sábado, Agosto 16, 2014

Ia hoje visitar o  Museu de Arte Popular, em Belém.
Estava lá uma muito simpática funcionária e um securitas...
o Museu,
apesar de ter directora ( paga segundo a função, como é obvio!), apesar de ter espaço (ocupado por uma instalação ridícula! uma cadeira de baloiço que até... virei...), apesar de ter uma loja (com alguns produtos interessantes), o Museu, que já foi uma referência e onde nos breves momentos que lá estive entraram cerca de 10 vistantes!....
não existe, está totalmente, totalmente... vazio!
É um espaço todo, todo vazio, expurgado de todo o seu património, à espera de camartelo???, ou de Godot????
Ao pé está, ou melhor continua, a definhar o jardim das cerejeiras, oferta do Japão à C.M.L., que chegou a motivar intervenção minha em reunião da vereação... e que apesar das promessas do sr. Fernandes... continua a definhar, a definhar...
Este é o país que temos!
Valeu, ao pé, também, a simpatia do empregado dos pastéis de Belém, e é claro a meia dúzia deles!

segunda-feira, Agosto 11, 2014

Energias renováveis...


Energia Fotovoltaica, durante o último mês Julho, 165% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
Ou seja  a produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 519, 2 kWh, o que permitiu abastecer todos os nossos consumos e ainda os pequenos electrodomésticos, o frigorífico e a iluminação do vizinho .

Energia Solar Térmica
Uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 88% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior.
 Ou seja o aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar 16,14 m3 de gás natural, durante o último mês.

Energia Eólica
Em Julho o vento permitiu gerar electricidade suficiente para abastecer 163 000 habitações, só com a produção  dos parques eólicos em funcionamento na região de Lisboa.
 Ou seja a electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 15 % das habitações de Lisboa. 



Carregar no quadro para aumentar!

Com estes dados gentilmente fornecidos pela A.P.R.E.N., não é preciso mira para ver que este é o caminho da sustentabilidade!

sábado, Agosto 02, 2014

Começou hoje, de casa a abarrotar o:
tivemos um dos magos do jazz em Lisboa, James "Blood" Ulmer, que com a Memphis Blues Band proporcionaram momentos e sons de tocar a espinha.
Um fabuloso harmónica e um virtuoso no teclado completaram o mago, com todo o grupo a deixar excelente impressão, ou melhor som, que é o que ainda do corpo inunda os ouvidos!
Um programa cheio de curiosidades, a que por razões de viagens não poderei assistir senão aos saltos... toda esta semana até ao próximo Domingo na Fundação Gulbenkian.
Viva o jazz e o que lhe vai na etimologia!

segunda-feira, Julho 21, 2014

Venha de lá essa nova praça!


A propósito do programa "Uma Praça em Cada Bairro" da CML, um escrito:

«Está a decorrer a discussão pública do programa da Câmara Municipal de Lisboa (CML)designado "Uma Praça em cada Bairro - intervenções em espaço público" (o leitor não sabia que tal existisse? Pois era suposto que já estivesse a ser ouvido pela sua junta de freguesia ou pela unidade territorial da zona, isto se for morador numa das 30 zonas consideradas pela CML como prioritárias, claro, pois se não o for, esqueça), e há que dar os parabéns à CML pela iniciativa, assente esta no que assentar e demore o que demorar a ser concretizada (só em 2017 é que as obras terão terminado, até lá, falta concluir os estudos prévios, fazer algumas intervenções low cost - e como barato costuma sair caro... - e lançar as empreitadas - ai a crise e o exemplo do Capitólio).

É verdade que a ideia não é nova (era uma das medidas constantes no programa de candidatura de Manuel Maria Carrilho à CML, em 2005), mas é muito boa e como tal merece que a acolhamos com entusiasmo.

O programa faz benchmarking do Plaza Program nova-iorquino, que assentava em três vetores: garantir um espaço público de qualidade passível de ser alcançado a pé pelos habitantes num espaço de 15", criar uma «praça» de bairro, e permitir que as organizações sem fins lucrativos propusessem novos espaços públicos - e se as duas primeiras premissas são agora óbvias, a terceira nem subliminarmente falando, pelo menos nesta fase.

No programa, a CML pretende organizar, e bem, "a partir de uma praça, de uma rua, de uma zona comercial, do jardim do bairro ou de um equipamento coletivo existente ou projetado", "um ponto de encontro da comunidade local, uma microcentralidade que concentre atividade e emprego, que se consagre como espaço público de excelência e local de estar, onde se privilegiem os modos suaves de locomoção, marcha a pé e bicicletas, os transportes públicos e onde o trânsito automóvel será condicionado" e, assim, replicar a experiência da Av. Duque de Ávila, que "revolucionou as Avenidas Novas". Óptimo! Há 30 "praças" prioritárias e quase todas são-no realmente. Mas porquê estas e não outras? Ou, por que razão na intervenção prevista nas Avenidas Novas, por exemplo, não consta a requalificação do caótico Largo de S. Sebastião da Pedreira, resgatando-o para os peões e criando um espaço verde. E, na da Av. Roma, não se aproveita para arborizar os passeios junto aos prédios cinzentões da Av. dos EUA, tórrida durante o dia. E porque se esquecem do Largo Rodrigues de Freitas e da zona defronte à Igreja do Menino Deus, ou da Av. Joaquim António de Aguiar e da Morais Soares? Aguardemos.

Voltando ao que está no programa, será desta que o Largo da Boa-Hora, à Ajuda, deixará de assistir àquela gincana diária, perigosíssima para peões, automobilistas, elétricos e autocarros; e que o Calvário deixará de fazer jus ao nome, passando a contar com um espaço pedonal, árvores, sombra e, talvez, mais calma.

Tal como é de aplaudir a CML por tentar refazer o Largo do Rato, ainda que tal se revele um quebra-cabeças (elétrico 24 à parte, que finalmente parece prestes a circular). O mesmo em relação à Praça da Figueira, ainda que aqui seja muito mais pacífico por o que haver ser central e mau de mais. E no Largo do Leão, em que, depois do "tufão arboricida" de há meses, tudo o que vier será bem-vindo.

Já no Saldanha (e convinha que alguém se lembrasse do palacete do n.º 1) e nas Picoas a coisa será ainda mais simples, mesmo que à custa de algum cláxon, que o popó não vai gostar de ter canais rodoviários mais estreitos nem de ver substituídos lugares de estacionamento (especialmente sob as fabulosas tipuanas do Saldanha), por mais árvores e esplanadas que coloquem, imagine-se, coisa indecente; dirão os amigos da mobilidade poluidora.

Finalmente, algumas chamadas de atenção:

O que se entende por pavimento "unificador" (ex. Benfica)? Vai ser tudo betuminoso, em vez de calçada? E as lajetas previstas para Av. Igreja e Av. Roma são para demarcações patéticas como as que agora delimitam algumas zonas 30?

Muita atenção, por favor, aos candeeiros, bancos, bicas e papeleiras, pois cabe ao projeto adaptar-se ao local e não o contrário. Evite-se a aberração modernaça das intervenções recentes no espaço público.

Atenção ainda às intervenções de terceiros, que podem deitar tudo a perder, desde a colocação à toa de múpis às valas que se abrem ad hoc (ex.: no Rossio, a Carris, quando instala os temporizadores eletrónicos, deixa o piso como se Lisboa tivesse toupeiras).

Mas venham de lá mais praças, sim.»

sábado, Julho 19, 2014

Parece giro, e vem de uma velha amiga:
e aqui:
para a Cristina Kirkby, um carinho.


sexta-feira, Julho 18, 2014

Estamos nas mãos de uma "gajada".

Hoje, nalgumas páginas, o Público tem notícias dignas, Saravah.
Desde logo um artigo acertivo, bem informado e que nos deixa, já estamos !, altamente preocupados.
O hipotético, oxalá, parque de estacionamento sob o Príncipe Real.

Não há palavras para classificar essa ignomínia, que poderá provocar um desabar de toda essa área, além de inevitávelmente afectar (e no quadro geológico não é senão provável), toda a estrutura ligada ao sistema de águas da Patriarcal, que irá continuar a incentivar mais carros no centro, e como diz muito bem a Arq.a Cancela de Abreu irá afectar, certamente, toda a estrutura vegetal que faz esse jardim das delícias (pesem os inúmeros atropelos que lhe continuam a fazer).
Agostinho da Silva e o seu espírito, que continua debaixo daquelas árvores centenárias, ruge!

Outra notícia que nos deixa estarrecidos é sobre o Museu da Cortiça ( e aqui saudo o meu amigo Manuel Castelo Ramos!) , museu premiado, museu único, que vê o seu espólio vendido a privados (e anda gente preocupada com a venda de uns Mirós!), sem que o Estado intervenha, sem que a autarquia tenha o papel requerido, e tudo devido às habituais traficâncias e malandragens. Vergonhoso!...

Estamos nas mão de uma "gajada", seja salgada ou não, bandidagem do piorio, e pior ainda com a conivência do Estado responsável por exercer funções que respondam, deveriam responder, às necessidades do colectivo social.
Ainda temos voz, para juntar ao rugido, da terra, do espírito e do futuro!

terça-feira, Julho 15, 2014

segunda-feira, Julho 14, 2014

Estive hoje a ver um documentário sobre As Comédias do Minho:
e tenho que dizer que fiquei impressionado.
É o teatro/verdade, com imersão no/do povo, articulação das peças com o real e o imaginado desse real.
O Documentário, penso que não é este que vai passar neste ciclo que recomendo, Contra_Bando, é realizado por Olga Ramos e é um momento. Mostra a estruturação e a lógica de intervenção/acção do grupo, o relacionamento com as comunidades locais e também a construção do/dos actores.
Irei ver, assim não haja trabalho, o Uivo, e tenho que referir que colaboro com uma empresa que no âmbito da sua responsabilidade social financia este projecto.
Empreendimentos Eólicos Vento Minho:http://www.eevm.pt/
O site é excepcional, também!

sábado, Julho 12, 2014

É um tema que interessa a todos, que tem que ver com a deficiente formação dos agentes da autoridade. A ignorância mesmo.
Já não é o primeiro que me pede o Bilhete de Identidade e fica a chuchar no dedo.
O Bilhete de Identidade não é obrigatório e só podem pedir a identificação de um, um qualquer cidadão:
  "depois de exibirem prova da sua qualidade e de terem comunicado ao identificando os seus direitos e, de forma objectiva, as circunstâncias concretas que fundam a obrigação de identificação e os vários meios por que se pode identificar."
Está na lei.!
Assim como está na lei que não é, nesse, em qualquer, caso, necessário o Bilhete de Identidade:
 
" 3 - Na impossibilidade de apresentação dos documentos referidos nas alíneas a) e b) do número anterior, pode ser apresentado documento original, ou cópia autenticada, que contenha o nome completo, a assinatura e a fotografia do titular. "
Pois não é que um cívico, a obessidade não o desculpa, exigiu-me, com os modos que imaginamos, a identificação (quando tinha a minha carta de condução... na mão!) e ameaçou-me... que tinha 8 dias para me apresentar na esquadra...
Recusei assinar o papelucho.. vá ao Tota receber a propina...

Aqui:
http://www.signos.blogspot.pt/
toda a história.






terça-feira, Julho 08, 2014

quarta-feira, Julho 02, 2014

Há por aí, eles andam por aí... uns "marialvas" energéticos, que pretendem ignorar a ciência, que irrefutávelmente nos mostra os efeitos do aumento do CO2 , as alterações climáticas, e desde já enormes perturbações meteorológicas, eles o que no fundo o que querem, o que fazem, pois imagino que estejam nalgumas folhas de pagamento, é continuar a manter a luz, electro-nuclear, dessas ultrapassadas unidades de produção, sobre as quais estou sempre disponível para dar detalhes, fatais.

Mas contrariando as Alterações Climáticas, poupando milhões de euros ao erário público, seja em importações de carvão, seja em custos das emissões de CO2, as energias suaves ou renováveis aí estão, com mais de 50% da produção nacional de electricidade.

No distrito de Lisboa as coisas são assim:

Energia Fotovoltaica
Geral: Durante o último mês, 163% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos, a produção doméstica destes foi de 498,0 kWh,  o que permitiu abastecer todos os seus consumos, os pequenos electrodomésticos, o frigorífico e ainda o congelador do vizinho .

Energia Eólica
Geral: Durante a último mês o vento permitiu gerar, em média, electricidade suficiente para abastecer 155 000 habitações, graças à produção de todos os parques eólicos em funcionamento na região de Lisboa, o que permitiu o abastecimento de 14 % das habitações de Lisboa.

Energia Solar Térmica
Geral: Uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 87% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior, o que permitiu a uma família poupar, por exemplo, 15,35 m3 de gás natural, durante o último mês.

domingo, Junho 29, 2014

Envia-me o meu estimado amigo João Freire uma notável reflexão/estudo sobre a frente ribeirinha, onde levanta uma série de questão, algumas do meu acordo, outras da minha discussão que jugo que deveria ter a maior divulgação e ser merecedor de debate e acção.
Pode-se ler aqui:http://www.aideialivre.blogspot.pt/
Recém-regressado (uma semana fora deste mundo e já nos sentimos da es
tratosfera!, ) e com as edições a ferver tenho descurado esta Lisboa, mas não a esqueço, caía o Carmo e a Trindade, que não seja amanhã a véspera!!!
Haja sal!

CML - Câmara Municipal de... Lagos

No que toca à limpeza e higiene urbanas, Lagos bate aos pontos Lisboa. 
Saltam à vista a enorme quantidade de ecopontos (com intervalos inferiores a 200m e amiúde esvaziados), de caixotes de lixo (raramente a transbordar) e o varrimento das ruas (por equipas incansáveis). 
A limpeza e corte da relva dos jardins públicos (e da erva dos baldios) e o desentupimento atempado das sarjetas (antes! das chuvas) também estão a crédito da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia.

quarta-feira, Junho 18, 2014

RESERVATÓRIO DA PATRIARCAL EM RISCO



«...Pensámos que o assunto tivesse então sido arquivado mas, há 2 semanas, fomos surpreendidos pela realização de SONDAGENS técnicas em 3 pontos diferentes em redor do jardim do Príncipe Real.

Depois de consultarmos a Direcção Geral do Património Cultural (instância que tutela o património classificado), ficámos estupefactos: trata-se da CONSTRUÇÃO futura de um parque de estacionamento subterrâneo! Ao qual a DGPC deu parecer negativo!!

E o projecto é ainda PIOR que o de 2001 – 4 caves, elevador à superfície, rampas de acesso, construção a 1 metro das galerias do Aqueduto das Águas Livres – o que acarretará efeitos colaterais irreversíveis e imprevisíveis.

Não menos importante será o problema de trazer ainda mais tráfego para a zona, já de si saturada. A promessa de alguns lugares de estacionamento para os moradores não deve iludir-nos, pois isso não resolverá o problema, tal como o parque da Praça Camões não o fez.

Uma melhor mobilidade não se consegue com a vinda de mais carros, mas com transportes públicos, de que aliás a zona já está bem servida: o metro no Rato e no Chiado, além dos autocarros e dos parques nas imediações, dão acesso fácil aos forasteiros. O regresso do eléctrico 24, sim, será sempre uma mais-valia em termos de mobilidade do século XXI.

Por isso, lançámos uma petição «Contra a Construção do Parque de Estacionamento Subterrâneo na Praça do Príncipe Real», disponível em http://amigosprincipereal.blogspot.pt.

Não nos iremos calar enquanto não arquivarem DEFINITIVAMENTE todo e qualquer projecto de estacionamento subterrâneo no Príncipe Real. Esteja atento a mais iniciativas neste âmbito, muito em breve. Obrigado....»

Pois mais uma salganhada, se não lhe pusermos cobro:
Venho informar  da petição «Contra a Construção de Parque de Estacionamento Subterrâneo na Praça do Príncipe Real» (http://www.gopetition.com/petitions/peti%C3%A7%C3%A3o-contra-a-constru%C3%A7%C3%A3o-do-parque-de-estacionamento-subterr%C3%A2neo-na-pra%C3%A7a-do-pr%C3%ADncipe-real.html),da autoria do Grupo de Amigos do Príncipe Real (http://amigosprincipereal.blogspot.com), que merece o meu total, total apoio!
Longe vão os tempos em que, com Agostinho, partilhávamos aqui fins de tarde.

 Hoje cidadania só a nossa!

terça-feira, Junho 17, 2014

O país continua a perder-se no "agujero".
Os jornais, cada vez piores e optando pelas piores receitas, que é o despedimento de quadros importantes, transformam-se em miseráveis folhas de couve, nas mãos dos angolanos e dos seus agentes ( há um que regularmente faz com 1ª página uma entrevista a um dos seus donos! inacreditável!*)
Hoje comprei um, metade é futebol, a outra está escrita com os pés, o jornal Publico despediu os jornalistas quase todos e é feito por estagiários, (recentemente até chamei a atenção do Nuno Pacheco para um título de 1ª página que mencionava uma inexistência, uma entrevista de Will Patterson!), pois os jornais já não dão notícias, temos que procurar no on-line, regional e internacional e o que é importante e noticia nacional, que não o bolsar desta gentalha para o ar!
Pois e no meio de tudo isso só hoje, só hoje dei conta que mais uma vez a CML vai alugar espaço público a um qualquer magnate para vender os seus produtos. Não há paciência e só merece a minha maior censura e desprezo esta atitude de alugar a Av. da Liberdade para vender hortaliças.
Acho inacreditável que depois de a sociedade civil, depois de comerciantes e cidadãos da zona, mas também seja quem for que tenha um emblema de cidadania, termos protestado (já não há Zé nenhum para colocar uma providência cautelar, senão é que eram elas!) se repita o evento, onde só ganha o tal magnate (que deve pagar umas campanhas eleitorais, está no olho!) e onde todos, os cidadãos que amamos Lisboa e Lisboa, perdemos.
Sossego, qualidade, e respiração.
A Av. da Liberdade não é um mercado.
O Passeio Público tem memória e continuidade.
Fora com os vendilhões do templo!
*
Então não é que leio nesse tal, do director adjunto:
"É preciso um jornalismo que se baseie na cidadania, seja independente e sustentado por valores que fujam ao mercado."
É que não se enxerga!  Mais uma entrevista para o mandarete do capital!