quarta-feira, abril 26, 2017

ACABA COM A PALHINHA!
SALVA A TARTARUGA!

Uma simples palhinha no sumo ficará no planeta para sempre. Demora 200 anos reduzi-la a finas partículas.... tóxicas. Só nos Estados Unidos e Inglaterra cerca de 550 milhões de palhinhas...,por dia, são deitadas fora. Escassas são recicladas e muitas, muitas acabam nos oceanos.
Recusa a palhinha!

terça-feira, abril 25, 2017

sábado, abril 22, 2017

De vez em quando mão fraterna descobre meus artigos antigos. Este tem 26 anos e é importante para a nossa história, cheia de mitos e inverdades...
Aqui ( carregar para leitura):

sexta-feira, abril 21, 2017

Já não recordo a última vez que desfilei Avenida da Liberdade abaixo.
A outros desfiles tenho, é certo, dado corpo.
Mas este ano lá estarei. Com uma faixa.
Porque a nuclear  a sua não existência em Portugal deve-se, e deve esse tributo,  à democracia e à cidadania.
Este ano lá estaremos a dizer que o tempo das mentiras, dos segredos, das falsificações, das jogatanas  financeiras à nossa custa acabou.
Devemos fechar, fechar Almaraz. E todas as outras centrais em Espanha.

quinta-feira, abril 20, 2017

A "nossa Fábrica" está em vento em popa e a todo o vapor.
Hajam muitos Abris!
http://bracodeprata.com/index.php?option=com_acymailing&ctrl=archive&task=view&mailid=48&key=zqICfcub&subid=1392-pMO8q7V9wiu39R&tmpl=component
Saravá.

quarta-feira, abril 19, 2017

É hoje, na estação do Rossio, pelas 18.30:
https://www.ffms.pt/conferencias/detalhe/2156/apresentacao-do-livro-guardas-de-passagem-de-nivel
que será apresentado este simpático livrinho.
 estórias em vias de extinção, com os seus personagens. Muitas mortes ocorreram apesar destes....

sexta-feira, abril 14, 2017

Tenho a certeza, que independente de quaisquer ideologias não há ninguém, salvo algum miserável, que partilhe a defesa da escravatura ou a mitológica ideia que existem outras raças que não a espécie humana.
Embora para isso, por vezes tenhamos que nos empenhar contra os tais miseráveis.
Para apoiar.
Esta é minha, mas de todos:



Sei que  está previsto para distribuição comercial, e não percam, não percam mesmo, o notável  # In Guerra per Amore# de Pierfrancesco Diliberto, que ontem vi no encerramento da 10ª Festa do Cinema Italiano
É um filme que enche a sala de emoção. Bons actores, boa direcção dos mesmos, cenários e espaços (alguns a encherem quem lá esteve de recordações de uma ilha mágica, a Sicília!, se não conhecem a não perder....), uma história verdadeira por detrás da trama que dá corpo ao enredo, o apoio da Mafia aos americanos para a invasão da Sicília a troco, a troco da impunidade e do benefício que foi, com a Democracia Cristã, alapar o poder na ilha, até mesmo a tempos muito recentes.
Um personagem, o capo, chefe, da Mafia local, que é um mimo, seja na caracterização, seja no discurso, dois personagens que parecem saídos dos “Feios, porcos e maus” do Ettore Scola, e com grande humor e humanidade (palavras com a mesma raiz!) fantásticos e uma estória de amor, contra a maldade e os arranjos e arranjinhos.
Mas é também sobre a corrupção, a corrupção social e logo política que este filme se esmera, e este ano quando se afiam facas para o bodo autárquico é muito apropriado pensarmos no Clientelismo, foco de toda a degenerescência do sistema democrático e da sua perversão.


Não basta fazer colóquios e conversas sobre a abstenção e estigmatizá-la como nódoa da/na participação quando as lógicas desta, a transparência e liberdade nos partidos e também nos grupos de cidadãos, muitas vezes emanações dos piores desvarios de populismo e autoritarismo e até de indiciados criminalmente ou mesmo bandidos ( que abundam em certos partidos) , pois a transparência, a liberdade e um quadro de discussão séria sobre programas e intenções não existe, ou é rasgado na volta da esquina.

Esta proposta ainda fará caminho.
É a do M.I.A.
Há uma gralha. Cofrentes (2021) !
Terminou hoje, em Lisboa a
ilustrada com este fantástico cartaz do Milo Manara.
Com o domínio quase total dos nossos cinemas pela chicória dos States, são os festivais de cinema que nos indicam ou nos trazem o melhor cinema que vemos nas nossas salas.
Assim com a Judaica este do cinema italiano tem alta qualidade e um alcance maior que o dos "movies", embora ainda possa melhorar, nomeadamente na área da literatura e outras que essas sim já integra, como a música, a gastronomia ou marginais como a pintura ou os comics.
Hoje, aqui, em Lisboa que ainda há extensões, tivemos um excelente filme, que comentarei em próxima crónica e que desde já registo como uma óptima base para discutir a infecta corrupção, que sai por todos os poros na Sicilia, mas da qual estamos longe, muito longe de estar impolutos.
Amanhã falamos.

terça-feira, abril 11, 2017

Na Rádio Montemuro hoje falei da revista (espanhola) Quercus, a melhor revista de natureza da península onde de vez em quando temos novidades sobre este recanto da dita. Neste número nota sobre a exposição sobre Mamíferos na Escola Politécnica, entre outras noticias do maior interesse:
também falei, claro, do último acidente, mais um, em Almaraz e expliquei o que aconteceu e se repete e o enorme risco deste problema (quebra do sistema eléctrico que faz funcionar o sistema de refrigeração).
Enquanto vou começando a fazer telefonemas para encontrar ocupação li um livro interessante de um iberista:
uma o outra questão duvidosa num livro memória de registo.

segunda-feira, abril 10, 2017

Este é o futuro:
esta central está perto do centro de Lisboa...

hoje passei por lá, perto está a exposição sobre a nossa vivência judia, na Torre do Tombo....
e uma nota pessoal, estou, novamente no mercado. Se alguém que leia isto souber de algum tema de interesse....

domingo, abril 09, 2017

A honra de capa é importante, embora os artigos sejam na generalidade medianos e sem qualquer
informação nova ou útil para os que privamos com a cidade, mas tem sumo para turistas e isso é importante e saí da lógica de massas.
Aqui:

quinta-feira, abril 06, 2017

Na excelente revista
sou informada de uma exposição que me escapou, e que irei, certamente, ver em breve:
http://www.museus.ulisboa.pt/pt-pt/node/1589
conheço as exposições do Museu e valem sempre a pena!

quarta-feira, abril 05, 2017

Até lá muita água passará, ou não fora o mês de Abril o das águas mil.
E antes teremos mais uma efeméride, para sempre, inesquecível.
Mas, desde já para a agenda:
para que o futuro não nos saía num furo há que lutar por ele!

terça-feira, abril 04, 2017

Mais e melhores é o que é preciso....

segunda-feira, abril 03, 2017

Este é de Piet Mondrian, que tem uma série de moinhos de estarrecer. Mas trago-o aqui para alertar os que forem a Madrid, para a excepcional ( desde logo posso dizé-lo sem a ter visto!) exposição sobre Picasso e a Guernica, no Rainha Sofia, até inicio de Setembro.
E também outra, para mim do tutano, de Escher no Palácio Gaviria, até Junho.
Por cá temos por aqui algumas recomendadas....

Está a entrar nos últimos dias o simulacro de consulta pública sobre os documentos, velhos e sem nenhuma consideração pelas questões que nós e até o Estado português temos levantado, sobre o ATI de Almaraz:
http://participa.pt/consulta.jsp?loadP=1818
Se bem que conscientes da inutilidade desta operação temos, em inúmeras conversas e conferências tentado estimular a participação e até disponibilizado um rascunho de declaração.
Tenho desde já que referir que o processo de participação disponibilizado pela A.P.A. é redutor e cerceia essa, ao limitar-se aos usurários de internet e ás entidades... com número de contribuinte (o que dificultou o parecer do M.I.A.!) e esta ( A.P.A.) não tem feito a mínima, a menor divulgação desta consulta, que também tem sido ignorado pela generalidade da comunicação social ( fizemos 3, três comunicados durante este período, desde que a consulta abriu, com escassa repercussão).
Embora esta operação tenha sido só um subterfúgio para o governo retirar a queixa em Bruxelas era de esperar mais do que as escassas participações.
Bom mas como sabemos temos renováveis e de vento em popa em Portugal e na zona de Lisboa porque não temos nucleares.
O fotovoltaico está a entrar no seu período áureo (a Cooperativa Coopérnico está também a ter grande balanço, aqui encontra referências!www.coopernico.org), mas não estamos mal de vento ( e com novas tecnologias e desenvolvimentos este ( não o dito mas o seu aproveitamento) pode incrementar muita produção.
O térmico associado ao calor solar entra também na sua melhor fase.
Detalhemos os dados:
Durante o último mês, 104% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
E uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 63% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior.
Mas durante a último mês o vento permitiu gerar, em média, electricidade suficiente para abastecer 297 000 habitações, graças à produção de todos os parques eólicos em funcionamento na região de Lisboa. 
A estes temos que acrescentar as poupanças e a crescente eficiência eléctrica...
A nuclear, pode parar toda!, na Península que nem uma luz é prejudicada!

domingo, abril 02, 2017

Só hoje consegui ir a um filme da judaica:
https://www.judaica-cinema.org/
que também só agora que acaba em Lisboa venho aqui acolher e aconselhar.
Cascais, aqui ao pé, e as nossas fantásticas terras  "judaicas" também de Belmonte e Castelo de Vide terão extensões que poderão consultar no sítio acima.
Hoje vi um filme notável ( pena que só 2 ou 3 destes filmes irão entrar em circuito comercial, circuito esse dominado por americanadas sem pés nem cabeça)
aqui Mel Brooks numa pantomina de Hitler.
O filme # O Último a Rir# de Ferne Pearlstein oferece um grande espaço para discussão.
Quais os limites da crítica e da piada? Quando em Espanha se condena um blogueiro por ter feito uma piada sobre o salto de Carrero Blanco ( o Arriba Franco más alto que Carrero Blanco, ainda me soa) o ridículo dos limites é obvio, passados mais de 40 anos do dito.
Quando num blog de uma seita um idiota chapado defende os atentados islamitas de Paris, Bruxelas, Londres, Karachi e etc como luta (sic) contra o imperialismo (o quê?) e, ao contrário do que se faz noutros países ditos liberais, ninguém liga nenhuma a não ser os devotos da dita, podemos estabelecer a diferença e o quadro da expressão.
O Holocausto pode ser matéria de gozo? e Jesus ou Mafoma? e O Buda? e Deus ou a ideia de Deus?
E a putativa Virgem, em qualquer das suas inúmeras versões?
Pois eu sou defensor que tudo o que não ultrapassa os limites do direito e da não violência ( e não há palavras violentas, em si) pode e deve ser aceite no quadro das nossas democracias liberais ( sempre fui contra as proibições de partidos ou expressões fascistóides ou religiosas, e até a não verdade deve ser aceite, e combatida!!!)
Mas é um tema para boa discussões. Não esqueçamos que o liberal Popper era a favor da censura televisiva....hoje estaria maduro....

quinta-feira, março 30, 2017

Vamos andando, por aqui e por ali...
aproveitarei para comer um torricado de bacalhau...

sábado, março 25, 2017

carregar para leitura.


Vivemos nos discursos como o peixe vive na água.
Construímos e articulamos palavras e damos sentido à realidade, aos sentimentos e à fantasia com esses.
Mas estamos a chegar ao fim, novas lógicas de poder, que também passam pela ignorância dos discursos e da sua construção com a ciência e o conhecimento começam a introduzir-se em todos os sectores da sociedade. A simplificação gerada por novos sistemas de comunicação, governar por 200 digitos, dar a mesma valia à religião e à ciência, ignorar a ciência quando essa se opõe a lógicas económicas, ignorar o peso da palavra quando a imagem, forjada pelo ecrán faz de espelho  da realidade.
Vivemos tempos em que os discursos se vão esvaziando, como os mares aumentando e alterando as suas correntes e temperatura e o degelo vão perturbando os ciclos atmosféricos e os peixes vão tendo cada vez mais dificuldades em viver, também porque as palavras em que se baseia a sua vida está poluída, degradada alterada por padrões de desenvolvimento que não tem consideração pelos discursos.
Vivemos nos e dos discursos mas cada vez mais enfrentamos muros na nossa interligação, na construção da sociabilidade e da suficiência.
Temos que resistir inventando novas formas de comunicar, dando a nossa voz e empenho sempre que podemos e não calando a palavra que vai, por razões diversas sendo cada vez mais, estando cada vez mais isolada.
Tenho, ultimamente, falado sobre alterações climáticas, energias renováveis, nuclear, petróleo, abelhas, biodiversidade, sobre o que comemos e como, sobre cultura e como manter esta é importante, porque ela é o discurso estruturado em formas diversas e vivas.
Vivemos nos discursos como o peixe vive na água.
Mas estamos como esses a sufocar.
Porque os modelos de crescimento conduzem-nos a becos sem saída de silêncio e incompreensão. Porque a organização das nossas sociedades e a sua concentração reduz os espaços de cidadania. Porque o domínio de novas tecnologias em vez de nos ter dado mais capacidade e alargado o espaço da civilização tem vindo a reduzir a humanidade ao manipular digital onde a comunicação se dispersa sem sentido.
Temos que lutar para manter os discursos vivos, temos que dar ar, dar mais ar aos nossos pulmões e romper os bloqueios, por onde os rios das nossas palavras possam encontrar continuidade e criar.
Plantar uma couve, caminhar por uma várzea ou ao longo de um rio, participar numa tertúlia, assinar e envolver a nossa palavra num acto, acarinhar o vivo e reconhecer o seu papel na formação social, são momentos onde o discurso pode romper. Por aqui e por ali.
Hoje vivemos tempos difíceis para os discursos, vivemos tempos difíceis para a espécie que os constrói e com esses a realidade, que a partir desses emergiu.
Não deixemos os discursos acabar, mantenhamos o olhar atento, o ouvido à escuta, continuemos a cheirar as flores e a sentir o vento e saboreemos a realidade, com a língua que a faz, ou pelo menos a faz para nós.
É esse, é também esse o papel dos educadores, que somos todos os que não deixamos morrer o discurso!

quinta-feira, março 23, 2017

Novamente de viagem, como sempre a perseguir o clima, Almaraz, e outras maldades e enquanto marina um texto sobre a Europa, aqui algumas fotos de uma das nossas centralidades, europeias...

Tudo isto é Europa. Talvez seja a que não é do gosto de apreciadores de piadas grossas e de vexames baratos, e de ordinarices de carroça. Mas é a que foi berço de cultura e civilização, que infelizmente não chegou a alguns bárbaros.

quarta-feira, março 22, 2017


terça-feira, março 21, 2017

Sou um europeista, radical, e também um iberista de todos os costados.
Vejo a península como uma comunidade de diversas culturas integrada numa grande e forte União ou mesmo Federação Europeia.
Detesto todos os nacionalismos e fanatismos.
Por isso venho aqui hoje denunciar mais um e apelar ao envolvimento cidadão para dar força aos que o procuram contrariar.
O fanatismo dos que pensam que o lucro da oligopolia energética vale mais que a vida e saúde da terra e dos homens, dos que desafiam as leis da física e julgam que não haverá consequências.
Os que contra as evidências querem continuar o caminho do abismo.
Aqui:
http://signos.blogspot.pt/search/label/Contesta%C3%A7%C3%A3o%20ao%20ATI%20de%20Almaraz
está o documento que todos e cada um deve direccionar à A.P.A. com as alegações porque razão o A.T.I. e a continuação de Almaraz não devem ir para a frente.
Por Portugal, por Espanha, pela continuidade da vida e da nossa tranquilidade.

segunda-feira, março 20, 2017

É já hoje a abertura, na Torre do Tombo, ao Campo Grande, desta exposição que não irei, certamente, perder:
muitas estórias e memórias me passam por aqui....

sexta-feira, março 17, 2017

Não poderei ir à inauguração, mas não deixarei de ir ver ou revisitar.
Já conheço a obra, e a autora, as fotos são mais que fotos...

Hoje é sobre paisagem que aqui venho.
E de um velho conhecido que sobre ela, sobre uma escreve.
Conheci o Zé Navarro ou na política, ele era maoísta, o que nunca foi da minha quinta, ou no cinema, ele era a secção de cinema da F.L.L. e eu que era um dos da ecologia e cheguei a organizar um ciclo de cinema ambiental, para ele, e a iniciar aí a minha actividade de crítico de cinema, que exerci durante alguns anos em 3 jornais.
Leio agora um simpático e muito bem escrito livrinho, que conta estórias mas também é um registo de memórias da terra e dos que a fazem.
Neste também apreendi algumas coisas, eu que sou também filho do Alentejo.

terça-feira, março 14, 2017



Sessão Pública Central Nuclear de Almaraz

"Que consequências para Portugal | Que riscos para o Rio Tejo e Populações"

17 Março (sexta) | 21h | Salão da Junta do Forte da Casa

Com: José Faria (Eurodeputado | Partido Terra)
António Eloy (Escritor e especialista nuclear)
António Redol (Especialista em economia de centrais nucleares e de energia nuclear)

segunda-feira, março 13, 2017

Lisboa deveria seguir os bons exemplos e a nossa comunicação social em vez de dar voz a discursos obsoletos e cheios de mentiras devia falar com quem sabe e tem informações sobre a alteração deste paradigma, que se está a tornar dominante nos EUA e por todo o mundo, agora chegando também à folha de coca.
Legalize IT!
A legalização de todas as drogas é inevitável, globalmente, mas temos que caminhar localmente.
Em Espanha há muitos bons exemplos e por cá, apesar desses aventesmas que falsificam estatísticas e anunciam desgraças e aos quais só podemos, assim como aos jornais que os acolhem aconselhar uma boa ganza e uma ida a Barcelona:
http://www.huffingtonpost.es/2017/03/12/barcelona-la-nueva-meca-del-cannabis_a_21880334/?utm_hp_ref=es-homepage

quinta-feira, março 09, 2017

Fui à UTAD falar de clima, de energia, de petróleo e de nuclear, de renováveis de política e sociedade.
Hoje vai-se de Lisboa a Vila Real em 3/4 horas, sem acelerar demasiado e encontrei uma Universidade viva e com muita gente para lá ida de Lisboa e instalada.
Noutro blog coloco algumas notas sobre a excelência do campus.
Percorri no regresso alguns pontos do nosso melhor românico, além de ter ficado no excelente local que é a Casa da Calçada, que recomendo a todos os que passem por Amarante.
Lamento que nos restaurantes locais e vi a lista de inúmeros, os pratos, os soberbos pratos de gastronomia regional pura e simplesmente tenham sido abolidos e trocados seja pelo bacalhau, que ainda vale e por hamburguers e picanhas ou pratos de outras zonas.
Acabei por comer uns rojões medíocres no único local que oferecia... um prato local.
Valha-nos S. Gonçalo...

Percorri a rota do românico, que de facto está espectacular e passei pelo convento, onde me dizem que Alvaro Siza está a intervir, Mosteiro de Santo André de Ancede. Lindo.
Aqui, para conhecer: http://www.rotadoromanico.com/vPT/Paginas/Homepage.aspx
Um excelente argumento para descobrir estas terras...
Acabei na igreja de Tarouquela, e aqui vinguei-me com uma fantástica lampreia ofertada em excelente restaurante, regional, pelos meus amigo da Rádio Montemuro.

domingo, março 05, 2017

Lá estarei....
temos que ser como... um machado firme a cair sobre a especulação, a agiotagem, a sacanagem, a corrupção, a bandalheira e hipocrisia que vai essa sim alastrando.

sábado, março 04, 2017

O Tejo desagua no Mediterrâneo, que é para onde lhe são roubados milhões de hectolitros, para campos de golfe, culturas intensivas ou usos deletérios.
O Tejo está a ser degradado por empresas como a CELTEJO ou A Centroliva, e ao longo da sua passagem por Portugal com a criminosa complacência das nossas autoridades "vamos" deixando que a cloaca se espalhe, além das actividades de areeiros e suiniculturas...ou empresas farmaceuticas...
e ainda temos as centrais de Trllo e as duas de Almaraz....

Hoje em Vila Velha de Ródão 500/600 pessoas disseram BASTA!
BASTA JÀ!

sexta-feira, março 03, 2017

Já aqui tenho falado da Coopérnico.
E nos tempos que correm meia dúzia de cidadãos por dia telefonam-me angustiados com a incapacidade do nosso governo de se manter firme pelo encerramento de Almaraz e a perguntar-me o que fazer.
Aderir aos grupos ecologistas, reforçar a corrente que exige firmeza ao nosso governo e responsabilidade ao governo do P.P. em Espanha. Agir!.
E também aderir à Coopérnico!
carregar para leitura!

quinta-feira, março 02, 2017

Em 2 minutos e 59 segundos fiquei sem palavras!
Aqui:
http://expresso.sapo.pt/multimedia/259/2017-03-02-Temos-de-fazer-escolhas-mais-acertadas-no-dia-de-amanha
e para dar vida ás escolhas ....

Energia Fotovoltaica
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 203,5 kWh, o que permitiu abastecer os electrodomésticos da cozinha e a iluminação.

Energia Solar Térmica

O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 7,10 m3 de gás natural, durante o último mês.

Energia Eólica

A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 32 % das habitações de Lisboa. 

As renováveis, são um caminho. Mas evitemos a demagogia, não há 100% renováveis no horizonte, para manter a rede funcional. O futuro assa por mudanças de comportamentos e mentalidades e também por avanços tecnológicos um re-equilibrio do mundo em que vivemos. E também pela auto e micro geração.
E o fim das lógicas a que vamos assistindo. 
Já escrevi que é intolerável o silêncio e o meter a cabeça na areia de muitos que deveriam estar na 1ª linha a aplaudir, em relação à reposição da legalidade, do Estado de Direito e da protecção ambiental, até surpresa, por aqueles que estão contra a inofensiva, em si, prospecção de petróleo. (Atenção eu estou contra, seja pela economia,  seja pelas consequências, seja a exploração, seja o desvio das prioridades, seja o risco da exploração!)  
Estou a falar, é claro, da expropriação dos clandestinos e da demolição das constuções em área de Domínio Público Marítimo!
 

quarta-feira, março 01, 2017

A Fábrica


Uma filme com a estória da Fábrica. Um local de todos os cultos, de todas as iniciativas. Um espaço fantástico que lustra a cidade de Lisboa, os seus ocupantes e a C.M.L. que soube agir no momento certo para proteger este pulmão socio-cultural da cidade.
Um dragoeiro!

terça-feira, fevereiro 28, 2017

                    A geotermia no seu apogeu, antes do aproveitamento energético! Na Islândia.

E hoje recebo um artigo notável, bem elaborado e sem dúvida um excelente diagnóstico da situação eléctrica em Portugal!
Aqui:
http://observador.pt/especiais/podemos-viver-so-com-energia-renovavel/
Felicitações à autora Ana Suspiro.

segunda-feira, fevereiro 27, 2017

Lisboa é também paisagem. E ruralidade ou relação com esta, com a ocupação da paisagem a sua produtividade, a sua história, que é a história da ocupação do território pelas gentes e o que estas com a terra moldaram, sobretudo, quase sempre para garantir a subsistência.
A história das paisagens e da ruralidade, na sua articulação com o urbano vai sendo contada, por aqui e por ali, e vai-se também perdendo.
De um especialista na paisagem e sempre ou quase sempre com opiniões fortes e bem estruturadas temos agora um livrinho, que cria apetite para a obra maior da qual resulta.
Parabéns e obrigado ao Henrique Pereira dos Santos, por este "resumo" da sua tese de doutoramento!

sexta-feira, fevereiro 24, 2017

É no outro fim de semana, mas desde já convido, quem poder e estiver interessado na defesa do nosso Tejo, a deslocar-se a Vila Velha de Ródão:
Em infracção, que não é devidamente sancionada pelas autoridades responsáveis, o Tejo continua a ser poluído e devassado.
Além dos riscos de Almaraz e do nefasto acordo de Albufeira (sobre os caudais, mínimos, muito mínimos, que nesta nos são atribuídos, sem qualquer garantia ou controle de qualidade!) o Tejo é, logo em V.V.Ródão transformado numa cloaca pela Celtejo e outras empresas do "nevrálgico" sector de celulose.
Haja papel e tudo se resolve....

quarta-feira, fevereiro 22, 2017

Está no antigo Governo Civil, ora convertido, mas a precisar de urgente adaptação e obras, em ala do Museu do Chiado, uma notável, mas mal organizada, exposição de um dos nossos maiores astros.
Amadeo de Souza-Cardoso!
Díficil a escolha entre a profusão de telas de alta qualidade.
Magotes de gente, interessada e com apreço.
A arte tem público.
Ouvi dizer que vão prolongar alguns dias esta exibição.
Saúdo!

domingo, fevereiro 19, 2017

Nem só de pão e vinho vivemos. É preciso, também, a Palavra!
 
No início foi a palavra e a palavra estava com Deus e a palavra era Deus.
Genésis 1:1.2

A palavra é Deus, o direito à palavra um absoluto, um direito fundamental, para todos e em todo o lado. A palavra, o seu enquadramento resultam do espaço social e do ambiente onde, de onde emerge. As relações sociais são a evolução dinâmica desse e da linguagem.
Proteger o ambiente é respeitar a palavra e a sua identidade.
Hoje com as alterações climáticas, as guerras dessas resultantes, os refugiados das mesmas, hoje com a destruição da economia camponesa e o seu aviltamento  e da natureza, com a concentração do capital financeiro, seja privado ou estatal e a corrupção e destruição de valores por esse estimulada, a palavra tem que emergir e afirmar-se.
E por vezes uma basta. Basta!

quinta-feira, fevereiro 16, 2017

A questão da exploração de petróleo, concretamente em off-shore, esteve em debate nas Caldas da Rainha na passada 6ª feira.
Aqui:
http://jornaldascaldas.com/Debate_sobre_Exploracao_de_Petroleo_na_costa_de_Peniche_e_Nazare_com_opinioes_divididas_
vos trago um dos artigos.
Aqui, o outro:
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O debate continuará?