôr cobro a isto!
A Foz do Jamor e, em termos mais gerais, a AML estão sujeitas a importantes riscos naturais, em que têm particular relevo o risco sísmico, o risco de galgamento costeiro e o risco de cheias/inundações rápidas em meios urbanos. É por isso da maior importância saber os perigos que enfrentamos, para que nos possamos proteger melhor. Convidamos portanto a que venham ouvir um dos nossos maiores especialistas nesta matéria!
do programa!
mas, acrescento, como sabemos estamos nas mãos de uns políticos da maior incompetência, que deixam a Protecção Civil sem meios adequados, não preparam planos nem têm programas preventivos, o descalabro urbanístico e a ocupação dos leitos de cheia, com as suas prebendas € continua, os recursos hídricos vão sendo desprezados, veja-se o Tejo e a sua Cel.
Tudo com as conivências habituais.
Depois lá estaremos a estender a mão à UE, dinheiro que irá ( veja-se os casos dos fogos!) encher os do costume.E o povo nem sequer rede para protestar!!!! Incrível!
Temos que pôr cobro a isto!
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Vamos Salvar O Jamor
terça-feira, março 06, 2018
É inacreditável o nosso governo está na mão de vilões, não dos verdadeiros, mas dos outros.
Hoje leio que o governo, o inexistente, mas não invísivel, ministro do Ambiente deu autorização (a troco de quê?) à famigerada empresa Celtejo, cujos administradores já deveriam estar detidos para aumentar em quase 50% as suas descargas poluentes para o Tejo. Bastou haver um pouco mais de água e diluição das descargas ( que foi o que a Celtejo tinha programado há um mês e saiu-lhe o tiro pela culatra) e temos o criminoso, com a conivência do governo a voltar ao local do crime.
Não há quem ponha cobro a isto?
António Costa falta muito para pôr uns patins nessa quase invisibilidade e punir adequadamente o crime ambiental!???
Hoje leio que o governo, o inexistente, mas não invísivel, ministro do Ambiente deu autorização (a troco de quê?) à famigerada empresa Celtejo, cujos administradores já deveriam estar detidos para aumentar em quase 50% as suas descargas poluentes para o Tejo. Bastou haver um pouco mais de água e diluição das descargas ( que foi o que a Celtejo tinha programado há um mês e saiu-lhe o tiro pela culatra) e temos o criminoso, com a conivência do governo a voltar ao local do crime.
Não há quem ponha cobro a isto?
António Costa falta muito para pôr uns patins nessa quase invisibilidade e punir adequadamente o crime ambiental!???
segunda-feira, março 05, 2018
domingo, março 04, 2018
Finalmente chove. Seriam precisos 15 a 20 dias de continuo desta para reequilibrar os friáticos e dar alguma consistência aos nossos rios (era isso que os malandrecos da Celtejo esperavam quando abriram as comportas!).
Mas se as colheitas deste ano já eram a hidro-electricidade começará a recuperar, pode ser que se for assim este ano possamos, novamente, ultrapassar os 50% de electicidade renovável.
Em Lisboa ( antigo distrito!)
o mês de Janeiro também reflectiu o estado do clima... houve muita luz solar...
A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 27 % das habitações de Lisboa.
Mas se as colheitas deste ano já eram a hidro-electricidade começará a recuperar, pode ser que se for assim este ano possamos, novamente, ultrapassar os 50% de electicidade renovável.
Em Lisboa ( antigo distrito!)
o mês de Janeiro também reflectiu o estado do clima... houve muita luz solar...
Energia Fotovoltaica
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a
321,3 kWh, o que permitiu abastecer
todos os seus consumos e a iluminação do vizinho.
e o calor foi "razoável"...
Energia Solar Térmica
O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo,
8,85 m3 de gás natural, durante o último mês.
Energia Eólica
Já o vento foi assim, assim...A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 27 % das habitações de Lisboa.
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Celtejo e outras,
Chuvazita,
Energias renováveis
O governo contra os cidadãos e os seus direitos e em favor de empresas prevaricadoras!
Hoje tinha um comboio, em Espinho para Lisboa. Ás 17.07!
Pois tive que esperar até ás 17.58.
Era para chegar a Lisboa ás 20.horas
Chegou às 21.15!
Ainda preenchi o livro de reclamações na estação de Espinho, e irei escrever à Autoridade responsável, com vista a ser ressarcido de ter falhado um jantar de negócios.
Mas:
https://www.publico.pt/2014/11/30/sociedade/noticia/cp-continua-isenta-da-responsabilidade-de-indemnizar-clientes-por-atrasos-1677883
depois de alguma investigação, descubro que o governo, uns protectores de empresas contra os cidadãos! já deu trela a que a C.P. continue a fazer pouco dos clientes.
Até à saída de Espinho, nem uma informação foi prestada e só depois de ter chamado a atenção ao sr. Manuel Silva, o pica bilhetes, é que houve um pedido, esfarrapado, de desculpas aos passageiros sem qualquer esclarecimento sobre a hora e um quarto de atraso!
É assim o país em que vivemos, o governo "é" das empresas...
Hoje tinha um comboio, em Espinho para Lisboa. Ás 17.07!
Pois tive que esperar até ás 17.58.
Era para chegar a Lisboa ás 20.horas
Chegou às 21.15!
Ainda preenchi o livro de reclamações na estação de Espinho, e irei escrever à Autoridade responsável, com vista a ser ressarcido de ter falhado um jantar de negócios.
Mas:
https://www.publico.pt/2014/11/30/sociedade/noticia/cp-continua-isenta-da-responsabilidade-de-indemnizar-clientes-por-atrasos-1677883
depois de alguma investigação, descubro que o governo, uns protectores de empresas contra os cidadãos! já deu trela a que a C.P. continue a fazer pouco dos clientes.
Até à saída de Espinho, nem uma informação foi prestada e só depois de ter chamado a atenção ao sr. Manuel Silva, o pica bilhetes, é que houve um pedido, esfarrapado, de desculpas aos passageiros sem qualquer esclarecimento sobre a hora e um quarto de atraso!
É assim o país em que vivemos, o governo "é" das empresas...
quinta-feira, março 01, 2018
Pensava que já tinha sido banida a tal provedoria dos animais de Lisboa, como foi, por inutilidade também, a do cidadão ( não animal).
Mas a vida vai-nos conduzindo à total animalidade.
Hoje de um blog que recomendo, uma nota:
http://estadodebarrancos.blogspot.pt/search/label/Animais%20de%20companhia
é claro que os senhores deputados mereciam uma mordidela nos rabiosques!
Mas a vida vai-nos conduzindo à total animalidade.
Hoje de um blog que recomendo, uma nota:
http://estadodebarrancos.blogspot.pt/search/label/Animais%20de%20companhia
é claro que os senhores deputados mereciam uma mordidela nos rabiosques!
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