quinta-feira, setembro 17, 2020

 1- Penso que o uso de mascarilhas devia ser voluntário, salvo para imunodeficientes, pessoas com outras patologias clínicas ou doentes susceptíveis de contaminação. Vejo a insensatez de quem, com objectivos que me parecem claros, as mascarilhas provocam problemas de saúde e lá estão os ganhócios, médicos e farmaceúticas.... quem recomenda essas para todo o lado ou é insensato ou está no negócio. O vírus não anda no ar!

2- E sendo que os políticos não gostam de dar o braço a torcer iremos continuar a ter que usar as desnecessárias mascarilhas (entramos no restaurante com ela e ainda não estamos sentados já foi para o bolso de onde nem chega a sair até estarmos fora do mesmo!) mas ao menos podiam fazer algo em relação a isto:


bem sei que somos portugueses, somos portugueses, uns gandas porcalhões, uns porcalhões de uns portugas, mas ontem numa caminhada de 2 Kms, meia hora contei 19 máscaras no chão, 19, dezanove, e uma mesmo de pano!

Coimas avultadas, porque isto sim é criminoso. É nas mascarilhas que se alojam os vírus e quem as deita para o chão está a cometer um crime contra a saúde pública. 

Mas até hoje não ouvi nada, nem sequer os locutores que nos aconselhavam a despir-nos quando entrássemos em casa ( julgo que um deles era o que batia na mulher), dizer ou escrever uma linha sobre isto. Claro somos portugueses, somos portugas!

 

O Me! O Life!

Oh me! Oh life! of the questions of these recurring,
Of the endless trains of the faithless, of cities fill’d with the foolish,
Of myself forever reproaching myself, (for who more foolish than I, and who more faithless?) …

De Walt Whitman

 

Hoje, dia 17 Setembro passam dois anos que demos início à difusão de notícias do O.I.E.

 

https://obseribericoenergia.pt/index.php

terça-feira, setembro 15, 2020

Carl Sagan: Dinosaurios en Venus

Carl Sagan: Dinosaurios en Venus

Ontem assistimos a um momento, habitual, de mau, péssimo, jornalismo. 

Em fundo estava a ouvir o redondo Presidente " é uma portuguesa, é uma portuguesa, somos os melhores, uma portuguesa descobriu fosfina em Vénus"

Infelizmente o nosso jornalismo, ou serão locutores?, anda pelas ruas da amargura. Ensinaram-me na escola (mestrado de jornalismo!) que notícia tem que buscar contraditório e fazer alguma, mesmo que pequena investigação. Mas claro era uma portuguesa, "mais uma!"

E esta fosfina leva-nos aos Dinossaurios, em Vénus.

Estamos entregues a um bando de idiotas, chefiados por imbecis, que correm atrás do Sol pôr.

 Tenho sido um crítico severo do histerismo mediático, que alimenta o pior dos vírus, o do medo, que vai destruindo as nossas sociedades, a convivialidade e o nosso modo de vida, sem sequer alterar as maldades que este continua a encerrar, a destruição ambiental, as alterações climáticas a epidemia do plástico, e agora a proliferação de máscaras pelo chão por todo o lado.

E vamos voltar ao mesmo, por não termos seguido a estratégia de dar a adequada valoração a este vírus, como:

https://www.dn.pt/mundo/a-polemica-estrategia-sueca-contra-a-covid-19-estara-finalmente-a-resultar-12717698.html


os locutores continuam a fazer o seu trabalho, sem qualquer qualidade a não ser papaguiar o piorio, noutro dia alguém me dizia que os locutores dos telejornais eram jornalistas. Ná, impossível, são meros locutores com um aparelho na orelha, não têm conhecimentos, não leram, não estudaram. 

E infelizmente continuamos a ser pasto destas bicharradas.

segunda-feira, setembro 14, 2020


 https://jewishvoiceforpeace.org/5781-2/

Bom ano. Rosh Hashanah

domingo, setembro 13, 2020

 Miserável, miserável mesmo quando políticos responsáveis dão a mão à corrupção mais manifesta, sabendo nós muito bem que as ligações entre as futeboladas ( recordem-se de Braga, recordem-se do Porto, recordem-se por todo o lado.....) e os poderes económicos e as autoridades políticas nunca, nunca deram bom resultado.

Claro que no nosso país os casos são mais que muitos destas poucas-vergonhas, o presidente da C.M.L. agora S.L.B. seguiu as pisadas do da C.M.P. agora F.C.P., mas até agora as autoridades do Estado tinham escapado, salvo as pequenas e médias corrupções, bilhetes para aqui e acolá, e viagens e etc., mas até agora tinha-se que se ir a Malta para encontrar um primeiro-ministro metido nestas agiotagem e até assassinatos. Bom nas ditaduras isso é mato....

Já não há mais paciência para esta escumalha que dá de mão beijada ao corrupto que já chegou mais um trunfo, não fora ele estar enfiado até ao pescoço em vigaricess.

Volto de 8 dias de retiro, sem televisão e com poucas notícias e só quero voltar.

Infelizmente pouco se vê que valha a pena investir para alterar o estado da nação.

sexta-feira, setembro 11, 2020

Saiu hoje no Público online:

Vamos esperar 8 anos mais?

 

Após a informação favorável do Conselho de Segurança Nuclear (C.S.N.) espanhol, o ministério do Ambiente renovou o funcionamento da central de Almaraz até 2018

Todos sabemos que as centrais nucleares têm os seus  anos  de funcionamento contados. Todos os seus trabalhadores sabem que trabalhar numa central não é o mesmo que estar noutra fábrica qualquer, mesmo sem contar com a probabilidade de um acidente maior.

Uma central nuclear não é uma indústria qualquer. É a primeira tecnologia civil com riscos graves que nunca foram resolvidos, embora tenham sido minimizados após cada acidente. Riscos ambientais e também para a saúde impossível de escamotear apesar dos dados oficiais.

Há um ciclo completo que devemos ter  em conta sem o qual não se pode produzir electricidade nestas unidades industriais. O combustível empregue procede de uma enorme cadeia de produção com envenamentos radioactivos que começam com a mineração a céu aberto (obtêm-se 7 gramas por tonelada de rochas removida) continua com o transporte para as fábricas de concentrados, que continuam a gerar efluentes e resíduos sólidos e líquidos radioactivos (denominados estéreis que permanecem nelas abandonados) e passamos às unidades de enriquecimento de onde segue o produto para as barras de combustível dos reactores (gerando novos resíduos radioactivos de urânio empobrecido que como sabemos se utilizam como recobrimento para todo o tipo de munições e armamento).

Em todo este processo e ainda sem ter produzido um só KW/h já se estão gerando enormes quantidades de gases de efeito de estufa, além de milhares, milhares de toneladas de resíduos com altas percentagens de radioactividade, com as consequentes destruições ambientais e mortes induzidas.

Como é possível afirmar que as nucleares são solução para as alterações climáticas? E como se financia todo este ciclo do combustível até chegar ás centrais? Como se pode continuar a divulgar que as centrais são limpas, seguras e competitivas?

Em Espanha todas as centrais hoje em funcionamento (5 com 7 reactores) foram construídas durante a ditadura (estiveram previstas quarenta mas só 10 se construíram) e já foram conectadas à rede com a democracia, em 1981 Almaraz e em 1988 a última Trillo ambas nas margens do Tejo.

Temdo sido os prazos de construção entre 10 e 15 anos (hoje muito mais devido a questões de segurança entre outras) e requerendo grandes investimentos económicos que só o Estado pode garantir, as empresas proprietárias procuram   uma vez estes amortizados alargar o mais possível o seu tempo de funcionamento,  para tal pressionando tanto os governos como o próprio C.S.N.

Hoje no que respeita Almaraz, a mais envelhecida do parque nuclear espanhol, numa altura de declive mundial desta tecnologia, vão obrigar-nos a esperar mais 8 anos até o seu encerramento definitivo (2027 para a Unidade I e 2028 para a Unidade II)

Sabemos que no actual cenário os ganhos são só para as empresas Iberdrola, Endesa e Naturgy que produzindo electricidade se descartam das últimas fases e processos de fecho do ciclo nuclear, ou seja os resíduos radioactivos que foram gerados por elas, o desmantelamento das fábricas e a gestão dos resíduos de alta actividade até daqui a 250.000 anos. Destas fases fica responsável a ENRESA (empresa pública) que já com um enorme défice económico terá ainda que assumir estes custos. Lá estará o nosso recibo da luz e o orçamento de Estado a suprir esse.

Almaraz até hoje já gerou 2.280 Tn de resíduos radioactivos, sendo além disso também uma produtora de plutónio (cerca de 600 Kg por ano) extremamente tóxico e base para produção de armamento nuclear, de que Espanha prescindiu no quadro da sua associação ao Tratado Internacional de Não-Proliferação Nuclear.

Para a ADENEX  e o O.I.E. é impensável que as nucleares de Almaraz continuem a funcionar mais 8 anos, que recusamos seja chamada vida útil, dada a sua óbvia inutilidade e exigimos o seu encerramento a um C.S.N. rigoroso com todas as medidas de segurança dadas as deficiências que mantêm em suspenso as populações.

 

Qual a gravidade de continuar 8 anos mais?

-       A actual lagoa de refrigeração está  a ficar aterrada e vai perdendo as capacidades necessárias para um funcionamento regular

-       O fenómeno de corrosão que afecta a natureza química dos metais, desconhecido inicialmente, e que é de difícil tratamento e solução, podendo afectar tanto a cobertura  dos vasos como até penetrar nas barras de controle

-       O entupimento dos tubos geradores de vapor que mudados em 1996 estão a chegar ao limite previsto e podem colocar em risco a própria central.

-       A impossibilidade de cumprir as medidas pós-Fukushima de prevenção de inundação caso haja alguma ruptura na barragem de Valdecañas.

-       O incumprimento das medidas de evacuação adequadas ás novas medidas pós-Fukushima que obrigam á realização de simulacros com um raio de 80 Kms com Portugal, envolvido nesses.

-       O actual funcionamento anormal das bombas de água  de refrigeração e a falta de geradores seguros para caso haja algum bloqueio do fluído eléctrico, que pode ser muito grave em articulação com falha do reactor

-       E isso articulado com o desconhecimento do estado do núcleo do reactor e algumas das partes do circuito primário de difícil acesso e verificação factual, só possível com aproximações “estatísticas”

 

Porquê colocar as populações em risco mais 8 anos?

Para quê aumentar a produção de resíduos altamente perigosos e deixá-los como legado para as futuras gerações?

Porquê continuar a aumentar a contaminação radioactiva a nível planetário?

 

António Eloy Observatório Ibérico Energia, O.I.E.

José Gonzalez Mazon (Chema) ADENEX

 

 

quarta-feira, setembro 09, 2020

 Já vou a quase dois terços do Petrole e tenho que referir a minha maior desilusão. Nada sobre as muitas tramas que rodeiam e rodearam em Itália as manigâncias deste produto.
Um romance é certo em progresso, mas muito desconxavado e onde as únicas partes, com algum nexo são homo-eróticas, diria mesmo pornográficas, tal a minúcia das descrições dos pénis e da sodomia, não que me perturbe mas mostra um escritor claramente perturbado.
Espero pelo final....
E para leitura de praia e está-me, esse sim, a deixar muito satisfeito, um excelente livrinho de Truman Capote, que me remete para outros de Mark Twain e estórias do Sul dos Estados Unidos.
Um livro ainda mais importante para análise de mentalidades e ver as origens de muita insanidade hoje a dominar os States.

 

segunda-feira, setembro 07, 2020

Dragoeiros,

domingo, setembro 06, 2020

Este é um livro à Pasolini, mesmo estando só em esboço:
são quase 700 páginas das quais hoje li 100. Um livro que se enquadra no assassinato do presidente da ENI, empresa nacional de petróleos, italiana e na investigação que Pasolini vinha a fazer, e que há quem diga levou, também, ao seu assassinato, cujos contornos nunca ficaram claros.
É um livro com muitas falhas sequenciais, e muitos saltos e rupturas, basta dizer que tem 133 capítulos ou melhor notas para escrita do que seria suposto vir a ser um romance.
Um livro cheio de análises de poder e do sexo deste, neste, e de referências históricas significativas.
É possível que volte a escrever sobre ele, noutro blog.
No retiro e na calma da capital do polvo, que há capitais para tudo.

sexta-feira, setembro 04, 2020

No meio das últimas "arrumações" antes de um pequeno período de meditação e tranquilidade leio este livro que abre olhos, que limpa ouvidos, e nos dá saber.
Que os herdeiros, fervorosos, do nazismo abundavam e continuam a abundar na Alemanha é evidente para todos, que tenham assumdo toda a responsabilidade e controle, económico e social igualmente, pois se eram os mesmos, as mesmas empresas, os mesmos quadros e dirigentes, enfim... e contaram com toda a complacência dos vencedores, de um lado e doutro ainda por cima por causa disso, da guerra fria.
Este livro mostra como a lógica nazi, contra o Estado e a favor do comunitarismo identitário e um chefe, um povo, desde logo a tal raça, se transformam em orientações de gestão, e neutralidade política.
Um livro que mostra como somos, nos tornamos livres, para obedecer.....

quinta-feira, setembro 03, 2020

Leitura de comboio, umas historietas a muitas milhas de Edgar Allan Poe, mas que têm algum interesse psico-social:
de um escritor sobre-valorizado ou nem por isso.

quarta-feira, setembro 02, 2020

Talvez não saibam porque quiça não interesse que se saiba.... que no ano de 2019 morreram de SIDA/HIV mais de 700.000 habitantes da Terra, quase tantos como de Dezembro de 2019 até hoje do Covid (cerca de 800.000) mas embora muitos o pretendessem nenhum dos mortos ou contaminados esteve em confinamento, bem sei que o processo de transmissão é diferente e particular, caso a caso.
Mas continuamos a viver num círculo vicioso de mentiras, pequenas verdades e falsidades mescladas com dados científicos, de hoje desmentidos amanhã.
O caminho para o controle desta pandemia, a do vírus e a do medo, e a da pós-verdade, é complicado, e estamos a assistir já ao rebentar de muitas barreiras, em Portugal o partido da lei e ordem, que é o P.C.P., coloca-se do lado da desordem e fora da lei, como que anunciando tempos de peste e pavor.
Qualquer dia teremos como em França o eleitorado desse passar para o Chega como vaso comunicante, tendo já muito em comum. Nada que nos possa alegrar.
Infelizmente, como temos vindo a comprovar e discutir, nada parece estruturar-se como pensamento e alternativa, séria, racional e num quadro de/do direito e defesa intransigente desse.
Os tempos estão e regredir. Vamos ver até quando e se conseguimos voltar a dar-lhe continuidade.
Post Scriptum 
Comprei aliciado pela capa esta fraude.
Os artigos sobre os riscos tem ranço, são velhos até mesmo de 7 décadas, sem nada de motivante e com somas de erros, e outras coisas que imaginam e um desmistificador (mas com 10 anos!) sobre Smil, no qual estive à borda de gastar o meu guito.
Nenhum artigo com um mínimo de relevância numa revista que, por este caminho, entrará na total decadência.
Se não houvesse artigos e livros recentes e actuais em barda, em barda sobre os Riscos....
Deve esta revista estar a dar o berro. Merece-o.

terça-feira, setembro 01, 2020

MOOLAADE


Bem sei que é um filme datado de 2004 e que o debate tem continuado. O crime é absoluto a mutilação genital feminina, seja em que forma seja. Ao filme falta algum enquadramento e as referências ao como e porquê, que nunca é mencionado, o prazer sexual feminino.
Mas é um filme que deveria ser mostrado nas sociedades, e até entre nós nalgumas comunidades onde se faz esta barbárie e onde as mulheres são importantes no fanado e na sua continuação. Aqui pode ver com tradução castelhana!
Este para apoiar!
comprem. Leiam. Hajam.
Todo o nazionalismo, todo o integrismo, todo o domínio do dogma é o contrario do humanismo, da racionalidade e da empatia.Todas as religiões que assumem lógicas de poder são iguais. Nada.
É um livrinho, diria mesmo um opúsculo, de síntese do pensamento do E.O. Wilson, cerca de 100 páginas, em formato mini.
Nada de novo, mas um resumo que reforça a lógica da empatia como fonte da evolução.
 hoje, infelizmente, parece que caminhamos no sentido contrário, vamos voltando aos tempos e aos seres mais primevos...

segunda-feira, agosto 31, 2020

Stalin


São 2 horas e um quarto de missa pelo quase deus Stalin. É curioso ver as caras e perceber que alguns foram ao desfile no velório só para ver que ele estava mesmo, mas mesmo morto. E a grande maioria das caras (claro que há algumas chorosas, mostram total indiferença, alguns a pensar antes ele senão era eu....
E é curioso ver os personagens que discursam no pódium da Praça Vermelha, um Béria, seria morto com requintes de barbaridade 3 dias depois, os outros dois, Malenkov e Molotov, passariam rapidamente a reforma compulsiva... e ver o vazio, a oquidão de todos eles...atenção não são actores....

Não conheço ninguém, nem mesmo uns velhos camaradas ainda membros do P.C.P. (que me dizem que irão estar noutro sítio....) que vá ao festival do Avante, festa do P.C.P. (onde por despautério foi em tempos o actual Presidente).
É me totalmente indiferente que haja ou não turbas a agitarem-se uns em cima dos outros neste.  O prejuízo, que irá acrescentar ao que já se acumula (pela teimosia, intransigência, dogmatismo, etc), será só dos que irão e que com grande probabilidade sairão de lá para o confinamento, o hospital ou pior, sabendo a idade média dos militantes do P.C.P.
E vai quem quiser, já informado de todos os riscos a que se sujeita, prezando eu a liberdade, e indo no dia que esta começa para bem longe, de onde volto já com o confinamento dos que lá forem a acabar.
Nada do que este partido está a fazer (vejam bem que há 6 meses não faz uma única, uma única proposta ou apresenta um, um projecto a não ser falar do mealheiro que é a festa) me surpreende.
Vou hoje à Culturgest ver um filme que me dizem ser histórico sobre o funeral de Stalin, que ainda hoje é idolatrado por militantes comunistas e está na alma do partido, que é certo nunca teve como o seu extinto congénere (estão quase todos excepto o da China e do camarada Kim) o P.C.E. que titulava brigadas "Ramon Mercader", ou "Piolé" (picareta, não preciso dizer a função....), na linha do que fizeram a Andrés Nin.
É pena, mas é a vida. O P.C.P. está infectado há muito, muito tempo, e não reconhece o vírus e não procura adaptar-se ao tempos modernos, em nome dos trabalhadores e do povo, que classe operária há muito não é falada  nem sequer vista!
É a vida, com as alterações das condições produtivas alteram-se as relações de produção, com novos procedimentos de comunicação alteram-se os processos de gestão socio-políticos, mas para eles Stalin continua vivo nos corações do membros do partido, e a língua de pau continua a dominar o discurso, a cassete.

domingo, agosto 30, 2020

Uma revista que alterna o excelente com o medíocre, claro segundo as perspectivas do leitor e a sua formação.
O número de Setembro é de uma pobreza confrangedora.
não se esqueçam que é o nosso Filipe III, o resto está ao mesmo nível.
Já a Quercus, não confundir com uma coisa portuguesa, é sempre interessante, embora este número tenha menos matérias.
Uma boa reportagem sobre o camalote, jacinto d'àgua, artigos simpáticos sobre abutres e outras necrófagas (a evolução não pára!), e uma notícia sobre a 1ª condenação pela morte de u  lobo, em Espanha! além dos artigos dos cronistas habituais.

sábado, agosto 29, 2020

Tenho procurado desmistificar a campanha do medo, que tem graves consequências sociais e individuais, ligada ao corona.
Infelizmente temos um jornalismo de sarjeta, além dos locutores dos telejornais, uns incapazes, e vamos continuando a ouvir disparates em cima de disparates.
Hoje um artigo, que se bem que algumas falas corporativas, não há que criticar os "colegas" Deusdado, novamente nos traz de volta a alguma realidade.
É isto, quase:
https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/daniel-deusdado/covid-e-gripe-bons-testes-hospitais-preparados-mas-o-pais-nao-tem-de-parar-12560237.html
mas as paranóias e obsessões continuam....