segunda-feira, março 02, 2015

Recebo da : http://lisboaenova.org/ uma interessante notícia de 3 ou 4 aerogeradores instalados, numa lógica pedagógica mas também de produção no Bairro da Boavista.
De saudar esta intervenção, que me fez lembrar ( por ser o seu contrário)  uma manobra do ex-vereador Sá Fernandes de instalar uns pingarelhos a fazer de conta... na 2ª circular... só fumaça, que foi e bem chumbada...era publicidade!
Pois as energias renováveis estão de vento em popa, ao seja a avançar a velocidade de cruzeiro.
Hoje recebo um relatório que prevé a possibilidade de na U.E., em 2030, 60% (sessenta por cento!) da electricidade poder ser de origem renovável!
Por cá no mês de Fevereiro,

carregar, para aumentar o boneco:



 93% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos, o que correspondeu a 264,5 kWh, e permitiu abastecer os electrodomésticos da cozinha, os pequenos electrodomésticos e a iluminação.


E uma instalação média de painéis solares térmicos  permitiu cobrir 53% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior, e assim uma poupança de 8,73 m3 de gás natural, no mês.

Já praticamente um terço (32%) das habitações de Lisboa foram abastecidas pela electricidade produzida por aerogeradores, ou seja 361 000 Habitações foram fornecidas por parques eólicos da região. 
Esta informação é disponibilizada pela: http://www.apren.pt/pt/, 
em cuja página há sempre informação de grande utilidade. 



quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Já escrevi, em diversas sedes, sobre a absoluta e completa inutilidade do Livro de Reclamações, que é só um registo para desabafarmos e que não tem a mínima, a mínima das consequências, seja em termos de sanções, seja sequer em termos de análise dos casos apresentados ( há 6 anos apresentei queixas várias ao Banco de Portugal descrevendo manigâncias do BES... e... nada...), mas seja da Vodafone, seja da Sol Trópico, seja de restaurantes ou health clubs, seja do que seja que reclamem, o destino é o mesmo, a reciclagem, se houver ...

Acabar com os livros de reclamações e criar um sistema eficaz de resposta à cidadania é um desiderato que com associações de consumidores co-optadas por empresas, provedores do cliente que dependem ... do objecto das queixas, aqui:http://signos.blogspot.pt/search/label/Vera%20Jardim, seria uma medida de economia e saneamento de um sistema corrupto a todos os níveis.

Já estive inclusivé, por duas vezes no Tribunal Arbitral de Lisboa (que é pago por nós, C.M.L.), onde num caso um jubilado a fazer de conta de juiz mostrou "dotes", (nesse  caso o Banco de Portugal até me daria razão e impôs uma coima ao BCP), esse sr. deve ter sido sugestionado...  até deixou os funcionários  desse banco admirados... com a sua desfaçatez.
No outro, o mesmo jubilado!, deve ter ficado com limpeza de fatos à borla para o resto da vida... então não é que depois de me destruirem um fato, por uso inadequado de materiais no processo de limpeza, a 5 à sec, saíu... limpinha, da Silva

Mas conforme podem ler no surrealista caso acima viajado, este país só lá vai com uma limpeza de caixão à cova.

P.S.
Recebo do serviço do Provedor (certamente pago também pelas ditas) das Agências de viagem este mimo : "o Provedor apenas poderá apreciar reclamações que sejam dirigidas por Consumidores (ou seja fora da sua actividade profissional)" , ou seja um profissional (esteja ou não no exercicio das suas funções... e não somos todos???) não é, não é consumidor!
Surreal e do melhor. Anda Vera, anda!!! não te desfaças dessa gente....

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Lá vamos nós em tournée...
 O livro “Um grão de areia em 40 anos de cidadania e ambientes” de António Eloy
Será  apresentado, por António José Regedor,  no Porto dia  4 de Março ás 18h30m no bar  R’Domus,   Rua da Arménia, 54. (Miragaia).
António Eloy, na primeira pessoa,  faz uma viagem  de 40 anos pelo ambiente em Portugal
O livro em que faz essa viagem tem por título:  “Um grão de areia em 40 anos de cidadania e ambientes”   com prefácio de  Paulo Trigo Pereira,  e foi editado pela Esfera do Caos.
Está lá o surgimento do movimento ecologista em Portugal, a Luta, ganha até agora,  contra a nuclear e outras vitórias e derrotas na cidadania do ambiente e outras  cidadanias.
O livro será apresentado no Porto, dia 4 de Março pelas 18h30m no R’Domus. O local é um bar simpático e acolhedor situado em Miragaia, na Rua da Arménia. (Frente ao edifício da Alfandega, hoje Museu dos Transportes). 
A apresentação tem o apoio de duas associações de ambiente:
FAPAS – Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens
e
CAMPO ABERTO  -  Associação de Defesa do Ambiente


segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Acabei no meu blog os posts sobre Cabo Verde e aqui volto.
Hoje recebi este interessante relatório, que ainda só vi na diagonal, e que não deve ter considerado cidades portuguesas:http://www.sustainablecitiesindex.com/.
Informação interessante, assim como metodologias.
Regresso ás escritas, agora um livro sobre a reforma do sistema pºolítico, com incidência no nosso esclerosado sistema autárquico, e às conferências em escolas e universidades.
Fiquem bem que é quase Primavera!

quinta-feira, fevereiro 19, 2015


quarta-feira, fevereiro 18, 2015

No meu blog estou a publicar diário destes 14 dias que passei por Cabo Verde (4 ilhas), além de ter já um artigo pronto para um jornal.
Aqui:http://signos.blogspot.pt/search/label/Cabo%20Verde
podem seguir o diário, que terá 5 ou 6 partes, fotos, enquadramentos, e livros.
Um dos que li nestes dias ( li 7 ou 8) foi o magnífico livro de Muñoz Molina, passado, em grande parte, em Lisboa dos anos 60 (precisava de ter tido um corrector!, que algumas coisas... não existiam!) e que nos envolve completamente. Um dos melhores de Espanha do ano passado, em todas as listas!
Uma história fascinante do assassino de Martin Luther King (aconselho a propósito o filme Selma, que deveria ser mostrado, com enquadramento apropriado, em escolas e debates!), e introspecção do autor (que tem um dos melhores livros que conheço de crítica ao "poderzinho" municipal e suas teias de corrupção!, o seu anterior# Todo lo que era Sólido#, ), que nos desvenda o homem e o seu mundo.
Já se encontra à venda em livrarias, por cá.

domingo, fevereiro 15, 2015



Voltei de Chã das Caldeiras. Este é o cantor de Chã, Ramiro

e esta é a sua casa:
ficou isolada e cercada de lava.
A Chã é uma zona não edificante, onde o governo nunca levou electricidade.
Tive que entrar no coração do vulcão ás 5 da manhã, a partir das 6 a polícia não deixa entrar... vi fumarolas, gente que procura recuperar duas, três cabras e umas vinhas, outros sonham regressar a casa (mesmo quando esta está cheia de lava.), mas esta terra é uma pulsão.
No meu blog (http://www.signos.blogspot.pt/) e nalguns jornais irei desenvolver este tema, e o que está bem e o que está mal pelas ilhas da morna e morabezza.
Voltei, com algumas escorriações lavais, e uma sódade já a encher a alma.

quarta-feira, fevereiro 11, 2015

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

O universo e o Tao:
serão a mesma coisa. O que é o Tao?
Pois levo na bagagem, vou passar 20 dias em Cabo Verde, na ilha do Fogo, Tao is Silent de Raymond Smullyan (com 10 outros livros), para ver  e sentir o universo no vulcão, que o criou.
Sabiam que Lisboa tem vários cones de vulcões extintos à milhões de anos...?

Entretanto para vos deixar com alguma matéria útil, venho transmitir os dados da APREN de Janeiro:
podem carregar para ampliar.

Explicação:
Energia Fotovoltaica
Durante o último mês, 84% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 266,3 kWh, o que permitiu abastecer os electrodomésticos da cozinha, os pequenos electrodomésticos e os equipamentos de climatização.

Energia Solar Térmica
Uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 51% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior.
O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 9,37 m3 de gás natural, durante o último mês.

Energia Eólica
No último mês o vento permitiu gerar, em média, electricidade suficiente para abastecer 222 000 habitações, graças à produção de todos os parques eólicos em funcionamento na região de Lisboa.
A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 20% das habitações de Lisboa.

Pois é, as renováveis continuam de vento em popa (não pela dita) e o fotovoltaico saí da casca, já é mais de 1% do total de produção nacional.
Com a digitalização e a eficiência agora sim é que novos paradigmas se irão desenvolver, na linha das prospecções de cientistas como Amory Lowins ou Jeremy Rifkin.



quinta-feira, janeiro 29, 2015


Tem merecido escassa atenção das nossas autoridades, apesar das violações da Convenção de Albufeira (sobre os rios ibéricos) a questão do transvase Tejo/Segura, que afecta a quantidade e qualidade da água a jusante desse, chega a pôr em causa os caudais ecológicos e obviamente influencia a água que chega a Vila Velha de Ródão e ... Lisboa. A água é toda a mesma.
Para a C.M.L.  o rio só serve para obra, que a qualidade da mesma é de outro departamento...
Pois hoje temos uma boa notícia.
Os grupos ecologistas espanhóis da Rede Tejo/Tajo, não dormem sobre leite derramado e no âmbito da sua acção:

Temos a seguinte,
Nota de Prensa da Red Ciudadana por una Nueva Cultura del Agua en el Tajo/Tejo


La Defensora del Pueblo da la razón a los grupos ciudadanos en su queja contra el Memorándum Tajo-Segura (uma espécie do nosso Provedor de Justiça!)

 La  Red Ciudadana por una Nueva Cultura del Agua en el Tajo/Tejo y sus ríos  ha recibido la contestación de la Defensora del Pueblo a la queja que presentaran colectivos de esta Red ciudadana el 1 de octubre de 2013, en relación con el Memorándum Tajo-Segura, y las irregularidades en su tramitación y posterior incorporación a la Ley 21/2013 de evaluación ambiental.
La respuesta de la Defensora del Pueblo confirma los argumentos de la denuncia ciudadana. En ella indica que el anteproyecto de ley, en lo relativo a las modificaciones del trasvase Tajo-Segura y ventas de agua, debía haberse sometido a participación pública, y a evaluación de impacto ambiental, sin que fuera suficiente la tramitación parlamentaria dada a una norma con rango legal. Considera que las reglas para la determinación de aguas excedentarias o de explotación del trasvase forman parte de la planificación ordinaria de la cuenca hidrográfica correspondiente, algo que esta Red Ciudadana lleva exigiendo desde hace tiempo.
 La Defensora del Pueblo también apunta a la posible inconstitucionalidad de la Ley de Evaluación Ambiental (Ley 21/2013), en lo relativo a la regulación derivada de los acuerdos del Memorándum Tajo-Segura. El debate queda servido no sólo en el Tajo, sino en otras comunidades por la extrapolación que de las reglas derivadas de la citada ley (esencialmente en lo relativo a mercados de agua) se puede hacer en la gestión de ríos en otras demarcaciones.

Este comunicado ainda tem uma longa nota adicional, que não transcrevo, mas quem quiser saber mais:

María Ángeles López Lax – 609203099 – Abogada del caso.

Soledad de la Llama – 617352354 – Coordinadora de  la Red del Tajo.

Alejandro Cano – 699497212 – Coordinador de la Red del Tajo.



segunda-feira, janeiro 26, 2015


sábado, janeiro 24, 2015

Têm-me continuado a perguntar onde se podem encontrar os meus livros.
As livrarias encontram-se entregues à mixórdia, de rebelos e c&a, mas pedindo-os, eles podem encomendar...
ou, aqui:
http://www.wook.pt/authors/detail/id/20873
só os últimos...
O Grão, com dois ou três capítulos... sobre Lisboa, alfacinha... e cidadã!
A sala do Arquivo transbordava, mais de 200 pessoas, a um sábado de manhã para ouvir falar de Palácios Históricos.
Gostei muito e venho aqui felicitar o Forúm Cidadania LX, e os restantes parceiros nesta iniciativa.
Muito boas as intervenções que ouvi, com a excepção de uma, imoderada (recomendo que da próxima vez arranjem um moderador, que nesta sessão não estava lá nenhum), que falou mais de meia hora dos quais 25 mn sobre Palácios... de outras terras...
Gostei de ouvir os compromissos técnicos dos Directores-gerais presentes, a que obviamente falta o poder político para executar o que propuseram, excelente como esperada Raquel Henriques da Silva a falar sobre a Rua da Junqueira, complementada, muito bem por Maria João Torres Silva, que referiu o que me parece dever ser uma base da conservação do património, infelizmente muito esquecida #deve ser o uso que se compatibilza com o monumento, e não o seu contrário#, é que à pala da "conservação" temos muita, muita porcaria.
Miguel Soromenho fez uma apresentação factual dos Palácios Pombal e Marim-Olhão, que teria merecido, não fora o precalço acima mencionado, questões e debate e Helena Cabo Lucas da S.C.M.L. fez uma apresentação cheia de interesse.
Ainda pude ouvir, antes de sair, já eram quase 13.30, os arq. Mallaguera e Favila numa muito boa e explicativa apresentação sobre o Palácio da Rosa.
Devido ao excesso acima referido já não ouvi a última intervenção sobre o Palácio do Patriarcado.
Uma excelente manhã, com gente sabedora do assunto e globalmente bem apresentadora do mesmo.
Esta sessão, certamente terá continuidade, mostrou que existe empenhos e também capacidades e envolvimentos para continuar a ter palácios, no passado e no futuro.
que as palavras semeiem com o vento...


quinta-feira, janeiro 22, 2015

Enquanto este blog não morre, vamo-nos entretendo.
Hoje comprei esta magnifica revista:
sobre a organização de urbes em condições particularmente adversas, o que desde logo constitui excepção, embora por razões de defesa algumas tenham sido construidas e abandonadas em locais insalubres.
Folheei, li aqui e ali. Um espanto.
E também recomendo, dela já li dois ou três artigos e é, também um documento excelente, da qual vi que há, hoje, um lançamento oficial, com um debate:
http://www.viralagenda.com/pt/events/137786/lancamento-xxi-ter-opiniao-isto-e-cidade
"Isto é Cidade" é uma revista para guardar.

Salvo algum constrangimento de última hora aqui estarei:
a questão, a contínua degradação do nosso património, deveria ser central nas nossas políticas, que ao invés desperdiçam recursos em tontadas e falta de ideias ancoradas no social.
Excelente o programa e os oradores convidados.

quarta-feira, janeiro 21, 2015

O pequeno espaço da Bertrand, Picoas Plaza, encheu (40/50 pessoas).
Aqui o José Eduardo Agualusa a apresentar:
aqui o Francisco Abreu a abrir a sessão:
Aqui uma vista da plateia:
As fotos são do Alex Gandum!