sábado, Outubro 18, 2014

Temos em Portugal excelentes festivais de cinema. Estive no CineEco, em Seia, este ano, e não perco uma semana de imersão no Doc Lisboa.
Fui durante anos crítico de cinema em vários jornais, já organizei festivais e fiz, também, filmes.
Ainda por vezes manejo a pena... e talvez para o ano volte a ter responsabilidades... na área.
Bom venho aqui para dizer que:
http://signos.blogspot.pt/search/label/Docs%20Lisboa,
aqui farei a crítica dos filmes que for vendo, e algumas observações sociais.
Alguns dos documentários são sobre Lisboa.
Desde logo ontem vi um:
com a sala cheia de grandes e pequenas personalidades.
Se quiserem a minha opinião,,, pois já está no blog, mencionado.

quarta-feira, Outubro 15, 2014

O Mediterrâneo está mais quente, a cerca de 25Cº.
Se continuar a aquecer teremos ciclones e tornados.
Mas assim, com o ar quente vindo de África que traz essa evaporação abundante, ao chocar com massas de ar mais frio temos as enxurradas e inundações...
As alterações climáticas articuladas com a morfologia de Lisboa e a deficiente ocupação do território, além de bueiros e esgotos entupidos..., são essas alterações que vão tornar mais frequente o inferno que parece se abate sobre nós.
Essas e a crescente betonização, articulada com uma estratégia errada para os espaços verdes da cidade, que não permite a infiltração das águas, que de qualquer modo, como diz e bem António Costa dar-nos-ão sempre problemas.
Temos que estar preparados e também informação para minizar os prejuízos devia ser preparada e disponibilizada pela CML...!
Mas a protecção civil e os espaços verdes estão nas mãos de quem sabemos...

terça-feira, Outubro 14, 2014


terça-feira, Outubro 07, 2014

sexta-feira, Outubro 03, 2014

Num momento em que o solar, fotovoltaico, contribue com regularidade constante com mais de 1% da produção de electricidade, neste momento 1,3%, perspectivando com o desenvolvimento da tecnologia um horizonte de afirmação certa é com prazer que como habitualmente transmito os dados que gentilmente me são enviados pela APREN, no que respeita a produção renovável no distrito de Lisboa:

Carregue no boneco para aumentar, e aqui com discriminação:

Energia Fotovoltaica
Geral: Durante o último mês, 123% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
 Detalhe: A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 375,1 kWh , o que permitiu abastecer todos os seus consumos, a iluminação e os equipamentos audiovisuais do vizinho .

Energia Eólica
Geral: Durante a último mês o vento permitiu gerar, em média, electricidade suficiente para abastecer 121 000 habitações , graças à produção de todos os parques eólicos em funcionamento na região de Lisboa.
Detalhe: A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 11 % das habitações de Lisboa.

Energia Solar Térmica
Geral: Uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 73% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior.
Detalhe: O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 12,82 m3 de gás natural, durante o último mês.


quarta-feira, Outubro 01, 2014

Situações como as que vemos neste excelente blog:
http://www.copenhagenize.com/2014/09/the-arrogance-of-space-paris-calgary.html,
são infelizmente regra.
A ditadura do automóvel é, por vezes, insidiosa e pode ser preciso este abanão para a percebermos.
Em Lisboa temos, todavia, conseguido reduzir um pouco esta mancha enorme, mas é preciso mais, muito mais.
A introdução de portejamento nas entradas de Lisboa, como já temos nas pontes, e seria fácil nas autoestradas de acesso, pelo menos, articulada, desde logo com novas ligaçoes de transportes públicos e mais corredores de alternativos, bicas e outros, seria uma boa solução, veja-se o caso de Londres.
Uma mais eficaz política de distribuição também seria conveniente (pelo menos a adequada implementação da existente!), além de uma maior formação dos emels, que continuam na pedra lascada.

segunda-feira, Setembro 29, 2014


Vejo com alguma preocupação o futuro da gestão da C.M.L.
Não tanto por, mais cedo ou mais tarde, António Costa deixar de ocupar a presidência, encontro que é normal, embora preferisse que o fizesse só para a Primavera próxima e entretanto fosse clarificando as competências, mas porque tenho constatado, que salvo alguns pesos pesados, como o Arq. Salgado, e até a espessura do vice e algum outro já com traquejo, estão pelas vereações um bando de garotos, como o que hoje dá uma entrevista ao Público, ou artistas desempregados (aquele inenarrável da Protecção Civil) e pouco qualificados. A oposição também é muito, muito reles, do piorio.
Longe vão os tempos em que havia espessura e capacidade profissional e política na vereação da C.M.L., hoje vai de mau a piau.
Por isso deixa-me preocupado, até por muito desleixo já evidente pela cidade ( o tal Zé, que ninguém reforma, também tem responsabilidade!) o mau trato das ruas e espaços públicos, o lamentável estado do patrimonio, as aldrabices que continuam a pulular por serviços e servicinhos, e o que começa a ser evidente, a falta de um projecto, de um projecto que estruture uma qualquer acupunctura da, na cidade.
Hoje a cidade parece que vive por si, sem que haja dela cuidadores, lógica ou programa(ção).
António Costa, entretido a tomar conta do país tem desleixado a cidade e nela só tem boys e girls a tomarem conta.
A alternativa no país pode não o ser ( continuar!) na cidade....

quarta-feira, Setembro 24, 2014

Amanhã, a partir das 9 horas:
para saber o estado do sector das renováveis e as suas mais valias, em diversas áreas da nossa economia e sociedade.

terça-feira, Setembro 23, 2014

Não sei quem é o responsável pela Protecção Civil de Lisboa, mas só posso ficar estupefacto quando leio:
#O vereador da Proteção Civil na Câmara de Lisboa negou hoje ter acusado o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) ou a Proteção Civil pelos danos causados pela chuva de segunda-feira, afirmando que deram uma “resposta notável”.#
 Ontem disse exactamente o oposto!
Mas a  sua imbecilidade não vem de nos querer passar um atestado. Vem pelo facto de o seu cargo ser só uma vaidade. Não há, não há Protecção Civil nenhuma na cidade de Lisboa.
Viu-se o que se viu com uma chuvazita de 20 minutos. Se fora uma noite inteira é que ia ser o bonito. Nem falo do miserável estado das sarjetas, nem falo das obras que por aqui e ali proliferam impedindo acessos e funcionalidades. Falo de só haver um sistema de contenção(?) e salvados(?) mas nada estar previsto com antecedência e com carácter preventivo, nem sequer haver uma pedagogia cidadã para preparar a cidade para uma chuvita!.
Recordo que quando alertei a Vereação para a questão da sismicidade, ter obtido um encolher de ombros e uma resposta chapa 5 para a prevenção. Népia.
E apesar de tudo o Manuel Brito era uma pessoa capaz, mas limitado pela burocracia camarária e o deixa andar.
Este vereador, que desconheço mas é certamente mais um boy, é um irresponsável, e devo dizer pelo nível de respostas que, leio, deu hoje na Assembleia Municipal (essa inutilidade!), um imbecil.
António Eloy, com todas as letras!


segunda-feira, Setembro 22, 2014

Metendo água...

Caleiras de águas pluviais tapadas com cimento.
A foto de cima é da Praça da Figueira. A do meio é da esquina da 5 de Outubro com a Júlio Dinis. A de baixo é das Portas de Santo Antão (a única que não é actual).

sábado, Setembro 20, 2014

Encontrei hoje este simpático livrinho que nos conta e mostra algumas, uma parte infima, das nossas desgraças.
Da nossa incúria, desprezo pelo património que constitui o nosso país, a sua sociedade, história e cultura.
As ruínas em que vamos deixando o nosso património.
O Estado, seja o poder central, sejam as autarquias são, do meu ponto de vista os principais responsáveis pelo abandono e deixa andar em que o nosso passado construído se vai convertendo.

Não há uma política, não há capacidade quando há legislação, não há dinheiro quando há vontade, não há protecção da memória em nenhum dos casos.

Este livro podia ser só sobre Lisboa, onde temos meia dúzia de casos aqui documentados.
Um passeio por Lisboa dar-nos-ia mais de 60! Muito mais.
Lisboa, como o país está em ruínas.
Recomendo este para percebermos melhor:

sexta-feira, Setembro 19, 2014

É mesmo muito importante, sim:


Em Lisboa, mais de 80% das crianças vítimas de atropelamento foram colhidas a menos de 500 metros da escola. 1 em cada 3 vítimas estava a atravessar na zebra, ou com o sinal verde para peões, ou nem sequer estava na faixa de rodagem. Como resolver este problema? “Fechar” as crianças em casa e nos carros dos pais não é solução. Conheça o estudo do desenvolvido para a CML pela Associação Portuguesa para a Promoção da Segurança Infantil. Publicado hoje. Aqui: http://www.cm-lisboa.pt/fileadmin/VIVER/Mobilidade/Modos_Suaves/Acessibilidade_Pedonal/Documentos/Estudos_e_Projetos/Estudo_Segurança_Rodoviaria_Escolas_1o_Ciclo.pdf

quarta-feira, Setembro 17, 2014

Hoje o usufruto dos jardins deve ser radicalmente alterado.
Em Londres, recentemente, e em Washington há mais tempo, e aí pela primeira vez, mas sei que é prática usual por todo o mundo, os jardins são espaços, também de agro-cultura, de produção de verdes e têm grupos deles zeladores, deles responsáveis, escolas ou grupos de moradores.
Os jardins podem e devem ser espaços de produção de alimento e de ervas aromáticas, e nesses ser recuperada alguma ruralidade que da cidade se distancia.
Ainda tentei e cheguei a ter reuniões de trabalho ( na C.M.L.) com uma entidade que trabalha hortas horizontais e que incentiva plantações em espaços públicos, mas também dá apoio a produções de varanda ou terraço.
Na C.M.L. infelizmente há quem em palavras seja admirador de Gonçalo Ribeiro Telles mas na prática renegue ou ignore os seus contributos e os da sua escola.
Aqui dessa onde Gonçalo deixou marca e seguidores um encontro que se anuncia de muito interesse...
os jardins são espaços sociais e culturais!

segunda-feira, Setembro 15, 2014

Força de hábito pedi um pastel, aliás 2, de nata.
O simpático empregado corrigiu. aqui não há, só pasteis de belém.
Únicos:
num tempo chuvoso, entre duas cargas de água, o passar da tarde, um chá e dois pastéis (de belém), para a mesa do canto.


sexta-feira, Setembro 12, 2014

Talvez esta seja a fisioterapia ( Helena Roseta gosta mais de lhe chamar  acupunctura) de que Lisboa precisa, ou também precisa:
colmeias, isso mesmo. Nos telhados, eventualmente também ajardinados, colmeias e apicultores.
Cria-se emprego, gera-se riqueza e combate-se a poluição, além de fertilizar os nossos jardins.
E não me venham com conversa que não é possível, faz-me lembrar o Abecassis quando me dizia que não era possível separar o lixo em Lisboa ou o Zé quando dizia qualquer coisa.
Em Paris, sim em Paris isso faz-se.
Aqui:http://www.terraeco.net/Et-si-l-avenir-des-abeilles-etait,56385.html
pois é. É mesmo verdade, verdadinha. Mel e do bom!