domingo, abril 22, 2018

Dia 4 de Maio, para as agendas!!!!

A viagem do espírito sobre a matéria e a sua compreensão no e do tempo, passa por mundos de vários  momentos, e muitos desta nossa Finisterra, também.
As paisagens e Lisboa entre elas, a polis, a civitas e as suas energias estão como não podia deixar de ser também aqui presentes.
Para todos e todas....

sábado, abril 21, 2018

Leitura de fim de semana. Um livro notável, odiado por todos os fanatismos....
Politicamente incorrecto, denuncia de todas as formas de censura, e de pensamento único.
Muñoz Molina escreve hoje mais um texto lindo sobre a nossa Lisboa, triste e alegre...
https://elpais.com/cultura/2018/04/17/babelia/1523984712_473283.html

quinta-feira, abril 19, 2018

Na sequência do anterior...
vivemos a pensar que somos autónomos, mas de facto somos automáticos, dos poderes e das mentiras que se espalham por todo o digital, sem que as possamos ou sequer queiramos controlá-las.
Mas enquanto houver alguém que resiste....

quarta-feira, abril 18, 2018

Não percebo a razão, e a história vai longa, Relvas, Socrates, Feliciano, e também em Espanha, Cifuentes e outros, mas por todo o mundo, falsificações de cursos e de teses, fraudes com vista a ter um dr. ou eng. sem qualquer justificação e com enorme despautério.
Passei por situações similares, e inversas, quando li e tenho-o comigo, um livro tese de mestrado de uma senhora que é cópia ipsis verbis de um velho livro meu, ou a estórias que passei na Lusófona, ainda antes do tal Relvas, e que já contei algumas.
Costumo passar por entre as gotas, com o meu mestrado, de facto só pós graduação embora além do acima referido tenha publicado dois livros de teses, em sociologia e economia de energia, não defendidas desde logo, e nem uso o título...
Mas esta gentalha é uma vergonheira...

terça-feira, abril 17, 2018

O autor, também esteve connosco na formação do Movimento Alfacinha e no início do MPT, que rápidamente degenerou, levando ao afastamento de todos, quase todos os fundadores e todos os históricos.
Este livro Intervindo na Paisagem é também sobre Lisboa e o resto...
Embora com algumas repetições tem lições de enorme qualidade e sapiência, além de fortes e contundentes críticas políticas.
Um mestre e amigo, ainda tenho presente, (além claro deste lançamento no Salão Nobre de Agronomia a semana passada e o carinho deste), o desfile, que com os seus jovens 80 anos  ele protagonizou carregando uma faixa do MIA, além de todas as boas e tantas memórias que nos unem.
Obrigado por tudo Fernando.

segunda-feira, abril 16, 2018

Realizou-se sábado em Lisboa uma grande manifestação contra a prospecção e exploração de petróleo.
É curiosa a desinformação que o nosso miserável jornalismo, não que não tenhamos muitos e bons mas infelizmente dominados por editores ao seviço e sem cabeça ( a história do complot da cave é do mais ridiculo que já vi!) que nesse próprio dia, sem a mínima investigação ( ficou na tal cave!) deram como boa uma informação das multinacionais ( bastava perguntar, como o sabem se não fizeram ... prospecções...) sobre milhões de barris supostos nas nossas águas.
Não há e o custo da extracção será, seria tão enorme que não o justificaria ( a extracção). Estas empresas só funcionam para o mercado financeiro, bolsista, e para dar cabo do ambiente, que não lhes custa nada...
Aqui, uma boa notícia:
http://www.caneurope.org/fossil-fuel-subsidies-awards
esta, verdadeira, não passou nos tais média. Pois são propriedade das empresas poluidoras, em muitos casos....

quarta-feira, abril 11, 2018

Ordália: também conhecida como juízo de Deus (judicium Dei, em latim), é um tipo de prova judiciária usado para determinar a culpa ou a inocência do acusado por meio da participação de elementos da natureza e cujo resultado é interpretado como um juízo divino.
Mas continua nos nossos dias, disfarçada e com outros deuses, a intolerância, o racismo, o sexismo, o populismo, o totalitarismo, o nacionalismo.
Este livro é uma estória dessas, através destas.
Excelente!
 

terça-feira, abril 10, 2018

Vivemos tempos agitados. O capital financeiro e parasiyário tomou conta da economia e estamos no tempo de investimentos virtuais, de especulação bolsista, de matreirices para tapar os buracos e fugas da bandidagem e corruptos, salgados ou não, que controlam estas estruturas de capitais.
E temos que continuar a agir em vários tabuleiros, na pressão, na agitação, no dialogo e no confronto, não desdenhando nenhuma frente e tirando o máximo proveito de todos.
Usando o poder que elegemos, municípios, parlamento e pressionando os que não elegemos (pelo menos directamente) governo, empresas, e até estruturas do Estado, com níveis de responsabilidade claros.
No próximo Sábado temos acção, de e na rua.
Mas que vai paralela a acção judicial, e pressão junto dos eleitos locais.
O petróleo, e outros fósseis fazem parte de um tempo que não pode continuar, ou não teremos tempo para gozar a vida com sustentabilidade. Nem tempo nem tempo que é uma palavra que tem duplo significado, os dois que se continuam.
Vamos dar voz, a nossa voz a este tempo, para parar as petrolíferas, para salvar o tempo, das alterações climáticas e desenvolver um novo paradigma energético.

segunda-feira, abril 09, 2018

É em Portugal que este toiro Osborne, também marca a paisagem:
e
mas outros marcam a paisagem....

talvez o pai destes...
numas terras onde se recupera o património...
os antigos pombais...
a aldeia Uva! e Projectos da Palombar.




Espero, talvez com a reintrodução de charettes em Lisboa possamos em breve falar destes espectaculares animais:
entretanto apoiem a https://www.aepga.pt
Numa visita ao norte, estive nas termas de Longroiva e do Vimioso, e espero em breve ter novidades das Alcaçarias...
e visitei um espaço de que me orgulho...
e aqui, um excelente museu, onde podia estar....

 por terras onde cruzamos...
ou aqui...
umas fantásticas mirandesas...


sexta-feira, abril 06, 2018

Questões de género, raça e formas erradas de as tratar.
Aqui:



são mulheres,  e não ouço, nem vejo nenhuma manifestação feminista em seu apoio por tal....
O género não é sexo, assim como a raça não é cor ao contrario de que as, os defensores do feminismo radical e do black power entendem,
há  mulheres homens e racistas pretos (ou chinos ou indianos, etc), e homens feministas e brancos anti-racistas.
Não são as quotas que vão alterar o paradigma das desigualdades que tem que ver com a formação, educação e também ideologia.
Não fazem sentido sem dar atenção ao que é básico, uma formação que sustente as ideias liberais e que procure dar sentido filosófico às diferenças e à igualdade de acesso e de direitos.
Ontem com muitos exemplos foi tema de um prolongado almoço... 
Depois, ponham na agenda, dia 4 de Maio, na Palavra de Viajante, rua S. Bento... mais uma!

quarta-feira, abril 04, 2018

Hoje dia em que passaram 50 anos do assassínio de um dos homens mais importantes da História, Martin Luther King Jr. dei andamento a dois livros, um dos quais com lançamento para fim de Abril ou inicio de Maio. O outro lá para Julho.
Um dia activo de reuniões...
Leio um livro, também, sobre cactos, uma das minhas plantas favoritas...

este escritor holandês e um pouco ibérico escreve com agilidade e escorreitamente sobre estes e o resto, um diário.
Lembro, há muito que não os visito, os fantásticos da Tapada da Ajuda. Lembro muitos outros e os meus que convivem com 3 ou 4 plantas no meu quintal.
São resistentes os cactos!!!!

terça-feira, abril 03, 2018

Foi um mês de Março a bombar. A produção de renováveis bateu records.

  1. As centrais hídricas e eólicas foram responsáveis por 55% e 42% das necessidades de consumo, respectivamente; 
  1. O consumo registou um mínimo de 86%, ocorrido no dia 7 de Março, e um máximo de 143%, no dia 11 de Março;
  1. Foi evitada a emissão de 1,8 milhões de toneladas de CO2, o que se reflectiu na poupança de 21 milhões de euros na aquisição de licenças de emissão;
  1. Esta elevada penetração renovável teve uma influência positiva no abaixamento do preço médio do mercado diário MIBEL, que foi de 39,75 €/MWh, que representa um ganho de 4,2€/MWh face ao mês homólogo de 2017 (43,94 €/MWh) quando as renováveis representaram 62 % do consumo;
Ou seja temos possibilidade e capacidade, com novos desenvolvimentos, nomeadamente na área do solar de sermos electricamente autónomos em energias só renováveis. E exportar!
Em Lisboa (distrito)

os números, também, não enganam:

Energia Fotovoltaica
A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 358,4 kWh, o que permitiu abastecer todos os seus consumos e a iluminação do vizinho.

Energia Solar Térmica
O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 9,66 m3 de gás natural, durante o último mês.

Energia Eólica
A produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 42 % das habitações de Lisboa. 

Estamos a entrar num novo paradigma energético!!!! 

sábado, março 31, 2018

Boas e más notícias...

Foi recentemente condenada num tribunal alemão a RWE (multinacional energética alemã) pela sua responsabilidade nos degelos dos glaciares da cordilheira Branca, no Perú, estimada em 0,5% das emissões globais desde o começo da industrialização.
Passou despercebida esta condenação e a invocação que a responsabilidade de tal, por essa multinacional, foi de que não deveriam ser eles os únicos a pagar pelos danos ao planeta.
Não invocaram mas o fazemos nós os 25% de emissões contaminantes que, em Espanha 10 empresas, entre as quais a nossa EDP, mas sobretudo a Endesa e a Iberdrola, que se promove em Portugal como empresa “limpa” e produtora de renováveis, que certamente provocam estragos consideráveis, entre eles os que ocasionam os terríficos fogos que nos assolaram e continuarão a assolar-nos.
Agora que os nossos governantes tão devotamente se armam em limpadores de florestas melhor seria que equacionassem a transição energética e apontassem o dedo ás empresas responsáveis pelas alterações climáticas.
Vimos também informar que a ERSE está a fugir, ou infringir as responsabilidades que lhe são cometidas por lei, que é divulgar os dados da produção das diferentes companhias que operam em Portugal.
A ERSE, neste momento em que essas empresas (a Iberdrola tem 42% da nuclear em Espanha e várias centrais térmicas) se promovem ( duvidando nós seriamente da veracidade dessa informação o que desde logo deveria ser alvo de um processo por publicidade mentirosa) como vendendo só, só energia verde e renovável,
pois a ERSE informa que por  opção sua, decidiu suspender a divulgação do mix energético de cada operador ( comercializador) por tempo indeterminado.
Gato escondido com rabo de fora apetece dizer face a esta situação.
A nuclear e as fósseis não são obviamente renováveis e face à baixa até ao inicio deste mês da produção hídrica não é plausível  que os anúncios e a informação pública da Iberdrola sejam verídicas  e de todo o modo, face a esta decisão arbitrária da ERSE e inexplicável, pelo menos não são verificáveis.
Como se diz da mulher de César....


Apesar da autoria ser do Cerejo vale a pena ler e meditar sobre artigos do Público de hoje.
A Câmara está ao deus dará, ao melhor ao que o Salgado, ai.ai.ai, quiser.
Não há presidente, não há oposição, não há ninguém que levante a voz. Uns estão em Bruxelas, outros estão no bolso e outros têm ideias ainda piores e passados inventados em forma curricular.
Lisboa está a saque, não há ideias, não há projectos, não há lógicas de cidadania ou de fazer cidade.
E depois é isto. O Cerejo deveria aprofundar outros contratos, outros riscos....
Mas, vai cair tudo em saco roto.
Até que alguém dê uma varridela, ou para debaixo da mesa, ou mesmo para abrir janelas e futuro.
Vamos ver...

sexta-feira, março 30, 2018

Perco-me neste fantástico livro/enciclopédia do conhecimento e da produção teórica sobre o clima, o petróleo, a economia e o ambiente.
um registo minucioso e anotado de toda a produção teorica feita em torno destes temas, ou de quase toda.
Uma enciclopédia de informação e de descobertas nesta área.

quinta-feira, março 29, 2018

Este é um livro imprescindível para quem trabalhou, trabalha ou aspira a trabalhar nalgum museu, para quem gosta de museus ou de colecções, normalmente nestes.
é uma narrativa, logo invenção, logo realidade, que nos conta o passado, nos reflecte o presente e nos aspira o futuro. "Do passado só sobram pó e pedras. As recordações não são senão resíduos, quanto mais preciosos mais falsos" diz-nos o autor.