segunda-feira, fevereiro 18, 2019

O livro tem mais de cem anos e entretanto já se sabe muito mais sobre as causas que conduziram à destruição da sustentabilidade desta ilha, mas este livro é uma reflexão e com dados factuais, muito interessante sobre essa...
a Ilha da Pascoa, hoje é este mundo em que ainda vivemos...

sábado, fevereiro 16, 2019

Hoje no El Pais, temos um artigo de referência, para os que partilham o pensamento anti-nazionalista e contra o fanatismo que esse gera.
Já desisti dos hinos há muito tempo e bandeiras nem vê-las....
https://elpais.com/cultura/2019/02/12/babelia/1549989189_922677.html
Muñoz Molina é um dos meus escritores favoritos e aqui tem uma peça para emoldurar!
Também muito bom é o editorial de hoje!

https://elpais.com/elpais/2019/02/15/opinion/1550259460_057561.html
Imaginem o que seria para o nosso país, desde logo, um cenário à andalusa no governo de Espanha, os riscos e deriva que tal implicaria, o risco de colapso social e conflitos graves, e não esqueçamos, nos 80 anos da morte do enorme poeta António Machado, que temos uma história sinistra. 
O discursos xenofobos, racistas, totalitários andam à solta sem que seja quem seja com pés e cabeça os combata (muitas vezes ainda deitam mais água na fogueira, pela sua ignorância!). 
Felizmente temos uns nazionalistas com tantos neurónios quanto cabelo na pinha, e a Catalunha (outra ficção histórica e nazionalista) está longe.... mas sabemos que as invenções abundam estimuladas pelas tontantadas néticas.
Bom, hoje acordei bem disposto, enviei um haiku a uma amiga:
A palavra no ar
Oração no espírito
Beijo na alma 
e vamos continuar, enquanto houver alma ou o que quer que a imaginação ilustre.

é que como dizia um filósofo existencialista, cujo nome qual Quixote, no recordo:
" só graças aos que não tem esperança é que nos é permitido tê-la"

quinta-feira, fevereiro 14, 2019

Venho aqui trazer um documento sobre a incompetência, além de outras coisas que dominam os funcionários (quadros políticos medíocres ou outros sem eira nem beira ) da D.G.E.
Irei dar conta desta situação com a maior publicidade, é que isto é só um cheiro do desvalimento que impera nesta direcção geral sem controle nem capacidade, seminal!

Já perdi a paciência para a pesporência e ignorância dos funcionários da DGE. Agora vejam este mimo da sra Rosa Costa, uma incompetente!

“Salvo melhor entendimento, um "livro seminal" seria aquele que é produtivo ou fértil.
Dado que o livro não é relativo à semente ou ao sémen, o que pretendem os autores com esta expressão?”
#
se·mi·nal
(latim seminalis, -e, destinado a ser semeado)
adjectivo de dois géneros
1. Relativo a semente ou ao sémen.
2. Que produz sémen (ex.: vesícula seminal).
3. [Figurado]  Produtivo, inventivo, fértil.
4. Muito importante ou influente.

"seminal", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013,
https://dicionario.priberam.org/seminal [consultado em 14-02-2019].
#
E na mesma linha, da mesma boçal:
“Não é o "cavaleiro da fraca figura". É, sim, da "triste figura". Reescrever esta parte.
A expressão "vulgo "D. Quixote" refere-se à personagem e não ao título do livro. Assim, "que é um livro sobre livros..." não se entende.”
                                             Ilustración de Gustave Doré para 'El Quijote'.
que a senhora não entenda já tinha percebido, mas que aqui e ali lhe saia o disparate...
#
Livro Dom Quixote, de Miguel de Cervante
Dom Quixote de La Mancha (El Ingenioso Hidalgo Don Quixote de La Mancha, no original) é uma obra do escritor espanhol Miguel de Cervantes, publicada em duas partes. A primeira surgiu em 1605 e a segunda dez anos depois, em 1615. Quando o livro foi traduzido para inglês e francês obteve um êxito súbito, arrebatando leitores de diversas origens.
Considerada a maior obra da literatura espanhola e o segundo livro mais lido da História, seu contributo para a cultura ocidental é incalculável. Dom Quixote é apontado como o primeiro romance moderno, tendo influenciado várias gerações de autores que se seguiram.
As suas personagens parecem ter pulado do livro para o imaginário contemporâneo, sendo representadas através de diversos meios (pintura, poesia, cinema, música, entre outros). 
Resumo
A obra narra as aventuras e desventuras de Dom Quixote, um homem de meia idade que resolveu se tornar cavaleiro andante depois de ler muitos romances de cavalaria. Providenciando cavalo e armadura, resolve lutar para provar seu amor por Dulcineia de Toboso, uma mulher imaginária. Consegue também um escudeiro, Sancho Pança, que resolve acompanhá-lo, acreditando que será recompensado. 
Quixote mistura fantasia e realidade, se comportando como se estivesse em um romance de cavalaria e transformando obstáculos banais (como moinhos de vento ou ovelhas) em gigantes e exércitos de inimigos.
É derrotado e espancado inúmeras vezes, sendo batizado de "Cavaleiro da Fraca Figura", mas sempre se recupera e insiste nos seus objetivos. 
Só volta para casa quando é vencido em batalha por outro cavaleiro e forçado a abandonar a cavalaria. Longe da estrada, fica doente e acaba morrendo. Nos seus momentos finais, recupera a consciência e pede perdão aos seus amigos e familiares. #
Depois de ter dado umas pauladas, com a bengala do Eça, aos incompetentes que corrigiram os supostos erros (que não o eram, com erros de palmatória que levariam ao chumbo, no 1º ano, em qualquer um dos três cursos universitários que ministrei)
Vem agora com esta. Que irá custar 2, 2 toneladas de desperdício de papel e mais de 8 mil euros à APREN
Não há quem ponha cobro a isto!???
É claro que nada, nada vai ser reescrito!

terça-feira, fevereiro 12, 2019

Chamou-me a atenção o meu velho amigo Luis Silva para esta magnífica exposição, ou melhor para o espectacular filme que nela se pode ver!
Purple, de John AKomfrah, no CCB, colecção Berardo.
é uma obra fantástica, seis ecrãns, imagens e sons do outro mundo, ou melhor deste mesmo.
Aqui dois quadros que nos preparam para o filme:
onde o tempo é uma metáfora parada ....

domingo, fevereiro 10, 2019

De Roma envia-me Jorge Vasconcelos esta instalação de Monica Bonvicini no Maxxi.
 uma curiosa montagem de velhas luminárias....
Não há nada pior que o fanatismo e nesse incluímos o nazionalismo, o populismo, o fascismo e o comunismo, a ditadura de qualquer moral, e a religião em qualquer das suas formas que não a espiritualidade.
Para evitar esse não podemos meter a cabeça na areia, temos que erguer a voz e o espírito, temos que ser firmes e intolerantes contra esses valores.
o humor é uma arma poderosa, e o do Ops, El Roto é do melhor!!!!!
Em Espanha a hidra nazional está viva, seja no catalanismo, seja no espanholismo, seja em qualquer nação, todas inventadas, que se queira.

sábado, fevereiro 09, 2019

Hoje, papoilas....
que leio com deleite. Com os jornais do fim de semana a deprimirem....

quinta-feira, fevereiro 07, 2019

Numa altura em que o nosso ministério do Ambiente tenta anestesiar tudo o que vive e protesta... nós continuamos a disseminar informações, diárias! E gratuitas!

94
8 Fevereiro 19

Nuclear
Obrigado C.Pessoa
E vamos lá a assinar, vale o que vale!
e esta que articula as duas acima é para ler no fim de semana, longa e muito, muito boa!
o risco nuclear de regresso é também um risco maior para o nuclear “civil”, que todos sabemos o que a casa gasta!
E esta não é sobre o Arizona, que sabemos bem distinguir da China...
e esta, hem?
e hoje, de regresso...
com mais notícias.

Alterações Climáticas
Esta graças ao L.S.
e continuando Paris, como Casablanca...

Energias renováveis
Esta a sempre preciosa info da A.P.R.E.N.:

António Eloy
Observatório Ibérico Energia (O.I.E.)

terça-feira, fevereiro 05, 2019

Tenho andado pelo interior... a meditar e a ler.
Esta notável revista:
 que Lisboa não tem nem nos calcanhares, do concelho de Lousada!
E este livro que tenta dar-nos uns ares do famoso Pepe Carvalho, de Montalbán....
leitura sincopada, mas Barcelona está presente...


segunda-feira, fevereiro 04, 2019

Tenho estado fora.
Envio hoje a

Nome científico: Euphorbia fulgens
Nome vulgar: Chiquita-bacana
Família: Euphorbiaceae
Porte: Arbusto
Origem: México

que me envia Raimundo Quintal.

quinta-feira, janeiro 31, 2019

O tema é da maior importância, os activistas dos direitos humanos (onde anda a secção portuguesa da Amnistia Internacional, que noutras ocasiões não teve receio em assumir posições fortes?) devem tomar posição.

https://www.theguardian.com/cities/2019/jan/31/lisbons-bad-week-police-brutality-reveals-portugals-urban-reality

O racismo existe.

quarta-feira, janeiro 30, 2019

Hoje um bocadinho de cultura, mas não precisamos de mais bonecos....
e:https://elpais.com/elpais/2019/01/22/tu_lisboa_y_la_mia/1548176472_595424.html

segunda-feira, janeiro 28, 2019

O Presidente da CML, Arq. Manuel Salgado deve ter tido as orelhas bem quentes ontem de manhã, tempo em que durante 3 ou 4 horas andamos pelo Parque Florestal de Monsanto.
vimos algum bom trabalho, que se deve ao empenho dos trabalhadores do mesmo, e dos que lhe asseguram continuidade (Eng. Souto) e passámos por situações irregulares e  incompreensivelmente negligenciadas e o Panorâmico, sem explicação a imperícia do Presidente mencionado e do seu ajudante com o pelouro desse.
Felizmente travámos alguns disparates neste, mas falta uma visão e enquadramento global para este espaço em articulação com a cidade e outros verdes.

sábado, janeiro 26, 2019

Foi ontem a apresentação, no Corte Inglês, com a sala à cunha de mais este livro de Jorge Vasconcelos,
uma apresentação inspirada, também em Shakespeare.
O Jorge é um dos nossos mais distintos pensadores da área da energia em Portugal e com nível mundial.
E este livro  agora editado pela FFMS é mais um contributo para o conhecimento e a difusão do envolvimento social deste, neste processo produtivo.
Depois de uma tarde a olhar para o céu da Academia de Ciências a ouvir a UNESCO chegar às Alterações Climáticas....



quinta-feira, janeiro 24, 2019


Recordo de no dia a seguir ao 25 ter chegado ao liceu, não ver algumas caras (o chefe dos contínuos, conhecido como pide Silva) e ter estranhado que o funcionário da tabacaria ao lado deste, que tinha ficado com os meus contactos para me encomendar umas obras proibidas, também não estar.
Parece que o pide Silva afinal era um reles bufo e o pide era o outro, debaixo de disfarce.
Tenho origem sefardi, sei bem o que é a bufaria, o anonimato, a intriga baixa, o é sempre, as queixinhas anónimas, e hoje o bolsar pelas redes digitais, que não frequento mais, salvo os blogs onde estou.
Debates com elevação e espessura, frente a frente com qualidade, e sem interrupções desnecessárias, esperar pela resposta quando se faz uma pergunta, ser educado, mesmo na firmeza (o que por vezes me leva ao japamala) são hoje as minhas orientações.

Infelizmente agora vivemos inundados por anónimos ou invadidos por pretensos escribas da treta, e até a maior parte do nosso “jornalismo” não passa de feiras de vaidades e achincalhamento, sem conteúdos ou investigação (os meus amigos/as nos jornais sabem que não estou a falar deles, embora haja quem seja com estes demasiado conivente!).
Bom e isto para que fique claro, o que escrevo assino, mesmo que algumas vezes tenha colocado o meu nome de família nalguns textos!

terça-feira, janeiro 22, 2019

Ainda a propósito de aeroportos....

Ainda não será desta, o Montijo outro disparate ambiental. E nem sequer foi estudado Alcochete, ou:
esta que é a melhor solução! Envia-me o meu estimado M.Boeiro!
Mas infelizmente iletrados e interesses  especulativos abundam, por aí.

Iremos continuar a ter estátuas e um aeroporto?
https://elpais.com/deportes/2019/01/22/actualidad/1548146267_061080.html
é que o próprio confessou que vigarizou o fisco!