domingo, maio 17, 2015

E eu a passear, embora Lisboa se pareça ao Metro em hora de ponta, cheia de turistas....
ou na esplanada...

sábado, maio 16, 2015

Ainda têm até dia 24 para ver as excelentes fotos do World Press no Museu da Electricidade.
Aqui duas que devem ser meditadas:
nem vale a pena fazer comentários...
esta é de um dos últimos espécimes de rinoceronte negro, no caso a ser salvo, embora pareça o contrário.

quinta-feira, maio 14, 2015

Para as agendas:
o anterior foi excelente!

quarta-feira, maio 13, 2015

A foto é do Luiz Carvalho, dizem-me que dos anos 70.
eu lembro-me muito bem de rebanhos no Saldanha, a pastarem onde hoje está o Imaviz, nos anos 60. E nos anos 80 nas bordas da Cidade Universitária, até onde hoje é o ISCTE.
Lisboa era uma cidade rural. A leiteira trazia o burro com as bilhas até ao Chiado e andavam carroças por todo o lado. 

Hoje a notícia é sobre barcos, e de registar este excelente trabalho da Quercus:
http://www.quercus.pt/comunicados/2015/maio/4299-nabu-quercus-avaliam-poluicao-dos-grandes-navios-de-cruzeiro-em-lisboa
é que pela porta das traseiras estão-nos a meter porcarias indesejáveis.
A APL devia assumir uma atitude, e se começasse a multar os navios que não cumprem as regras o ambiente urbano ganharia...
este não polui!

segunda-feira, maio 11, 2015

quinta-feira, maio 07, 2015

Foi numa sala cheia que nem um ovo, que no ISEG se realizou ontem uma apresentação do documento sobre política macro-económicas e enquadramento da acção que o P.S., se for governo irá ter em conta.
A economia é como uma máquina de fazer salsichas, depende do produto que nela se introduzir, da forma que se queira dar ao produto, dos ingredientes que nele se coloquem, do tamanho ambicionado.
Não existe economia no vazio, como aliás bem disse na intervenção inicial Paulo Trigo Pereira, mas balizada por opções e orientações políticas e sociais, como foi sublinhado também por uma intervenção da plateia e esteve presente em todas as intervenções, de que destaco a de Vítor Bento por colocar questões a um nível de debate e utilidade para uma melhor elaboração ou correcção deste interessantissimo documento, que coloca a discussão das nossas políticas públicas e do seu financiamento a outro nível (este, V.B., esteve completamente errado na avaliação de Piketty, mas essa é outra conversa!, a luta contra as crescentes desigualdades é fundamental!).
Este documento deverá do meu ponto de vista ser corrigido, a questão da TSU, e contra mim empresário falo, não faz qualquer sentido e os custos do trabalho não devem no quadro global da economia serem reduzidos, falácia que anima o actual primeiro ministro.
E é pena continuar-se a flutuar no etéreo, sem introduzir as questões da realidade, da diminuição de recursos, das alterações climáticas e das migrações, na balança e se continuar com o discurso mitológico sobre a diminuição da natalidade, quando não existe nenhum problema demográfico!
E Lisboa?
Pois a alteração da política de representação deveria também ser compaginada neste quadro, a organização do território e os seus custos...
Tudo está articulado. O antigo Convento das "madres de Goa" (Madragoa!) dito das inglesinhas onde também passei ontem foi templo de pensamento e boa discussão.
Cá fora a malta desbundava, o que também é cultura...

terça-feira, maio 05, 2015

Já não há por Lisboa destes artesões, remendadores de mobílias, fazedores de objectos, artífices da madeira.
embora tenham vindo a reaparecer, por aqui e por ali, alguns laivos desta antiga arte.
Será um bom fim de semana, por estas terras mágicas, onde uma língua ancestral bordeja o tempo e onde burricos únicos ainda nos fazem viajar nesse.
O cartaz é magnífico.

segunda-feira, maio 04, 2015

Vale a pena visitar, e quem como eu a conheceu só garagem é um enorme prazer, a igreja de S.Julião, embora ainda (?) muito despida... e com demasiada segurança e funcionários por todo o lado... será que têm medo que roubemos o ar?
aqui uma foto de um excelente diaporama, com a evolução da localização e estrutura da mesma, embora faltem imagens da dita antes de ser garagem e ser ainda consagrada, julgo que até à década de 30/40 do século passado...
Muito interessante a visita ao troço da cerca Moura descoberto, no subsolo, e também assim aos materiais e informação qualificada que é fornecida:
com interesse, embora um pouco deslocado o diaporama sobre as origens nacionais, onde todavia retive o mapa da ocupação templária... que merece outra história...



Continuamos a viver rodeados de desinformação, manipulações e mentiras grosseiras, na área da energia e grosserias, velhaquices, superfluosidades, soundbytes, e miudagem na área política.
A miudagem, entenda-se não tem que ver com a idade, que há gente nova com estofo e formação/capacidade, mas com o jotismo, incompetência e ignorância que vicejava nas margens do poder, de todo o poder...
Por exemplo...estive em reuniões de um movimento político, que irá concorrer às eleições e informei que os dados que usavam estavam errados. Pois após verifica e contra verifica dos dados que lhes dei... disseram-me que tinha razão... mas que para satisfazer os seus membros... iriam usar a média dos últimos 10 anos! Conservo o mail com essas doutas conclusões!

Pois aqui, sem erro, nem manipulação está a informação sobre a produção e o correspondente consumo de renováveis em Lisboa:


Ou seja a produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 401,1 kWh, o que permitiu abastecer todos os  consumos de uma família, o frigorífico e o congelador do vizinho. 

E graças à produção de todos os parques eólicos em funcionamento na região de Lisboa abastecemos 16 % das habitações de Lisboa. 

Já com o solar térmico para aquecimento de águas, em Lisboa,  uma família média  poupou 13,02 m3 de gás natural, durante o último mês.

 


domingo, maio 03, 2015

Está até dia 12, no Torreão Poente do Terreiro de Paço uma exposição interessante de gravuras de Goya, que me deixou, tenho que referir um pouco desiludido.
Conheço as espectaculares gravuras dele relacionadas com toiros e toireio, que infelizmente não estão presentes, mas as que estão valem uma visita.
Nestas Goya antecede o nosso Bordalo no humor, e contundência em relação aos poderosos, aos "donos disto tudo", mas também aos trapaceiros da política e a gente fanática e sem qualidade.
Aqui 3 exemplos, mas muitos mais há pelas cerca de 100 gravuras que nos são exibidas.
 Quem saí aos seus....
Albarda o burro...
Caíem que nem tordos...
Poderiam ser os títulos desta quadros... e todos eles nos remetem para a vida e a política...

Já só está até hoje, no Museu Arpad Szenes e Vieira da Silva , uma notável exposição.

Quem não viu, aqui um cheiro:

 



um apetite...
e uma delícia!


sexta-feira, maio 01, 2015


Foi um momento de grande espessura, de amizades e reencontros, a tertúlia que se realizou dia 30 na Fábrica do Braço de Prata.
Embora a assistência não chegasse às 2 dezenas ninguém deu por mal empregue o tempo.
Iniciámos a sessão com Luís Coimbra, que contou alguns episódios das suas aventuras enquanto deputado e vereador do PPM e também falou do fracasso da constituição desse como aglutinador da ecologia politica entre nós.
António Gonzalez, hoje, quando é público que os Verdes foram uma decisão ao mais alto nível do PCP, contou as trapaças que houve e acabaram por o vitimar mas também o seu empenho e sinceridade, da qual nunca duvidámos.
Estórias divertidas, gentes que partilhámos e a solidariedade que vive.
Paulo Trancoso falou dos primórdios do MPT, onde os 4 estivemos!, que poderia ter sido o partido, de facto, da ecologia politica em Portugal e das razões, menores quase todas, do seu fracasso. Houve muitas estórias, muitas gentes, e não posso deixar de mencionar Gonçalo Ribeiro Telles que esteve na palavra e carinho de todos.
4 ou 5 elementos da assistência intervieram, Rui Cunha e Nuno Nabais levantaram questões que serão abordadas noutras tertúlias.

Como conclusão, pessoal, diagnostiquei a impossibilidade e mesmo a falta de interesse objectivo de constituir ou dar qualquer simpatia aos partidos que reivindicam, ainda, essa bandeira política, entre nós.
E mencionei que o PAN não é um partido ecologista, mas sim uma organização animalista que defende uma noção da vida e ética contrária à defesa do ambiente e o fiasco da que poderia ter sido a última aventura de ecologia política, o Livre que ficou com a papoila, andou pelos Verdes europeus, e foi-se juntar aos trogloditas estalinistas duplicando o já existente BE.

Aqui, enquanto aguardo as fotos da sessão do Rui, vai o chorinho. Que posso garantir foi excelente e bem humorado, assim como o dos 4 "estarolas" que o antecederam.


A próxima tertúlia moderada pelo João Carlos Caninas terá a participação de Eugénio Sequeira, Susana Fonseca e João Joanaz e será dia 28 de Maio!

quinta-feira, abril 30, 2015


Dá-nos hoje a Quercus informação sobre:


Níveis de ruído no Metropolitano de Lisboa podem afetar saúde dos utentes
De que retenho as:
Recomendações – Medidas de controlo de ruído
·     Correta insonorização do habitáculo da carruagem;
·     Introdução de rodas com melhor capacidade de amortecimento (redução do ruído de circulação até 2 dB e do ruído de squeal em curvas apertadas entre 10 e 20 dB);
·     Adoção de sistemas de ventilação mais silenciosos;
·    Em futuras extensões da rede, minimizar o impacte da infraestrutura do túnel na propagação do ruído, pela variação da forma e a escolha de materiais que permitam uma maior absorção do ruído.
·     Acompanhamento e monitorização mais detalhados do ruído nesta infraestrutura de transporte coletivo, que, do ponto de vista ambiental, é das que merece maior prioridade face ao elevado número de passageiros transportados, rapidez e reduzidas emissões indiretas de poluentes associadas, questões a que devem também ser associadas garantias de saúde para os seus utentes.

A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Lisboa, 30 abril de 2015
E remeto 
Para mais informações contactar, ou o comunicado na integra:

Francisco Ferreira, Quercus - Grupo de Energia e Alterações Climáticas
Tlf: 93 7788470 |
franciscoferreira@quercus.pt

Mafalda Sousa, Quercus - Grupo de Energia e Alterações Climáticas
Tlf: 96 0203273 |
mafaldasousa@quercus.pt

João Branco, Presidente da Direção Nacional da Quercus
Tlf: 93 7788472 |
joaobranco@quercus.pt


quarta-feira, abril 29, 2015

segunda-feira, abril 27, 2015

25 de Abril

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'O Nome das Coisas'


* Só hoje, devido a ausência. Que este tempo possa continuar-se!

terça-feira, abril 21, 2015


segunda-feira, abril 20, 2015

Aqui:
http://signos.blogspot.pt/search/label/Livros%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20Ambiental.
Tenho mais 7 publicados dos quais 5 em desenvolvimento digital, e
também um filme sobre Energias Renováveis.
Todos eles estão disponíveis para apresentações em escolas e associações.
Também faço apresentações sobre a história e enquadramento da ecologia
em Portugal.
Saudações
António Eloy
Estive nas XVI jornadas do FAPAS, sobre educação ambiental. Falou-se do Tejo e de cidades.
Houve uma intervenção notável de Serafim Riem sobre as podas das árvores, no nosso país e nas nossas cidades.
Ou melhor o autêntico assassínio que é feito ás nossas árvores, sem regras, sem fundamento, e erradamente. Uma poda é como um bom árbitro... não se dá por ela!
Tem o Serafim Riem uma empresa que é responsável por podas ecológicas, que deveria ser contratada por todas as nossas cidades para as fazer cirurgicamente e só quando necessário, e/ou para dar formação aos técnicos municipais.
Em tempos chegou a fazer alguma coisa em Lisboa. Foi Sol de pouca dura, que os interesses instalados de corta e corta são muito fortes.
Tenho o contacto pessoal e empresarial dele, que também é dos corpos sociais do FAPAS, se alguém quiser (também trabalha em jardins particulares).
E o Serafim é, tal é mencionado no meu Grão de Areia, um dos heróis do ambiente português!
E hoje, mesmo a propósito, um excelente artigo no EL Pais:
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