terça-feira, julho 25, 2017

Com o país  sem "cabeça" (e uns média ao nível de sarjeta) e a não enxergar o ridículo da discussão se foram 64 ou 65, que enche os ditos e é o único! tema da oposição, de rastos como se vê pela qualidade da abstracção, mas também a provar que temos incapazes no governo, nada como continuar na, com a cultura.
Um filme que encontrei excepcional, sobre um dos meus animais de eleição, e as suas articulações com a conservação e sua importância nessa, para essa.
aqui:http://www.museudooriente.pt/2958/a-hora-do-lobo.htm#.WXbuBzPOozU

domingo, julho 23, 2017

O resto não é só paisagem...
também há burros e gaitas de foles, e pauzinhos a bater.

sexta-feira, julho 21, 2017

Sua seiva é tinta
Sua origem na Macaronésia
Frutifica no Algarve


Venho divulgar uma carta ao sr. Primeiro Ministro, que subscrevo sem qualquer hesitação.
É uma medida à muito necessário e fundamental para o ambiente e a limpeza das nossas cidades!

Exmo. Senhor Primeiro-Ministro
Dr. António Costa

Cc. AR, PCML, AML e media


​Vimos pela presente sugerir a V. Excelência e ao Governo que lidera, para que estude a criação de uma taxa para a utilização de "copos de plástico" (bem como pratos e talheres), semelhante aquela que já existe e se aplica a sacos de plástico. 

Esta taxa seria cobrada pelo Estado/autarquias (por quem já cobra a taxa relativa aos sacos de plástico) e permitiria financiar o esforço público de limpeza urbana, reforçar a intensidade do mesmo nos locais onde se regista grande produção e abandono de copos de plástico na via pública, aumentar a fiscalização sobre 
​os ​
prevaricadores e aumentar a reciclagem de plástico por forma a alcançar as metas de reciclagem a que Portugal se obrigou a  já 
​para​
 2020 (50%
​, contra 
as a
​c​
tuais de 29%).

​Esta taxa sobre os
 sacos de plástico mostrou-se muito eficaz na redução d
​o​
 consumos 
​dos mesmos, em Portugal e
 noutros países europeus (p.ex. na Irlanda
​ passou-se de uma média de
 328 sacos/pessoa/ano para apenas 14)
​, pelo que a introdução da taxa sobre os copos de plástico, 
permitiria contribuir para o fim
​, por exemplo,​
 do 
​"​
espectáculo
​"​
 diário de jardins 
​e espaços públicos repletos ​
com copos de plástico.

​Com efeito, estes 
copos descartáveis de plástico
​,​
 distribuídos a título gratuito pelas várias cervejeiras aos estabelecimentos comerciais
​,​
 fazem multiplicar a quantidade de resíduos urbanos
​, pelo que 
uma taxa sobre os mesmos criar
​á​
 condições para o regresso aos copos de vidro de plástico mais duradouro e com depósito/desconto em devolução. 

Um sistema deste tipo está em vigor há alguns anos na Austrália com um apreciável grau de sucesso. Uma taxa semelhante (aplicável a garrafas e copos de plástico) está também a ser avaliada no Reino Unido e já foi aplicada na Escócia como forma de 
​se ​
reduzir a deposição de plásticos nos sistemas de resíduos urbanos e a sua entrada no Oceano (onde levam entre 50 a 80 anos a decomporem-se!) 
​.

A introdução desta taxa poderia ser acompanhada pela proibição, inclusive, da entrega destes copos em locais (espaço público) e junto a locais considerados sensíveis e facilmente sujeitos a excesso de carga, como sejam miradouros e quiosques, por exemplo; e, eventualmente, pela imposição ou discriminação positiva de copos reutilizáveis, à imagem do que já se faz nos festivais de música.

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Rui Martins, Fernando Jorge, Luís Mascarenhas Gaivão, Mariana Carvalho, José Filipe Soares, Inês Beleza Barreiros, Virgílio Marques, Cristiana Rodrigues, José João Leiria, Jorge Lima, Jorge Pinto, João Oliveira Leonardo, Bernardo Silveira Godinho e Pedro Henrique Aparício
Está a decorrer, com informação e publicidade quase nula, ou seja estão a matar o que pode ser uma excelente forma de desenvolver cidadania o orçamento participativo nacional.
Não tenho dúvidas que é, talvez, mais importante que muito ruído e poluição visual que já enche o nosso espaço público com umas carantonhas que dispensaríamos de voltar a ver ( só julgamento ou novamente no caminho do xilindró!), mas vivemos tempos complicados.
Participar neste processo é de grande importância.
Votei no Jardim de Borboletas a nível nacional, sou um devoto desse precioso e útil insecto e, como não podia deixar de ser num excelente projecto de valorização ambiental de um espaço único, onde infelizmente se continua a enterrar dinheiros públicos numas dragagens sem fim (apoiadas até por pessoas e entidades que se deveriam preocupar com a sustentabilidade e o ambiente, como esta semana os Verdes), quando se deveria equacional outros processos para manter a ligação da Lagoa ao mar, fosse com investimentos em ID&D e concursos internacionais para projectos.
É um  projecto apoiado pelo Conselho da Cidade de Caldas da Rainha, de que faço parte, e pode-se apoiar/votar aqui:
https://opp.gov.pt/projetos/todos/268-centro-de-interpretacao-para-a-lagoa-de-obidos 
claro que por este link pode chegar a outros projectos e ao das borboletas.
Votem. Votem!!!

quinta-feira, julho 20, 2017

O título em português é impublicável, não por as palavras terem peçonha mas porque algumas cheiram mal. Mas se for " o excreta atinge a ventoinha" também não fica grande coisa.
Mas é verdade e é a tradução:
https://www.commondreams.org/news/2017/07/19/study-calls-rapid-negative-emissions-scientist-warns-shits-hitting-fan
as alterações climáticas vão, já estão a tornar a vida nas cidades insuportável, a não ser que se ponha cobro ao desvario da falta de planeamento, da destruição da memória, da adulteração, da continuação da adulteração, do espaço público e não se regenerem, e incrementem as suas ligações, os espaços verdes, se protejam as árvores, se reduza o transito, se estimule a proximidade, se limite a ocupação flutuante e se desenvolva uma cultura de integração, na paz.
A não ser que hajam políticas globais para as áreas metropolitanas ( será desta que iremos ver/ter propostas para desenvolver estas a sério, ou nas autárquicas continuará tudo a atirar foguetes? com ideias e slogans cada vez mais ocos a poluir visualmente todo, todo o país) e  repovoe o país ( e não posso deixar de saudar, embora toda a implementação e gestão esteja no papel e falte muito para a eficácia e legislação complementar, a aprovada lei que limita a eucaliptação desenfreada!).
Infelizmente os tempos não são propícios a quem usa as sinapses neuronais para produzir realidade e pensamento que a faz. A cultura do "omnívoro" tudo vai destruindo e uniformizando.
O espectáculo tem, terá que parar, o efémero não pode continuar, a mentira não pode continuar a ser verdade.
"
Na linha do horizonte
o Sol cansado
mergulha no mar, splash
"

terça-feira, julho 18, 2017

Enquanto acabo um livro que será, o espero, a sensação do regresso, depois da paragem de verão e da inutilidade que irão ser estas eleições autárquicas (e para que todos os que me telefonam não comecem com a pergunta ritual
"- então não és candidato?"
Não, não sou ( e não por falta de diversos convites), porque estou cada vez mais crítico deste poder autárquico, ver o livro # Clientelismo, doença infantil da democracia#, edição Colibri, que acho que é a base do jeitinho em que o nosso sistema político se sustenta, e porque, salvo escassas excepções, vejo nenhumas ideias novas e pessoal com qualidade (ou melhor sem qualquer qualidades) nas equipas...e mesmo nos futuros Presidentes (alguns muito bons, todavia).
Enquanto acabo # Almaraz e outras coisas más #, edição Abysmo, leio este engraçado
 um livro redondo e na linha do "novo romance" com uma escrita que revolucionou a escrita.
Leio também o #Sapiens# de Yuval Noah Harari, edição castelhana, que não cumpre as expectativas que tinha. Um livro sem grandes novidades, mas uma boa súmula da matéria dada, com um ou outro brinquinho de luz.
Este tempo sem tempo serve para tudo.
Ontem, no Alcatruz, uma magnifica cabidela de choco, depois de um petisco, o peixe-rei.
Há mais vida na vida.

quinta-feira, julho 13, 2017

As alterações climáticas, sobre elas estive esta semana na UTAD, são, juntamente e articuladas com a nuclear, a raiz dos problemas ambientais dos nossos dias, a causa, uma das causas da 6ª grande extinção, e talvez a da extinção da espécie sapiens da superfície da terra.
A notícia desta semana é assustadora, e os problemas não são do futuro. São de hoje, os incêndios, as secas, as chuvas intensas, os tornados inesperados, ou o aumento do nível do mar, que pode ser dramático em cidades costeiras, e porá vários países em risco.
Tema para horas de conversa...
Aqui:
https://www.commondreams.org/news/2017/07/12/when-rising-seas-hit-home-hundreds-towns-threatened-2100
e esta foto:
times are changing.....

quarta-feira, julho 12, 2017

A luta dos "legionários", das vítimas, por negligência do Estado, incúria industrial, relapsamento da Protecção civil, deficiências dos serviços tidos por competentes, e ganâncias empresariais, vítimas que nalguns casos ( 14 se não estou em erro) foram mortais e noutras quase 400 terão sequelas para a vida, deveria, num Estado de Direito democrático já ter sido devidamente ressarcida, sendo que não há ressarcimento possível para a dor e o vazio.
Não basta declarar as empresas culpadas! O Estado tem que assumir responsabilidade, também.
Pois andam entre Herodes e Pilatos estes inocentes.
Agora organizados é nosso dever, de todos, apoiar esta luta.

domingo, julho 09, 2017

É um dos nossos maiores génios, um artista de enorme envergadura, e sem dúvida o nosso maior caricaturista, Rafael Bordalo Pinheiro, que se divide em vários locais, tem um Museu em Lisboa, que podia ter melhor dinâmica, e em Caldas ( onde se mantêm o seu empreendimento, as faianças!) é honrado:
hoje li este simpático livrinho, levantamento de estórias, publicadas e divertidas.
Já as lutas contra a poluição aqui aparecem, assim como a grandeza e a pequenez. Num livro na linha do que Isabel Castanheira (grande Rafaelista!) nos term dado.
Rafael é uma fonte inesgotável de prazer e pensamento sobre esse,,,


quinta-feira, julho 06, 2017

Não será nosso tema as eleições autárquicas, não sou candidato, não vou apoiar ( por enquanto!) nenhuma candidatura mas não posso deixar de comentar, coisas do arco da velha que por aqui e ali vão ocorrendo.
Desde logo, agora que passo muitas noites no concelho de Oeiras tenho que dizer da minha tristeza perante a pouca vergonha que por aqui se passa.
Um candidato que vem, com uma fama que o precede, da Amadora, e que agora aparece com o apoio, pasme-se, mas sabemos como o conseguiu, "dos" cicloturistas e do perpétuo Caetano.
                   Como é possível uma ONGA apoiar um candidato partidário? Logo este?

Outro que ainda não cumpriu com os pagamentos a que foi condenado e qual Trump mente descaradamente sobre isso, isto e aquilo. E quererá voltar a dar trabalho ao primo taxista.
O que está visto bem, coitado, era um assistente do acima referido e agora anda aos papeis...
E um dos seus vereadores, nunca em oposição desde logo, fecha o painel de candidatos.
Há outra candidatura, que apresenta um paraquedista, vindo de Vila Franca de Xira, e a minha estimada Eloisa Apolónia, que é a única que se salva no meio disto tudo, mas... nunca a vi por Oeiras e acho que já foi candidata em Almada.... e continuará a ser deputada....
Isto é o que se passa  por Oeiras.
Noutros locais o filme é parecido. Em Lisboa estivemos à beira de o mudar, pelo menos as condições em que este se vê. Mas nada. Mais do mesmo, ao menos contamos com isso!
Para melhor... para pior....
Bem no centro de Lisboa, a rua da Horta, hoje, Seca, tem um ministério, por onde já passaram bons e maus ambientes... e energias... e uma editora.
Que hoje me envia uma prosa:
https://hojemacau.com.mo/2017/07/05/contar-o-tempo/
e um boneco, que não podia ser mais apropriado!!!!

quarta-feira, julho 05, 2017

Notícia espantosa!
Este é o caminho, um país onde a "pura vida" domina, onde as despesas com as Forças Armadas ( e os seus paiós!) são quase 0, residuais, e ainda por cima...

segunda-feira, julho 03, 2017

Nesta excelente revista:http://www.revistaquercus.es/
e neste último número:
temos alguns artigos fantásticos.
# A comunidade científica é unánime em considerar as espécies exóticas uma das maiores ameaças à biodiversidade#
pois os periquitos são tão bonitos não são?
O animalismo e o pieguismo são aliados da extinção da biodiversidade!

Parece que está tudo parado, as notícias ocupam-se do fogo, sem orientação nem qualquer nexo, como o mesmo, julgando que vivemos dessas ideias e imagens, ou do roubo do material  de guerra, os dois gravíssimos, mas que deveriam ser tratados de forma adulta. Infelizmente os nossos média estão convertidos ao buraco a fechadura ou ao escândalo do facecú.
E todavia ela move-se.
As energias continuam a alimentar a nossa vida e a indicarem caminhos de mudança.
Aqui:
as renováveis continuam a apontar um caminho. Esta semana, continuando sem trabalho e proventos, tive em dois seminários sobre os novos paradigmas de gestão da energia eléctrica e tenho em final de produção mais um livro sobre energias, com dezenas de colaborações de alto nível.
Desse darei novas em breve.
Hoje mais alguns detalhes sobre a produção no "distrito" de Lisboa:
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 506,7 kWh , o que permitiu abastecer todos os seus consumos, os electrodomésticos da cozinha, a iluminação e os equipamentos de climatização do vizinho . E o aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 15,99 m3 de gás natural, durante o último mês.
A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 17 % das habitações de Lisboa. 
Mas temos outras e mais renováveis e estamos num momento crucial de alterar a lógica de produção/consumo. 

sábado, julho 01, 2017

Madrid é um exemplo. Este dia é um ORGULHO!
http://ccaa.elpais.com/ccaa/2017/07/01/madrid/1498911907_142339.html
Fantástico!
Aumentar a taxa? sobre o turismo, penso que é o caminho para uma solução para o principal, o que se arrisca a ser o problema principal de Lisboa, como já o é de Barcelona e está expresso neste artigo de hoje do El Pais:
http://elpais.com/elpais/2017/06/28/opinion/1498657850_871205.html
o turismo é, converteu-se numa praga, e não é só em Albufeira.
Temos que o limitar, um rastreamento adequado dos "hostéis" que polulam, uma limitação do arrendamento local, e a taxa, a tal taxa que deveria X por 3, pelo menos.
Só assim começaremos a diminuir esta praga, que dará cabo da tal galinha.