terça-feira, Novembro 25, 2014

É uma notícia fantástica, que neste país onde os média são dominados por trivialidades, boçalidades e até mentiras, não passará. Nos telejornais que chegam a passar 43 minutos com uma notícia nula certamente que não haverá tempo.
Pois uma grande cidade europeia está em vias de acabar com a publicidade!
http://lexpansion.lexpress.fr/actualite-economique/grenoble-premiere-ville-d-europe-a-supprimer-la-publicite-de-ses-rues_1625039.html
A notícia é fantástica. Sou dos que se opõe à ocupação do espaço público por paineis que, ainda por cima com informação nula, o destróiem ( e basta ver os paineis dos partidos, nulos e devastadores da paisagem urbana), e também por punição do uso de grafittis (fabuloso o do último Achile Tallon) a não ser autorizado e enquadrado, em edíficios decrépitos ou tapumes.
 Desde aqui desafio o vereador responsável, se o houver, a estudar desde já medidas para acabar com esta praga que conspurca a monumentalidade de Lisboa, proibir os outdoors, é fácil e até dá outra vida à cidade! Começar por aí....

segunda-feira, Novembro 24, 2014

 

                                                        for and beyond economic profit

UÉ | Colégio do Espírito Santo | Anfiteatro 131

dias 12 e 13 de dezembro 2014

mais informações em: http://www.chaia.uevora.pt/pt/event/201/colloquium-international.html

No dia 12, pelas 18h00, Aurora Carapinha apresenta o livro The Garden as a Lab


sábado, Novembro 22, 2014


quinta-feira, Novembro 20, 2014

Ontem andei novamente de galochas...
Hoje recebo esta simpática notícia d' O Instalador:
http://www.pt.cision.com/cp2013/ClippingDetails.aspx?id=23153990-c3db-4e4a-999e-1c3fa2c184d3&analises=1
O Ambiente Inteiro, também tem a ver com Lisboa.
Se estiverem pelo Porto no dia 26, pelas 21 horas será apresentado pelo Paulo Santos, Presidente do FAPAS, no café Guarany, Av dos Aliados.
E reservem o dia 15 de Dezembro, no CIUL, pelas 18.30 haverá outras surpresas...
Entretanto, no jardim/ Tapada das Necessidades, os cactos continuam a crescer.

domingo, Novembro 16, 2014

Recomendo. Só faltarei se o dentista me deixar K.O.

sábado, Novembro 15, 2014

Só hoje fui ver, à excelente sala do Ideal, os Maias.
É um filme de época, de todos os tempos, de Lisboa, de um Eça imortal.
Excelentes cenários, e notável o que hoje os computadores podem fazer!
Muito bem construído o filme, com actores excelentes.
A sala estava, apesar da versão de 3 horas, com 30 pessoas.
Recomendo, vivamente, não percam.
O Chiado acima é fantástico!
a corrida de cavalos, em Belém outro.


sexta-feira, Novembro 14, 2014

quinta-feira, Novembro 13, 2014

Também no fim do mês estarão todos estes bonecos e suas estórias disponíveis em livraria, com apresentação prevista para 15 de Dezembro, em príncipio num espaço da C.M.L., de que darei novas:

Estará nas livrarias em Dezembro, em Janeiro faremos uma apresentação, conversa.
Muito gente tem nomeação. Só os que valem!


Prefácio
1
Começar
2
Antes da democracia até ao “movimento”
3
Retomando o fio à meada
4
Reinventando o Fogo
5
Nada se conclui, tudo se transforma
6
We don’t need no education (não precisamos de educação)
7
Direitos absolutos
8
Lisboa, palco de muitas vidas
9
A cultura do ambiente
10
Pelas Pedras Vivas e o País Real
11
Federalismo, contra a nação, já!
12
Legalize-se, já! É a opção que define um Estado de Direito
13
Lisboa, Capital, República, Popular
14
Bibliografia de referência

Agradecimentos

Anexos

quarta-feira, Novembro 12, 2014

Morreu um grande alfacinha, um homem de grande cultura e o dono de um dos nossos mais bonitos palácios, o Palácio Fronteira, onde os azulejos são uma perdição e tudo, dos jardins à estrutura do mesmo tem requinte.
Fernando de Mascarenhas, herdeiro das Casas Fronteiras e Alorna era um amante de conversas e discursos, de artes e dos que as fazem.
Hoje aqui não podemos de deixar esta nota, esta memória e gratidão pelo seu amor a Lisboa.

Em inúmeros países/cidades há taxas sobre as dormidas, nalguns há taxas para entrada, portagens para circular nas mesmas. Dessas taxas, como é obvio, estão isentos os munícipes das mesmas.
As taxas devem ter uma visão de cidade por detrás. 
Num caso é dissuadir a entrada de carros e cobrar-lhes o custo dos desgaste na rede viária municipal da sua utilização, o que se insere no quadro de um sistema de transportes global, que ainda não temos é certo.
Sou de há muito favorável a portagens para entrar em Lisboa e a uma Autoridade de Transportes Intermunicipal que possa gerir todo o sistema.
E sou favorável a esta taxa, agora proposta, que peca por ser escassa. As grandes cidades já cobram uma ( fui à pouco a Berlim e essa foi logo cobrada à partida!)  e essa também tem uma função de sustentabilidade ambiental. Forasteiros tem um custo sobre as utilidades sociais e ambientais e esses custos devem ser suportados pelos utilizadores, os turistas.
Julgo que não é boa ideia não alocar esses fundos a sectores como o ambiente e resíduos e investi-los na criação de maior procura. Isso é que é dar o ouro ao bandido.
Mas, e isso não tem sido dito, taxas e taxinhas há ao pontapé, por aí e todas, todas são da responsabilidade do governo.
Este governo pretende-se liberal, mas é de um conservadorismo bizantino e de um estatismo mal disfarçado.

segunda-feira, Novembro 10, 2014

A distribuição dos livros sérios é uma aventura, as livrarias hoje parecem supermercados de nulidades e o que interessa está escondido ou tem que se encomendar.
Muita gente me tem perguntado onde pára o Ambiente Inteiro,
pois aqui:
Lisboa
Universidade nova de Lisboa ( Colibri )
Saldanha ( Almedina )
Gulbenkian  ( Almedina )
Lello (Baixa )
Livraria Ler  (Campo de Ourique)
Faculdade de letras  ( Colibri )
Vila Literária – Óbidos  (vai seguir)

Gaia
Arrábida Shopping  ( Almedina)

Coimbra
Estádio  (Almedina)
Lápis de memórias  ( em breve )

Évora
Livraria Nazareth

Feiras de Livros
Gare do Oriente
Almada (Abre a 18 de Novembro)

INTERNET
Wook
Site da Colibri
Naturfunk    ( Em breve )

Brasil
Livraria cultura

E aqui:
https://www.facebook.com/FAPASPT

sexta-feira, Novembro 07, 2014

Lisboa está muito, muito mal, classificada no que toca à Transparência:
http://poderlocal.transparencia.pt/camara/172
nada que me admire, conhecendo os meandros da C.M.L. ( em livro a sair próximamente desvendo mais uns detalhes!!!)
Os eleitos do que gostam menos é de prestar contas, e fazer sofrer os que gostam do respeito das leis e regras de funcionamento. Mas estar no 2º terço das Câmaras (115º) no que toca à transparência requer muito fusco. Muito!
Sabemos que os projectos de agilizar os procedimentos administrativos esbarraram seja na burocracia e suas alavancagens (guito, de preferência), seja nos interesses, directos ou indirectos, dos titulares das vereações com pelouro, todos eles, desde logo!
A transparência e informação é um dos lados mais obscuros das Câmaras e até a de Alfandega da Fé (e felicito a minha amiga Berta Nunes pela sua quase exemplaridade!) tem muitos rabos de palha.

Alterar o sistema de gestão e de eleição das autarquias é um dos grandes desafios, juntamente com alteração das suas competências e articulação em redes de autarquias, que a reforma do sistema não equaciona (será tema de documento/ livro que também tenho em preparação para o próximo ano!), pois se é é a base dos poderes da partidocracia infecta.
Hoje, no meu blog: http://www.signos.blogspot.pt/ há também um comentário sobre o porquê de vivermos este tempos de cinza.
Ai, carmela, ai carmela!...

quinta-feira, Novembro 06, 2014

Comendo a natureza e retribuindo, podia ser o mote deste jantar.
Em Cascais e em apoio de uma causa de defesa do ambiente:


terça-feira, Novembro 04, 2014


O "Eclipse do Capitalismo", subtítulo do último  livro de Jeremy Rifkin, não será pela turba munda da revolução soviética (que ficou e muito bem enterrada, com todos os seus crimes e horrores) mas devido à alteração do paradigma energético articulada com a  informática e novas formas de organização social a partir daí emergentes.
A convergência entre os sistema energéticos e a informática estabelece uma nova matriz espaço-tempo que altera as formas  como as organizações sociais se estruturarem e o modelo de economia, com tendência para custos marginais despiciendos.
A domótica alargada é um novo modelo de sistema.
Mas para lá chegarmos temos também que apostar na eficiência energética a alterar a forma de produção de energia e electricidade. 
Hoje o sol começa a levantar a cabeça. Se ao calor e luz solar se aplicar a regra de cálculo que usámos nas eólicas, em 20 anos temos 120 mais potência! por unidade de produção, em 2030 as fósseis estarão fora do mercado para produção de electricidade e sabe-se lá se também na locomoção, se resolvido o problema das pilhas de acumulação.

Bom em breve teremos literatura sobre isso...

Entretanto em Lisboa o mês que passou deu-nos novas alegrias:
E desde logo, como que pré-anunciando a revolução do solar:
Energia Fotovoltaica, durante o último mês, 98% das necessidades de electricidade de uma família típica na região de Lisboa foram cobertas/satisfeitas por uma instalação padrão de painéis solares fotovoltaicos.
 Ou seja a produção doméstica de electricidade a partir de painéis fotovoltaicos correspondeu a 310,8 kWh , o que permitiu abastecer os electrodomésticos da cozinha, os pequenos electrodomésticos, os equipamentos de climatização e a iluminação.
Com novas placas e alterações de condução, captação solar em breve o Sol será mesmo para todos!
Já no Solar Térmico, uma instalação média de painéis solares térmicos na região de Lisboa permitiu cobrir 61% das necessidades de aquecimento de águas de uma família padrão durante o mês anterior, uma poupança de 11,11 m3 de gás natural.
Também informação da A.P.R.E.N. durante o último mês o vento permitiu gerar, em média, electricidade suficiente para abastecer 192 000 habitações, graças à produção de todos os parques Eólicos em funcionamento na região de Lisboa, permitindo o abastecimento de17 % das habitações de Lisboa.
Aqui o boneco (carregar para aumentar):

quarta-feira, Outubro 29, 2014

Não vale a pena e é pena, mas não vale mesmo a pena deslocarem-se ao que já foi um Festival de Bandas Desenhadas e agora é uma pobre, muito pobre amostra de desenhos mais ou menos avulsos, muitos sem o mínimo de qualidade e umas pseudo homenagens a alguns dos imortais desta arte.

Este ano, seja por desinvestimento da Câmara, seja por esgotamento do modelo, seja porque razão seja este #festival# é um fiasco, total.
E naquele mesmo espaço, que é mau, muito mau, já houve edições notáveis, com instalações muito boas, e presenças dignas.
Este ano não há nada disso!


A Ribeira das Naus e arredores, antes de 1940!

Já está nas livrarias o #Ambiente Inteiro#.
Mas não esquecer, para a petizada dos 7 aos 77:

terça-feira, Outubro 28, 2014

O cartaz enviaram-me assim, lamento que seja muito pouco lisível, mas seja a qualidade dos promotores seja a relevância do tema aconcelho aos que poderem uma deslocação dia 31 deste mês a Evora.
o jardim, onde os sistemas naturais e culturais se encontram, como laboratório!
Quando os que temos são, estão tão descuidados, novas leituras destes espaços por quem os estuda e conhece!