quarta-feira, julho 01, 2015

É amanhã, na Sociedade de Geografia:



segunda-feira, junho 29, 2015

Uma capa notável e um excelente dossier sobre eco-cidades:

terça-feira, junho 23, 2015

Estamos aqui:

nesta fabulosa fotografia da NASA de 2012. Vê-se um olho de furacão!

segunda-feira, junho 22, 2015

É um dos meus temas, que infelizmente é pouco acarinhado:


sábado, junho 20, 2015

Independentemente da minha recomendação global, este documento papal tem curiosas e interessantes reflexões sobre as cidades.
Um Laudato Si, a ler com toda a atenção!

quinta-feira, junho 18, 2015

Apareça e divulgue!


Aqui, só para lembrete, aprofundo ou desenvolvo com um toque mais pessoal, se tal fora possível, alguns dos temas que trago aqui ao Carmo e à Trindade...
http://signos.blogspot.pt/search/label/leituras
esta posta com esta ilustração:
com dicas, úteis, para a melhor leitura...

quarta-feira, junho 17, 2015

A rua onde moro é muito larga e comprida. A meio na placa central grandes árvores sombreiam os passeios.
Recordo de na escola primária ter começado assim uma redacção premiada.
As ruas são artérias das cidades, que se constróiem com outros elementos que João Seixas nos evoca, neste livrinho, recompilação de pequenos textos publicados ao longo de alguns anos, sobretudo no Público.
# Em Todas as Ruas#, ver posta anterior é um livro simpático, mesmo para os que já conhecíamos as suas peças, bem organizado, os bonecos são uma mais valia, e nele reencontramos excelentes momentos de, a fazer cidade.
esta rua na Mouraria, que é tema de alguns dos textos, espelha bem o que é.
Lisboa são muitos tempos que se acumulam no tempo, é muita invenção sobre o real, também ele talvez inventado.
A nossa História é também a do linho, da estopa e do canhamo, e depois também do algodão e da seda. Que também fizeram as nossas ruas...e os que nela passamos.


segunda-feira, junho 15, 2015

Todos os dias há acontecimentos. Faz lembrar uma estória contada por Bakunine, que penso plagiou Shakespeare, e por todo o lado todo o mundo e ninguém, eventos com e sem significado, e o que resta é o que fica.
Este será um dos que será saboroso, independentemente do que resultar...
os intervenientes são de qualidade e o local é magnífico.
Tentarei estar neste! e na hora do "crime".

Post Scriptum
Por vezes os nossos mots d'esprit são mal interpretados.
Mesmo quando são pacíficos ( execráveis são os que deveriam levar à demissão na hora dos putativos pré-vereadores de Madrid!).
Tinha tentado fazer de Mia Couto e inventar uma palavra, já inventada e por isso coloquei-lhe aspas ("magnicidio"), no sentido de contrair a magnificência do local com a oratória dos ilustres.
Duas pessoas chamaram-me a atenção para o nonsense do jeu de mots ( isto está hoje cheio de coltura!!!), hombre), pois a palavra já está consagrada, in the crime scene.
Pretexto então para esta wunderbar prosa!!!

domingo, junho 14, 2015

Um cartaz muito bonito. Uma marcha que merece o meu empenho!


Na Fabrica do Braço de Prata, que festejou dia 13 o seu 8º  aniversário:
na reserva de natureza Faia Brava, privada e gerida pela Associação Transumância e Natureza que este fim de semana festejou o seu 15ª ano de vida:
mas também um rio vivo:


terça-feira, junho 09, 2015

É já logo à tarde. João Seixas tem sido um dos "analisadores" da urbe e também sobre Lisboa tem estabelecido teoria que tem sido base para acções.
A compilação e mais é, certamente, uma mais valia para os neurónios.
Em breve um lançamento na Casa do Alentejo!

segunda-feira, junho 08, 2015

Independentemente de gostos, aqui uma excelente notícia sobre Lisboa...
http://elviajero.elpais.com/elviajero/2015/06/05/actualidad/1433502871_057157.html


Celebraram-se em Candeleda as VIII jornadas por um Tejo Vivo.
Quem quiser pode pedir-me o comunicado final, aqui trago uma parte que tem mais a ver connosco e o nosso activismo social

Nota de Prensa
(...)
·       Se evidencia la lamentable gestión del Tajo extremeño, en manos de las hidroeléctricas, genera impactos importantes con alteraciones graves en el régimen de caudales. Los desembalses desde los embalses hidroeléctricos de Extremadura responden a los intereses económicos de las empresas hidroeléctricas, y no a garantizar un régimen de caudales ambientales en el Tajo portugués. En este sentido desde la Red del Tajo colectivos portugueses y españoles demandan la revisión del Convenio de Albufeira de manera que el régimen de desembalses semanales y trimestrales que España debe cumplir facilite el establecimiento de regímenes de caudales ecológicos en el tramo portugués del río.
(...)
Falou-se de outros temas que tem que ver com o nosso Tejo, aqui, a destruição das margens, o funcionamento das nossas barragens, a poluição em tantos pontos, as centrais nucleares, a redução dos caudais.
Foram dias intensos:
 
 

quarta-feira, junho 03, 2015

Amanhã dia 4 de junho das 17.30 ás 20 estarei na
Feira do Livro, em Lisboa.

Desta vez no stand da Colibri, para conversas um chá e assinar este
meu último livro nesta editora, assim como os 6 anteriores, também da
Colibri.
E talvez falar de ecologia, política e dos próximos.
Apareçam.

António Eloy

terça-feira, junho 02, 2015

Enquanto em Lisboa temos a notável exposição, na Cordoaria, de Sebastião Salgado
com exemplos fantásticos de arquitectura,
em Madrid, no Museo Cerralbo, temos Alberto  Korda, até 6 de Setembro, retratos de mulheres a branco e preto
a vida não é só retratos, também temos, infelizmente muitos, muitos cromos...


Em breve comentarei os programas eleitorais dos partidos sobre energia e talvez ambiente. Desde já há coisas boas e o piorio, nos que conheço...
Aqui a informação habitual sobre a produção de energias renováveis na área de Lisboa (gostava todavia de saber porque raio se continua a usar o distrito, unidade administrativa de nula existência e ainda menor utilidade...!)
 a produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 530,8 kWh, o que permitiu abastecer todos os seus consumos, os electrodomésticos da cozinha, a iluminação e os equipamentos de climatização do vizinho. 
e o aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 16,21 m3 de gás natural, durante o último mês.  
e ainda a electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 23 % das habitações de Lisboa.
As informações são da APREN. 
Caso tenha alguma questão pode verificar os valores no site http://energizair.apren.pt/ , ou colocar dúvidas através do e-mail dep.tecnico@apren.pt , ou do telefone 213 151 621. 

domingo, maio 31, 2015

sexta-feira, maio 29, 2015