sexta-feira, março 27, 2015

E,
Está já disponível para download a Matriz da Água de Lisboa 2014.

Este documento, que actualiza os dados da Matriz da Água de 2004 e permite avaliar a evolução de alguns indicadores ao longo do período 2004 a 2014, foi elaborado em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa, a EPAL - Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA e a SIMTEJO - Saneamento Integrado dos Municípios do Tejo e Trancão, SA.

Conheça a publicação através do site da: http://lisboaenova.org/
e,
com a ajuda do meu amigo, ilustrador de um dos meus livros e artista de gabarito Genin
Valorizar o património, recuperar o passado, viajar no espaço e no tempo deste faz o título deste blog.
Estou de viagem, para recuperar de inúmeras conferências, assembleias, mais um livro (sobre o poder autárquico!) em procedimentos e para ver património.
Gosto de templos sejam religiosos ou laicos e de espaços, de paisagens e termas.
aqui irei certamente. No regresso contarei. Boas Páscoas, se não nos virmos antes.

terça-feira, março 24, 2015

Há muitos, muitos anos que tenho andado a tentar isto:
que agora vê a luz, mas anunciando já problemas no horizonte.
Dizem-me das dificuldades que foi chegar aqui e da falta de solidez.
Articulado com a previsível, segundo me dizem, mudança radical dos orgãos sociais da Quercus, onde vai haver uma enorme razia, esta coligação pode ser só um balão de ensaio para projectos futuros.
Desde já retenho, seja o que for o futuro, que é por este caminho que as ONGAs podem aspirar a ser ouvidas como parceiros sociais e aspirar a mais do que uns conselhozecos numas comissões nulas.
Caminhar é movimentar as meninges...
Amanhã no CIUL:
Um mapa dos conflitos ambientais em Portugal, ou melhor um esboço, com falhas, faltas, erros e omissões e incidentes que pouco têm que ver com a conflitualidade ambiental, mas de qualquer forma um documento interessante, que vale a pena consultar e arquivar, para memória futura.
Pena que estes "universitários" que os fazem só procurem "coisas" na internet...

segunda-feira, março 23, 2015

Vou às escolas e também nelas falo de...
...sopas. Alimentação saudável e integrada nos locais onde os miúdos vivem.
E há 3 anos que na minha crónica radiofónica falo de desperdício alimentar e de formas de o minorar. Tenho apresentado diversas iniciativas municipais e até legislativas para contrariar este.
Porque é "feio" e insustentável deitar fora o que se pode usar e re-utilizar e porque há carências que podem ser reduzidas se pouparmos, que é também reduzir o desperdício.
Lembro-me de quando vivi uma semana em Amsterdão dos restos de um restaurante fino... há 40 anos...
Bom... passou-me despercebido, desde que fui retirado de mailing list por punição política que a minha informação da CML é escassa, esta iniciativa, que repercutirei no éter hoje:

"
Plano Municipal de Combate ao Desperdício Alimentar
Janeiro 15, 2015

O Comissário Municipal, João Gonçalves Pereira, e o vereador dos Direitos Sociais, João Afonso, apresentaram, em conferência de imprensa, no dia 15 de janeiro, nos Paços do Concelho, o Plano Municipal de Combate ao Desperdício Alimentar, o qual foi aprovado, por unanimidade, na última reunião da Câmara Municipal.
Este plano, conforme o nome indica, pretende otimizar a recolha do desperdício alimentar produzido em Lisboa, em tempo útil alargar o âmbito da sua distribuição junto da população mais carenciada, criar e manter uma rede de voluntariado capaz de garantir a cobertura da cidade, sensibilizar os diferentes “stakeholders” para o combate do desperdício alimentar e apoiar as organizações no cumprimento dos requisitos adequados à recolha, armazenamento e distribuição dos bens alimentares, em perfeitas condições de qualidade, higiene e segurança.
Na ocasião estiveram presentes coordenadores e representantes  dos cinco eixos de atuação do Plano: Graça Mariano (ASAE),  Górete Rocha (Comunidade Vida e Paz), Hunter Halder (Refood), Paula Policarpo (Dariacordar) e, ainda, o diretor de Portugal da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), Hélder Muteia . O representante da FAO acabaria mesmo por enaltecer o projeto, referindo : “Lisboa é a primeira cidade do mundo a apresentar uma iniciativa como esta, e espero que outras lhe sigam o exemplo.”
"
que merece a minha simpatia, e que mostra que até pelouros inúteis tem alguma coisa a contribuir para a cidadania.



domingo, março 22, 2015


Venho aqui dar este apoio. Que no meu caso é à Amnistia Internacinal, Secção Portuguesa.
Mas venho, sobretudo, chamar a atenção dos que talvez por distracção, talvez por negligência, ou por menor empenho cidadão, não cocham a consignação do 0,5% do vosso/nosso IRS para uma instituição de empenho social e/ou humanitário.
Que são mais de 80% dos portugueses!
Sei que na AI estas verbas são impprtantissimas e uma parte substancial do orçamento. E em tantas, tantas outras instituições.
Dar o que é nosso é impedir que o Estado mal use essa quantia do nosso imposto e apoiar quem gostamos.
Força pessoal, que aqueles 80% (números de 2012!) só nos envergonham.

Como fazer:

1) Procurar o Modelo 3, Anexo H, Quadro 9
2) Fazer um X na opção “Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Coletivas de Utilidade Pública”
3) No NIPC, colocar: 501 223 738

sexta-feira, março 20, 2015

Recentemente aqui referi o estado lamentável das águas do Tejo:
hoje com prazer, satisfação e total apoio leio uma tomada de posição frontal sobre isto:
http://movimentoprotejo.blogspot.pt/
o Tejo somos nós.
Aqui o que já foi uma ilha, no mesmo:


Dia 22, em local e hora ainda não divulgados a http://lisboaenova.org/ apresenta a Matriz da Água de Lisboa, penso que mais de dez anos após a última a que tive acesso.
Já li algumas notícias com os resultados, mas ainda não me chegou nada às mãos, que é como quem diz aos olhos.
A poupança cresceu, o consumo (per capita?) diminui, são alguns dos dados que tenho picado por aqui e acolá.
Trarei ao conhecimento assim Maria Santos (Olá) me providencie uma cópia (em digital chega).
E, quando fazia uma busca para ver se estava algures pelo "éter", encontrei, já indisponível na FNAC, mas com muitos exemplares no meu armazém para quem quiser este bolinho lindo, este meu livro sobre águas, com trabalho notável do Nuno Farinha.

sábado, março 14, 2015

Temos pelo país, e em muitos casos a saque, um património invulgar.
Aqui e ali em locais abandonados encontramos isto:

que aqui deixo para memória futura, esperando que possa resistir ao vandalismo, do "tempo".

Resistirá certamente, mas esta é memória passada, escrita e registada é este excelente livro, onde tem honras 3 grandes livrarias portugesas (escrito antes de Obidos se formatar como vila dos livros!), a Lello do Porto e a Bertrand em Lisboa e claro a Ler Devagar.

Todas elas merecem várias e justas menções, num livro imprescindível para quem vive nos livros, dos livros e para o livro.
Sou coleccionador de miniaturas de mochos e de paisagens, Que excelentes paisagens são as livrarias...:


“ (...) 
A cidade penetra nas livrarias que a povoam através dos seus escaparates e os passos dos seus clientes, espaço centáurico, nem todo privado nem todo público. A cidade entra e saí da livraria, não se entende uma sem a outra... (...) ”

quarta-feira, março 11, 2015

Já aqui referi esta aplicação, mas volto a referi-la, agora com novos desenvolvimentos:

(...) 
convidem mais uma vez os vossos amigos, que ainda o não fizeram, a fazer download da aplicação gratuita Rewind Cities Lisbon, www.rewindcities.com, que tem sido considerada uma “máquina do tempo de bolso" única, que permite conhecer Lisboa duma forma aliciante, viajando até ao passado dos seus sítios, excelente para acompanhar visitas em família, pois as experiências de realidade aumentada cativam os utilizadores de qualquer idade. 
Para além disso as rotas remáticas podem ser uma ferramenta excelente para algumas matérias e projectos escolares.
(...)
diz-me a minha amiga Cristina Kirkby, que se queixa também da falta de apoios, seja só na divulgaçao...
Aqui esse não falta!

segunda-feira, março 09, 2015

O Tejo em Vila Nova da Barquinha quase não existe:
















e Almourol... já foi uma ilha...
O rio da nossa aldeia aqui é uma espécie de poça, parada e com pouca água.
A Convenção de Albufeira, que regula as águas internacionais é um embuste, que nos deixa com uma quantidade ridícula de #caudais ecologicos# que a maior parte são águas cloacais.
O ano frio, as retenções de águas pelas empresas eléctricas, o transvase, a submissão do nosso governo, não só à Alemanha, pelo visto, vão acabando com a vida no Tejo.
Vi peixes a morrer e tenho que referir comi a pior lampreia da minha vida, em Belver.
Quando os rios estão moribundos as espécies que neles vivem não podem ter qualidade.
E nós????

domingo, março 08, 2015

No S. Jorge, já nos finalmente, tem passado a #Judaica#, Mostra de Cinema e Cultura, que cada ano tem vindo a melhorar, seja nos filmes, seja na espessura.
Este ano, entre tantas coisas, vi 3 documentários de excepcional qualidade, sendo que aqui quero deixar uma chamada de atenção às nossas televisões cheias de lamentáveis séries e telenovelas além de toneladas de lixo, para a urgência de difundirem estes documentos, que são verdadeiro serviço público!
Hoje, de deixar água na boca vi este estupendo:
e também me lembrei de ir aos:http://www.feniciosrestaurante.com.pt/
A vida é também aquilo que comemos.

sexta-feira, março 06, 2015

Estou em produção de um novo livro sobre o Ordenamento do Território e Reforma do Sistema Político, que irá doer... e irei estar no monte.
Aqui espero quem gostar de Cidades e Serras...
https://www.facebook.com/events/838447956197499/

Os rios são elementos da natureza que têm a sua vida própria. O Tejo tem-na e uma história e continuidade.
Em todas as histórias há vários pontos positivos e épicos e negativos e trágicos.
O Tejo já viveu melhores dias e os riscos que enfrenta para a sua vida são muitos.
É o rio da minha aldeia.
Hoje somos informados que isto:
o transvase entre o Tejo e o Segura, em Castela, está a provocar que os caudais ecológicos, previstos em legislação internacional não estejam a ser respeitados, com avultados prejuízos para a agricultura e o turismo, que concelhos portugueses estejam à míngua (Vila Nova da Barquinha).
O Tejo é o rio da minha aldeia e em Portugal deveria entrar aqui:
mas nem os caudais ecológicos são respeitados, talvez por distracção, desconhecimento da lei (Convenção de Albufeira), ou outro motivo qualquer, mas certamente pelo roubo de água que é este transvase.
E os "jornalistas" andam mais entretidos a perseguir a espuma do tempo....




segunda-feira, março 02, 2015

Recebo da : http://lisboaenova.org/ uma interessante notícia de 3 ou 4 aerogeradores instalados, numa lógica pedagógica mas também de produção no Bairro da Boavista.
De saudar esta intervenção, que me fez lembrar ( por ser o seu contrário)  uma manobra do ex-vereador Sá Fernandes de instalar uns pingarelhos a fazer de conta... na 2ª circular... só fumaça, que foi e bem chumbada...era publicidade!
Pois as energias renováveis estão de vento em popa, ao seja a avançar a velocidade de cruzeiro.
Hoje recebo um relatório que prevé a possibilidade de na U.E., em 2030, 60% (sessenta por cento!) da electricidade poder ser de origem renovável!
Por cá no mês de Fevereiro,

carregar, para aumentar o boneco:



 93% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos, o que correspondeu a 264,5 kWh, e permitiu abastecer os electrodomésticos da cozinha, os pequenos electrodomésticos e a iluminação.


E uma instalação média de painéis solares térmicos  permitiu cobrir 53% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior, e assim uma poupança de 8,73 m3 de gás natural, no mês.

Já praticamente um terço (32%) das habitações de Lisboa foram abastecidas pela electricidade produzida por aerogeradores, ou seja 361 000 Habitações foram fornecidas por parques eólicos da região. 
Esta informação é disponibilizada pela: http://www.apren.pt/pt/, 
em cuja página há sempre informação de grande utilidade. 



quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Já escrevi, em diversas sedes, sobre a absoluta e completa inutilidade do Livro de Reclamações, que é só um registo para desabafarmos e que não tem a mínima, a mínima das consequências, seja em termos de sanções, seja sequer em termos de análise dos casos apresentados ( há 6 anos apresentei queixas várias ao Banco de Portugal descrevendo manigâncias do BES... e... nada...), mas seja da Vodafone, seja da Sol Trópico, seja de restaurantes ou health clubs, seja do que seja que reclamem, o destino é o mesmo, a reciclagem, se houver ...

Acabar com os livros de reclamações e criar um sistema eficaz de resposta à cidadania é um desiderato que com associações de consumidores co-optadas por empresas, provedores do cliente que dependem ... do objecto das queixas, aqui:http://signos.blogspot.pt/search/label/Vera%20Jardim, seria uma medida de economia e saneamento de um sistema corrupto a todos os níveis.

Já estive inclusivé, por duas vezes no Tribunal Arbitral de Lisboa (que é pago por nós, C.M.L.), onde num caso um jubilado a fazer de conta de juiz mostrou "dotes", (nesse  caso o Banco de Portugal até me daria razão e impôs uma coima ao BCP), esse sr. deve ter sido sugestionado...  até deixou os funcionários  desse banco admirados... com a sua desfaçatez.
No outro, o mesmo jubilado!, deve ter ficado com limpeza de fatos à borla para o resto da vida... então não é que depois de me destruirem um fato, por uso inadequado de materiais no processo de limpeza, a 5 à sec, saíu... limpinha, da Silva

Mas conforme podem ler no surrealista caso acima viajado, este país só lá vai com uma limpeza de caixão à cova.

P.S.
Recebo do serviço do Provedor (certamente pago também pelas ditas) das Agências de viagem este mimo : "o Provedor apenas poderá apreciar reclamações que sejam dirigidas por Consumidores (ou seja fora da sua actividade profissional)" , ou seja um profissional (esteja ou não no exercicio das suas funções... e não somos todos???) não é, não é consumidor!
Surreal e do melhor. Anda Vera, anda!!! não te desfaças dessa gente....

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Lá vamos nós em tournée...
 O livro “Um grão de areia em 40 anos de cidadania e ambientes” de António Eloy
Será  apresentado, por António José Regedor,  no Porto dia  4 de Março ás 18h30m no bar  R’Domus,   Rua da Arménia, 54. (Miragaia).
António Eloy, na primeira pessoa,  faz uma viagem  de 40 anos pelo ambiente em Portugal
O livro em que faz essa viagem tem por título:  “Um grão de areia em 40 anos de cidadania e ambientes”   com prefácio de  Paulo Trigo Pereira,  e foi editado pela Esfera do Caos.
Está lá o surgimento do movimento ecologista em Portugal, a Luta, ganha até agora,  contra a nuclear e outras vitórias e derrotas na cidadania do ambiente e outras  cidadanias.
O livro será apresentado no Porto, dia 4 de Março pelas 18h30m no R’Domus. O local é um bar simpático e acolhedor situado em Miragaia, na Rua da Arménia. (Frente ao edifício da Alfandega, hoje Museu dos Transportes). 
A apresentação tem o apoio de duas associações de ambiente:
FAPAS – Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens
e
CAMPO ABERTO  -  Associação de Defesa do Ambiente


segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Acabei no meu blog os posts sobre Cabo Verde e aqui volto.
Hoje recebi este interessante relatório, que ainda só vi na diagonal, e que não deve ter considerado cidades portuguesas:http://www.sustainablecitiesindex.com/.
Informação interessante, assim como metodologias.
Regresso ás escritas, agora um livro sobre a reforma do sistema pºolítico, com incidência no nosso esclerosado sistema autárquico, e às conferências em escolas e universidades.
Fiquem bem que é quase Primavera!