quinta-feira, Novembro 20, 2014

Ontem andei novamente de galochas...
Hoje recebo esta simpática notícia d' O Instalador:
http://www.pt.cision.com/cp2013/ClippingDetails.aspx?id=23153990-c3db-4e4a-999e-1c3fa2c184d3&analises=1
O Ambiente Inteiro, também tem a ver com Lisboa.
Se estiverem pelo Porto no dia 26, pelas 21 horas será apresentado pelo Paulo Santos, Presidente do FAPAS, no café Guarany, Av dos Aliados.
E reservem o dia 15 de Dezembro, no CIUL, pelas 18.30 haverá outras surpresas...
Entretanto, no jardim/ Tapada das Necessidades, os cactos continuam a crescer.

domingo, Novembro 16, 2014

Recomendo. Só faltarei se o dentista me deixar K.O.

sábado, Novembro 15, 2014

Só hoje fui ver, à excelente sala do Ideal, os Maias.
É um filme de época, de todos os tempos, de Lisboa, de um Eça imortal.
Excelentes cenários, e notável o que hoje os computadores podem fazer!
Muito bem construído o filme, com actores excelentes.
A sala estava, apesar da versão de 3 horas, com 30 pessoas.
Recomendo, vivamente, não percam.
O Chiado acima é fantástico!
a corrida de cavalos, em Belém outro.


sexta-feira, Novembro 14, 2014

quinta-feira, Novembro 13, 2014

Também no fim do mês estarão todos estes bonecos e suas estórias disponíveis em livraria, com apresentação prevista para 15 de Dezembro, em príncipio num espaço da C.M.L., de que darei novas:

Estará nas livrarias em Dezembro, em Janeiro faremos uma apresentação, conversa.
Muito gente tem nomeação. Só os que valem!


Prefácio
1
Começar
2
Antes da democracia até ao “movimento”
3
Retomando o fio à meada
4
Reinventando o Fogo
5
Nada se conclui, tudo se transforma
6
We don’t need no education (não precisamos de educação)
7
Direitos absolutos
8
Lisboa, palco de muitas vidas
9
A cultura do ambiente
10
Pelas Pedras Vivas e o País Real
11
Federalismo, contra a nação, já!
12
Legalize-se, já! É a opção que define um Estado de Direito
13
Lisboa, Capital, República, Popular
14
Bibliografia de referência

Agradecimentos

Anexos

quarta-feira, Novembro 12, 2014

Morreu um grande alfacinha, um homem de grande cultura e o dono de um dos nossos mais bonitos palácios, o Palácio Fronteira, onde os azulejos são uma perdição e tudo, dos jardins à estrutura do mesmo tem requinte.
Fernando de Mascarenhas, herdeiro das Casas Fronteiras e Alorna era um amante de conversas e discursos, de artes e dos que as fazem.
Hoje aqui não podemos de deixar esta nota, esta memória e gratidão pelo seu amor a Lisboa.

Em inúmeros países/cidades há taxas sobre as dormidas, nalguns há taxas para entrada, portagens para circular nas mesmas. Dessas taxas, como é obvio, estão isentos os munícipes das mesmas.
As taxas devem ter uma visão de cidade por detrás. 
Num caso é dissuadir a entrada de carros e cobrar-lhes o custo dos desgaste na rede viária municipal da sua utilização, o que se insere no quadro de um sistema de transportes global, que ainda não temos é certo.
Sou de há muito favorável a portagens para entrar em Lisboa e a uma Autoridade de Transportes Intermunicipal que possa gerir todo o sistema.
E sou favorável a esta taxa, agora proposta, que peca por ser escassa. As grandes cidades já cobram uma ( fui à pouco a Berlim e essa foi logo cobrada à partida!)  e essa também tem uma função de sustentabilidade ambiental. Forasteiros tem um custo sobre as utilidades sociais e ambientais e esses custos devem ser suportados pelos utilizadores, os turistas.
Julgo que não é boa ideia não alocar esses fundos a sectores como o ambiente e resíduos e investi-los na criação de maior procura. Isso é que é dar o ouro ao bandido.
Mas, e isso não tem sido dito, taxas e taxinhas há ao pontapé, por aí e todas, todas são da responsabilidade do governo.
Este governo pretende-se liberal, mas é de um conservadorismo bizantino e de um estatismo mal disfarçado.

segunda-feira, Novembro 10, 2014

A distribuição dos livros sérios é uma aventura, as livrarias hoje parecem supermercados de nulidades e o que interessa está escondido ou tem que se encomendar.
Muita gente me tem perguntado onde pára o Ambiente Inteiro,
pois aqui:
Lisboa
Universidade nova de Lisboa ( Colibri )
Saldanha ( Almedina )
Gulbenkian  ( Almedina )
Lello (Baixa )
Livraria Ler  (Campo de Ourique)
Faculdade de letras  ( Colibri )
Vila Literária – Óbidos  (vai seguir)

Gaia
Arrábida Shopping  ( Almedina)

Coimbra
Estádio  (Almedina)
Lápis de memórias  ( em breve )

Évora
Livraria Nazareth

Feiras de Livros
Gare do Oriente
Almada (Abre a 18 de Novembro)

INTERNET
Wook
Site da Colibri
Naturfunk    ( Em breve )

Brasil
Livraria cultura

E aqui:
https://www.facebook.com/FAPASPT

sexta-feira, Novembro 07, 2014

Lisboa está muito, muito mal, classificada no que toca à Transparência:
http://poderlocal.transparencia.pt/camara/172
nada que me admire, conhecendo os meandros da C.M.L. ( em livro a sair próximamente desvendo mais uns detalhes!!!)
Os eleitos do que gostam menos é de prestar contas, e fazer sofrer os que gostam do respeito das leis e regras de funcionamento. Mas estar no 2º terço das Câmaras (115º) no que toca à transparência requer muito fusco. Muito!
Sabemos que os projectos de agilizar os procedimentos administrativos esbarraram seja na burocracia e suas alavancagens (guito, de preferência), seja nos interesses, directos ou indirectos, dos titulares das vereações com pelouro, todos eles, desde logo!
A transparência e informação é um dos lados mais obscuros das Câmaras e até a de Alfandega da Fé (e felicito a minha amiga Berta Nunes pela sua quase exemplaridade!) tem muitos rabos de palha.

Alterar o sistema de gestão e de eleição das autarquias é um dos grandes desafios, juntamente com alteração das suas competências e articulação em redes de autarquias, que a reforma do sistema não equaciona (será tema de documento/ livro que também tenho em preparação para o próximo ano!), pois se é é a base dos poderes da partidocracia infecta.
Hoje, no meu blog: http://www.signos.blogspot.pt/ há também um comentário sobre o porquê de vivermos este tempos de cinza.
Ai, carmela, ai carmela!...

quinta-feira, Novembro 06, 2014

Comendo a natureza e retribuindo, podia ser o mote deste jantar.
Em Cascais e em apoio de uma causa de defesa do ambiente:


terça-feira, Novembro 04, 2014


O "Eclipse do Capitalismo", subtítulo do último  livro de Jeremy Rifkin, não será pela turba munda da revolução soviética (que ficou e muito bem enterrada, com todos os seus crimes e horrores) mas devido à alteração do paradigma energético articulada com a  informática e novas formas de organização social a partir daí emergentes.
A convergência entre os sistema energéticos e a informática estabelece uma nova matriz espaço-tempo que altera as formas  como as organizações sociais se estruturarem e o modelo de economia, com tendência para custos marginais despiciendos.
A domótica alargada é um novo modelo de sistema.
Mas para lá chegarmos temos também que apostar na eficiência energética a alterar a forma de produção de energia e electricidade. 
Hoje o sol começa a levantar a cabeça. Se ao calor e luz solar se aplicar a regra de cálculo que usámos nas eólicas, em 20 anos temos 120 mais potência! por unidade de produção, em 2030 as fósseis estarão fora do mercado para produção de electricidade e sabe-se lá se também na locomoção, se resolvido o problema das pilhas de acumulação.

Bom em breve teremos literatura sobre isso...

Entretanto em Lisboa o mês que passou deu-nos novas alegrias:
E desde logo, como que pré-anunciando a revolução do solar:
Energia Fotovoltaica, durante o último mês, 98% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
 Ou seja a produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 310,8 kWh , o que permitiu abastecer os electrodomésticos da cozinha, os pequenos electrodomésticos, os equipamentos de climatização e a iluminação.
Com novas placas e alterações de condução, captação solar em breve o Sol será mesmo para todos!
Já no Solar Térmico, uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 61% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior, uma poupança de 11,11 m3 de gás natural.
Também informação da A.P.R.E.N. durante o último mês o vento permitiu gerar, em média, electricidade suficiente para abastecer 192 000 habitações, graças à produção de todos os parques Eólicos em funcionamento na região de Lisboa, permitindo o abastecimento de17 % das habitações de Lisboa.
Aqui o boneco (carregar para aumentar):

quarta-feira, Outubro 29, 2014

Não vale a pena e é pena, mas não vale mesmo a pena deslocarem-se ao que já foi um Festival de Bandas Desenhadas e agora é uma pobre, muito pobre amostra de desenhos mais ou menos avulsos, muitos sem o mínimo de qualidade e umas pseudo homenagens a alguns dos imortais desta arte.

Este ano, seja por desinvestimento da Câmara, seja por esgotamento do modelo, seja porque razão seja este #festival# é um fiasco, total.
E naquele mesmo espaço, que é mau, muito mau, já houve edições notáveis, com instalações muito boas, e presenças dignas.
Este ano não há nada disso!


A Ribeira das Naus e arredores, antes de 1940!

Já está nas livrarias o #Ambiente Inteiro#.
Mas não esquecer, para a petizada dos 7 aos 77:

terça-feira, Outubro 28, 2014

O cartaz enviaram-me assim, lamento que seja muito pouco lisível, mas seja a qualidade dos promotores seja a relevância do tema aconcelho aos que poderem uma deslocação dia 31 deste mês a Evora.
o jardim, onde os sistemas naturais e culturais se encontram, como laboratório!
Quando os que temos são, estão tão descuidados, novas leituras destes espaços por quem os estuda e conhece!

segunda-feira, Outubro 27, 2014

Sala cheia, 60/70 pessoas no Palácio do Beau Séjour, excelente espaço, onde está instalado o simpático Gabinete Estudos Olisiponenses onde foi lançado o # Ambiente Inteiro#.
Estórias de amizade, de luta política e de livros, foram com a palavra contadas.
Foi um excelente convívio:
Foto do José Alex Gandum
e ainda:

http://www.oinstalador.com/index.php/noticias/noticias/593-ambiente-inteiro-o-novo-livro-de-antonio-eloy
A #camorra# está infiltrada em lojas finissímas, sei do que falo, e lavam dinheiros através dessas em inúmeros países e por cá também. Essas até lhes dão alguma honrabilidade.
Os negócios da dita já não se limitam ao tráfico de drogas e comércio de armas. Hoje é no imobiliário, especulação de terrenos, alteração do estatuto edificante de propriedades, rapinagem de áreas protegidas por $ desprotegidas, e parques de estacionamento, por aqui e por ali.
Já apertámos, certamente, a mão a algum vigarista, ligado ao não a esses parques de estacionamento, que também alimentam os sacos azuis, rosas ou laranjas dos partidos políticos e dão mama, muita mama a uns personagens que, como um que foi presidente e já passou pela prisa, andavam com uma mão à frente e outra atraz e hoje nem sabem que património têm e os seus "primos".

Hoje foi finalmente posto fim ao julgamento da BragaParques, empresa originalmente ligada a parques de estacionamento, soletrem parques de estacionamento, em italiano soa a outra coisa.
Penso que não era o julgamento certo e certamente foi útil para essa benemérita, que o caso tenho sido levado para a nebulosa administrativo/ política, onde como é óbvio o caso só podia morrer na praia.
Não duvido que Carmona Rodrigues seja da maior seriedade, independentemente dos erros e discordâncias políticas e também alguns acordos que com ele tenho. Não era ele que devia estar no banco dos réus.

A tal "cosa", que não é "nostra" mas é parecida tem tentáculos imensos e estou convencido que este caso foi atirar areia para o ar para que não averiguemos, para que a justiça não averigue, o fundo desta tramóia, que se desenvolve no entorno desta "cosa". Aí é que se devia ter centrado a investigação...
A nossa magistratura e autoridades de investigação criminal andam muito distraídas...

sábado, Outubro 25, 2014

Parabéns, Junta de Freguesia da Estrela!

Temos uma junta de freguesia em Lisboa que deixou de usar herbicidas no tratamento dos seus espaços públicos!
Para quando as outras e a C.M.L.?
Aqui:
"

PRIMEIRAS AUTARQUIAS AVANÇAM NO
COMBATE A HERBICIDAS EM ESPAÇOS PÚBLICOS
Depois de todas as Câmaras e Juntas de Freguesia do país terem sido desafiadas a acabar com as aplicações de herbicidas nos seus espaços públicos, são hoje publicados os nomes dos pioneiros: as três câmaras municipais e as seis juntas de freguesia que decidiram apostar na proteção do ambiente e da saúde contra a enxurrada silenciosa de químicos tóxicos que há anos são aplicados liberalmente em todo o país.
Esta campanha foi lançada pela QUERCUS e pela PTF - Plataforma Transgénicos Fora (que reúne entidades ligadas à agricultura, desenvolvimento e defesa do ambiente) em Março passado, no âmbito da Semana Internacional de Luta contra os Pesticidas (ver http://tinyurl.com/oqm782h), e na sequência da publicação de dados extremamente preocupantes sobre o nível de contaminação por herbicidas a que todos estamos já sujeitos.
Assim, considerando a prática generalizada de aplicação de herbicidas em espaços públicos sob a responsabilidade das autarquias locais, são de saudar as que agora assumem formalmente o compromisso de eliminar ervas através de alternativas mais ecológicas:

        - Municípios: Castelo de Paiva,  S. Vicente e Vila Real
- Freguesias: Carvalheira (em Terras de Bouro), Estrela (em Lisboa), Cinfães, Oliveira do Douro, S. Cristóvão de Nogueira e Tarouquela (todas em Cinfães)
Todas as autarquias optaram por meios de monda manual (à mão e enxada) e mecânica (motorroçadora e destroçador), e algumas ponderam outras opções (as diversas alternativas estão descritas em http://tinyurl.com/p5bgcwn).
(...)
"


terça-feira, Outubro 21, 2014

Neste blog:
http://aps-ruasdelisboacomhistria.blogspot.pt/
uma interessante história, do Terreiro do Paço!

Vale a pena, come-se bem e barato e ainda por cima tem-se relva artificial à vista.
É uma zona incaracterística de Lisboa, ao lado de antigo bairro operário, de casas pequeninas e pátios temos grandes edificios de calsse média. A loja do cidadão, a que sobra, é ao pé.
A vista é do Palmense, o campo do da Palma de Baixo.
Pois aqui temos um restaurante popular. Na frequência, não há estrangeiros e forasteiros são poucos.
Tem uma grelha excelente e uma refeição lauda, com vinho engarrafado, do Alentejo, entradas e o resto ficou por menos de 10 euros.
É o https://plus.google.com/106921300808810516630/about?gl=pt&hl=pt-BR Palmense.