quarta-feira, outubro 18, 2017

Bastou o sr. Presidente da Republica (bem haja!) falar para a inqualificável ministra se demitir, como estava escrito nas estrelas só que ela só pensava nas férias...quando olhava o céu cheio de chamas...

Hoje aqui pico uma parte de um artigo de Manuel Alegre, com que não posso estar mais de acordo:
" Não se ouviu como se devia ter ouvido o arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles. É certo que por vezes protestei, mesmo contra o meu próprio partido. Mas não foi suficiente. Não consigo calar-me e sinto-me culpado. Já disse que não sou um especialista. Mas acho que os meios de combate aos incêndios devem passar para o Estado. Os meios aéreos para a Força Aérea Portuguesa. E é óbvio que se torna urgente a criação de um corpo nacional de bombeiros profissionais organizado segundo normas e regras de tipo militar, como de certo modo já acontece em Espanha. "
Sublinhados meus!

segunda-feira, outubro 16, 2017

Na Galiza uma enorme produção de quadros, boneco, desenhos domina  o espaço mediático.
Entre nós temos os palhaços habituais, os políticos de pacotilha e os jornalistas que não sabem fazer perguntas, e salvo um ou outro comentador ilustrado vemos o bolsar em abundância.
O mito do incendiário continua a dominar à trela de uma comunicação social confusa que só pensa nos "shares" e nas audiências.
As verdadeiras causas (e não descarto, como ouvi o meu estimado amigo Eugénio Sequeira, que haja negligência e despautério social, como foguetes no sábado? só contado por você) o continuado desordenamento florestal, a  forma como se destrata o território e claro, mas falar de tal provoca ... vento... as alterações climáticas, onde o papel do homem é absoluto.
E é absolutamente evidente que a sra ministra já deveria estar de férias há muito, muito tempo.
Só lhe falta é um bocadinho, um bocadinho de nada, de vergonha.
Temos, ou melhor não temos qualquer, qualquer mesmo protecção civil, o que se vê é voluntarismo e diligência de bem intencionados e mal formados bombeiros e total incapacidade das estruturas locais da dita funcionar a sério.
Imaginem no caso de um acidente nuclear, em Almaraz , onde já esteve mais longe...
Ou, e a brincadeira recente mostra que o ridículo não mata, um tremor de terra...
Hoje choramos, os nossos mortos, mas também os nossos olhos choram a incapacidade (assumida!) da dita autoridade do Estado proteger a cidadania.


sexta-feira, outubro 13, 2017

Não posso de deixar de trazer aqui, sabendo que é tema de controvérsia, embora o orçamento participativo nacional tenha sido claro ao aprovar a proposta de incluir as corridas no património imaterial nacional, mas não posso deixar sem uma referência à espectacular, excepcional mesmo, corrida de  ontem, com o Campo Pequeno lotado, completamente, e talvez com imagens na RTP.
6 cavaleiros de uma nova geração, sem rodriguinhos e com corridas todas limpas deram uma lição de toureio, e os forcados estiveram a alto nível. E os toiros eram de qualidade.
Uma noite memorável!

quinta-feira, outubro 12, 2017

Nunca esquecerei o ar dos colegas da vereação da CML quando lhe fiz saber da inexistência de exercícios de sismicidade e, também, do facto da nossa cidade estar perto de uma falha que pode provocar outro "big one".
Certo que o Manuel Brito ainda tentou dar umas mas facto é que estamos, completamente, indefesos, e ( ao que me dizem...) com uma sumidade na Protecção Civil Municipal, que é o mesmo que nada.
Amanhã, consta, que vai haver uma simulação.
Não é assim que se faz, mas melhor que nada...
E, talvez para aquecer os motores, e chamar a atenção também para isto, que será base para mais uma intervenção no sábado...

http://elperiodicodelaenergia.com/panico-en-los-mercados-electricos-europeos-edf-anuncia-que-existe-riesgo-sismico-significativo-en-29-reactores-nucleares/

é que Almaraz está... aqui mesmo ao lado e ao contrário do que técnicos da nuclear disseram depois do acidente de Fukushima ( que já ultrapassa as centenas de mortos e muitos milhares de contaminados, claro não reconhecidos...) não é pondo boa cara e sorrindo que se evitam as radiações, como também deve pensar o nosso ministro do Ambiente.

terça-feira, outubro 10, 2017

Ainda a apreciar ( e a rir não fosse a tragédia que lhe vai por trás) a Republica mais rápida, a nascer e a morrer, do mundo, termino uma excelente leitura, que devia ser obrigatória para a nossa Protecção Civil (assim com as pastilhas de iodo):
o descrédito total da OMS, nas mãos das agências atómicas, e o questionar dos limites das radiações (quem decide?) e o ridículo de responsáveis virem, a rir-se na nossa cara, dizer que a boa disposição impede os raios ionizantes de nos atingir, como o número fantasmagórico, quando já passam as muitas dezenas de milhar de mortos, que a tal OMS atribui a Chernobyl (34!).
Esta comédia, onde temos estórias esquecidas como o bombardeamento nuclear de barcos de pesca, no quadro dos ensaios nucleares nos anos 50, e onde faltam os trabalhadores de Andujar ou os da Urgeiriça.
Lisboa continua desprotegida. Almaraz não está longe. Este Sábado vamos manifestar-nos, também contra isso:

segunda-feira, outubro 09, 2017


Sou sócio do IPP que estimo ser um grupo de especialistas categorizados na área da economia, na qual tem realizado e divulgado estudos e propostas de elevada qualidade.
Mas no melhor pano caí a nódoa.
E tenho que dizer que apesar de pensar que se começava pelo telhado, dado que para reformar o nosso sistema político e eleitoral se tem que começar pela base, o sistema das autarquia, por exemplo temos mais de 40.000 eleitos, que é sensivelmente o mesmo que Espanha (incluindo a Catalunha) tem, Temos 5 órgãos autárquicos, no mínimo se a autarquia só tiver uma freguesia... enquanto que  aqui ao lado.... basta 1. 
Apesar disso fui ao seminário que hoje com a colaboração do ICS organizámos.
Enfim ia-se discutir o sistema  político e eleitoral geral. Pensei que se iria ter em conta o excelente ensaio, como base, de Manuel Braga da Cruz, por exemplo.
Pois não, baseado nuns estudos académicos, generosamente pagos, penso eu com o meu dinheiro, foi apresentado pelos iminentes especialistas uma inutilidade, que em Itália elegeu a Cicciolina, e que por cá só serve para discussões académicas e evitar ou impedir que se discuta a verdadeira reforma do sistema. É que francamente estar a discutir o voto preferente numa folha do tamanho de 3 A4 só para perder o nosso tempo.
O IPP tem que arranjar melhor companhia nesta área, não estando em causa a qualidade dos académicos que versaram sobre o seu húmus.

domingo, outubro 08, 2017

Uma vergonha, que sendo Oeiras um dos concelhos com maior índice de educação, nos deve fazer pensar, nos conselhos de que o voto deveria ser só para aqueles com algum nível dessa ou de conhecimentos...
Aqui:
http://visao.sapo.pt/atualidade/entrevistas-visao/2017-10-08-Do-mesmo-modo-que-nao-queremos-os-bebados-a-conduzir-tambem-nao-queremos-os-ignorantes--a-votar
e aqui:
https://elpais.com/internacional/2017/10/06/mundo_global/1507303973_316697.html
é que o esgoto não faz selecção.

sexta-feira, outubro 06, 2017

Tenho andado cheio de agitação, por Lisboa pouco.
Hoje leio o que penso há muito: "As redes sociais substituiram o buraco da fechadura da casa de banho", a promiscuidade, a bandalheira, o arrivismo, a vaidade boçal, o exibicionismo, estão por aí.
Com total indigência. Dos dois lados.
E ainda, basta darem uma vista de olhos pelos comentários( dos jornais sobretudo) para verem que o nível intelectual deve rondar os 20 ou 30 Q.I. ou até menos, muito menos.

A seguir este drama aqui:http://signos.blogspot.pt/
onde há cultura, livros, e política, sobretudo contra o fanatismo, que também domina as redes.
O livro o Homem Nú explica tudo (até o poder do Putin/Trump e Assange por trás), está no blog acima mencionado.

E enviam-me hoje dum artigo de António Barreto, sobre as televisões ( outro buraco dos tais)
" 
É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática.A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno.
"

segunda-feira, outubro 02, 2017

No âmbito da colaboração entre a CML e o LNEG realizam-se ( quando? onde são anunciadas?) visitas guiadas à memória das águias mornas da nossa cidade.
Se alguém souber...

Li no fim de semana, interrompido só por uma ida ás urnas, viagem e um velório do pai de um querido amigo, este magnífico livro, entre o ensaio sociológico e a análise da paisagem e da sua ocupação.
as razões de opções, nefastas para o ambiente, as razões do abandono do território, articuladas com discursos ou falsos (o caso de Las Hurdes de Buñuel é fantástico), e também uma análise sobre as razões da nuclear, em Almaraz ou da mineração em Andujar, tudo isso e muito mais está presente neste livro culto.
Que lembra também o problema energético, seja pela conversa que tive ontem à tarde e que mostra o disparate e leviandade de todo este nacionalismo catalão ( o que vão fazer, como vão gerir e fiscalizar, às 3 centrais nucleares? ) seja pela crítica ponderada aos mitos que estão por trás desta praga.

Mas hoje trago aqui dados, habituais, e não passíveis de outra classificação. Dados são dados, resultados são resultados!!!
 A produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 522,3 kWh , o que permitiu abastecer todos os seus consumos, os electrodomésticos da cozinha, a iluminação e os equipamentos de climatização do vizinho.
E a produção de electricidade de origem eólica no mês passado permitiu abastecer 18 % das habitações de Lisboa.   
O aquecimento de águas a partir de painéis solares térmicos em Lisboa permitiu a uma família poupar, por exemplo, 14,84 m3 de gás natural, durante o último mês.
Estes os dados explicativos. 
Não é possível transformar o que é no que não é. Para bom entendedor...

sábado, setembro 30, 2017

Para ajudar a meditação uma fabulosa morcilla de lustre...
que ontem marchou em Zafra, e aqui na receita andaluza, de Encinasola:

Ingredientes

  • Clavo,
  • pimienta negra,
  • morcilla lustre,
  • Patas,
  • rebortillos y carnes de chivo,
  • ajo.
  • Laurel,
  • pimiento,
  • cebolla,
  • tomate,
  • aceite,
  • sal
  • Patatas,
  • vino blanco
  • perejil.

Preparación

Se sofríen todos los ingredientes junto con La carne, los rebortillos y patas, se le añade El vino blanco, las especias el laurel y el Perejil, después se le añade el agua y la morcilla Se deja cocer y se le añaden las patatas.
No Clientelismo apontámos uma série de constrangimentos democráticos nas nossas autarquias e desde logo no processo de eleições destas, além dos poderes e competências abstrusos dos vários orgãos destas.
Não abordámos mas a minha posição é claro, devia-se limitar a campanha eleitoral a uma semana, tornar mais expeditos os processos e reformar os tempos destes desde a apresentação das candidaturas ao voto.
Deveria também acabar-se os subsídios aos partidos, com base no número de eleitos, a não ser que se diminuissem drásticamente esses e também o número de eleitos. Era bom que em vez de alguns virem com ideias tolas sobre cortes abstrusos do orçamento autárquicos, com isto e aquilo, fizessem o que fazia parte de ADN de um Partido de que fiz parte no estrangeiro, o dinheiro a que tinha direito ia direito para organizações sociais e ambientais, o Partito Radicale.
E também suprimir o absurdo dia de "reflexão". Mas o que é que vamos reflectir?
Esta campanha, por todo o lado, não discutiu nada, ou muito pouco que tivesse a ver com as autarquias, nalguns concelhos há partidos que nem apresentam programa e outros que se copiam em 90% da lista de compras e iniciativas que irão realizar (e não se pense que estou a falar de concelhos abstractos, hoje passei, e demorei-me, por três e é exactamente isso que acontece). Programas nulos ou reduzidos a listas de supermercado. Ideias para a autarquia e para a política nada, ou mesmo nada.
Nas eleições anteriores, fora em Lisboa, fora em Barrancos apesar de tudo, e nalguns momentos tive ocasião de participar, e substancialmente nos programas, sabia em quem votar.
Não tinha, é certo desenvolvido e articulado pensamento sobre a lógica, função e competência das autarquias.
Hoje defendo a inutilidade da Assembleia de Freguesia e a eleição directa do executivo da Junta, na lógica e consoante o número de eleitores ( de 3 a 9) na lógica da eleição dos executivos camarários.
Simples, directo e funcional e milhares de candidatos menos, milhares de eleitos menos e milhares de senhas de presenças e prebendas menos.
Não irei votar para a Assembleia de Freguesia. Sou também contra a representação desta com voto na Assembleia Municipal. Votarei nulo.
No caso dos outros dois orgãos, também sou contra. Sou a favor de uma Assembleia Municipal mais pequena, consoante o munícipio (7 a 65) e a ser dessa que saia, em lógica de Assembleia, o Executivo, sendo o presidente sempre o 1º da lista mais votada, executivo de 3 a 11 elementos.
Mas, embora tenha havido propostas neste sentido os chamados partidos/dinossaurios não querem que se toque nos seus poderzinhos, que assim ficavam muito mais sujeitos a escrutínio, dado que estas Assembleias deveriam ter poderes e capacidades de fiscalização que hoje não existem nas A.M., que chegam a durar 10 mn em muitos locais, dez minutos para os galifões receberem as suas senhas, cheguei a assistir a algumas em que ainda alguns estavam a assinar e já tinha a mesma... acabado.
Hesito em votar só para o Executivo ou votar cruzado para permitir alguma fiscalização entre os orgãos, mas em qualquer circunstância contrariado.
Este sistema não é o meu sistema.
Nota
E acho esdrúxula a alteração legislativa que permite, sem avaliar as tenebrosas consequências, que funcionários autárquicos sejam candidatos e eleitos, esquecendo que continuarão sempre dependentes da hierarquia, ou agora ou no futuro....

sexta-feira, setembro 29, 2017

Tenho uma edição dos anos 70 em português, mas julgo que é um livro de alfarrabista.
É genial!
na desmontagem do discurso e em tornar evidente os objectivos ideológicos por detrás da "inocência".
Recordo por exemplo a quase inexistência de sexo (mulheres) e que todos são sobrinhos de alguém, mas não há relações lineares. O discurso dominante é o da acumulação e o trabalho é sempre achincalhado. O livro é uma delícia, agora que só se vê lixo nas livrarias que tal uma re-edição?
Hoje voltei a pensar nele ao ler este fantástico artigo:
https://elpais.com/cultura/2017/09/27/babelia/1506512874_380893.html?por=mosaico
de um dos autores do mesmo.

quinta-feira, setembro 28, 2017

Hoje pediram-me um comentário sobre Hugh Hefner.
Era um liberal e revolucionou a nossa relação com o corpo.
Ainda conservo, terei que buscá-la é certo entre os milhares de documentos e livros que se acumulam... esta:
penso que numa edição fac-smile.
A Marylin é um dos desejos mitológicos, seja pela sua estética, seja pela sua inteligência e cultura.
A Playboy, proibida em Portugal na minha juventude ( como é possível que um bando de velhos, com ou sem botas, depravados, pedófilos e beatos proibissem tudo ?) era um raio de luz, não só pelas fotografias mas também por muito do contéudo.
Foi perdendo terreno na medida em que a vulgarização da concorrência lhe foi retirando cultura e também espaço.
Não quero deixar de registar aqui um pensamento oposto, embora no fundo menos do que parece, a este:https://www.theguardian.com/commentisfree/2017/sep/28/hugh-hefner-pimp-sue-playboy-mansion
é claro que é necessário perceber o tempo (quando a Playboy saiu as mulheres andavam de lenço na cabeça e saia três dedos abaixo do joelho, em Portugal!) e olhar para o lado do Islão....

quarta-feira, setembro 27, 2017

La fábrica de uranio de Andújar



Ninguém pode ignorar.
Face aos riscos que enfrentamos deveriam os dirigentes europeus ser audazes para contrariar a derriva nazionalista e populista, vulgo nazi-fascismo, temperada por algum pumunismo ( Putin+comunismo). mas infelizmente como acontece com os liberais alemães (e outros, também por cá!) o domínio da finança sobre a política, em detrimento dos valores humanistas e solidários ainda tem muita força.
Mais política, melhores instituições ( e ver o estado lamentável e imutável do nosso sistema autárquico ...)  um sistema de controle adequado, e a proposta de eleição de metade do Parlamento Europeu por listas transnacionais merece o meu entusiasmo e apoio total!, que tenha em conta que uma moeda única tem que ir de par com uma organização do sistema de impostos que lhe dê sentido e coerência, e além disso uma Europa que vá buscar o seu sentido aos determinantes culturais desta, é um novo discurso, que desde há muito, desde sempre defendo.
O discurso de Macron esta semana, marca, definitivamente um novo quadro!
Oxalá seja seguido e apoiado!
https://euobserver.com/institutional/139164

segunda-feira, setembro 25, 2017

Tirando a degradação da paisagem provocada por cartazes medonhos e tirando que tenho que usar mais o zapping quando vejo o telejornal, assim que aparece um dos medonhos, e tirando que evito ajuntamentos e deito fora muito lixo da caixa de correio e do carro ( para quando legislação que puna os panfletos que nos colocam no para-brisas?), tirando esses epifenómenos nem tenho dado conta da campanha em curso.
Já decidi dois dos meus votos, na linha da reforma do poder autárquico que defendo e ainda tenho uma ligeira hesitação em relação ao terceiro, e isto porque, apesar de tudo não posso deixar de considerar a ruralidade um dado a ter em conta no poder local (voto actualmente em Barrancos).

As eleições autárquicos, já o defendo há muito deviam ser despartidarizadas, simplificadas, acabar com vários dos actuais orgãos autárquicos, onde continuamos a eleger mais de 100.000 comilões. além das cerca de 500.000 dispensas eleitorais para fins de campanha. Acabar com as Assembleias de freguesia e as eleições directas da a Câmara ( eleição directa da Junta de Freguesia e do Executivo municipal na Assembleia), reduzir em mais de 80.000 as senhas de presença e outras prebendas das mesmas e simplificar o sistema eleitoral, introduzindo também, obrigatórios outros instrumentos de participação autárquicos ( Agenda XXI, Orçamentos participativos, desecentralização do orgão, o exemplo do Intendente foi genial!, referenduns locais sobre tema específicos, e sobretudo plano de ordenamento participado e respeitado).
Em Lisboa, hoje ganhei mais um voto para o Presidente, temos muitos candidatos a brincar, e talvez dois a sério, embora um não vá chegar lá, ainda o karma do Zé a fazer das suas.
Mas continuamos a ter um sistema balofo, embora aqui há que reconhecer um trabalho válida na fusão de freguesias...
Bom. última semana de campanha, e continuarei a escapar por entre as gotas da água da chuva...

sábado, setembro 23, 2017

Sou geralmente contra estas coisas, mas assino-as em grande maioria.
Esta é do meu agrado, embora, como as restantes duvide da sua eficácia. Mas vale a pena!!!
Aqui:
https://www.change.org/p/guillermo-fern%C3%A1ndez-vara-cerrar-almaraz?recruiter=17423187&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink&utm_campaign=share_petition&utm_term=autopublish
para fechar Almaraz nunca a alma é pequena.