quarta-feira, dezembro 02, 2009

As árvores de novo



Reconhece que pôs o carro à frente dos bois, senhor vereador? Reconhece que o despacho negativo do antigo director do Igespar se referia a toda a intervenção ? "Não reconheço uma coisa nem outra", responde José Sá Fernandes. Na sua leitura, o documento não deixa dúvidas quanto à intenção de Elísio Sumavielle. "Para mil isso é clarísssimo. O primeiro parecer era favorável à vegetação e foi aprovado", afirma. O autarca sustenta, aliás, que não tinha nada que pedir parecer para a requalificação do coberto vegetal do jardim e que o fez apenas "por cautela". Confrontado com o facto de Sumavielle dizer que não aprovou o conjunto da intervenção, o autor das muitas acções populares que fizeram parar várias obras em Lisboa, no tempo der Santana Lopes, por irregularidades administrativas, manteve a sua posição: "O despacho é clarísssimo."
.
Obras no Príncipe Real aprovadas anteontem, em horas, pelo Igespar -PUBLICO
Quando a polémica intervenção no jardim se iniciou há duas semanas, só havia um parecer do instituto, datado de Maio. Dizia assim: "Na presente fase não aprovado"
.
Especialistas dizem que abate de árvores foi acertado

4 comentários:

Anónimo disse...

Pois claro, o Zé tinha lá alguma vez que pedir parecer? Nem pensar nisso, essas coisas eram só para quando o Zé não estava na vereação.

Fazia lá uma falta...

Anónimo disse...

Que achará o Arq. Ribeiro Telles de todas as tropelias do seu afilhado?

Brasil Empreende disse...

Ola visitei seu blog e gostei muito e gostaria de convidar para acessar o meu também e conferir a postagem de hoje: Meditações “Latino”-Americanas
Sua visita será um grande prazer para nós.
Acesse: www.brasilempreende.blogspot.com
Atenciosamente,
Sebastião Santos.

Anónimo disse...

Outro Zé:

"A vereadora da Câmara de Lisboa Helena Roseta, eleita pelo PS, ajudou a autarquia a viabilizar os protocolos que vão ser assinados com a administração do porto de Lisboa (APL) e com a Liscont, depois de ter solicitado à Assembleia da República a "revogação imediata" do decreto-lei que rege o prolongamento da concessão do terminal de Alcântara."

Correio da Manhã, 3/12/2009