domingo, maio 21, 2017

A ver Lisboa e à vista de toda a gente uma actividade de duvidosa legalidade (mariscadores) abunda no Tejo....
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sexta-feira, maio 19, 2017

Para a agenda!
Um dos nossos maiores pensadores, do território da sua organização e vida, das culturas e sustentabilidade, do passado para o futuro.
No presente uma justa e merecida homenagem. Por um dos seus, um dos nossos, ao Arq. paisagista Fernando Pessoa cumpre honrar o seu saber e pensamento e gratificá-lo com a nossa amizade....
Honra a Gonçalo Ribeiro Telles e a uma vida dedicada à comunidade, ao saber e à vida!

quinta-feira, maio 18, 2017

Do meu amigo Raimundo Quintal:
"No Dia Internacional do Fascínio das Plantas partilho convosco duas fotografias duma pequena herbácea epífita, endémica dos mangais do Equador, onde está ameaçada de extinção.
Esta Tillandsia dyeriana, que possui inflorescências de requintada beleza, integra a coleção de bromeliáceas da Quinta Jardins do Lago no Funchal."

 Numa Lisboa onde, como aliás por quase todo o lado, os jardins e as plantas são degradados da vista e da vida da cidade.
Nem de propósito... chega-me o convite do meu amigo e grande especialista de termalismo, nas suas diversas vertentes e articulações. Jorge Mangorrinha:
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Infelizmente já estarei a caminho de mais um Festival Islâmico, em Mértola!

quarta-feira, maio 17, 2017

Termas. Sou um grande entusiasta...
E recomendo, eu estarei em Edimburgo, noutra missão...

Palestra "As águas termominerais de Alfama: passado, presente e futuro de um recurso autóctone"

A palestra realiza-se no dia 31 de maio de 2017, às 16:00h, no Auditório Carlos Ribeiro no LNEG - Polo de Alfragide
Orador: Rayco Marrero Diaz
Resumo:
Desde a antiguidade que no bairro de Alfama (Lisboa, Portugal) está amplamente documentada a existência de inúmeras nascentes, algumas delas com características termais e/ou minerais. Na atualidade, no entanto, não resta qualquer evidência destas nascentes nem de outras com características similares na zona. A partir de um protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa, a Direção Geral de Energia e Geologia e o Laboratório Nacional de Energia e Geologia, tem sido realizados novos estudos geológicos, hidrogeológicos e geofísicos de detalhe na zona de Alfama, numa tentativa de obter um modelo hidrogeológico conceptual e avaliar o seu potencial quer como recursos hidrominerais, quer como recursos geotérmicos. A partir destes resultados é possível perspetivar um enquadramento favorável para o seu aproveitamento quer como recursos hidrominerais quer como recursos geotérmicos de baixa entalpia.

segunda-feira, maio 15, 2017

Estarei a pregar a jovens Erasmus' no Barreiro mas em espírito estarei junto da merecida homenagem a um dos arquitectos, que ao contrário de outros, marcou a cidade de Lisboa.

sábado, maio 13, 2017

Vivemos tempos que nos remetem, cada vez mais, embora em diversas conferências tenha vindo a verificar que é um livro... desconhecido, para o "1984" de George Orwell.
Mentiras, repetidas que passam a ser pretensas verdades, verdades que são rotundas mentiras, ou que pior são verdade e passam a ser mentiras substituídas pela mentira que domina os factos alternativos, in-verdades, mas de facto absolutas mentiras.
Não começou com o Trump, o Brexit foi baseado numa manipulação e mentira grosseira, como antes já a criatura Berlusconiana e o seu sucessor o palhaço Grillo. Bem acompanhados pela demagogia bolivariana , mas o quê? isso, da esquerda que é incapaz de perceber que os dogmas e chavões do panteão já não tem, se alguma vez tiveram, qualquer operacionalidade ou realidade.

É talvez com o fim da história e a anunciado morte das ideologias que essa dominância dos factos que não são factos, da história que deixa de ser e passa a ser uma narrativa da história e o futuro começa a ser a "grande ilusão", exactamente espalho dessa do Renoir.
Início o livro do Timothy  Garton Ash sem ilusões em descobrir mais do que estas e outras evidências, num mundo vigiado e onde tudo é controlado.
Hoje na Garrett leio o El Pais e este número, fora do meu contexto mas com a qualidade e grafismos habituais, do Descubrir El Arte.
Vamos fazendo-o enquanto esta não for também uma visão, como a tal senhora....
que era, obviamente, de cor!
Nota:
A última foi darem-me como vereador de uma câmara algures no país. E por mais que eu desmentisse e referisse que nada nem ninguém me falou,  não está nos meus horizontes a não ser que a terra seja plana, mas percebi logo de onde veio o boato e a sua utilidade...para alguém. A verdade é mentira, nem mais....

quarta-feira, maio 10, 2017

Para a agenda:
1º, dia 25 de Maio
2º, dia 26 de Maio

segunda-feira, maio 08, 2017

Ainda vamos a tempo....

domingo, maio 07, 2017

Vale a pena ir ver a notável exposição de mestre Almada na Fundação Gulbenkian
De ecce homo ás  obras sobre o trabalho:
Seja o jazz e o cabaret, seja a corrida ( à espanhola) e o picador.
ou pela figuração de um dos meus icones...
é uma exposição fantastica, duas horas de sonho e realidade desse.

sexta-feira, maio 05, 2017

Já aqui tenho falado, na negligência criminosa do Estado, na incapacidade do governo, deste e dos anteriores, no empastelamento judicial, e na falha da autoridade parlamentar e na deste absolutamente incompetente ministro do Ambiente, já aqui tenho falado da legionella, dos vitimados por um caso grosseiro de negligência industrial aliado as incapacidades e incompetências acima mencionadas.
Com um arranque meu finalmente constituiu-se uma associação das vítimas desse desastre, que causou centenas de feridos que continuam a carregar a fatalidade e mais de uma dezena de mortos.

Amanhã ás 17 horas ( e não ás 10 como indicado no cartaz) a cidadania deve fazer ouvir a sua voz!



terça-feira, maio 02, 2017



Esteve o Movimento Ibérico Antinuclear presente na Marcha do Clima.
As alterações climáticas, devidas em grande parte ao inapropriado uso das energias, é um dos grandes desafios que a Humanidade enfrenta. Todos temos que nos mobilizar para alterar o paradigma em que as nossas sociedades se atolam e criar suficiência.
Os combustíveis fósseis, o consumismo irresponsável, as lógicas de ganância e rapina dos recursos, são elementos deste presente que estão a comprometer o nosso futuro na Terra.
Sabemos como o culto da mentira domina os mais altos níveis de decisão, onde é referido que a energia nuclear é solução para contrariar as alterações climáticas.
Mas,
mesmo que não houvessem os problemas dos resíduos radioactivos insolúveis,
mesmo que associada á nuclear não houvessem as armas nucleares ou as com urânio enriquecido,
mesmo que não houvessem os inúmeros problemas do funcionamento destas fábricas,
mesmo que não houvesse o risco, o enorme risco, destas centrais, tal seria uma redonda mentira.
A energia nuclear é uma aliadas dos combustíveis fósseis na destruição do nosso planeta e da nossa vida neste.
Desde logo no processo de mineração do urânio, e sabemos também as consequências na vida dos trabalhadores e da população das zonas mineiras e as terras devastadas, mas a mineração e o enriquecimento do urânio são altamente emissores de dióxido de carbono, componente do efeito de estufa e das alterações climáticas.
E, e esse é um elemento crucial, a energia nuclear é pela sua lógica um obstáculo ao desenvolvimento das energias renováveis, eólicas, solares e outras e inimiga da eficiência energética.
As centrais nucleares, pela sua potência, ocupam a base do sistema eléctrico, impedindo assim que as renováveis possam crescer e obstaculizando, como é o caso em França, alternativas de maior eficiência ou como é o caso em Espanha limitando o crescimento das renováveis.
As renováveis, eficiência e novos paradigmas de gestão e melhoria da eficácia dos sistemas são as soluções para sobrevivermos em sociedades livres e sustentáveis.

FECHAR ALMARAZ E TODAS AS DEMAIS, 100% RENOVÁVEIS, é a nossa melhor contribuição para que o clima não seja nuclearizado!
Não à nuclearização do CLIMA, marchemos dia 10 de Junho, em Madrid, todos e todas!

E para desenvolver as renováveis, temos, além do nosso compromisso pessoal e sempre que possível a micro geração individual e a ligação à Cooperativa Coopérnico, as nossas renováveis, que com o verão a bombar, pese o  actual defice hídrico nos aquecem a alma.

 Os dados do mês passado dão-nos expectativa!
O esclarecimento, a luta contra a falta de firmeza, a luta contra os oligopólios e a transigência política ao poder financeiro destes, a corrupção e o segredo que rodeiam esta teia da nuclear prosseguem...

sábado, abril 29, 2017

Hoje a Marcha pelo Clima encheu Lisboa, em festa e em luta.
e não esquecemos Almaraz e os "malandros" que lhe vão dando asas...

Ontem, eu e a Yolanda Picasso, estivemos em Mérida, na Assembleia da Extremadura a receber o prémio que a ADENEX atribuiu ao M.I.A. pelo nosso trtabalho contra a nuclear e pela promoçao da eficiência e as alternativas.
Fiz, importantes declarações à agência espanhola, jornais da Extremadura e à TV regional.
Aqui:
http://agencias.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=2485787
Tanto eu com Yolanda fizemos intervenções incisivas.
E não deixámos de mencionar os nossos que já partiram, alguns em comum como Humberto da Cruz, Nicolas Sosa ou Ladis, e o nosso querido Delgado Domingues.
Ainda está, felizmente, entre nós e perfaz em breve 95 anos Gonçalo Ribeiro Telles, que não podia falta à homenagem e gratidão.
Aqui todos os premiados !!!!

quarta-feira, abril 26, 2017

Dragoeiro do Palácio da Anunciada - Lisboa

ACABA COM A PALHINHA!
SALVA A TARTARUGA!

Uma simples palhinha no sumo ficará no planeta para sempre. Demora 200 anos reduzi-la a finas partículas.... tóxicas. Só nos Estados Unidos e Inglaterra cerca de 550 milhões de palhinhas...,por dia, são deitadas fora. Escassas são recicladas e muitas, muitas acabam nos oceanos.
Recusa a palhinha!

terça-feira, abril 25, 2017

sábado, abril 22, 2017

De vez em quando mão fraterna descobre meus artigos antigos. Este tem 26 anos e é importante para a nossa história, cheia de mitos e inverdades...
Aqui ( carregar para leitura):

sexta-feira, abril 21, 2017

Já não recordo a última vez que desfilei Avenida da Liberdade abaixo.
A outros desfiles tenho, é certo, dado corpo.
Mas este ano lá estarei. Com uma faixa.
Porque a nuclear  a sua não existência em Portugal deve-se, e deve esse tributo,  à democracia e à cidadania.
Este ano lá estaremos a dizer que o tempo das mentiras, dos segredos, das falsificações, das jogatanas  financeiras à nossa custa acabou.
Devemos fechar, fechar Almaraz. E todas as outras centrais em Espanha.

quinta-feira, abril 20, 2017

A "nossa Fábrica" está em vento em popa e a todo o vapor.
Hajam muitos Abris!
http://bracodeprata.com/index.php?option=com_acymailing&ctrl=archive&task=view&mailid=48&key=zqICfcub&subid=1392-pMO8q7V9wiu39R&tmpl=component
Saravá.

quarta-feira, abril 19, 2017

É hoje, na estação do Rossio, pelas 18.30:
https://www.ffms.pt/conferencias/detalhe/2156/apresentacao-do-livro-guardas-de-passagem-de-nivel
que será apresentado este simpático livrinho.
 estórias em vias de extinção, com os seus personagens. Muitas mortes ocorreram apesar destes....

sexta-feira, abril 14, 2017

Tenho a certeza, que independente de quaisquer ideologias não há ninguém, salvo algum miserável, que partilhe a defesa da escravatura ou a mitológica ideia que existem outras raças que não a espécie humana.
Embora para isso, por vezes tenhamos que nos empenhar contra os tais miseráveis.
Para apoiar.
Esta é minha, mas de todos:



Sei que  está previsto para distribuição comercial, e não percam, não percam mesmo, o notável  # In Guerra per Amore# de Pierfrancesco Diliberto, que ontem vi no encerramento da 10ª Festa do Cinema Italiano
É um filme que enche a sala de emoção. Bons actores, boa direcção dos mesmos, cenários e espaços (alguns a encherem quem lá esteve de recordações de uma ilha mágica, a Sicília!, se não conhecem a não perder....), uma história verdadeira por detrás da trama que dá corpo ao enredo, o apoio da Mafia aos americanos para a invasão da Sicília a troco, a troco da impunidade e do benefício que foi, com a Democracia Cristã, alapar o poder na ilha, até mesmo a tempos muito recentes.
Um personagem, o capo, chefe, da Mafia local, que é um mimo, seja na caracterização, seja no discurso, dois personagens que parecem saídos dos “Feios, porcos e maus” do Ettore Scola, e com grande humor e humanidade (palavras com a mesma raiz!) fantásticos e uma estória de amor, contra a maldade e os arranjos e arranjinhos.
Mas é também sobre a corrupção, a corrupção social e logo política que este filme se esmera, e este ano quando se afiam facas para o bodo autárquico é muito apropriado pensarmos no Clientelismo, foco de toda a degenerescência do sistema democrático e da sua perversão.


Não basta fazer colóquios e conversas sobre a abstenção e estigmatizá-la como nódoa da/na participação quando as lógicas desta, a transparência e liberdade nos partidos e também nos grupos de cidadãos, muitas vezes emanações dos piores desvarios de populismo e autoritarismo e até de indiciados criminalmente ou mesmo bandidos ( que abundam em certos partidos) , pois a transparência, a liberdade e um quadro de discussão séria sobre programas e intenções não existe, ou é rasgado na volta da esquina.

Esta proposta ainda fará caminho.
É a do M.I.A.
Há uma gralha. Cofrentes (2021) !
Terminou hoje, em Lisboa a
ilustrada com este fantástico cartaz do Milo Manara.
Com o domínio quase total dos nossos cinemas pela chicória dos States, são os festivais de cinema que nos indicam ou nos trazem o melhor cinema que vemos nas nossas salas.
Assim com a Judaica este do cinema italiano tem alta qualidade e um alcance maior que o dos "movies", embora ainda possa melhorar, nomeadamente na área da literatura e outras que essas sim já integra, como a música, a gastronomia ou marginais como a pintura ou os comics.
Hoje, aqui, em Lisboa que ainda há extensões, tivemos um excelente filme, que comentarei em próxima crónica e que desde já registo como uma óptima base para discutir a infecta corrupção, que sai por todos os poros na Sicilia, mas da qual estamos longe, muito longe de estar impolutos.
Amanhã falamos.

terça-feira, abril 11, 2017

Na Rádio Montemuro hoje falei da revista (espanhola) Quercus, a melhor revista de natureza da península onde de vez em quando temos novidades sobre este recanto da dita,
também falei, claro, do último acidente, mais um, em Almaraz e expliquei o que aconteceu e se repete e o enorme risco deste problema (quebra do sistema eléctrico que faz funcionar o sistema de refrigeração).
Enquanto vou começando a fazer telefonemas para encontrar ocupação li um livro interessante de um iberista:
uma o outra questão duvidosa num livro memória de registo.

segunda-feira, abril 10, 2017

Este é o futuro:
esta central está perto do centro de Lisboa...

hoje passei por lá, perto está a exposição sobre a nossa vivência judia, na Torre do Tombo....
e uma nota pessoal, estou, novamente no mercado. Se alguém que leia isto souber de algum tema de interesse....

domingo, abril 09, 2017

A honra de capa é importante, embora os artigos sejam na generalidade medianos e sem qualquer
informação nova ou útil para os que privamos com a cidade, mas tem sumo para turistas e isso é importante e saí da lógica de massas.
Aqui:

quinta-feira, abril 06, 2017

Na excelente revista
sou informada de uma exposição que me escapou, e que irei, certamente, ver em breve:
http://www.museus.ulisboa.pt/pt-pt/node/1589
conheço as exposições do Museu e valem sempre a pena!

quarta-feira, abril 05, 2017

Até lá muita água passará, ou não fora o mês de Abril o das águas mil.
E antes teremos mais uma efeméride, para sempre, inesquecível.
Mas, desde já para a agenda:
para que o futuro não nos saía num furo há que lutar por ele!

terça-feira, abril 04, 2017

Mais e melhores é o que é preciso....

segunda-feira, abril 03, 2017

Este é de Piet Mondrian, que tem uma série de moinhos de estarrecer. Mas trago-o aqui para alertar os que forem a Madrid, para a excepcional ( desde logo posso dizé-lo sem a ter visto!) exposição sobre Picasso e a Guernica, no Rainha Sofia, até inicio de Setembro.
E também outra, para mim do tutano, de Escher no Palácio Gaviria, até Junho.
Por cá temos por aqui algumas recomendadas....

Está a entrar nos últimos dias o simulacro de consulta pública sobre os documentos, velhos e sem nenhuma consideração pelas questões que nós e até o Estado português temos levantado, sobre o ATI de Almaraz:
http://participa.pt/consulta.jsp?loadP=1818
Se bem que conscientes da inutilidade desta operação temos, em inúmeras conversas e conferências tentado estimular a participação e até disponibilizado um rascunho de declaração.
Tenho desde já que referir que o processo de participação disponibilizado pela A.P.A. é redutor e cerceia essa, ao limitar-se aos usurários de internet e ás entidades... com número de contribuinte (o que dificultou o parecer do M.I.A.!) e esta ( A.P.A.) não tem feito a mínima, a menor divulgação desta consulta, que também tem sido ignorado pela generalidade da comunicação social ( fizemos 3, três comunicados durante este período, desde que a consulta abriu, com escassa repercussão).
Embora esta operação tenha sido só um subterfúgio para o governo retirar a queixa em Bruxelas era de esperar mais do que as escassas participações.
Bom mas como sabemos temos renováveis e de vento em popa em Portugal e na zona de Lisboa porque não temos nucleares.
O fotovoltaico está a entrar no seu período áureo (a Cooperativa Coopérnico está também a ter grande balanço, aqui encontra referências!www.coopernico.org), mas não estamos mal de vento ( e com novas tecnologias e desenvolvimentos este ( não o dito mas o seu aproveitamento) pode incrementar muita produção.
O térmico associado ao calor solar entra também na sua melhor fase.
Detalhemos os dados:
Durante o último mês, 104% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
E uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 63% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior.
Mas durante a último mês o vento permitiu gerar, em média, electricidade suficiente para abastecer 297 000 habitações, graças à produção de todos os parques eólicos em funcionamento na região de Lisboa. 
A estes temos que acrescentar as poupanças e a crescente eficiência eléctrica...
A nuclear, pode parar toda!, na Península que nem uma luz é prejudicada!

domingo, abril 02, 2017

Só hoje consegui ir a um filme da judaica:
https://www.judaica-cinema.org/
que também só agora que acaba em Lisboa venho aqui acolher e aconselhar.
Cascais, aqui ao pé, e as nossas fantásticas terras  "judaicas" também de Belmonte e Castelo de Vide terão extensões que poderão consultar no sítio acima.
Hoje vi um filme notável ( pena que só 2 ou 3 destes filmes irão entrar em circuito comercial, circuito esse dominado por americanadas sem pés nem cabeça)
aqui Mel Brooks numa pantomina de Hitler.
O filme # O Último a Rir# de Ferne Pearlstein oferece um grande espaço para discussão.
Quais os limites da crítica e da piada? Quando em Espanha se condena um blogueiro por ter feito uma piada sobre o salto de Carrero Blanco ( o Arriba Franco más alto que Carrero Blanco, ainda me soa) o ridículo dos limites é obvio, passados mais de 40 anos do dito.
Quando num blog de uma seita um idiota chapado defende os atentados islamitas de Paris, Bruxelas, Londres, Karachi e etc como luta (sic) contra o imperialismo (o quê?) e, ao contrário do que se faz noutros países ditos liberais, ninguém liga nenhuma a não ser os devotos da dita, podemos estabelecer a diferença e o quadro da expressão.
O Holocausto pode ser matéria de gozo? e Jesus ou Mafoma? e O Buda? e Deus ou a ideia de Deus?
E a putativa Virgem, em qualquer das suas inúmeras versões?
Pois eu sou defensor que tudo o que não ultrapassa os limites do direito e da não violência ( e não há palavras violentas, em si) pode e deve ser aceite no quadro das nossas democracias liberais ( sempre fui contra as proibições de partidos ou expressões fascistóides ou religiosas, e até a não verdade deve ser aceite, e combatida!!!)
Mas é um tema para boa discussões. Não esqueçamos que o liberal Popper era a favor da censura televisiva....hoje estaria maduro....

quinta-feira, março 30, 2017

Vamos andando, por aqui e por ali...
aproveitarei para comer um torricado de bacalhau...

sábado, março 25, 2017

carregar para leitura.


Vivemos nos discursos como o peixe vive na água.
Construímos e articulamos palavras e damos sentido à realidade, aos sentimentos e à fantasia com esses.
Mas estamos a chegar ao fim, novas lógicas de poder, que também passam pela ignorância dos discursos e da sua construção com a ciência e o conhecimento começam a introduzir-se em todos os sectores da sociedade. A simplificação gerada por novos sistemas de comunicação, governar por 200 digitos, dar a mesma valia à religião e à ciência, ignorar a ciência quando essa se opõe a lógicas económicas, ignorar o peso da palavra quando a imagem, forjada pelo ecrán faz de espelho  da realidade.
Vivemos tempos em que os discursos se vão esvaziando, como os mares aumentando e alterando as suas correntes e temperatura e o degelo vão perturbando os ciclos atmosféricos e os peixes vão tendo cada vez mais dificuldades em viver, também porque as palavras em que se baseia a sua vida está poluída, degradada alterada por padrões de desenvolvimento que não tem consideração pelos discursos.
Vivemos nos e dos discursos mas cada vez mais enfrentamos muros na nossa interligação, na construção da sociabilidade e da suficiência.
Temos que resistir inventando novas formas de comunicar, dando a nossa voz e empenho sempre que podemos e não calando a palavra que vai, por razões diversas sendo cada vez mais, estando cada vez mais isolada.
Tenho, ultimamente, falado sobre alterações climáticas, energias renováveis, nuclear, petróleo, abelhas, biodiversidade, sobre o que comemos e como, sobre cultura e como manter esta é importante, porque ela é o discurso estruturado em formas diversas e vivas.
Vivemos nos discursos como o peixe vive na água.
Mas estamos como esses a sufocar.
Porque os modelos de crescimento conduzem-nos a becos sem saída de silêncio e incompreensão. Porque a organização das nossas sociedades e a sua concentração reduz os espaços de cidadania. Porque o domínio de novas tecnologias em vez de nos ter dado mais capacidade e alargado o espaço da civilização tem vindo a reduzir a humanidade ao manipular digital onde a comunicação se dispersa sem sentido.
Temos que lutar para manter os discursos vivos, temos que dar ar, dar mais ar aos nossos pulmões e romper os bloqueios, por onde os rios das nossas palavras possam encontrar continuidade e criar.
Plantar uma couve, caminhar por uma várzea ou ao longo de um rio, participar numa tertúlia, assinar e envolver a nossa palavra num acto, acarinhar o vivo e reconhecer o seu papel na formação social, são momentos onde o discurso pode romper. Por aqui e por ali.
Hoje vivemos tempos difíceis para os discursos, vivemos tempos difíceis para a espécie que os constrói e com esses a realidade, que a partir desses emergiu.
Não deixemos os discursos acabar, mantenhamos o olhar atento, o ouvido à escuta, continuemos a cheirar as flores e a sentir o vento e saboreemos a realidade, com a língua que a faz, ou pelo menos a faz para nós.
É esse, é também esse o papel dos educadores, que somos todos os que não deixamos morrer o discurso!

quinta-feira, março 23, 2017

Novamente de viagem, como sempre a perseguir o clima, Almaraz, e outras maldades e enquanto marina um texto sobre a Europa, aqui algumas fotos de uma das nossas centralidades, europeias...

Tudo isto é Europa. Talvez seja a que não é do gosto de apreciadores de piadas grossas e de vexames baratos, e de ordinarices de carroça. Mas é a que foi berço de cultura e civilização, que infelizmente não chegou a alguns bárbaros.

quarta-feira, março 22, 2017