Parceria Jornal de Lisboa e ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados).
POSITIVO
Bom contraste
Na Rua dos Sapateiros, na Baixa, há um interessante truque urbanístico, comum a outras cidades europeias, que promove a convivência pacífica entre peões e automóveis: nos cruzamentos com as suas perpendiculares (todas pedonais) o piso é de calçada branca em vez de empedrado preto. Isto permite lembrar aos condutores que o espaço ali é partilhado.
Um meio mais eficaz, simples e barato que regulamentos, fiscalizações ou outras obras.
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NEGATIVO
Escada para a estrada
Na Avenida Fontes Pereira de Melo, no local onde a mesma se torna mais larga junto ao Hotel Sheraton, existe um pequeno troço sem passeio. Um absurdo se pensarmos que há largos anos ou décadas, numa das avenidas mais centrais, comerciais e movimentadas da cidade, os peões são obrigados a contornar os carros estacionados e a caminhar no alcatrão. Mais grave ainda: a
grande maioria dos lisboetas que por lá passa nem sequer se apercebe disso, o que revela uma aceitação da inferiorização do peão no planeamento da cidade.
Escada para a estrada
Na Avenida Fontes Pereira de Melo, no local onde a mesma se torna mais larga junto ao Hotel Sheraton, existe um pequeno troço sem passeio. Um absurdo se pensarmos que há largos anos ou décadas, numa das avenidas mais centrais, comerciais e movimentadas da cidade, os peões são obrigados a contornar os carros estacionados e a caminhar no alcatrão. Mais grave ainda: a
grande maioria dos lisboetas que por lá passa nem sequer se apercebe disso, o que revela uma aceitação da inferiorização do peão no planeamento da cidade.
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EDIÇÃO DE MARÇO
JORNAL DE LISBOA:
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