segunda-feira, abril 13, 2015

As sessões têm sido excelentes. Lisboa é tema de dois capítulos e alguns anexos.
Ver:http://signos.blogspot.pt/search/label/Gr%C3%A3o%20de%20areia

sábado, abril 11, 2015

A não perder pitada!


sexta-feira, abril 10, 2015

No El Pais de hoje um interessante artigo sobre Lisboa...
aqui:http://elviajero.elpais.com/elviajero/2015/04/09/actualidad/1428578587_743743.html

quinta-feira, abril 09, 2015

Já está online para download (gratuito), para IPADs e tablets, o Ebook Biodiversidade!
Aqui:


IOS - iTunes

https://itunes.apple.com/pt/app/biodiversidade-evolucao-e/id967092737?mt=8


Android - Google Play


segunda-feira, abril 06, 2015

Já aqui escrevi sobre ele. Nesta forma já não voltará:
mas se não fizermos nada não voltará... de nenhuma forma...
Aqui:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76734

domingo, abril 05, 2015

10 de Abril de 2015
(Palácio Fronteira)

Colóquio “O GOSTO 2”
Informações e Inscrições limitadas à capacidade da sala (217784599 / fcfa-cultura@netcabo.pt).

PROGRAMA  http://ciuhct.com/index.php/pt/component/jcalpro/view/1039/145.html



Um programa excelente num dos nossos espaços de excepção!

sexta-feira, abril 03, 2015

Excelentes transportes públicos, muitas bicicletas, cidade muito limpa e total ausência de mendicidade, nos ajuntamentos de turistas os carteiristas habituais.
Toda, quase toda, a gente fala um inglês impecável e alguns também alemão, vêem-se muitos edifícios em recuperação ou recuperados e só uma ou duas anomalias arquitectónicas, na zona do centro, seja em Peste (acima) seja em Buda (abaixo).
As termas são fantásticas, sejam as do parque sejam as do Hotel, e o termalismo é uma mais valia absoluta da cidade.
Tem um extraordinário bairro judeu, com fabulosas sinagogas (não sendo de desmerecer  a Basílica e algumas igrejas!) e sente-se um regresso de outros tempos, com anti-semitismo larvar, num Estado que deveria estar sob vigilância atenta da UE, por estar num caminho de negação das liberdades públicas.
No caminho para o aeroporto vimos as miseráveis condições de vida das comunidades ciganas.
Noutro local escreverei com mais desenvolvimento.

Uns dias de excelência numa cidade que já foi imperial, e continua sendo linda de morrer.
E os cafés, os cafés são um esplendor. Koszonom Budapeste!
Publicarei aqui em breve uma nota sobre Budapeste e as minhas impressões desta linda cidade.
Hoje trago uma má notícia.
Diz-nos um comunicado da Quercus:
"
Lisboa entre as cidades com pior desempenho a nível europeu

Lisboa apresenta níveis elevados de poluição desde há vários anos, sobretudo partículas inaláveis e dióxido de azoto, consistentemente acima dos valores limite impostos pela legislação europeia, embora com tendência decrescente.
A Câmara Municipal de Lisboa introduziu em 2011 uma Zona de Emissões Reduzidas (ZER) para proibir a circulação de veículos mais antigos e mais poluentes na zona mais central, mas com critérios pouco ambiciosos quando comparados com outras cidades europeias e com falta de fiscalização adequada. Em 2015, a ZER entrou numa nova fase e passou a restringir o acesso a veículos com matrícula anterior a 2000 (Euro 3) na zona mais central e veículos com matrícula anterior a 1996 (Euro 2) na zona mais alargada. Em Lisboa, a gestão do estacionamento foi significativamente melhorada.

Já em relação à mobilidade sustentável, a CM Lisboa tem implementado algumas medidas para promover a bicicleta e os transportes públicos mas ainda com uma expressão limitada. O município não tem informação disponível ao público sobre os níveis de poluição e quando comparada com outras cidades europeias, tem uma elevada percentagem de uso do transporte individual e baixa utilização da bicicleta. Outras medidas têm sido pouco ambiciosas, como por exemplo a renovação da frota municipal pela aquisição de veículos mais limpos e eficientes. Acrescente-se ainda o incumprimento de muitas medidas incluídas num plano de melhoria da qualidade do ar, com prazos já ultrapassados, tendo uma delas motivado um recente processo em tribunal pela Quercus.

Lisboa, 31 de março de 2014

Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Más notícias Do sector público!!

Que são contrariadas, por boas, como vemos pela nota mensal, da APREN, do sector privado:

que em resumo nos diz que,


" durante o último mês, 135% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
Ou seja a produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 426,9 kWh , o que permitiu abastecer todos os seus consumos, o frigorífico e a iluminação do vizinho .

Já uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 77% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior. O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 13,97 m3 de gás natural, durante o último mês.

o vento permitiu gerar, em média, electricidade suficiente para abastecer 284 000 habitações, graças à produção de todos os parques eólicos em funcionamento na região de Lisboa, o que permitiu abastecer 25 % das habitações de Lisboa. "


sexta-feira, março 27, 2015

E,
Está já disponível para download a Matriz da Água de Lisboa 2014.

Este documento, que actualiza os dados da Matriz da Água de 2004 e permite avaliar a evolução de alguns indicadores ao longo do período 2004 a 2014, foi elaborado em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa, a EPAL - Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA e a SIMTEJO - Saneamento Integrado dos Municípios do Tejo e Trancão, SA.

Conheça a publicação através do site da: http://lisboaenova.org/
e,
com a ajuda do meu amigo, ilustrador de um dos meus livros e artista de gabarito Genin
Valorizar o património, recuperar o passado, viajar no espaço e no tempo deste faz o título deste blog.
Estou de viagem, para recuperar de inúmeras conferências, assembleias, mais um livro (sobre o poder autárquico!) em procedimentos e para ver património.
Gosto de templos sejam religiosos ou laicos e de espaços, de paisagens e termas.
aqui irei certamente. No regresso contarei. Boas Páscoas, se não nos virmos antes.

terça-feira, março 24, 2015

Há muitos, muitos anos que tenho andado a tentar isto:
que agora vê a luz, mas anunciando já problemas no horizonte.
Dizem-me das dificuldades que foi chegar aqui e da falta de solidez.
Articulado com a previsível, segundo me dizem, mudança radical dos orgãos sociais da Quercus, onde vai haver uma enorme razia, esta coligação pode ser só um balão de ensaio para projectos futuros.
Desde já retenho, seja o que for o futuro, que é por este caminho que as ONGAs podem aspirar a ser ouvidas como parceiros sociais e aspirar a mais do que uns conselhozecos numas comissões nulas.
Caminhar é movimentar as meninges...
Amanhã no CIUL:
Um mapa dos conflitos ambientais em Portugal, ou melhor um esboço, com falhas, faltas, erros e omissões e incidentes que pouco têm que ver com a conflitualidade ambiental, mas de qualquer forma um documento interessante, que vale a pena consultar e arquivar, para memória futura.
Pena que estes "universitários" que os fazem só procurem "coisas" na internet...

segunda-feira, março 23, 2015

Vou às escolas e também nelas falo de...
...sopas. Alimentação saudável e integrada nos locais onde os miúdos vivem.
E há 3 anos que na minha crónica radiofónica falo de desperdício alimentar e de formas de o minorar. Tenho apresentado diversas iniciativas municipais e até legislativas para contrariar este.
Porque é "feio" e insustentável deitar fora o que se pode usar e re-utilizar e porque há carências que podem ser reduzidas se pouparmos, que é também reduzir o desperdício.
Lembro-me de quando vivi uma semana em Amsterdão dos restos de um restaurante fino... há 40 anos...
Bom... passou-me despercebido, desde que fui retirado de mailing list por punição política que a minha informação da CML é escassa, esta iniciativa, que repercutirei no éter hoje:

"
Plano Municipal de Combate ao Desperdício Alimentar
Janeiro 15, 2015

O Comissário Municipal, João Gonçalves Pereira, e o vereador dos Direitos Sociais, João Afonso, apresentaram, em conferência de imprensa, no dia 15 de janeiro, nos Paços do Concelho, o Plano Municipal de Combate ao Desperdício Alimentar, o qual foi aprovado, por unanimidade, na última reunião da Câmara Municipal.
Este plano, conforme o nome indica, pretende otimizar a recolha do desperdício alimentar produzido em Lisboa, em tempo útil alargar o âmbito da sua distribuição junto da população mais carenciada, criar e manter uma rede de voluntariado capaz de garantir a cobertura da cidade, sensibilizar os diferentes “stakeholders” para o combate do desperdício alimentar e apoiar as organizações no cumprimento dos requisitos adequados à recolha, armazenamento e distribuição dos bens alimentares, em perfeitas condições de qualidade, higiene e segurança.
Na ocasião estiveram presentes coordenadores e representantes  dos cinco eixos de atuação do Plano: Graça Mariano (ASAE),  Górete Rocha (Comunidade Vida e Paz), Hunter Halder (Refood), Paula Policarpo (Dariacordar) e, ainda, o diretor de Portugal da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), Hélder Muteia . O representante da FAO acabaria mesmo por enaltecer o projeto, referindo : “Lisboa é a primeira cidade do mundo a apresentar uma iniciativa como esta, e espero que outras lhe sigam o exemplo.”
"
que merece a minha simpatia, e que mostra que até pelouros inúteis tem alguma coisa a contribuir para a cidadania.



domingo, março 22, 2015


Venho aqui dar este apoio. Que no meu caso é à Amnistia Internacinal, Secção Portuguesa.
Mas venho, sobretudo, chamar a atenção dos que talvez por distracção, talvez por negligência, ou por menor empenho cidadão, não cocham a consignação do 0,5% do vosso/nosso IRS para uma instituição de empenho social e/ou humanitário.
Que são mais de 80% dos portugueses!
Sei que na AI estas verbas são impprtantissimas e uma parte substancial do orçamento. E em tantas, tantas outras instituições.
Dar o que é nosso é impedir que o Estado mal use essa quantia do nosso imposto e apoiar quem gostamos.
Força pessoal, que aqueles 80% (números de 2012!) só nos envergonham.

Como fazer:

1) Procurar o Modelo 3, Anexo H, Quadro 9
2) Fazer um X na opção “Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Coletivas de Utilidade Pública”
3) No NIPC, colocar: 501 223 738

sexta-feira, março 20, 2015

Recentemente aqui referi o estado lamentável das águas do Tejo:
hoje com prazer, satisfação e total apoio leio uma tomada de posição frontal sobre isto:
http://movimentoprotejo.blogspot.pt/
o Tejo somos nós.
Aqui o que já foi uma ilha, no mesmo:


Dia 22, em local e hora ainda não divulgados a http://lisboaenova.org/ apresenta a Matriz da Água de Lisboa, penso que mais de dez anos após a última a que tive acesso.
Já li algumas notícias com os resultados, mas ainda não me chegou nada às mãos, que é como quem diz aos olhos.
A poupança cresceu, o consumo (per capita?) diminui, são alguns dos dados que tenho picado por aqui e acolá.
Trarei ao conhecimento assim Maria Santos (Olá) me providencie uma cópia (em digital chega).
E, quando fazia uma busca para ver se estava algures pelo "éter", encontrei, já indisponível na FNAC, mas com muitos exemplares no meu armazém para quem quiser este bolinho lindo, este meu livro sobre águas, com trabalho notável do Nuno Farinha.

sábado, março 14, 2015

Temos pelo país, e em muitos casos a saque, um património invulgar.
Aqui e ali em locais abandonados encontramos isto:

que aqui deixo para memória futura, esperando que possa resistir ao vandalismo, do "tempo".

Resistirá certamente, mas esta é memória passada, escrita e registada é este excelente livro, onde tem honras 3 grandes livrarias portugesas (escrito antes de Obidos se formatar como vila dos livros!), a Lello do Porto e a Bertrand em Lisboa e claro a Ler Devagar.

Todas elas merecem várias e justas menções, num livro imprescindível para quem vive nos livros, dos livros e para o livro.
Sou coleccionador de miniaturas de mochos e de paisagens, Que excelentes paisagens são as livrarias...:


“ (...) 
A cidade penetra nas livrarias que a povoam através dos seus escaparates e os passos dos seus clientes, espaço centáurico, nem todo privado nem todo público. A cidade entra e saí da livraria, não se entende uma sem a outra... (...) ”

quarta-feira, março 11, 2015

Já aqui referi esta aplicação, mas volto a referi-la, agora com novos desenvolvimentos:

(...) 
convidem mais uma vez os vossos amigos, que ainda o não fizeram, a fazer download da aplicação gratuita Rewind Cities Lisbon, www.rewindcities.com, que tem sido considerada uma “máquina do tempo de bolso" única, que permite conhecer Lisboa duma forma aliciante, viajando até ao passado dos seus sítios, excelente para acompanhar visitas em família, pois as experiências de realidade aumentada cativam os utilizadores de qualquer idade. 
Para além disso as rotas remáticas podem ser uma ferramenta excelente para algumas matérias e projectos escolares.
(...)
diz-me a minha amiga Cristina Kirkby, que se queixa também da falta de apoios, seja só na divulgaçao...
Aqui esse não falta!

segunda-feira, março 09, 2015

O Tejo em Vila Nova da Barquinha quase não existe:
















e Almourol... já foi uma ilha...
O rio da nossa aldeia aqui é uma espécie de poça, parada e com pouca água.
A Convenção de Albufeira, que regula as águas internacionais é um embuste, que nos deixa com uma quantidade ridícula de #caudais ecologicos# que a maior parte são águas cloacais.
O ano frio, as retenções de águas pelas empresas eléctricas, o transvase, a submissão do nosso governo, não só à Alemanha, pelo visto, vão acabando com a vida no Tejo.
Vi peixes a morrer e tenho que referir comi a pior lampreia da minha vida, em Belver.
Quando os rios estão moribundos as espécies que neles vivem não podem ter qualidade.
E nós????