segunda-feira, maio 20, 2019

A gastronomia, tal como a história é feita de múltiplas falsificações (a dieta Mediterrânea é uma delas, sobre essa já escrevi....) hoje trago aqui estas fantásticos ovos rotos (julgo que da Casa Lucio, onde não se chamam assim!!!)
e um artigo sobre outro....
https://elpais.com/elpais/2019/05/19/gastronotas_de_capel/1558277361_349071.html
gostoso de ler, e a deixar água na boca.

domingo, maio 19, 2019

A História é fonte das maiores barbaridades e falsificações, a reconquista assim como antes a suposta conquista são invenções que nos impingiram e que continuam, e o Viriato então, não há volta a dar, não existiu, nunca, pesem quilos de degradação ambiental em forma de calhamaços que o glorificam, sem mencionar um, um único documento coevo que o testemunhe....
Hoje, temos um texto exemplar:
https://elpais.com/elpais/2019/05/13/eps/1557742392_123340.html
é que sobre a história e as suas mitologias e invenções agiganta-se o terror e o nazionalismo....

sexta-feira, maio 17, 2019

Ontem juntámos uma multidão em Zahinos contra a mina!:
e no final:

quinta-feira, maio 16, 2019

Infelizmente vivemos numa kakistocracia, a maior parte dos candidatos nem sabem do que estamos a falar....

Questionário do Observatório Ibérico de Energia
O que quereríamos saber:

1-    O que fazer com a política agrícola comum? E o subsídio da vaca? E o subsidio ao “set-a-side”, pousio? E o proteccionismo sobre os produtos locais? E os O.G.M.? E para quando uma regulamentação ambientalmente sustentada dos agro-tóxicos?

2-    O que pensam da eleição de um presidente por voto directo e de um governo pelo Parlamento? E mais poderes federais e menos nacionais?

3-    O que defendem em relação à uniformização da política sobre drogas? E sobre o Anti-proibicionismo? E políticas sociais activas e regulamentação dos produtos em vez de penalização dos consumidores europeus? Também para começar a dar cabo das mafias que levitam em torno desses negócios?

4-    E sobre o direito individual, seja à contracepção e aborto, seja em relação à morte assistida e eutanásia? Num quadro de referencia de máximos direitos europeus?

5-    E uma alteração do paradigma económico de crescimento e aumento do PIB por uma lógica de decrescimento sustentado e introdução do outro factor de referencia FNB ( Felicidade Nacional Bruta) que introduza factores sociais e humanos, numa lógica de empatia no quadro europeu?

6-    E nesse quadro que políticas de energia, de eficiência, poupança e qualidade, num quadro de vigilância extrema e cumprimento dos prazos das centrais nucleares e saída da economia do carvão, e desenvolvimento das renováveis e comunidades energéticas e de proximidade?

7-    E o grande problema das Alterações Climáticas, e ir mais além, e sobretudo atribuir valoração concreta aos compromissos do Acordo de Paris? E também nesse contexto que políticas internacionais que impeçam a entrada na Europa de produtos não certificados ambientalmente e destruidores de ecossistemas e da vida de populações humanas e de outras espécies? E uma moratória total às importações de madeira de origem tropical!?

8-    No quadro das Alterações Climáticas que políticas de acolhimento de refugiados e que apoios ás populações cada mais desmunidas ?

9-    Finalmente que pensam sobre mais direitos cívicos, mais possibilidade de intervenção junto do Parlamento através de petições e audiências mais facilitadas e maior proximidade dos eleitores, acabando com o plenário em Estrasburgo e rodando esse pelas várias capitais europeias?

Pois eram essas algumas das questões, com âmbito e dimensão europeia que gostaríamos que fossem respondidas pelos partidos e candidatos, mas já percebemos que a grande maioria nem sequer sabe dos poderes do órgão a que concorrem, não faz a mínima sobre  os problemas com que nos enfrentamos ou podemos confrontar a nível europeu, e ou falam de barbaridades nacionais ou “nazionalistas”, ou atiram com o que podem para debaixo do tapete ou para o ar, para ter notícias com as conivências e compadrios conhecidos.
Estão em exibição em Lisboa....
esta é a do meio:

quarta-feira, maio 15, 2019

A kakistocracia, o governo dos piores é o sistema hoje dominante e que irá talvez em articulação com a oclocracia, o governo da nultitude, protagonizado pelo demagogo ( Trump, etc...) levam-nos à destruição da própria sociedade em que vivemos.
Claro para chegar aqui, temos que passar por muita coisa, a degenerescência oportunista, auxiliada por outros poderes como os actuais média cada vez com menos qualidade e a serem substituídos pela ainda pior dominância do digital, com as fake e falsificações contínuas,e claro um sistema partidário e eleitoral da pedra lascada, maligno e destrutivo, nos quais as pirâmides invertidas nos assentam sobre a cabeça.
Pensar, nestes tempos não é bem visto, aliás ter ideias e discuti-las passa por absurdo, nesta quinzena, ou aliás em todas, neste tempo de kakisto,
que recupero de um dos artigos desta simpática revista, que sendo culta não aparece nos nossos mercados atolados de visões sem sábado que lhe dêem substância.
Os tempos estão para os berardos, sinónimo hoje  (mas para mim de sempre!) de vigarista....mas enquanto podermos vamos tentando....
Voltamos ao tempo dos:
mas será que pensam, pensam, esses senhores,que somos todos parvos?

segunda-feira, maio 13, 2019

Tem tudo a ver com as reflexões e as postas que venho colocando, dá-lhes espessura e conteúdo.
Vivemos tempos críticos e somos mortais, sem crer num amanhã a cantar, seja ele aqui ou acolá (onde?).
Tentar equilíbrios e desenvolver estratégias que mantenham ou aumentem ou pelo menos nos permitam não diminuir o espaço da república e nessa a infeliz democracia, hoje nas mãos de discursos identitários e nazionalistas que aqui tenho denunciado.
Um livro a recomendar, mas infelizmente sem propostas de como e por onde caminhar. Continuaremos a buscar a solidão pelo meio das solidões.

sábado, maio 11, 2019

Acho inacreditável que nesta manifestação, em Barcelona, não esteja também um cartaz com Puidgemont!
mas olha para o que digo e não para o que faço!!!

quinta-feira, maio 09, 2019

Hoje,
carregar para aumentar e melhor leitura.
e ayuntamento!
e esta a praça central...



terça-feira, maio 07, 2019


Looking for Europe de Bernard-Henri Lévy foi um exercício de erudição, sem estrutura política e sem a mínima estratégia e foi como meter o Rossio na Rua da Betesga, demasiados apartes a encher a praça e a subir a estátua, alguns fora de contexto.
Não é assim que se constrói mais Europa, nem se desenvolve a ideia ou se a busca.
Falou para, essencialmente, europeístas pelo que não fez mossa, felizmente.
Mas tive, nalguns momentos, saudades do meu amigo Marco Pannella! e da sua oratória
                Aqui o cenário antes de aparecer o fantasma, que infelizmente não percorre a Europa, o  Federalismo

segunda-feira, maio 06, 2019

Hoje estou com as revisões finais de mais dois livros próprios....
Mas tive tempo de ler grande parte da excelente revista:
 que tem também um magnífico sítio:https://revistabica.com/
cultural e sem pedantismos, útil e sem desnecessidades.
Recomendo!

domingo, maio 05, 2019

Neste momento são uma autêntica praga.
Uma amiga minha já foi atropelada por uma (braço partido) e sei que os acidentes já não têm dedos para os contar.
pode ser uma boa ideia, controlada, mas tem a C.M.L., na falta da autoridade do Estado, que regulamentar esta situação. Ou pôr-lhe fim!
Em França vai-se no bom caminho:
https://elpais.com/sociedad/2019/05/04/actualidad/1556974217_032824.html
é que ou há regras ou a anarquia dominante vai acabar com a água do banho e o dito vai constipar-se....

sábado, maio 04, 2019

Ontem estive na Fábrica, do Braço de Prata.
onde está uma siompática exposição sobre a editora Ulmeiro....
e onde também estou, há 38 anos!


carregar para melhor leitura, o pensamento mantêm-se a poesia transformou-se...

sexta-feira, maio 03, 2019

O dia merece umas passas. Novamente a decrepitude dos nossos políticos e a falta de visão estratégica, assim como uma simples avaliação da realidade leva-nos a um festim de notícias falsas ou falsas. porque nada tem a ver com a realidade.
Leio este, mais um excelente número da Cañamo.
Um computador, umas passas, e a realidade que vai passando, já dizia Bakunine.

quinta-feira, maio 02, 2019

Será mencionado J.A.F. nesta:
a entrada é livre.

segunda-feira, abril 29, 2019

Só agora soube do passamento, ontem, de um homem importante para o ambiente nacional, que merece ser mencionado e cujo registo deve perdurar.
José de Almeida Fernandes, que conheci e com quem tive encontros e desencontros, amistosos.
Chamei-lhe uma vez observador de renas, com ironia, porque deixou uma situação crítica para ir a um congresso de defesa dessas, mas esse é um fait-divers, que era um sábio e deixa obra nas políticas públicas de ambiente em Portugal e a nível internacional.